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Seminario internacional.2

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Seminario internacional.2

  1. 1. Educação e Tecnologia em MT: a Formação Continuada e o “agora” Curricular. Prof. Ms. Edevamilton de Lima Oliveira
  2. 3. Para melhor entender os argumentos nessa apresentação oferecerei algumas lentes e um roteiro prévio … dez perguntas... Algumas respostas...TEMPORARIAS
  3. 4. Um Cenário : A Educação do século XXI (limitando nossa pretensão ao ato de educar) Um Ambiente : a Escola Pública Seus habitantes “Aprendentes” : Profissionais da educação (docentes e não docentes) e seus respectivos educandos Um propósito : Promover uma reflexão sobre TICs no Currículo e a formação continuada dos profissionais da Educação do Estado de Mato Grosso.
  4. 5. Mesmo sabendo que “ O sábio não é (…) aquele que fornece as verdadeiras respostas; mas sim (..) aquele que formula as verdadeiras perguntas.” Claude Lévi-Strauss O cru e o cozido As formulei (ensaio) e algumas implicações: 1 - O que entendemos por tecnologia na educação? 2 – Que é Currículo e que níveis de importância encerra na educação de nossos aprendentes? 3 – O que entendemos sobre formação continuada, onde e a que tempo ela ocorre e que importância encerra a formação do profissional para uso das TICs em AÇÃO PROFISSIONAL e construção do “Eu” GLOBAL ?
  5. 6. Tecnologia (do grego τεχν η — "técnica, arte, ofício" e λογια — "estudo") é um termo que envolve o conhecimento técnico e científico e as ferramentas, processos e materiais criados e/ou utilizados a partir de tal conhecimento. Dependendo do contexto, a tecnologia pode ser: * As ferramentas e as máquinas que ajudam a resolver problemas ; * As técnicas , conhecimentos , métodos , materiais , ferramentas e processos usados para resolver problemas ou ao menos facilitar a solução dos mesmos; * O termo tecnologia também pode ser usado para descrever o nível de conhecimento científico, matemático e técnico de uma determinada cultura; 4 - Que fazemos para alcançar a Tecnologia Educacional?
  6. 7. Etimologicamente, a palavra educar vem do latim educare , vinculado a educere , verbo composto do prefixo ex (fora) mais ducere (conduzir, levar). O significado literal é “conduzir para fora” , externamente ao mundo materno e familiar, e indica a socialização do ser no mundo, a interação indivíduo-sociedade. 5 - Mas, quem deverá ser conduzido, o mestre ou o aprendiz, como fazer.......?
  7. 8. Ah, isso é tarefa fácil.. As coisas são as palavras, conheça as palavras e dominará as coisas. (Aragon) 6 - Sabemos onde se encontra as coisas da tecnologia...? “ Ela está no horizonte (...) Me aproximo dois passos, ela se afasta dois passos. Caminho dez passos e o horizonte corre dez passos. Por mais que eu caminhe, jamais a alcançarei. Para que serve a ....Tecnologia ? Serve para isso: para caminhar” em busca do entendimento das coisas (o conhecimento). Adaptação do texto de Eduardo Galeano - As Palavras Andantes
  8. 9. “ Temos de saber aonde queremos chegar para encontrar um caminho, porque não existe “ o” caminho, mas caminhos a escolher, decisões a se tomar. E escolher é sempre correr riscos.” Maria Teresa Eglér Mantoan – INCLUSÃO ESCOLAR: O que é? Por quê? Como fazer?
