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  1. 1. ANAIS TRABALHANDO A DIFERENÇA Programa oficial ITUMBIARA - GOIÁS - 2010
  2. 2. COMISSÃO ORGANIZADORA: Coordenação Nacional CD Eduardo Hudson Amaral Presidente CD Túlio Humberto Spini Secretário Hermon Fonseca Mortoza Tesoureiro Antônio Inácio Pereira Diretor de Marketing CD Anderson Abdo Rodrigues Diretoria Científica CD Ruth Maria Souza Barbaresco Psic. Marta Rezende Spini CD Gabriela Prudente Silva CD Janaína Freitas Borges CD Idercy Cabral de Castro
  3. 3. Diretoria Social TSB Márcia Helena G. F. Castro CD Dorcely Maria de Oliveira Fono Daniela Pires dos Santos A.S. Silvia Letícia T. Pinto
  4. 4. SUMÁRIO
  5. 5. DIA 20 DE MAIO DE 2010 08:00 hs Prof. Rodrigo Abreu Simões Especialista Pacientes com Necessidades Especiais Presidente da Comissão de Ética Habitação em Oxido Nitroso Prof. Curso Pacientes com Necessidades Especiais ABO – Goiânia Tema: Limitações ao atendimento ambulatorial do paciente psiquiátrico 09:00 hs Prof. Dr. Adriano Mota Loyola Mestre e Doutor em Patologia bucal Professor de Patologia Bucal e Maxilo facial Faculdade de Odontologia Universidade Federal de - Uberlândia (MG) Tema; Doenças auto imunes conceitos atuais
  6. 6. 10:00 hs Prof. Dr José Mariano Carvalho Costa Mestre e Doutor em Cirurgia Buco Maxilo Facial Professor de Cirurgia Buco Maxilo Facial da Universidade Federal de Uberlândia - MG Coordenador do Curso de Especialização em Cirurgia Buco Maxilo Facial - ABO- Uberlândia - MG Tema: Tratamento cirúrgico do ameloblastoma e reconstrução. 11:00 hs Prof. Idercy Cabral de Castro Mestre em Disfunção Temporomandibular e dor orofacial Coordenador do curso de especialização em disfunção temporomandibular e dor oro facial Especialista Ortodontia, Odontopediatria e Acupuntura Presidente do Hospital e Maternidade São Marcos – Itumbiara – GO Cirurgião Dentista - NAPEO - Itumbiara – GO Tema: Tratamento da disfunção temporomandibular no paciente especial.
  7. 7. 12:00 ALMOÇO
  8. 8. 14:00 Prof. Marcelo Fúria César Graduação: Faculdade de Odontologia - Unesp S.J.Campos Especialização em Odontopediatria - Unesp S.J.Campos Mestrado em Ciências da Saúde - Dentística - Universidade de Taubaté Especialização em Gestão da Qualidade em Saúde - Hospital Israelita Albert Einstein - SP Supervisor de Reabilitação - Setor de Odontologia - Associação de Assistência à Criança Deficiente - AACD/SP Tema: Atenção multidisciplinar no atendimento do paciente portador de necessidades especiais. 15:00 hs Profª Catalina Riera Costa Especialidade Estomatologia Doutorando em Patologia Bucal Coordenadora do Programa Estadual da Saúde Bucal - Treinamento em Serviço - CRT - DST-HEPATITYES – AIDS – SP
  9. 9. 16:00 hs Profª Drª Ana Clara Ferreira Veiga Tipple Enfermeira. Doutora em Enfermagem. USP Ribeirão Preto Coordenadora do Núcleo Estudo e Pesquisa em Infecção Associada em Cuidados da Saúde Vice Presidente da Comissão de Controle de Infecção Odontológica da Faculdade de Odontologia da UFG. Professora Associada da Faculdade de Enfermagem – UFG Tema: Acidente com material biológico: Medidas Pré e Pós exposição 17:00 hs Dr. Hermon Fonseca Mortoza Bacharel em Direito pela UNIUBE Especializando em Direito Civil e Processo Civil pela Unigranrio Especializando em Administração e Gestão de Serviços de Saúde Advogado OAG-GO 11816 Assessor Jurídico Administrativo NAPEO – Itumbiara – GO Tema: Constituição das entidades assistenciais e forma de captação de recursos.
  10. 10. 20:00 HS ABERTURA SOLENE – COQUETEL
  11. 11. DIA 21 DE MAIO DE 2010 08:00 hs Profª Drª Norma Lúcia Luz Sampaio Mestranda em Processos Interativos dos Orgãos e Sistemas-UFBa Especialista em Odontologia para Pacientes com Necessidades Especiais- CFO Pós Graduada em Odontopediatria-ABO Ba Professora da UNIME -Lauro de Freitas Tema: Envelhecer e Sorrir, a Odontologia do Idoso 09:00 hs Profª Drª Terezinha R.Carvalho de Oliveira. Doutora e Mestre em Odontologia, área de Concentração, Prótese Dentária (FOUSP/SP); Especialista em Odontogeriatria; Especialista em Prótese Dentária; Especialista em Acupuntura. Professora da Universidade Federal de Uberlândia- ESTES/Prótese Dentária Idealizadora e Coordenadora geral do Projeto de pesquisa Ação Multidisciplinar na Saúde do Idoso (PROAMI) Idealizadora e Coordenadora do Programa Multidisciplinaridade na Atenção à Saúde do Idoso (MASI) - saúde bucal e geral Membro da diretoria do Conselho Municipal do Idoso de Uberlândia-MG Tema: Multidisciplinaridade na atenção da saúde do idoso. (MASI) - Saúde Bucal e Geral.
  12. 12. 10:00 hs Profª Drª Aida Sabbagh Haddad Doutora em Diagnóstico Bucal-Radiologia pela Faculdade de Odontologia da Universidade de São Paulo-FOUSP Mestre em Clínicas Odontológicas pela FOUSP Especialista em Cirurgia e Traumatologia Buco maxilo facial Especialista em Odontologia para Pacientes com Necessidades Especiais Coordenadora do Curso de Especialização em Odontologia para Pacientes com Necessidades Especiais da ABENO Autora do livro Odontologia para Pacientes com Necessidades Especiais Tema: Odontologia na UTI, a importância do Cirurgião Dentista Integrado a Equipe. 11:00 hs Marina H. Cury Gallottini de Magalhães Mestre em Odontologia (Diagnóstico Bucal) pela Universidade de São Paulo Doutorado em Odontologia (Patologia Bucal) pela Universidade de São Paulo Livre Docência em Odontologia pela Universidade de São Paulo em 2000. Pós Doutorado na University of Medicine and Dentistry of New Jersey, USA, no Departamento de Ciências Diagnósticas da New Jersey Dental School.
  13. 13. Coordenadora do Curso de Especialização em Odontologia para Pacientes Especiais da Fundação da Faculdade de Odontologia da USP Coordenadora do Curso de Pós Graduação em Patologia Bucal da Faculdade de Odontologia de Universidade de São Paulo. , Profa. Titular Disc Patologia Bucal – FOUSP – SP Coord Centro de Atendimento a Pacientes Especiais - Faculdade de Odontologia USP Tema: Manejo Odontológico do Paciente com necessidade especial: Uma experiência do CAPE – FOUSP. 12:00 ALMOÇO
  14. 14. 14:00 Profª Drª Cerise Castro Campos Mestrado em Medicina Tropical pela Universidade Federal de Goiás (2001) Doutorado em Ciencias da Saude pela Universidade de Brasília (2006). Especialista em odontopediatria ABO – GO Especialista em Pacientes com Necessidades Especiais C.F.O. Professora Adjunta da Faculdade de Odontologia da Universidade Federal de Goiás Coordenadora do Curso de Especialização em Pacientes com necessidades especiais na Associação Brasileira de Odontologia – Goiânia – GO Coordenadora do GEPETO Tema : Atendimento ambulatorial do paciente com necessidades especiais. Possibilidades e limitações. 15:00 Prof. Dr José Reynaldo Fiqueiredo Doutorando em Odontologia Social, Mestre em Odontologia Legal e Deontologia, pela USP, Especialista em Odontopediatria pela Unicamp e Odontologia para Pacientes Especiais pelo CFO. Diretor Científico do Congresso Mundial de Pacientes Especiais - IADH/2008. Cirurgião dentista da AACD- SP. Coordenador do Curso de Especialização de Pacientes Especiais da APCD - Vila Mariana Tema: O impacto do preparo e formação do cirurgião dentista na odontologia para pacientes especiais.
  15. 15. 16:00 MESA REDONDA Tema : Pacientes especiais, uma questão para todos. Dr Anselmo Calixto – CRO – GO Dr Mauro Ruben Deputado Estadual – GO Dr Reuder Cavalcante Motta 3ª Promotoria de Justiça Itumbiara – GO Dr. Prof. José Reynaldo Fiqueiredo – AACD – SP Dr Prof. Eduardo Hudson Amaral – NAIPE – SC
  16. 16. DIA 22 DE MAIO DE 2010 08:00 hs Prof. Marcos Henrique Borges Graduação: Fonoaudiólogo Pós Graduação: Especialização em Disfagia; Formação Básica e Avançada no Tratamento Neuroevolutivo - Conceito Bobath. Atuação Profissional: Fonoaudiólogo Clínico; Fonoaudiólogo da APAE de Goiânia; Professor Convidado nos cursos de pós graduação da Faculdade Padrão; Faculdade Alfredo Nascer, Faculdade Montes Belos e Sistema Educacional Chaplin. Tema: Desenvolvimento Motor, Postura e Alimentação. 09:00 Profª Vera Lúcia Morselli Psicóloga, Especialista em Psicologia Clínica e Terapia Conjugal e Familiar. Professora da Pontifícia Universidade Católica de Goiás, Supervisora de estágio e coordenadora de estágio da Área Social Comunitária do Centro de Estudos, Pesquisa e Prática Psicológica – CEPSI – UCG. Criadora e coordenadora do Programa Em Nome da Vida, programa de extensão, vinculado a Coordenação de Estágio e Extensão da Pró-Reitoria de Estágio e Apoio Es Coordena um grupo da Associação de Pais, Amigos e Pessoas com Deficiência, de Funcionários do Banco do Brasil e da Comunidade, do Núcleo Regional de Goiás. Atua na clínica com casais, famílias e grupos. Tema: A família e o profissional frente ao portador de necessidades especiais.
  17. 17. 10:00 Profª Marta Rezende Spini Psicóloga Especialista em Atendimento Sistêmico a Familia Especialista em Psicodrama Especialista em Psicologia Transpessoal Coordenadora do Departamento de Psicologia do NAPEO Em formação: Terapia de Casal e Família. NAPEO - Itumbiara – GO Tema: Família e Suas Redes Sociais. Uma Experiência em Inclusão Escolar. 11:00 Dr Prof. Eduardo Hudson Amaral Especialista em implantodontia Joinvile Especialista Gestão em Saúde Pública. Coordenador do Serviço Público do NAIPE Coordenador Nacional da JOPE Tema: Inclusão Social da pessoa com deficiência intelectual - Uma proposta do NAIPE.
  18. 18. 12:00 ALMOÇO 14:00 - APRESENTAÇÃO DE TEMAS LIVRES
  19. 19. 14:00 - PROGRAMA DE ATENDIMENTO DOMICILIAR “SAÚDE BUCAL EM CASA” PREFEITURA DE ANÁPOLIS – GO Cozac CD*, Campos CC, Bandeira FP. Assistência domiciliar constitui uma atividade básica a ser realizada em Atenção Primária à Saúde para responder às necessidades de assistência de pessoas que, de forma temporária ou permanente, estão incapacitadas para deslocarem-se aos serviços de saúde. Em seu desenvolvimento intervêm de forma diferenciada todos os componentes da equipe de saúde, estando a resolutividade relacionada com a composição da mesma e as condições proporcionadas à equipe pelo doente, família e domicílio (CARVALHO, 2002; TADA et al., 2007). Observando o indivíduo de forma integral, pode-se constatar que a saúde bucal, é, na maioria das vezes, negligenciada em Pacientes com Necessidades Especiais. O objetivo deste trabalho é apresentar o desenvolvimento do Programa “Saúde Bucal em Casa” na cidade de Anápolis-GO. Com o propósito de inserir os indivíduos dentro dos princípios do SUS, o Município de Anápolis-GO, envolveu cirurgiões-dentistas, famílias e pacientes, na assistência domiciliar em busca da integralidade, universalidade e equidade. Para o bom funcionamento do Programa, deve haver uma integração com os profissionais do PSF. Os atendimentos são de caráter clínico (restauração provisória e/ou definitiva, periodontia básica, exodontias e prótese total, eventualmente) e emergencial, não excluindo procedimentos preventivos que são repassados aos seus cuidadores.
  20. 20. O paciente, após o atendimento, é acompanhado pelo CD da PSF de sua área, que fica responsável pela promoção e manutenção da saúde bucal com consultas periódicas, e responsabilidade de comunicar a equipe PAD qualquer intercorrência. Palavras-chave: Promoção da Saúde, Serviços de Saúde Bucal, Serviços de Assistência Domiciliar.
  21. 21. 14:15 - BARREIRAS NO ATENDIMENTO DE PACIENTES COM NECESSIDADES ESPECIAIS PELOS CIRURGIÕES DENTISTAS Autores: Dias AD*, Moreira FCL Orientador: Almeida FM Fundamentação Teórica: A carta de Ottawa (1986) preconiza que a saúde é o maior recurso para o desenvolvimento social, econômico e pessoal, assim como uma importante dimensão da qualidade de vida. As ações de promoção da saúde devem reduzir as diferenças no estado de saúde da população e assegurar oportunidades e recursos igualitários para capacitar todas as pessoas a realizar completamente seu potencial de saúde. Alcançar a equidade é, portanto, um dos principais focos na promoção de saúde. O reduzido número de profissionais dispostos a atender pacientes com necessidades especiais deve-se, em muito, à falta, no curso de Graduação, de bases teóricas suficientes e de experiências clínicas motivadoras que proporcionem conhecimento, destreza, autoconfiança e compreensão da complexidade humana. A qualificação assim concebida resulta em profissionais pouco preparados, portanto desinteressados e indiferentes quanto ao manejo desses pacientes (Crespi, 1987).
  22. 22. Uma pesquisa realizada no portal http://www.farmaconline.ufg.br/ coordenado pelo professor Fernando Mendes de Almeida questionou se os dentistas que acessam o site atendem ou não pacientes especiais e seus motivos. O portal é um projeto da Área de Farmacologia - ICB/UFG registrado na PROEC (Pró-Reitoria de Extensão e Cultura) que visa informar os cirurgiões-dentistas, profissionais de saúde e outros interessados sobre Terapêutica Medicamentosa na Clínica Odontológica. A participação em enquetes é de livre arbítrio daqueles que o fazem, sabedores que os dados poderão fazer parte de um trabalho relacionado ao tema. Objetivo: Comprovar, de acordo com a pesquisa realizada pelo portal, a disponibilidade dos dentistas ao atendimento de pacientes especiais e comparar essa realidade com a realidade no mundo através de artigos científicos publicados. Material e métodos: Artigos científicos na área específica e pesquisa realizada pelo portal famaconline, com posterior comparação de resultados. Resultados: Corroborando com os estudos mais recentes sobre pacientes especiais a pesquisa no site reforça a teoria de que as inseguranças devido à falta de conhecimentos específicos ainda se apresentam como barreiras no acesso dos Pacientes com Necessidades Especiais ao tratamento odontológico dentre outros motivos. Conclusão: Os Pacientes com Necessidades Especiais continuam sem atendimento odontológico, sujeitos a peregrinações e muitas vezes a tratamentos mutiladores, justamente devido à falta de disposição dos dentistas, de uma maneira geral, em atender a essa parcela da população.
  23. 23. 14:30 - MELHORA COGNITIVA EM SÍNDROME DE DOWN : ESTUDO CLÍNICO MEDICAMENTOSO MULTICÊNTRICO ( EUA, RÚSSIA E INGLATERRA) Colin G.( médico ), geneticista e pediatra. A apresentação deste estudo destina-se a mostrar o que vem sendo pesquisado por cientistas destes países (Estados Unidos, Inglaterra e Rússia), no que tange e terapia medicamentosa capaz de aumentar o coeficiente intelectual (Q.I.) em pacientes com deficiência, em especial os com síndrome de Down. Os resultados foram animadores e apresentados no último congresso internacional sobre síndrome de Down em São Paulo, em março deste ano (2010). Trata-se de um estudo multicêntrico, duplo cego, randomizado, com pacientes com síndrome de Down na faixa etária de 18 a 35 anos, com medicamento que inicialmente era usado para outra função. A abertura do protocolo do estudo se dará em dezembro de 2010 com a leitura dos dados e comprovação do resultado esperado ou não.
  24. 24. 14:45 - APRESENTAÇÃO DE MÉTODO AUXILIAR PARA ORIENTAÇÃO DE HIGIENE BUCAL DO PACIENTE PORTADOR DE DEFICIÊNCIA VISUAL. Soares KS*, Ribeiro EOA, Salino AV. O deficiente sensorial tem sua via de comunicação com o meio externo comprometida, mas seus sentidos percebem, à sua maneira, os estímulos e situações a que eles são submetidos. Os pacientes portadores de deficiência visual devem ter uma orientação específica quanto à higiene bucal, uma vez que não conhecem os mais diversos dispositivos usados para a higiene e nem a anatomia da cavidade oral. Suas maiores necessidades odontológicas, estão relacionadas com dificuldades de aprendizado e manutenção de uma higiene bucal, dificuldade esta proveniente da falta de habilidade motora, inexistência do aprendizado por observação e a falta de estímulo para o desempenho desta atividade. Estes pacientes devem ser motivados a realizarem sua higiene bucal sozinhos, através do estímulo sensorial do tato, com a exploração e uso de materiais e figuras em alto relevo, para um melhor entendimento das características de sua cavidade bucal e dentes (RATH, 2001). O presente trabalho salienta a importância de abordagem diferenciada aos deficientes visuais por meio de cartilha explicativa elaborada especificamente para orientação do indivíduo deficiente visual quanto à anatomia das estruturas bucais e métodos de higiene bucal, assim como a importância dessas orientações para saúde geral deste indivíduo. O atendimento odontológico a pacientes com distúrbio visual praticamente em nada difere do atendimento a pacientes considerados normais, de forma que um dos únicos diferenciais está em torno das instalações e abordagens. palavras chaves: deficiência visual, cartilha, higiene bucal.
  25. 25. 15:00 - O USO DA SEDAÇÃO MEDICAMENTOSA NA INTERVENÇÃO ODONTOLÓGICA CIRÚRGICA EM PACIENTE IDOSA COM DEMÊNCIA (ALZHEIMER) EM FASE AVANÇADA – RELATO DE CASO Miranda AF*, Montenegro FLB A demência é caracterizada pela desordem neurodegenerativa que atinge o Sistema Nervoso Central da população idosa, de caráter progressivo e irreversível que, em seu estágio avançado, o paciente apresenta total dependência, reflexos regressivos, afasia, incontinência urinária e/ou intestinal, acamado e mutismo vegetativo. Promover saúde a esse público requer cuidados especiais, adaptação profissional e ações que visem promover bem- estar e qualidade de vida. O presente trabalho tem como objetivo relatar, por meio de caso clínico, uma intervenção odontológica sob sedação medicamentosa, em idosa portadora de doença de Alzheimer. Paciente idosa dependente, 86 anos, leucoderma, portadora de Alzheimer em fase avançada, foi submetida à intervenção odontológica cirúrgica, por meio de sedação medicamentosa, em consultório odontológico, para eliminação de focos de infecção e sintomatologia dolorosa. As ações odontológicas visaram promover bem-estar e qualidade de vida, eliminando possíveis fatores agravantes da condição sistêmica. Concluiu-se que o profissional da odontologia deve estar capacitado a planejar o tratamento dirigido a esse público sob o discernimento multidisciplinar, utilizando recursos auxiliares e manejando as diferentes alternativas clínicas de intervenção, objetivando oferecer maior segurança ao atendimento, respeitando as individualidades do paciente, as condutas médicas e as decisões familiares. Palavras-chave: Demência, doença de Alzheimer, saúde bucal
  26. 26. 15:15 - INTERVENÇÃO ODONTOLÓGICA MULTIDISCIPLINAR EM PACIENTE COM PARALISIA CEREBRAL – RELATO DE CASO Matta GS*, Menezes BL , Barriviera M, Peruchi CMS, Marsiglio AA, Miranda AF A paralisia cerebral é definida como uma desordem cerebral não progressiva dos movimentos e postura. O paciente é caracterizado pela deficiência mental, deficiências sensoriais, convulsões, contração das articulações, além das deficiências motoras. O objetivo do presente relato de caso é abordar uma intervenção odontológica de caráter multidisciplinar em um paciente leucoderma, 11 anos, com paralisia cerebral assistido na clínica de Pacientes Especiais da Universidade Católica de Brasília. Foram realizados procedimentos clínicos de promoção de saúde bucal e cirúrgicos como exodontias dos dentes decíduos 75, 85, 63 e ulectomia na região dos dentes 24 e 25 em duas etapas. Concluiu- se que a atuação em saúde bucal de maneira multidisciplinar direcionada ao paciente com paralisia cerebral pode ser considerada uma importante estratégia na promoção de saúde e qualidade de vida desses indivíduos. Palavras-chave: Paralisia cerebral, multidisciplinariedade, saúde bucal
  27. 27. 15:30 - CÁLCULO DO ÍNDICE DO ARCO PLANTAR DE STAHELI E A PREVALÊNCIA DE PÉS PLANOS: ESTUDO EM 186 PACIENTES COM A SÍNDROME DE DOWN COM INDADE ENTRE 0 E 15 ANOS. Santiago A. Os autores avaliaram 186 pacientes com a sindrome de down de ambos os sexos com idade entre 0 e 15 anos com objetivo de verificar e avaliar o índice do arco plantar e a ocorrência de pé plano. A avaliação foi feita através da obtenção da impressão plantar e do cálculo do índice de contato plantar. A relação entre a região medial do mediopé e a região medial do retropé que seestabelece o índice de contato plantar de Staheli. A pesquisa foi desenvolvida no período de agosto de 2002 a abril de 2010.