  9. 11. Talvez, por conta do longo caminhar e sucessivas ...contaminações... assumir riscos não e tarefa fácil, pois, experimentamos algumas situações-problema na educação como educando e muitos como educador, dispensáveis na CONSTRUÇÃO DE CONHECIMENTOS em tempos presentes. (MÉTODOS, TÉCNICAS = LINGUAGENS) Mas.. enquanto criança...ela confia sem medo, acredita em seu próprio poder e consegue exatamente o que esta querendo. “Mas a criança cresce. Começa a entender que não é tão poderosa assim, que para sobreviver dependo dos outros. Então ama, espera ser retribuída e, a medida que a vida vai avançando, deseja cada vez mais ser correspondida. Esta disposta a sacrificar tudo, inclusive seu poder, para receber em troca o mesmo amor que entrega. E terminamos onde estamos hoje: adultos fazendo qualquer coisa para sermos aceitos e queridos” Paulo Coelho. O Aleph pag. 144
  10. 12. O conhecimento se torna significativo quando é fruto de uma necessidade (individual ou coletiva) e a um tempo (contexto). Além disso, “o conhecimento e sempre uma tradução, seguida de uma reconstrução ”. Edgar Morin: Os sete saberes necessários para a educação do futuro”
  11. 13.   “ A maior contribuição de conhecimento do século XX foi o conhecimento dos limites do conhecimento. Conhecer e pensar não é chegar a uma verdade absolutamente certa, mas dialogar com a incerteza. É preciso, portanto, prepararmo-nos para o nosso mundo incerto e aguardar o inesperado.” Edgar Morin - Trecho retirado do livro “Cabeça bem-feita: repensar a reforma, reformar o pensamento”
  12. 15. E necessário dizer que não é a quantidade de informações, nem a sofisticação em... tecnologias ... que podem dar sozinhas um conhecimento pertinente, mas sim a capacidade de colocar o conhecimento no contexto (…) o contexto tem necessidade, ele mesmo, de seu próprio contexto. E o conhecimento, atualmente deve se referir ao global. Pascal já dizia no século XVII: “Não se pode conhecer as partes sem conhecer o todo, nem conhecer o todo sem conhecer as partes” Adaptação : Morin. Edgar.. Os sete saberes necessários para educação do futuro – síntese pág. 4. Bem, as perguntas como bússola, ferramenta norteadora: 7 - Uma vez conhecida a trajetória, precisamos reconhecer o ambiente: A ESCOLA?
  13. 17. Ah.. ainda bem que a metodologia motiva..
  14. 18. 8 - Ah, mas o currículo, ele... bem.. ele costuma dar certo, afinal, é base para as múltiplas construções supra disciplinares... essa é uma verdade ou não é ?
  15. 19. De uma simplificada definição a uma nova indagação.. Currículo derivado do étimo latino currere, “É, antes de tudo, um verbo, uma atividade e não uma coisa, um substantivo.” (PINAR apud SILVA, 1999, p. 43) Um currículo para a formação humana introduz sempre novos conhecimentos, não se limita aos conhecimentos relacionados às vivências do aluno, às realidades regionais, ou com base no assim chamado conhecimento do cotidiano. Fragmento de uma artigo sobre a Escola Organizada em Ciclos de Formação Humana, escrito por Edna Costa Cavenaghi, Ms.em Ciências da Educação pela Universidade de Cienfuegos-Sta Clara/Cuba.
  16. 20. (...) Não, não é um acaso. É um plano. Um plano desconhecido para os que cumprem. Trata-se de domar. Domesticar fisicamente essa máquina fantástica de desejos e prazeres que é a criança. HARPER. B. e outros. Cuidado, escola. 8ª Ed. São Paulo, Brasiliense, 1992, p. 47.
  17. 21. Uma vez revisado o CURRÍCULO EDUCACIONALESCOLAR, precisamos dinamizar o processo, os métodos, as técnicas pertinentes para a preparação de nossos profissionais concomitantemente a citada re-visão Quais seriam as alternativas para responder essa necessidade: 9 – Voltar nosso profissional a Academia, detentora de um saber em permanente construção ? 10 – Oferecer formação continuada in loco...? Existe uma resposta pertinente... Diante das circunstâncias... a Formação continuada em serviço tem conseguido atender parte dessa demanda através do projeto SALA DE PROFESSOR (Razão da existência dos CEFAPROS e papel dos formadores)
  18. 22. Eis a razão de nossa defesa enquanto Coordenadoria de Formação em Tecnologia Educacional
  19. 23. Uma Gestão com foco em resultados. O fortalecimento dos CEFAPROS, a intensificação da formação continuada e a redefinição do papel dos formadores em Tecnologia Educacional Construção de uma política de formação e o uso dos recursos tecnológicos pela rede estadual de ensino.