  28. 28. 15:45 - SÍNDROME DE STURGE-WEBER: CARACTERÍSTICAS E ORIENTAÇÕES EM ODONTOLOGIA – RELATO DE CASO Radaelli CC*, Peruchi CM, Marsiglio AA, Miranda AF A angiomatose encefalotrigemial, conhecida como síndrome de Sturge- Weber, é uma alteração vascular rara caracterizada por uma mancha de cor vinho na face do indivíduo relacionada ao território dos ramos do nervo trigêmio: oftálmico, maxilar e mandibular. O paciente é caracterizado por apresentar crises convulsivas, leve retardo mental e lesão hemangiomatosa gengival. O presente trabalho tem por finalidade relatar um caso de uma paciente, gênero feminino, leucoderma, 23 anos, com esta síndrome, enfatizando as características clínicas e orientações em Odontologia. Concluiu-se a necessidade do cirurgião-dentista estar capacitado a realizar o atendimento odontológico de maneira multidisciplinar a esses indivíduos, principalmente em procedimentos clínicos invasivos, contribuindo para a inserção dos mesmos à sociedade e na melhora da qualidade de vida. Palavras-chave: Síndrome de Sturge-Weber, angiomatose, nevo flâmeo, saúde bucal
  29. 29. 16:00 - PROMOÇÃO DE SAÚDE BUCAL EM PACIENTE NEFROPATA INTERNADA NA UTI DO HOSPITAL UNIVERSITÁRIO DE BRASÍLIA – RELATO DE CASO Miranda AF*, Campos CM, Lia EM Nas UTIs existe a grande dificuldade de manutenção de uma saúde bucal satisfatória, contribuindo para a colonização do biofilme bucal nas superfícies dentárias e dorso lingual por microrganismos responsáveis por infecções respiratórias. O objetivo deste trabalho é relatar um caso de intervenção odontológica realizada por odontólogo em uma paciente internada na UTI do HUB,UnB. Paciente do gênero feminino, 30 anos, raça negra, nefropata crônica, internada há 30 dias na UTI do Hospital Universitário de Brasília, para suporte de vida e hemodiálise, encontrava-se traqueostomizada, recebendo alimentação por meio de sonda naso-enteral, o que dificultava a higienização bucal pela equipe de enfermagem. A avaliação clínica foi caracterizada por cálculo supragengival e saburra lingual em grande quantidade. As condutas adotadas foram raspagem supragengival, escovação dentária e remoção da saburra lingual, contribuindo para a melhora significativa do padrão de saúde bucal da paciente, além de orientações de saúde bucal à equipe de enfermagem. Concluiu-se que procedimentos focalizados na higiene bucal a serem realizados nas UTIs pode contribuir para a eliminação de reservatório microbiano que compromete o quadro clínico do paciente crítico. A relação multidisciplinar entre cirurgião-dentista e a Medicina Intensiva pode prevenir o aparecimento de doenças como a pneumonia nosocomial, responsável por altas taxas de mortalidade em UTI. Palavras-chave: UTI (Unidade de Terapia Intensiva), Insuficiência renal crônica,Saúde bucal
  30. 30. 16:15 - TEMA: REALIDADE DO ATENDIMENTO AO PACIENTE ESPECIAL Batista, J.H.B.; Campos, C.C. Historicamente o atendimento ao deficiente no Brasil está relacionado ao filantropismo e é muito incipiente. Desde 2004 quando foi instituído o programa Brasil Sorridente, criou-se de maneira obrigatória um serviço para proporcionar assistência ao paciente com necessidades especiais. A fim de se promover a universalidade e equidade das ações em saúde, garantindo de fato o direito a saúde bucal do paciente especial, de acordo com diretrizes da política nacional para a pessoa com necessidades especiais deve ter sua atenção em saúde bucal priorizada por condição de vida. Seguindo parâmetros impostos pela lei orgânica da saúde (LOS) do SUS ações que requerem envolvimento de diversos atores sociais deveriam ser operacionalizadas, contudo na realidade poucas são as que contemplam o paciente especial, apesar de vários esforços realizados tanto pelo setor saúde quanto educação. A responsabilidade transcende a burocracia das instituições e a atenção básica aos pacientes especiais implica em ações e alianças que envolvem diversos setores, instituições e atores sociais. Experiências individuais de cadastro e identificação do paciente especial na atenção básica vêm constatando a falta de capacitação dos profissionais da área de saúde, incluindo cirurgiões dentistas, para o condicionamento e atendimento do paciente especial. Este trabalho visa relatar a experiência do atendimento odontológico do paciente especial no serviço público na cidade de Goiânia/GO que vem se demonstrando ser eficiente, divergindo de outras experiências. Palavras Chave: Intersetorialidade; Pacientes Especiais; Política Nacional de Saúde Bucal; Levantamento de realidade.
  31. 31. 16:30 - AÇÕES INTEGRAIS E INTEGRADAS DOS CIRURGIÕES- DENTISTAS NO CUIDADO DE CRIANÇAS COM DOENÇAS CRÔNICAS EM AMBIENTE HOSPITALAR. Autores: Marra, EM; Machado, MP; *Vasques, NR A Unidade de Odontologia Preventiva e Social desenvolve, junto a uma equipe multidisciplinar, o Programa de Promoção a Saúde para Crianças Internadas na Enfermaria de Pediatria do Hospital de Clinicas da Universidade Federal de Uberlândia, enfatizando a importância da saúde bucal como parte integrante e essencial da saúde geral de um indivíduo, diante do seu contexto social. A manutenção e o reequilíbrio da saúde bucal e geral são alcançados através de atividades educativas e curativas como: a distribuição de manuais e cartilhas ilustrativas de prevenção das doenças bucais, atividades lúdicas abordando temas relacionados à saúde, higienização supervisionada para controle de placa e distribuição de kits de higiene bucal contendo escova, pasta e fio dental, além da realização de procedimentos curativos por meio de um equipamento odontológico móvel portátil. Promover a inclusão social na busca de cidadania é a essência do cirurgião-dentista atuante no ambiente hospitalar e, neste projeto em particular, visa atender as crianças afetadas por doenças crônicas, cujo atendimento é realizado no leito, facilitando o trabalho e agregando mais força para a melhora da saúde do indivíduo. Palavras-chave: educação em odontologia, saúde pública e inclusão social
  32. 32. 16:45 - A IMPORTÂNCIA DO ACOMPANHAMENTO DO PACIENTE APÓS TRATAMENTO ODONTOLÓGICO SOB ANESTESIA GERAL. Siqueira VD*, Mundim AP, Gonçalves CF. Paciente T. S. G., gênero feminino, leucoderma, 13 anos de idade com Síndrome de Cri-Du-Chat, foi encaminhada ao Centro de Especialidades Odontológicas (CEO) de Palmas-TO com queixa principal de "dor". Ao exame clínico intrabucal a paciente apresentou diversas lesões de cárie e raízes residuais. A paciente foi encaminhada para tratamento odontológico sob anestesia geral, uma vez que apresentava necessidades odontológicas acumuladas e limitações ao ser fisicamente contida durante atendimento ambulatorial. Foram realizados procedimentos curativos, preventivos e exodontias. Após este atendimento, a paciente continuou sendo acompanhada em ambulatório para procedimentos preventivos. No entanto, em um destes retornos ela apresentou necrose do dente 21. O tratamento endodôntico foi realizado com o auxílio de contenção física, uma vez o comportamento da paciente já permitia tal procedimento. Desde então ela continua sendo acompanhada novamente para procedimentos preventivos ambulatoriais. PALAVRAS CHAVES: tratamento odontológico sob anestesia geral; manejo do comportamento; acompanhamento.
  33. 33. 17:00 - AÇÕES INTEGRAIS E INTEGRADAS DOS CIRURGIÕES- DENTISTAS NO CUIDADO DE CRIANÇAS COM DOENÇAS CRÔNICAS EM AMBIENTE HOSPITALAR. Autores: Marra, EM; Machado, MP; *Vasques, NR A Unidade de Odontologia Preventiva e Social desenvolve, junto a uma equipe multidisciplinar, o Programa de Promoção a Saúde para Crianças Internadas na Enfermaria de Pediatria do Hospital de Clinicas da Universidade Federal de Uberlândia, enfatizando a importância da saúde bucal como parte integrante e essencial da saúde geral de um indivíduo, diante do seu contexto social. A manutenção e o reequilíbrio da saúde bucal e geral são alcançados através de atividades educativas e curativas como: a distribuição de manuais e cartilhas ilustrativas de prevenção das doenças bucais, atividades lúdicas abordando temas relacionados à saúde, higienização supervisionada para controle de placa e distribuição de kits de higiene bucal contendo escova, pasta e fio dental, além da realização de procedimentos curativos por meio de um equipamento odontológico móvel portátil. Promover a inclusão social na busca de cidadania é a essência do cirurgião-dentista atuante no ambiente hospitalar e, neste projeto em particular, visa atender as crianças afetadas por doenças crônicas, cujo atendimento é realizado no leito, facilitando o trabalho e agregando mais força para a melhora da saúde do indivíduo. Palavras-chave: educação em odontologia, saúde pública e inclusão social
  34. 34. 17:15 - REABILITAÇÃO EM PACIENTES IRRADIADOS EM CABEÇA E PESCOÇO - ABORDAGEM CONSERVADORA Siqueira CS*, Frigerio MLMA, Magalhães MHCG Os efeitos secundários do tratamento radioterápico anti neoplásico estão bem estabelecidos na literatura e incluem principalmente mucosite, perda de paladar e xerostomia, como manifestações agudas, cárie de radiação e osteoradionecrose como possíveis complicações tardias. A gravidade e incidências destes efeitos secundários dependem da doença de base do paciente, dose radioterapêutica recebida, tipo de radioterapia, local, tratamento odontológico preventivo recebido antes e durante a radioterapia, dentre outros. A cárie de radiação é de rápida evolução e quando não tratada no início pode causar a perda total da cora dentária. Dentes destruídos podem ser restaurados, sepultados ou extraídos. O caso aqui descrito ilustra uma abordagem odontológica reabilitadora conservadora de um paciente previamente irradiado em região de cabeça e pescoço para tratamento oncológico: Paciente do sexo masculino, 48 anos, foi irradiado em região cervical bilateralmente com a dose final de 65 Gy, há 10 anos, para tratamento de carcinoma epidermóide de assoalho e laringe. As queixas odontológicas do paciente eram dor, disfagia e prejuízo estético. O paciente exibia cáries de radiação em estágio avançado e mortificação pulpar nos dentes 32, 33, 34, 41, 42, 43, 44, 45 e 47.
  35. 35. Foi realizado o tratamento endodôntico de todos os dentes, sepultamento radicular com resina fotopolimerizável e em seguida, foi instalada prótese total superior e inferior híbrida, sobrepondo-se às raízes sepultadas. Decorridos 24 meses da reabilitação, o paciente encontra-se sem dor, sem cáries ou outra infecção, alimentando-se e falando bem e satisfeito com o resultado estético e funcional do tratamento. Concluímos que a reabilitação do paciente irradiado de alto risco para o desenvolvimento de osteoradionecrose deva ser feita de modo conservador, evitando-se exodontias no leito irradiado. Palavras-chave: pacientes irradiados, reabilitação oral,sepultamento radicular.
  36. 36. 17:30 - SIALOLITÍASE BILATERAL EM GLÂNDULA PARÓTIDA: RELATO DE CASO CLÍNICO. Autores: SANTOS, H.A.R.*, COSTA, J.M.C., COSTA, S.A.A. RESUMO: A sialolitíase é uma doença das glândulas salivares, caracterizada pela formação de sialolitos no interior dos ductos ou do próprio parênquima glandular. Sialolitos são estruturas calcificadas que se desenvolvem no interior dos ductos das glândulas salivares. A maioria dos sialolitos tem tamanho pequeno e geralmente são menores que um centímetro. Cálculos com tamanho maior que três centímetros são extremamente raros porém não impossíveis de serem encontrados. O caso clínico descrito neste trabalho, é de uma paciente do sexo feminino, leucoderma, 49 anos, ASAI, com história de sialolitiase bilateral em parótida a aproximadamente 25 anos. São enfatizados, para o diagnóstico, suas características clínicas e exames complementares. Na discussão procurou-se abordar a etiologia da lesão e fatores que devem ser considerados para o tratamento adequado e um melhor prognóstico levando em conta que a avaliação funcional das glândulas salivares é essencial para identificar doenças obstrutivas, inflamatórias, traumáticas e neoplásicas. A escolha dos métodos de diagnóstico deve ser preferencialmente menos invasivas e de menor complexidade, visto que exames radiográficos simples podem auxiliar na detecção de alterações nas glândulas salivares, reservando os exames imagenológicos complexos para casos específicos. Apesar dos recursos tecnológicos de propedêutica diagnóstica, os conhecimentos semiotécnicos são de fundamental importância na distinção dos padrões
  37. 37. de normalidade ou patogenicidade das estruturas pesquisadas. De acordo com a literatura pesquisada atualmente, existem vários métodos disponíveis para o tratamento da sialolitíase, dependendo da glândula afetada, tamanho e localização do cálculo. Porém devemos, sempre que possível, optar pelo método mais conservador ou o que mais se adéqüe à situação específica para o paciente. Palavras chave: Sialolitíase, Parótida, Calculo. Orientador: Prof. José Mariano Carvalho Costa
  38. 38. 17:45 - A IMPORTÂNCIA DA ATENÇÃO E DOS CUIDADOS ODONTOLÓGICOS AO PACIENTE CARDIOPATA – RELATO DE CASO Carvalho L*, Miranda AF, Marsiglio AA, Peruchi CMS A endocardite bacteriana é uma infecção que ocorre em uma ou mais estruturas cardíacas, decorrente da invasão de agentes infecciosos, resultando em inflamação, agressão e lesão tecidual. A relação existente entre saúde bucal e tal enfermidade contribui para que o profissional da odontologia esteja capacitado a abordar de maneira correta o paciente evitando complicações maiores. O presente trabalho tem por finalidade relatar o caso clínico de um paciente, 33 anos, leucodermo, gênero masculino, com histórico de febre reumática, hepatomegalia e problemas nas valvas mitral e aórtica, atendido na clínica de odontologia integrada da Universidade Católica de Brasília. Paciente submetido à cirurgia cardíaca para transplante de valvas metálicas, histórico de endocardite bacteriana e seqüelas cerebrais devido a duas paradas cardíacas após cirurgia para colocação de valvas biológicas. As intervenções odontológicas realizadas foram raspagem supra e subgengival, restaurações em resina composta e exodontia do 18, sempre sob protocolo farmacológico de profilaxia antibiótica a cada procedimento invasivo há uma hora antes da intervenção clínica direcionada a esse paciente alérgico à penicilina. Concluiu-se a importância que o odontólogo deve ter em sempre atuar de maneira multidisciplinar por meio de ações preventivas sistêmicas que estão diretamente relacionadas à saúde bucal. Palavras-chave: Endocardite bacteriana, profilaxia antibiótica, saúde
  39. 39. 18:00 HS ENCERRAMENTO.
  40. 40. 22 DE MAIO DE 2010 – 08:30Hs CATEGORIA PAINEL
  41. 41. 01- CARCINOMA MUCOEPIDERMÓIDE BARCELOS N.F; Durighetto JÚNIOR A.F; CARDOSO S.V.; SILVA M.C.P.; CORDEIRO M.S. Curso de Odontologia do Centro Universitário do Triângulo- Uberlândia-MG. Curso de Odontologia da Universidade Federal de Uberlândia. Paciente M.O.G.,41 anos de idade, gênero feminino, leucoderma foi encaminhada à Clínica de Estomatologia da UNITRI apresentando aumento volumétrico na região posterior do palato duro direito há aproximadamente um ano sem sintomatologia dolorosa. A paciente relatou que inicialmente procurou outros profissionais de saúde sem obter resultados satisfatórios. No exame extra-oral não foram detectadas nenhuma alteração. Na avaliação oroscópica observou-se tumefação na região póstero-lateral do palato duro com aspecto flutuante, presença de pápulas e uma úlcera no centro da lesão. As radiografias periapicais e oclusal total da maxila sugeriram a presença de uma imagem radiopaca entres os dentes 14 e 16 sugestiva de raiz residual. Com o diagnóstico presuntivo de neoplasia de glândula salivar foi realizada biópsia inciosional. A análise histopatológica revelou a presença de uma neoplasia epitelial glandular formada por células mucosas, epidermóides e intermediárias, caracterizando o carcinoma mucoepidermóide. Sendo assim, realizou-se tomografia computadorizada para análise dos limites da lesão e a paciente foi encaminhada ao Serviço de Cirurgia de Cabeça e Pescoço da UFU onde submeteu-se à excisão cirúrgica da lesão. O mesmo quadro histopatológico foi identificado com margens cirúrgicas livres de neoplasia. A paciente encontra-se em acompanhamento há aproximadamente cinco meses, sem sinais de recorrência da lesão.
  42. 42. 02- PROGRAMA DE ATENDIMENTO ODONTOLÓGICO A BEBÊS COM NECESSIDADES ESPECIAIS DA FACULDADE DE ODONTOLOGIA DA UNIVERSIDADE FEDERAL DE UBERLÂNDIA Pacientes com necessidades especiais apresentam uma alta prevalência de doenças bucais, mas atualmente , esta área tem recebido maior atenção. Assim é objetivo deste trabalho apresentar o programa de atendimento odontológico a bebês com necessidades especiais da Faculdade de Odontologia da Universidade Federal de Uberlândia. Este programa desenvolvido pela área de odontologia pediátrica presta assistência educativa, preventiva e curativa a pacientes especiais na faixa etária de 0-36 meses de idade. Alunos de graduação, supervisionados por docentes da área, cirurgiões- dentistas e estagiários são responsáveis pelo atendimento odontológico. O fluxo de pacientes é mantido por meio da procura pela comunidade local e regional, encaminhamento por parte da AACD e parceria com a Maternidade do Hospital Escola da referida Universidade. Este programa visa orientar e motivar os pais e ou responsáveis sobre saúde bucal, desmistificar a complexidade de atendimento odontológico em pacientes com necessidades especiais, enfatizando a importância da atenção precoce na promoção de saúde bucal e na prevenção das doenças bucais. Desta forma, busca-se reduzir a necessidade de tratamento curativo em nível ambulatorial e hospitalar, por meio de acompanhamento da criança em intervalos pré-determinados.
  43. 43. 03- PROGRAMA DE PROMOÇÃO EM SAÚDE BUCAL DE ESCOLARES COM NECESSIDADES ESPECIAIS UBERLÂNDIA/MG Soares JS*, Mendonça LC, Durighetto IL Escola Técnica de Saúde da Universidade Federal de Uberlândia/MG, Curso Técnico em Saúde Bucal/ESTES, criou e desenvolveu junto a Associação de Assistência ao Deficiente Mental-Liberdade, hoje com 66 alunos com faixa etária e grau de comprometimento bastante heterogêneo, um projeto cujo objetivo é enfatizar a prática da odontologia preventiva para esses pacientes, por meio de programas educativos e motivação direcionada aos mesmos e responsáveis, observando a placa bacteriana antes e após a realização das ações previstas. Para tal, foram feitos levantamentos bibliográficos pertinentes ao assunto e investigações sobre o perfil dos pais dos alunos da referida associação. Baseados nos dados obtidos, os alunos foram divididos em grupos A e B, respectivamente com maior e menor grau de comprometimento. As atividades entre os grupos seguiram os mesmos critérios, porém em momentos diferentes, o que facilitou o desenvolvimento das atividades. Foram realizadas atividades lúdicas e feito o Levantamento do índice de placa Podshadley e Haley, para o real conhecimento do grau de higienização dos alunos. Depois se realizou atividades de cunho mais educativo, usando métodos para ressaltar a importância e estimular a higiene bucal. Numa 2ª etapa, novo índice de placa foi realizado para estudo comparativo, sido possível examinar 25 alunos do grupo A e 17 do grupo B. Os valores do índice utilizado encontrados para o grupo A foram de 2,9 e 2,8 nas 1ª e 2ª etapas respectivamente e para o grupo B, de 3,6 e 2,2. Concluiu-se que, para o grupo A, a melhora na higiene bucal foi reduzida, então, há a necessidade de mudanças na metodologia das ações preventivas e para o grupo B, a adoção das medidas preventivas específicas implantadas por este projeto, resultou em gradativa redução dos índices de higiene oral e doença periodontal inflamatória.
  44. 44. 04-ATUAÇÃO DAS AUXILIARES DE ODONTOLOGIA NO PREPARO DO CONSULTÓRIO PARA A SEDAÇÃO NO CAOE. MATEUS MD*, BARBIERI CMOP, Ávalos YRB. A sedação da pessoa com deficiência para tratamento odontológico iniciou no ano de 1987 no CAOE. A partir de 2008 foi criada uma sala específica para este atendimento e assim foi possível a melhora da assistência odontológica, de enfermagem e também equipe médica no tratamento destes pacientes sob sedação. Este trabalho tem como objetivo mostrar a experiência da equipe de auxiliares odontológicas no atendimento odontológico sob sedação. Clientela: Paralisia Cerebral, SD Down, Autista, Oligofrenia, Mal Formação Congênita, Retardo Mental, Epilepsia, Desenvolvimento Neuro Psicomotor,Alzheimer.Equipe participante: Médico, Cirurgião Dentista, Enfermeira, Auxiliares de Enfermagem, Auxiliares Odontológicas .Com a implantação e aplicabilidade de normas e rotinas junto as equipes para pacientes submetidos a sedação no CAOE. Condições especiais foram criadas como: conscientização e colaboração das equipes atuantes quanto aos objetivos das rotinas: determinação de uma sala para a realização da sedação com todo material e recurso humano, elaboração de uma ficha para sedação e treinamento para as equipes. Procurando melhorar a qualidade da assistência das auxiliares odontológicas no tratamento odontológico sob sedação a pessoa com deficiência. Palavras-chave: assistência, sedação, deficiência.
  45. 45. 05-ATUAÇÃO DA EQUIPE DE ENFERMAGEM NO PREPARO DA SEDAÇÃO PARA TRATAMENTO ODONTOLÓGICO SOB SEDAÇÃO. Mantovani AVR*, Costa MA, Ávalos YRB. Resumo: A sedação da pessoa com deficiência para tratamento odontológico, iniciou no ano de 1987 no CAOE. A partir de 2008 foi criada uma sala específica para este atendimento e assim foi possível a melhora da assistência odontológica e de enfermagem no tratamento destes pacientes sob sedação. Este trabalho tem como objetivo mostrar a experiência da equipe de enfermagem no atendimento odontológico sob sedação. Clientela: Paralisia Cerebral, SD Down, Autista, Oligofrenia, Mal Formação Congênita, Retardo Mental, Epilepsia, Desenvolvimento Neuro Psicomotor, Alzheimer. Equipe participante: Médico, Cirurgião Dentista, Enfermeira, Auxiliares de Enfermagem, Auxiliares Odontológicas .Com a implantação e aplicabilidade de rotinas junto as equipes de enfermagem e odontologia para pacientes submetidos a sedação no CAOE. Condições especiais foram criadas como: conscientização e colaboração das equipes de enfermagem e odontologia quanto aos objetivos das rotinas: determinação de uma sala para a realização da sedação com todo material e recurso humano, elaboração de uma ficha para sedação e treinamento para as equipes. Procurando melhorar a qualidade da assistência da equipe de enfermagem e odontologia. Palavras-chave: sedação, assistência, pessoa com deficiência.
  46. 46. 06-ODONTOMA COMPLEXO EM SÍNFISE MANDIBULAR Spini PHR*, Spini TH, Loyola AM Odontomas são hamartomas odontogênicos comuns nos maxilares e menos freqüentemente descritos em tecido mole. Geralmente apresentam limitação de crescimento, ocorrendo como duas variantes histológicas: composto, reproduzindo estruturas dentárias rudimentares; e complexo, em que os tecidos dentários mineralizados se dispõem desorganizadamente. O presente caso relata um caso incomum de odontoma gigante complexo, localizado na sínfise mandibular. Criança leucoderma, nove anos de idade, apresentou-se com aumento de volume em região mentoniana sem duração definida. Ao exame extraoral notou-se assimetria anterior sem associação com lesão cutânea. Ao exame intraoral observou-se aumento volumétrico na mucosa oral na superfície lingual mandibular anterior, com 5 cm de diâmetro, consistência dura e assintomática à manipulação. Ademais, notaram-se incisivos e caninos mal posicionados e apagamento do sulco gengivolabial. Radiograficamente observou-se uma área radiopaca uniforme de limites irregulares, envolvida por linha radiolúcida, associada à expansão das corticais vestibular e lingual, lesão da cortical basilar e rechassamento dos dentes permanentes para a região basilar da mandíbula. Com a hipótese de lesão odontogênica benigna, provavelmente odontoma, foi realizada biopsia incisional, cujo diagnóstico foi de odontoma complexo. A lesão foi enucleada sob anestesia geral, de forma conservadora, preservando os dentes permanentes em formação. O paciente foi acompanhado por cinco anos, período em que se observou completa neoformação óssea e a erupção dos dentes permanentes para sua posição de oclusão esperada.