  20. 24. Alguns motivos que fomentam a formação continuada <ul><li>A falta de interesse e indisciplina dos alunos; </li></ul><ul><li>Os resultados do rendimento escolar; </li></ul><ul><li>O índice de evasão e de repetência apresentados ao final de cada ano; </li></ul><ul><li>Os novos desafios encontrados na prática docente; </li></ul><ul><li>As dificuldades da escola em utilizar-se da hora-atividade para a realização de grupo de estudos e para reflexão docente. </li></ul><ul><li>Ademais, somados às dificuldades de buscar soluções para minimizar esses problemas, </li></ul><ul><li>A falta de interesse, de tempo, de comprometimento de muitos professores </li></ul><ul><li>A formação continuada realizada na escola, tem amparo legal na LDB 9394/96,que prevê em seu artigo 67,no parágrafo V um período reservado a estudos,planejamento e avaliação incluído na carga de trabalho. </li></ul><ul><li>Acredita-se que a formação continuada realizada na escola seja uma das alternativas para a melhoria da qualidade do processo de ensino aprendizagem, pois, além de contribuir com a reflexão e a (re) organização da prática pedagógica, ela é feita a partir das necessidades e interesses da comunidade escolar. Sendo assim, atendendo aos interesses e aos problemas comuns a toda comunidade, poderá ser a formação continuada, no cotidiano da escola, um caminho mais seguro na transformação da realidade escolar. </li></ul>
  21. 25. Três Pilares de sustentação da Formação Continuada em Tecnologia Educacional em MT O PRIMEIRO e mais importante pilar é a GESTÃO COMPARTILHADA entre as instituições EXECUTORAS DO PROGRAMA PROINFO nos três níveis: FederalEstadualMunicipal. O SEGUNDO pilar pauta-se na Construção de uma rede de formação continuada em tecnologia educacional através das AGENCIAS FORMADORAS CEFAPRONTM envolvendo nossos principais atores- os formadores em tecnologia educacional. O TERCEIRO pilar dessa construção política teve sua edificação com a regulamentação eorientação de uso dos recursos tecnológicos na rede pública de ensino através da portaria 112/08/GS/SEDUC/MT que, textualmente,  d ispõe sobre a regulamentação do uso dos laboratórios de informática educativa (LIED) e demais recursos tecnológicos.
  22. 26. A formação continuada em tecnologia Educacional em MT. 28/04/10 MECSEEDDITECDPCEADSEDUCESCOLAS
  23. 27. Primavera do Leste Pontes e Lacerda Nova Xavantina NTM Sinop NTM Terra Nova NTM Várzea Grande
  24. 34. “ E de tudo, ficaram três coisas: A certeza de que estamos sempre começando... A certeza de que precisamos continuar... A certeza de que seremos interrompidos antes de terminar... Portanto, devemos: Fazer da interrupção, um caminho novo... Da queda, um passo de dança... Do medo, uma escada... Do sonho, uma ponte... Da procura, um encontro...” Fernando Sabino
  25. 35. Fonte: Bibliograficaweb <ul><li>Facci,Marilda Gonçalves Dias. Valorização ou esvaziamento do trabalho do professor? SP : Autores Associados, 2004 (Coleção formação de professores). </li></ul><ul><li>Freire,Paulo. Pedagogia do oprimido.RJ:Paz e Terra,1987. </li></ul><ul><li>Martins,Ligia Márcia. A formação social da personalidade do professor. SP: Autores Associados,2007 (Coleção formação de professores) </li></ul><ul><li>Pacheco,José. Escola da Ponte-Formação e transformação da educação.RJ: Vozes,2008(Coleção Transições). </li></ul><ul><li>Sites: http://www.conteudoescola.com.br/ </li></ul><ul><li>http://www.crmariocovas.sp.gov.br/ Philippe Perrenoud-Formação contínua e obrigatoriedade de competências na profissão de professor </li></ul><ul><li>http://www.revistaescola.abril.com.br/ Edição 05/2001 Formação continuada: professor se forma na escola </li></ul><ul><li>10/2003 Estudar faz bem à sua carreira </li></ul><ul><li>09/2008 Gustavo Heidrich -O papel do professor na formação continuada </li></ul>

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