  47. 47. 07 -TRATAMENTO DE BRUXISMO SEVERO ASSOCIADO À PARALISIA CEREBRAL Maia FF*, Soares MS, Campos CC. Encefalopatia crônica não-progressiva ou paralisia cerebral (PC) compreende um conjunto de distúrbios neurológicos caracterizados principalmente por alterações no desenvolvimento postural e limitações de movimentos. A PC pode ser associada à bruxismo severo. O bruxismo ou briquismo é um hábito parafuncional caracterizado pelo costume de apertar e ranger dos dentes. Esse hábito pode levar, dentre outras patologias, ao desgaste severo dos arcos dentais, diminuição da dimensão vertical, alterações nas articulações temporomandibulares e músculos como também nas funções estomatognáticas. O objetivo deste trabalho é relatar o tratamento de bruxismo severo e o manejo do comportamento em um paciente portador de PC. Paciente MJ, gênero masculino, 30 anos, portador de PC, atendido na disciplina de Pacientes com Necessidades Especiais da FO/UFG apresentando expressivo desgaste oclusal, principalmente nos dentes anteriores. Na história Odontológica a mãe relatou atendimentos anteriores realizados sob anestesia geral. Após manejo do comportamento do paciente, foi realizado polimento dental para eliminação dos bordos cortantes, moldagem, confecção de uma placa de resina acrílica para impedir o desgaste dentário e aplicação tópica de flúor na região de exposição dentinária. As condições clínicas presentes nos indivíduos com PC contribuem para uma freqüência significativa de hábitos parafuncionais, o que justifica o uso de intervenções clínicas para minimizar as conseqüências deletérias. A placa oclusal trata-se de uma solução paliativa de baixo custo que permite à redução dos danos a estrutura dentária provocados pelo bruxismo. Palavras-chave: Paralisia Cerebral, bruxismo, manejo do comportamento.
  48. 48. 08 - AVALIAÇÃO CLÍNICA E IMAGINOLÓGICA DAS ALTERAÇÕES CRÂNIO-FACIAIS PRESENTES NA SÍNDROME DE CROUZON – RELATO DE CASO Santos AG*, Pacini NM , Miranda AF, Marsiglio AA, Castro AG, Barriviera M A síndrome de Crouzon é uma afecção genética rara, com padrão autossômico dominante com 100% de penetrância ou decorrente de novas mutações, com ampla escala fenotípica. É caracterizada pelo fechamento prematuro das suturas cranianas, que compromete o desenvolvimento do esqueleto crânio-facial. O objetivo desse trabalho é descrever, por meio de um caso clínico, as alterações crânio-faciais e suas repercussões no sistema estomatognático em um paciente adulto, melanoderma, 47 anos, portador desta síndrome. Foram utilizados os recursos imaginológicos de ortopantomografia, telerradiografia e tomografia computadorizada para descrição do caso realizado na Universidade Católica de Brasília. Concluiu- se que a utilização de exames complementares por imagens pode ser um importante recurso de estudo a ser utilizado pelo cirurgião-dentista para melhor conhecimento das características crânio-faciais dessa síndrome. Palavras- Chave: Síndrome de Crouzon, disostose craniofacial, saúde bucal
  49. 49. 09- DIAGNÓSTICO E ADEQUAÇÃO DO MEIO BUCAL: INTERAÇÃO QUE PROMOVE SAÚDE E QUALIDADE DE VIDA PARA OS PACIENTES SUBMETIDOS À RADIOTERAPIA – RELATO DE CASO Alves E*, Ferreira SC, Galvão V, Nery DTF, Grisi DC, Marsiglio AA. Os efeitos colaterais como redução do fluxo salivar, aparecimento de mucosite localizada com dor intensa ao menor estímulo externo são conseqüências relacionadas à radioterapia. A cavidade bucal, nesses casos, geralmente está susceptível ao aparecimento de infecções oportunistas, trismo, cáries de radiação e alterações do tecido ósseo. O presente trabalho tem como objetivo relatar um caso clínico de uma paciente atendida na clínica da Universidade Católica de Brasília, leucoderma, 14 anos, gênero feminino, que há dois anos foi submetida à radioterapia para o tratamento de carcinoma indiferenciado em nasofaringe do tipo linfoepitelioma. O exame estomatológico foi caracterizado por alta atividade de cárie associada à sintomatologia dolorosa intensa. Exames complementares de diagnóstico como sialometria e análise microbiológica foram realizados, confirmando o quadro clínico de assialia e candidose. Procedimentos restauradores atraumáticos (ART), medicação anti-fúngica, solução fluoretada 0,05% e saliva artificial foram medidas odontológicas realizadas para a promoção de saúde bucal da paciente. Concluiu-se que ações odontológicas adotadas de maneira multidisciplinar, que objetivem a adequação do meio bucal, são extremamente necessárias na qualidade de vida dos pacientes submetidos à radioterapia. Palavras Chaves: radioterapia, diagnóstico, assialia, adequação do meio.
  50. 50. 10- MANEJO DE COMPORTAMENTO EM PACIENTES COM SÍNDROME DE RUBINSTEINTAYBI: UM DESAFIO NO ATENDIMENTO ODONTOLÓGICO. Autores: Oliveira O.A.S.*, Maia F.F., Campos C.C. Resumo O manejo de pacientes com Síndrome de Rubinstein-Taybi (SRT) pode ser um desafio no atendimento odontológico e dificultar o acesso ao tratamento. O comportamento resistente do indivíduo com retardo mental e outras dificuldades psicomotoras requer atenção diferenciada. Com a ajuda de familiares e cuidadores, a maioria dos pacientes especiais pode ser normalmente atendida ambulatorialmente. Como recurso adicional às técnicas de manejo de comportamento, pode-se usar a estabilização protetora com sucesso. A paciente B.A.O.R. , 10 anos, gênero feminino e portadora da SRT foi atendida na Clínica do Projeto de Extensão GEPETO da FO/UFG apresentando comportamento difícil. Foram necessárias várias sessões para adequação da paciente ao tratamento. O sucesso na recuperação da saúde oral da paciente é um estímulo para que sejam instituídos estudos na área do gerenciamento do comportamento de crianças com necessidades especiais. Faz-se imprescindível desmistificar o atendimento deste segmento populacional, otimizando assim melhoria em sua qualidade de vida. Palavras chave: Rubinstein-Taybi, Odontologia, Paciente especial
  51. 51. 11- SÍNDROME DE CORNELIA DE LANGE: DESAFIOS DO TRATAMENTO ODONTOLÓGICO Ribeiro EOA*, Soares KS, Salino AV. A Síndrome de Cornélia de Lange (CdLS) é uma rara anomalia congênita descrita por Cornélia de Lange em 1933, sendo também denominada de síndrome de Brachmann-de Lange. As estimativas da incidência da síndrome situam-se entre 1 em 10000 e 1 em 50000 natos vivos. Como manifestações orais destacam-se a micrognatia, microstomia, atresia de palato, retardo de erupção, hipoplasia de esmalte e atresia dos arcos dentais. A realização e descrição do tratamento odontológico ambulatorial em uma paciente portador da CdLS promoverá novas perspectivas para a atuação profissional de outros colegas. Paciente K.G., 28 anos, sexo feminino, portadora da CdLS, chegou a clínica de pacientes especiais da Policlínica Odontológica da Universidade do Estado do Amazonas para tratamento odontológico. Foi constatado durante anamnese que a paciente apresentava dificuldade de interagir com as pessoas. Após o exame clínico intra-bucal foi observado necessidade de tratamento radical (exodontias múltiplas). Nas consultas seguintes foram realizadas as cirurgias por hemiarcada e o tratamento concluído. Durante o tratamento foi utilizado o estabilizador, bem como o auxilio do pai. A CdLS unicamente não impede o atendimento odontológico de rotina. As complicações apresentadas, como comportamento arredio, podem ser superadas através do condicionamento do paciente e da boa vontade do profissional. Palavras-chave: Síndrome de Cornelia de Lange, tratamento odontológico, anomalia.
  52. 52. 12- AVALIAÇÃO DO ESTRESSE DO PACIENTE ODONTOLÓGICO COM NECESSIDADES ESPECIAIS NÃO COLABORADORES, QUANDO ATENDIDO COM CONTENÇÃO FÍSICA E/OU QUÍMICA O tratamento odontológico do paciente com necessidades especiais, é um desafio a ser enfrentado, visto suas condições físicas, metais, emocionais, e as possíveis alterações fisiológicas e psicossomáticas que poderão advir desta intervenção. O objetivo deste estudo foi avaliar comparativamente o estresse destes pacientes, durante o tratamento odontológico quando submetidos a contenção física e/ou química. Foram selecionados 60 pacientes com necessidades especiais classificados essencialmente como pacientes totalmente não colaboradores para com o tratamento dentário convencional, divididos em três grupos (n=20). Grupo AG: atendido em ambiente hospitalar sob contenção química da anestesia geral; Grupo AGL: atendido em ambiente hospitalar com anestesia geral mais anestesia local; Grupo CFL: atendido em ambulatório convencional com contenção física mais anestesia local. O estresse foi avaliado indiretamente, por meio da averiguação da pressão arterial e freqüência cardíaca, realizada antes dos procedimentos de contenção e durante a mesma, em intervalos de cinco minutos. A pressão sistólica (PS), pressão diastólica (PD) e freqüência cardíaca (FC) foram submetidas á Análise de Variância, e os valores médios submetidos aos testes de Tukey, Qui-quadrado e Razão de Odds. A média da pressão arterial e freqüência cardíaca encontradas foram: Grupo AG - PS 89 / PD 50 / FC 91. Grupo AGL – PS 109 / PD 61 / FC 71. Grupo CFL – PS 114 / PD 74,5 / FC 72. Os tratamentos dentários realizados sob os efeitos de anestesia geral apresentaram melhores níveis de pressão arterial e controle da freqüência cardíaca.
  53. 53. 13- PROTOCOLO ODONTOLÓGICO DE ATENDIMENTO DOMICILIAR – “SAÚDE BUCAL EM CASA” Bandeira FP*, Cozac CD, Campos CC. Para Campos et al. (2009) são pacientes com necessidades especiais os indivíduos que apresentam uma alteração ou condição, simples ou complexa, momentânea ou permanentes, de etiologia biológica, física, mental, social e/ou comportamental, que requer uma abordagem especial, multiprofissional e um protocolo específico. Geralmente são pacientes com algum comprometimento que impede sua locomoção de forma independente até os serviços de saúde. O cirurgião-dentista deve realizar uma abordagem que se adapte ao paciente, para melhorar a convivência com o mesmo, visando aliviar sintomas e auxiliando a família a compreender o curso da doença e o que esperar do paciente (ELIAS, 2008). Com objetivo de atender pacientes com necessidades especiais que apresentam dificuldade de locomoção/acamados, a Prefeitura de Anápolis que é pioneira no atendimento domiciliar na área odontológica no Estado de Goiás, lançou o programa “Saúde Bucal em Casa” que já conta com duas equipes que em breve se expandirá para cinco, esta é composta de: cirurgião-dentista, auxiliar de saúde bucal, maqueiro e um motorista com veículo próprio do Programa. Este trabalho tem como propósito apresentar um protocolo de Atendimento Domiciliar Odontológico, o qual é escasso de literatura no país e no mundo. Por meio deste, será feita a exposição do fluxograma de pacientes, da caracterização do atendimento, biossegurança, doenças encontradas com frequência, Este novo programa é de suma importância para estabelecer de forma digna o tratamento odontológico a todos os Pacientes com Necessidades Especiais do município. Palavras-chave: Pacientes Domiciliares, Serviços de Assistência Domiciliar, Atenção Primária à Saúde
  54. 54. 14 - ODONTOLOGIA PARA PACIENTES ESPECIAIS: UMA EXPERIÊNCIA DA INCLUSÃO NA GRADE CURRICULAR DA FACULDADE DE ODONTOLOGIA DA UNOESTE Amaral COF*, Oliveira A, Parizi AG. O atendimento a pacientes com necessidades especiais ainda é um desafio para a maioria dos cirurgiões dentistas, existindo assim a preocupação em preparar o aluno de Odontologia para esta especialidade, seja ele de caráter sistêmico, psicológico ou físico, proporcionando conhecimentos teóricos e práticos que concorrem para um atendimento com maior segurança desta população. Desta forma este trabalho tem por objetivo apresentar as formas de assistência odontológica prestadas a estes pacientes, pela Faculdade de Odontologia da UNOESTE – Universidade do Oeste Paulista, através do ensino, pesquisa e extensão, com a finalidade de promover, recuperar e manter a saúde bucal destes pacientes, Para isso, são usadas atividades preventivas e clínicas, tanto aos pacientes, como aos seus responsáveis, pois acredita-se que a participação familiar seja fundamental no processo da conquista e da manutenção da saúde. Este trabalho é desenvolvido na Clinica Odontológica para Pacientes Especiais, onde são assistidos 45 municípios da abrangência DRS-11 e 10 entidades assistenciais, com atendimentos supervisionados e orientados pelos professores da Disciplina. Como extensão, os alunos atendem na APAE, onde a Universidade mantém clínica odontológica juntamente com as outras especialidades, dessa forma os alunos de odontologia têm a oportunidade de contato multiprofissional, trabalhando conjuntamente com outras áreas da saúde, como fonoaudiologia, psicologia, fisioterapia, terapia ocupacional, nutrição e medicina. O projeto está em desenvolvimento desde 2003, e apresenta resultados muito positivos, pois além de contribuir para a promoção da saúde e qualidade de vida dos pacientes, cria espírito solidário e de cidadão no perfil dos alunos do curso de Odontologia, consonantes com P.N.H. (Política Nacional de Humanização nos serviços de saúde)
  55. 55. 15 - NEURALGIA DO TRIGÊMIO:DO DIAGNÓSTICO AO TRATAMENTO Siqueira RL*, Duarte MA. Spini T.H. Neuralgias cranianas são síndromes dolorosas restritas à área de inervação de um determinado nervo sensitivo. A neuralgia do trigêmio (NT) é a mais comum na face. Com mecanismos fisiopatológicos não inteiramente esclarecidos, ela caracteriza-se por apresentar dor paroxística, lancinante, com limitação à área do trajeto do nervo trigêmio, possuir fatores desencadeantes definitivos, ausência de causas orgânicas evidentes, ausência de anormalidades marcantes ao exame neurológico e resposta favorável à secção dos troncos periféricos do nervo ou raiz trigeminal. É importante conhecer os diagnósticos diferenciais e não confundir a NT com odontalgias e, assim, evitar procedimentos iatrogênicos. A literatura reporta as mais variadas formas de tratamento da NT, incluindo procedimentos não invasivos como a alopatia, acupuntura, eletro-mioestimulação, alcoolização e cirúrgicos como a microdescompressão vascular e a termocoagulação por radiofrequência. Este trabalho tem por objetivo dar um enfoque odontológico à NT, para que os cirurgiões-dentistas estejam aptos a diagnosticar e tratar corretamente esta patologia.
  56. 56. 16- FISSURA LABIOPALATAL: TRATAMENTO MULTIDISCIPLINAR Carvalho VF *, Bisinoto EAB, Oliveira TRC, Spini PH. No mundo, a cada hora, nascem 15.000 crianças com Fissuras Labiopalatinas (FLP). A proporção é de uma criança branca para cada setecentos nascimentos e de uma para 2.000 nascimentos, na população negra. No Brasil há considerável incidência de nascimentos de crianças com Fissuras Labiopalatinas e Anomalias Faciais Congênitas de etiologia não conclusiva, uma estimativa de aproximadamente 180.000 fissurados. Essa deformidade pode atingir pessoas de diferentes classes sociais, porém nas famílias com baixa condição sócioeconômica, a freqüência tem sido mais recorrente. O presente trabalho trata-se de um estudo de caso clínico, com uma abordagem qualitativa, de uma criança do sexo masculino com fissura labiopalatal transforame unilateral completa. O acompanhamento é realizado desde o seu nascimento, treze de março de 2008, até os dias de hoje pela equipe multiprofissional da Associação Pró-Reabilitação dos Portadores de Anomalias Faciais CongênitasFACE AMIGA. Ao nascer a criança recebeu uma placa ortopédica, trocada a cada ganho de 800 gr, até atingir os 5kg do peso ideal para a realização de cirurgia. Esse dispositivo tem como objetivo evitar o posicionamento da língua na fissura, estimular o desenvolvimento muscular e ósseo, auxiliar na alimentação e respiração. Os pais, também, são acompanhados pela equipe (Cirurgião Dentista, Psicóloga, Cirurgião Plástico, Fonoaudióloga, Enfermagem e Assistente Social). Aos quatro meses realizou-se a queiloplastia e aos quinze meses a palatoplastia. O enxerto ósseo alveolar será realizado quando a criança estiver entre oito a doze anos, a partir da erupção de 1/3 da coroa do canino permanente. Pode-se concluir neste estudo que um protocolo diferenciado e trabalho em equipe multiprofissional são fatores contribuintes para o melhor resultado no tratamento de pacientes com fissuras labiopalatais. Palavras-chave: Anomalia Facial Congênita; Fissura Labiopalatal; Equipe multidisciplinar.
  57. 57. 17- GRUPO DE ESTUDOS SOBRE PACIENTES ESPECIAIS E TRATAMENTO ODONTOLÓGICO (GEPETO) Cruz AR*, Pires NC, Campos, CC** É paciente com necessidades especiais toda e qualquer pessoa que apresente uma ou mais limitações físicas, mentais, emocionais ou médicas que a impeça de ser submetida a uma situação odontológica "convencional”. O Projeto de Extensão GEPETO visa à interação da Faculdade de Odontologia - UFG com acadêmicos e profissionais interessados em atualizar-se, bem como prestar à sociedade, assistência especializada a pacientes especiais, incentivando a educação continuada através de aulas teóricas e práticas, seminários e apresentação de casos clínicos e aula prática. Uma coleta de dados nas fichas clínicas de pacientes atendidos no GEPETO foi feita, abrangendo o período de 1995 a 2009 com o objetivo de conhecer as necessidades odontológicas dos pacientes. Os dados foram analisados através do programa EPI-INFO 2009. Setenta e seis fichas clínicas de pacientes com idade entre um a 30 anos, sendo 34 do sexo masculino e 42 do sexo feminino. A idade da mãe ao nascimento da criança e o nível sócio econômico não foram possível ser estudadas, pois uma minoria de fichas clínicas tinha estes dados. Mais de 60% dos casos apresentaram com anormalidade no estado geral de saúde. 50 % faziam uso de medicamentos, a maioria necessitava de tratamento odontológico, a higienização era deficiente devido à falta de coordenação motora e a dificuldade dos pais em fazê-lo. Os tipos de necessidades especiais encontradas foram: Síndrome de Down, Rett, Möebius Pfeifer e West; deficiência física e auditiva; retardo mental; micrognatia; Paralisia Cerebral; esquizofrenia; Esclerose Múltipla; endocrinopatias; microcefalia e hidrocefalia.
  58. 58. 18 - PROMOÇÃO DE SAÚDE BUCAL EM PORTADOR DE HIDROCEFALIA Euzébio LF*, Gonçalves IMF, Pires NC A hidrocefalia é definida como aumento da quantidade de líquido cefalorraquidiano dentro da caixa craniana, normalmente nas cavidades ventriculares, mas podendo ocorrer também no espaço subdural. Sua principal conseqüência clínica imediata é a hipertensão intracraniana. O paciente RGB, 10 anos, portador de hidrocefalia congênita, apresentava déficit de inteligência e dificuldade motora, chegou ao consultório odontológico com queixa de sangramento gengival e dor ao realizar escovação; Ao exame clínico observou-se fratura classe IV nos dentes 11 e 21, elevado índice de biofilme e gengivite, falta de selamento labial, baixa tonicidade nos músculos da face, mordida aberta anterior e má oclusão classe II e o cuidador relatou a dificuldade encontrada na higienização bucal da criança. Com base nestes achados clínicos, optou-se por elaborar um plano de tratamento voltado para a orientação em saúde bucal direcionada para o cuidador, respeitando as limitações do paciente e ofertando-lhes técnicas alternativas de escovação, higienização, a fim de facilitar o cuidado oferecido ao portador de necessidades especiais. Cientes de que a saúde bucal caminha junto à saúde geral e bem estar do indivíduo, torna-se claro que a educação para a saúde necessita também de um enfoque na saúde bucal. Sabe-se que o paciente portador de necessidades especiais possui a saúde bucal deficiente em virtude do descuido ou dificuldade com a higiene bucal e o difícil acesso aos serviços de saúde. O objetivo deste trabalho foi relatar o caso deste paciente destacando a importância da atuação do cirurgião-dentista através da multidisciplinaridade das ações voltadas para educação em saúde, além de orientar profissionais de saúde no tratamento de pacientes com hidrocefalia que necessitam de um atendimento diferenciado. Palavras-chave: promoção de saúde bucal, hidrocefalia, multidisciplinaridade na atenção.
  59. 59. 19 - UTILIZAÇÃO DE MATERIAIS ALTERNATIVOS, POR CUIDADORES, PARA HIGIENE ORAL DE PACIENTES ESPECIAIS. Pires NC*, Euzébio LF, Campos, CC** A higiene oral praticada em casa é um fator significante na saúde bucal e geral, melhorando a qualidade de vida de qualquer individuo. Por isso, a instrução em saúde oral e motivação dos cuidadores de pacientes com necessidades especiais são tão importantes, uma vez que o comprometimento de suas habilidades e atividades de vida diária está sempre presente. Os cuidadores devem estar informados e capacitados para realizar higiene oral eficiente, com métodos eficazes desde o primeiro ano de vida da criança com necessidades especiais. Dentre esses métodos pode-se utilizar materiais alternativos através da modificação de escovas dentais e abridores bucais. O trabalho é baseado no ensino e motivação dos cuidadores dos pacientes com necessidades especiais que freqüentam a clinica de Pacientes Especiais da Faculdade de Odontologia (FO-UFG). Motivação essa feita através da elaboração e uso de escovas dentais alternativas adaptadas individualmente. Essas escovas dentais são feitas de materiais como espátula de madeira, esponja, fio dental entre outros. Há também abridores de boca feitos de garrafas pet de refrigerante, que auxiliam o cuidador a manter a boca do paciente aberta enquanto realiza a escovação promovendo uma higiene bucal eficiente. Técnicas de estabilização protetora e escovação também são criteriosamente ensinadas e exemplificadas para facilitar o manejo de pacientes com necessidades especiais. Cuidadores, alternativos, promoção de saúde. *Acadêmica da Faculdade de Odontologia da UFG ** Professora Adjunta da Faculdade de Odontologia da UFG
  60. 60. 20 - ESTUDO DA PREVALÊNCIA DE BRUXISMO E AVALIAÇÃO DA SAÚDE BUCAL EM PACIENTES COM PARALISIA CEREBRAL Amaral COF*, Chagas JTG, Rodrigues CR. Paralisia Cerebral é o resultado de uma lesão ou mau desenvolvimento do cérebro, de caráter não progressivo, existindo desde a infância. A lesão que atinge o cérebro, quando ainda é imaturo, interfere com o desenvolvimento motor normal da criança, isto resultará, essencialmente, num retardo ou numa parada do desenvolvimento sendo lesão provocada, muitas vezes, pela falta de oxigenação das células cerebrais. O objetivo deste estudo foi investigar a prevalência de bruxismo e avaliar a saúde bucal em pacientes com paralisia cerebral que freqüentam a Clínica de Pacientes com necessidades Especiais da Faculdade de odontologia da Unoeste. Através de anamnese e exame físico buco-dentário, observou-se as características odontológicas do sistema estomatognático destes pacientes. A pesquisa foi quantitativa, a amostra foi composta por 27 portadores de paralisia cerebral. A metodologia usada no estudo foi através dos dados coletados através de uma entrevista e exame bucal e registrado em formulários padronizados, depois do termo de consentimento livre e esclarecido serem assinados pelos seus responsáveis. Os resultados encontrados foram: o uso de medicamento anticonvulsivante em 81,5%, 66,6% dos pacientes já tiveram convulsão e estão controladas, a má oclusão está presente em 88,8 % dos pacientes, as fraturas dentais foram observadas em 33,3%, a hiperplasia gengival em 66,6%, hipoplasia de esmalte em 29,6% e o bruxismo em 74,7 dos pacientes estudados. Através dos dados encontrados chegamos à conclusão que esforços devem ser feitos para capacitar profissionais da área da saúde nos cuidados destinados aos pacientes portadores de Paralisia cerebral Palavras-Chave: Paralisia cerebral; Bruxismo; Saúde Bucal.
  61. 61. 21- TRATAMENTO ODONTOLÓGICO SOB ANESTESIA GERAL: QUANDO INDICAR? Gonçalves CF*, Mundim AP, Barros RMC Nas últimas décadas tem havido uma crescente preocupação com a saúde bucal dos pacientes com necessidades especiais (PNEs), uma vez que há um significativo aumento na sobrevida destes, e uma maior integração dos mesmos na sociedade. Estes pacientes muitas vezes apresentam doenças bucais que comprometem seriamente os dentes, tendo em vista sua limitação em relação a uma adequada higiene bucal, seja ela realizada pelo próprio paciente, ou por seu cuidador. Outro aspecto frequentemente observado é que estes pacientes recebem um tratamento diferenciado dos familiares que normalmente manifestam seu carinho em forma de alimentos açucarados e manutenção prolongada de hábitos da primeira infância, como o uso de mamadeira. Dessa forma, é comum o PNE se apresentar ao consultório odontológico com necessidade de tratamento acumulada, limitações no comportamento, condições sistêmicas que comprometem o atendimento ambulatorial, dentre outras necessidades. Diante do exposto, diversos PNEs podem ter indicação para tratamento odontológico sob anestesia geral. Consciente dessa realidade a Secretaria de Estado da Saúde do Tocantins, em parceria com a Secretaria Municipal de Saúde de Palmas, implantou no Hospital Geral Francisco Aires, na capital do estado, tal atendimento. Os autores se propõem a discutir as indicações precisas do tratamento odontológico sob anestesia geral, através do relato das experiências acumuladas ao longo de um ano de serviço prestado à comunidade. Descritores: Paciente com Necessidade Especial; Anestesia geral; Tratamento odontológico.
  62. 62. 22- TRATAMENTO ODONTOLÓGICO SOB ANESTESIA GERAL EM PACIENTE COM HIDROCEFALIA CONGÊNITA: UMA ABORDAGEM MULTIDISCIPLINAR. Mundim AP*, Lima M, Gonçalves CF. A hidrocefalia congênita é uma condição freqüente a qual está associada a um terço de todas as malformações congênitas do sistema nervoso. Esta patologia decorre do acúmulo de líquido cefalorraquidiano no sistema ventricular ao nascimento, com início in útero; acomete 3 a 4 crianças em cada 1000 recém-nascidos. Os autores se propõem a apresentar caso clínico de atendimento odontológico sob anestesia geral, com o objetivo de ressaltar a importância da integração multiprofissional para o saneamento das necessidades odontológicas acumuladas nesse paciente. Paciente P.H.N.O., gênero masculino, melanoderma, 10 anos de idade com hidrocefalia congênita, tetraplégico, afásico, cadeirante, foi encaminhado ao Centro de Especialidades Odontológicas (CEO) de Porto Nacional-TO com queixa principal de "dor". Ao exame clínico intrabucal o paciente apresentou alteração postural de língua, palato atrésico, doença cárie, gengivite e hiperplasia gengival causada pela associação da higiene bucal deficiente e uso de medicamentos anti-convulsivantes. O tratamento ambulatorial foi contra-indicado, pois o paciente apresentava importante quantidade de secreção pulmonar, com risco de broncoaspiração. Além disso, o ambulatório poderia não oferecer toda a segurança para a vida do paciente, que sua condição sistêmica exigia. O paciente foi encaminhado para tratamento odontológico sob anestesia geral, onde foram realizados procedimentos preventivos, restauradores, e cirurgias de gengivoplastia e gengivectomia, as quais foram realizadas por periodontista. Neste momento o paciente continua sob acompanhamento ambulatorial pariódico, com reforço das técnicas de controle do biofilme bacteriano, diminuindo assim as possibilidades de recidiva da hiperplasia gengival. PALAVRAS CHAVES: hidrocefalia; tratamento odontológico.
  63. 63. 23 - A INTEGRAÇÃO DA ODONTOLOGIA NO PROGRAMA DE ASSISTÊNCIA DOMICILIAR (PAD): UMA RETROSPECTIVA SOUZA CA*; SANTOS DR, OLIVEIRA AG INSTITUIÇÃO E CIDADE: Universidade Federal de Uberlândia/ Faculdade de Odontologia – Uberlândia- MG Sendo também parte integrante das ciências da saúde,a Odontologia se integrou ao Programa de Assistência Domiciliar, antes um programa do Hospital de Clínicas da Universidade Federal de Uberlândia - UFU, para fazer parte da equipe multidisciplinar organizada, visando oferecer atendimento integral ao paciente acamado ou com necessidades especiais.Essa integração foi possível graças ao empenho da Faculdade de Odontologia – FOUFU, em conjunto com o grupo PET (Programa de Educação Tutorial) Odontologia.Tal projeto visa integrar os alunos do grupo PET/Odontologia e os demais graduandos da Faculdade de Odontologia com a equipe multidisciplinar do programa, propiciando serviço odontológico aos pacientes com doenças crônicas assistidos por este.A execução desse projeto possibilita a participação do aluno no diagnóstico, planejamento, implementação e avaliação das ações e serviços de saúde bucal, além de propiciar ao aluno a compreensão do processo de trabalho em saúde junto à equipe multiprofissional a partir de diferentes níveis de complexidade das ações e das atribuições dos diferentes membros da equipe.Como um programa consolidado, a equipe do PAD Odontologia consegue devolver qualidade de vida ao paciente, em relação ao aparelho estomatognático, por meio de atendimento integrado realizado por alunos voluntários, sob supervisão de um docente. Trabalhos científicos também são desenvolvidos por meio de dados coletados nos atendimentos do programa.Trata-se também a questão da humanização do atendimento a pacientes, tão importante nesta atual fase das ciências médica e odontológica.
  64. 64. 24 - UTILIZAÇÃO DE MATERIAIS ALTERNATIVOS, POR CUIDADORES, PARA HIGIENE ORAL DE PACIENTES ESPECIAIS. Pires NC*, Euzébio LF, Campos, CC** A higiene oral praticada em casa é um fator significante na saúde bucal e geral, melhorando a qualidade de vida de qualquer individuo. Por isso, a instrução em saúde oral e motivação dos cuidadores de pacientes com necessidades especiais são tão importantes, uma vez que o comprometimento de suas habilidades e atividades de vida diária está sempre presente. Os cuidadores devem estar informados e capacitados para realizar higiene oral eficiente, com métodos eficazes desde o primeiro ano de vida da criança com necessidades especiais. Dentre esses métodos pode-se utilizar materiais alternativos através da modificação de escovas dentais e abridores bucais. O trabalho é baseado no ensino e motivação dos cuidadores dos pacientes com necessidades especiais que freqüentam a clinica de Pacientes Especiais da Faculdade de Odontologia (FO-UFG). Motivação essa feita através da elaboração e uso de escovas dentais alternativas adaptadas individualmente. Essas escovas dentais são feitas de materiais como espátula de madeira, esponja, fio dental entre outros. Há também abridores de boca feitos de garrafas pet de refrigerante, que auxiliam o cuidador a manter a boca do paciente aberta enquanto realiza a escovação promovendo uma higiene bucal eficiente. Técnicas de estabilização protetora e escovação também são criteriosamente ensinadas e exemplificadas para facilitar o manejo de pacientes com necessidades especiais. Cuidadores, alternativos, promoção de saúde. *Acadêmica da Faculdade de Odontologia da UFG ** Professora Adjunta da Faculdade de Odontologia da UFG
  65. 65. 25- CÚSPIDE EM GARRA: RELATO DE CASO CLÍNICO EM PESSOA COM DEFICIÊNCIA. Santos Pinto ZMP*; Coclete GA; Lauretto FHB. A cúspide em garra é uma anomalia rara que ocorre nos incisivos superiores, apresentando-se como uma cúspide acessória bem definida que se estende a partir da junção cemento-esmalte ou região do cíngulo seguindo em direção à incisal. Esta anomalia compromete o dente afetado, necessitando-se de criterioso diagnóstico e plano de tratamento. Pode estar relacionada com a Síndrome de Rubinstein-Taybi. Os autores apresentam um caso clínico de cúspide em garra em pessoa com deficiência. Paciente W.E.C. do gênero masculino, 07 anos de idade, apresentando quadro de Retardo Global no DNPM, hiperativo, com deficiência leve e dificuldade de aprendizagem, com etiologia de hipóxia neonatal, foi encaminhado ao CAOE (Centro de Assistência Odontológica à Pessoa com Deficiência, FOA-UNESP Araçatuba), com queixa apresentada pela avó de que o paciente estava sendo alvo de ridicularização por parte dos colegas da escola, que o chamavam de dente grande. No exame clínico observou-se que o 21 apresentava uma cúspide acessória nas faces vestibular e palatina. A radiografia periapical não mostrou dados suficientes para auxiliar o diagnóstico. Foi indicada a Tomografia Computadorizada Cone Beam (CBCT) que contribuiu sobremaneira para a definição dos limites das cúspides acessórias, sugerindo o não comprometimento pulpar. Em razão disso, as cúspides foram desgastadas e algumas áreas receberam restaurações estéticas com resina composta. O exame complementar utilizado foi fundamental para a definição do plano de tratamento conservador e possibilitou restabelecimento da estética e da função.
  66. 66. 26-MIÍASE DE CAVIDADE BUCAL Vasconcelos EEL. Paciente KMB, gênero feminino, leucoderma, 23 anos de idade, portadora cegueira e paralisia cerebral por hipóxia ao nascimento. Moradora na zona rural do município de Campo Grande – MS compareceu no PS do HU da UFMS trazido pela família. A mãe relatou que há cerca de 10 dias sua filha vem apresentando odor fétido oriundo da cavidade bucal, com exsudato de coloração amarelada e escurecimento do céu da boca. Relatou também que sua filha não estava aceitando dieta e estava chorando muito.O exame clínico intra-oral mostrou necrose localizada no palato com o mesmo destacado do tecido ósseo e no local, podia-se observar a movimentação de larvas nos tecidos. TRATAMENTO REALIZADO: 10 Dia A paciente foi encaminhada para o centro cirúrgico e sob sedação e anestesia local foi submetida ao procedimento de debridamento dos tecidos necróticos e remoção mecânica das larvas com auxílio de pinça clínica. Seguiu- se de copiosa irrigação local com soro fisiológico .0,9% e hipoclorito de sódio. Realizou curativo tópico com iodofórmio. Como tratamento sistêmico utilizou-se analgésico, antiinflamatório e 4 mg de Ivermectina. 20 DiaRepetiu-se as irrigações e removeu-se mais 2 larvas. Realizou-se mais uma dose de 4 mg Ivermectina.30 Dia Não se observou nenhuma larva. Devido ao seu estado sistêmico debilitado, e sob os cuidados da clínica médica, a paciente permaneceu internada por 15 dias. Neste período foi alimentada através de sonda naso-gástrica.
  67. 67. 27- REABILITAÇÃO ORAL COM PRÓTESE TOTAL EM PACIENTE ESPECIAL – RELATO DE CASO CLÍNICO Carvalho, TLF*, Mendonça LC, Oliveira TRC O Curso Técnico em Saúde Bucal, da Escola Técnica de Saúde (ESTES) da Universidade Federal de Uberlândia (UFU), desenvolve a três anos junto a Associação de Assistência ao Deficiente Mental-Liberdade, o projeto Promoção em Saúde Bucal de escolares com necessidades especiais Uberlândia/MG, com pacientes de faixa etária e grau de comprometimento mental heterogêneo, cujo objetivo é a implementação de ações elementares nos campos da promoção e prevenção da saúde, além da prestação dos serviços necessários à resolução dos problemas de maior prevalência e significado desta instituição. O objetivo deste trabalho é relatar um caso clínico de confecção de prótese total, realizada pela equipe odontológica do projeto, formada pelos alunos do Curso Técnico em Saúde Bucal e Prótese Dentária (ESTES), alunos da Faculdade de Odontologia da UFU, juntamente com Professores do Curso Técnico em Saúde Bucal e Prótese Dentária. O paciente CCB, 32 anos, portador de deficiência auditiva, grau moderado de comprometimento mental, edêntulo total, contribuiu de maneira efetiva e com entusiasmo em todas as sessões clínicas para confecção de Prótese Total Superior e Inferior. A mãe do paciente, acompanhante durante todo o tratamento, recebeu orientações sobre as etapas de confecção e adaptação das próteses. No entanto, nas sessões para acompanhamento, foi constatado que o paciente não permanecia com a prótese por longos períodos. Segundo relato da mesma este encontrava dificuldades e não tinha paciência para seguir as orientações dadas pela equipe odontológica. Conclui-se que a participação e colaboração dos pais e responsáveis dos pacientes especiais são de suma importância para o sucesso final do tratamento proposto, assim como, na prevenção de recorrência de novas doenças.
  68. 68. 28- SINDROME DE GORLIN GOLTZ – RELATO DE CASO CLÍNICO Prudente GS; Spini TH; Rodrigues DMO. A síndrome de Gorlin-Goltz, também conhecida como síndrome do carcinoma nevóide basocelular, trata-se de uma desordem de condição hereditária, com caráter autossômico dominante de alta penetrância e expressividade variada, que pode provocar más formações variadas, e gerando processos patológicos, que podem acometer a cavidade bucal. Esta síndrome foi descrita pela primeira vez em 1894 por Jarish e posteriormente em 1951 por Binkley e Johnson. Mas, Gorlin e Goltz em 1960 fizeram associação entre múltiplos carcinomas basocelulares de pele, cistos maxilares e costela bífida, critérios principais para diagnóstico da síndrome. Aspectos clínicos e genéticos Trata-se de uma desordem de condição hereditária, com caráter autossômico dominante de alta penetrância e expressividade variada A origem dos ceratocistos não foi plenamente estabelecida, mas em geral, se aceita que é formada a partir da lâmina dentária que possui grande potencial de crescimento, ou a partir da proliferação de células basais como “hamartias basocelulares”, um resíduo ou remanescente do epitélio bucal, mas o estímulo para proliferação celular seja desconhecido.
  69. 69. Critérios Maiores: *múltiplos ceratocistos odontogênicos; *história familiar positiva para a síndrome; *costelas bífidas fusionadas; *calcificação bilamelar da foice cerebral; *palato arqueado; *cistos e tumores dérmicos da pele; *calcificação sela diafragmática; *depressões palmo-plantares. Critérios Menores: *Macrocefalia (hidrocefalia congênita); *malformações congênitas (ex: fenda palatina ou labial, hipertelorismo); *pontificação da sela turca; *anomalias vertebrais: hemi-vértebras, fusão ou alongamento dos corpos vertebrais; *defeitos das mãos e pés (quartos metacárpicos curtos); *prognatismo; *pectus excavatum (depressão na região esternal no tórax) *outras deformidades esqueléticas: deformidade de Sprengel, deformidade peitoral, sindalactia. *oftálmicos; estrabismo, cegueira congênita, cataratas congênitas, glaucoma; *tumores ovarianos nas mulheres, hipogonadismo nos homens; *fibromas cardíacos; *malformação dos rins; *retardo mental; *meduloblastoma (pode gerar mortes precoces)
  70. 70. CONCLUSÃO O caso clínico descrito comprova a importância do diagnóstico precoce de síndromes complexas, como a síndrome de Gorlin-Goltz, que possui um grande número de anomalias associadas. O papel do cirurgião dentista é relevante, pois ao realizar intervenções cirúrgicas odontológicas em tempo apropriado, previne-se as deformidades e assimetrias faciais. Portanto, portadores da síndrome de Gorlin-Goltz devem ser avaliados por equipe multiprofissional continuamente visando promover uma melhor qualidade de vida. A Pc. MPR de 06anos e 06 meses de idade, foi encaminhada para o Núcleo para avaliação e conduta de aumento de volume em corpo mandibular esquerdo, em fevereiro de 1997. Ao exame físico; discreta assimetria facial e em exame intra oral aumento de volume em região de 2º molar inferior direito provocando apagamento do sulco gengivo jugal, de consistência fibrosa com creptação. Nos exames de imagem lesão radiolúcida de limites precisos, provocando deslocamento de dentes e estruturas vizinhas. Realizado biópsia incisional com diagnóstico de Queratocisto odontogênico. Realizado cirurgia descompressiva e posterior enucleação, com recidiva; reoperado e neoformação óssea completa. Com o proservação observamos 05 novas lesões em sítios diferentes todas com o mesmo diagnóstico, optando sempre pela descompressão inicialmente e por algumas oportunidades de insucesso a enucleação com bons resultados. Paciente em proservação sistematizada, bem orientada, com retornos anuais.
  71. 71. 29 - RECONSTRUÇÃO MANDIBULAR : CONSEQUENCIA DE SEQUELA PÓS- CIRÚRGICA DE CARCINOMA EPIDERMÓIDE Autor: Duarte MA*, Costa JMC, Magalhães DP Câncer bucal, denominação que inclui cânceres de lábio e de cavidade oral, está entre as principais causas de óbito por neoplasias. Este trabalho apresenta um caso clínico de reconstrução mandibular decorrente do tratamento de Carcinoma Epidermóide localizado na região mentual.Segundo NEVILLE et al.,1998 esta lesão é um dos tumores mais comuns de glândulas salivares correspondendo a 10% dos tumores com predileção para o gênero feminino e ocorre desde a segunda até a sétima década de vida. A reconstrução anatômica da mandíbula constitui-se em uma tarefa árdua para o cirurgião tendo em vista a complexidade da função mandibular e as peculiaridades do tratamento das lesões. Para otimizar resultados em reconstruções mandibulares é necessário uma equipe especializada, planejamento pré-operatório criterioso , seleção do material adequado para a reconstrução e principalmente escolha e realização da técnica cirúrgica adequada. É necessário não somente a cura da lesão patológica, mas também a reabilitação funcional e psico-social do paciente.
  72. 72. 30- Distrofia Muscular de Duchenne: Relato de Caso Clínico Borges JF; Borges TJM; Campos CC; Spini P.H. Curso de Especialização em Pacientes com Necessidades Especial - ABO – GO Escola de Educação Contínua – Goiânia – GO Segundo Sanvito (1997), define Distrofia Muscular de Duchenne (DMD), como sendo miopatias - “doença caracterizadas por alterações morfológicas e biológicas no músculo estriado e também cardíaco”, caracterizada por uma progressiva alteração de cunho genérico. A DMD, tem o início nos primeiros anos de vida, e evolui rapidamente é o tipo mais comum das distrofias musculares, afetam mais os homens, e é raríssimo em mulheres com síndrome de Turner (X0) ou translocação X – autossômico. Os pacientes morrem até a segunda década de vida, ocasionado por problemas respiratórios, cardíacos (SILVA et al., 2005).O objetivo do trabalho é fazer uma revisão de literatura e relatar um caso clínico do paciente com Distrofia Muscular de Duchenne.
  73. 73. Aspecto Clínico e Genético DMD é classificada como distúrbio autossômico recessivo, afeta o cromossomo X de meninos. É uma deleção ou um defeito na região média do braço curto do cromossomo X, no gene 2.300kb, está conformado 79 éxons, responsável pela síntese da proteína distrofina, que nos portadores da DMD está ausente por conta da deleção, ou encontra-se defeituosa, devido a falha de síntese do RNA mensageiro (SILVA et al., 2003; SILVA et al., 2005). Afeta o músculo estriado esquelético e músculo liso estriado cardíaco; Encontram-se em alguns tipos específicos de neurônios incluindo as células de Purkinje e os neurônios do cortes do cérebro(SILVA et al., 2005). No paciente com DMD, a excreção de creatinina é lenta e os níveis urinários estão acima do normal indicando a presença de miopatias (SILVA et al., 2003).
  74. 74. SINAIS E SINTOMAS Manifestações clinicas normalmente aparecem em torno dos 3 a 5 anos de idade Sinais iniciais da DMD, são de debilidade e/ou fraqueza muscular da cintura pélvica (região da bacia), principalmente os músculos extensores e abdutores do quadril, atingindo posteriormente os músculos da cintura escapular (região do ombro) Criança tem dificuldade de correr, subir as escadas, andar, e além de provocar frequentes quedas e dificuldade de ficar em pé geralmente depois dos 12 anos No tornozelo, as contraturas provocam o aparecimento de deformidades em pé equínovaro (pé em flexão plantar); A Pseudo-hipertrofia da panturrilha, manifesta-se de forma simétrica, afeta às vezes os músculos quadricep femural e deltóide, esse músculo apresenta duro à palpação Por volta dos 20 anos, esses indivíduos encontram-se confinados a cadeira de roda, favorecendo o aparecimento e agravamento de escoliose Geralmente vão a óbito por volta da segunda década de vida por fraqueza do músculo do coração, infecção pulmonar grave ou falência respiratória
  75. 75. Paciente:ST, Caderante, masculino, leucoedema, idade: 11 anos. Procurou procurou Escola de Educação Continuada – Associação Brasileira de Odontologia - GO, no mês de março de 2009, queixando-se de dor. Exame intra bucal foi observado Cárie extensa no dente 46, má higienização oral e radiograficamente foi observado esfoliação da raiz dos dentes decíduos 54, 55, cárie dente 36 (O). Paciente anda com uma carterinha CONCLUSÃO: Nas condições em que foi realizada a presente pesquisa, é possível concluir-se que 1- Os pacientes com Doença de duchenne tem que ter alguns cuidados 2- A presença de tanino não inibe completamente a atuação de predadores. 3- Insetos da família Bruchidae estão entre os principais predadores das sementes de Barbatimão.
  76. 76. WWW.NAPEO.COM.BR

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