Distúrbio alimentar

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Distúrbio alimentar

  1. 2. <ul><li>É um distúrbio que ocorre especialmente em mulheres jovens, previamente bem nutridas e até mesmo obesas durante ou após a puberdade. É caracterizada por uma aversão patológica aos alimentos, emagrecimento, amenorréia (falta de aminoácidos) e hiperatividade psíquica. </li></ul>
  2. 3. <ul><li>Praticamente na adolescência, mais especificamente entre 15 e 18 anos. </li></ul><ul><li>O transtorno ocorre comumente em mulher adolescente ou jovem, mas pode igualmente ocorrer em um homem adolescente ou jovem, como numa criança próxima à puberdade ou também em mulher de mais idade, podendo ser encontrada até mesmo na menopausa (SID-10, OMS, 1993). </li></ul>
  3. 4. <ul><li>Alguns fatores como a genética, os fatores psicossociais e socioculturais, como também alguns transtornos mentais associados, como por exemplo a auto-estima baixa, esta podem ter grande influência na instalação, e na predominância da doença. </li></ul>
  4. 5. <ul><li>Preocupação excessiva com a alimentação, medo de engordar, quadro de anemia, diminuição da massa corpórea, recusa de se alimentar em público, ansiedade, fraqueza, pele ressecada, cabelos quebradiços, diminuição respiratória e obsessão por contagem de calorias. </li></ul><ul><li>Podendo também ter conseqüências graves, tais como a atrofia de ossos, perda de mineral, queda de temperatura, arritmias cardíacas (devido a desequilíbrio eletrolítico), alterações no crescimento normal, osteoporose e a Bulimia Nervosa. </li></ul>
  5. 6. <ul><li>O conhecimento do perfil da alimentação de adolescentes é importante para revelar comportamentos e hábitos sinalizadores de um dos principais sintomas da Anorexia Nervosa (AN), que é a restrição alimentar. Podendo assim, intervir com medidas preventivas nas escolas, através de educação nutricional, promovendo mudanças nos conceitos e associações incorretas entre alimentos e peso. </li></ul>
  6. 7. <ul><li>Tipo Restritivo, neste caso o indivíduo não possui comportamento de comer compulsivamente ou de purgação, Apenas recusa a comer. </li></ul><ul><li>Tipo Compulsão Periódica ou Purgativa, onde o indivíduo tem um comportamento de comer compulsivamente, se auto-induzindo ao vômito ou ao uso indevido de laxantes, diuréticos ou enemas. </li></ul>
  7. 8. <ul><li>O tratamento feito com o paciente é a psicoterapia individual e familiar, psicofarmacoterapia, e hospitalocêntrico, quando há a necessidade de reidratar o paciente </li></ul>
  8. 9. <ul><li>É caracterizada por grande ingestão de alimentos, seguida de eliminação do excesso de calorias através de jejuns prolongados, por métodos compensatórios inadequados para o controle de peso, como os vômitos auto-induzidos, o uso de medicamentos, os laxantes e diuréticos, a prática exagerada de exercícios físicos e o uso abusado de cafeína ou de cocaína. </li></ul>BULIMA NERVOSA
  9. 10. <ul><li>Grande e rápida ingestão de alimentos com sensação de perda de controle, sendo ingeridos cerca de três a quatro mil calorias por episódio. </li></ul>
  10. 11. <ul><li>Dentários pelo excesso de acidez gástrica e sensibilidade excessiva ao frio e quente; </li></ul><ul><li>Inchaço e dor nas glândulas salivares, devido à indução ao vômito; </li></ul><ul><li>Úlceras no estômago; </li></ul><ul><li>Hérnias de estômago e esôfago; </li></ul><ul><li>Desidratação; </li></ul><ul><li>Arritmia cardíaca; </li></ul><ul><li>Pode levar ao suicídio. </li></ul>
  11. 12. <ul><li>Descontrole alimentar; </li></ul><ul><li>Hiperfagia (alimentação em excesso); </li></ul><ul><li>Dietas severas; </li></ul><ul><li>Exercícios rigorosos; </li></ul><ul><li>Indução do vômito, podendo apresentar vômitos de sangue; </li></ul><ul><li>Abuso de laxativos e ou diuréticos; </li></ul><ul><li>Preocupação excessiva com o peso; </li></ul><ul><li>Depressão com mudança de humor </li></ul>
  12. 13. <ul><li>Menstruação(amenorréia) irregular ou inexistente </li></ul><ul><li>Fraqueza; </li></ul><ul><li>Exaustão corporal; </li></ul><ul><li>Olhar caído e diminuição significativa do peso. </li></ul><ul><li>Dor de garganta </li></ul>
  13. 15. <ul><li>O tratamento é feito por uma equipe multiprofissional, com psicoterapia individual e familiar, e medicamentos para a depressão, se estiver. </li></ul>
  14. 16. ANOREXIA NERVOSA BULIMIA NERVOSA Início mais precoce (puberdade) Início mais tarde Medo de engordar Medo de engordar Perda de 15% ou mais do peso corporal Peso normal, acima ou abaixo do normal Distorção da imagem corporal Quando existe, e menos acentuada Negam fome Comem excessivamente Comportamento alimentar é considerado normal pela paciente Comportamento alimentar é motivo de vergonha, culpa e há desejo de mudá-lo ou ocultá-lo Amenorréia Amenorréia Uso de diuréticos, laxantes e purgação. Uso de diuréticos, laxantes e anorexígenos Vômitos. Vômitos Apetite caprichoso Apetite compulsivo Aparência envelhecida Normal
  15. 17. Cabelos ralos e quebradiços, descalcificação óssea Não apresentam Mães dominadoras e pais ausentes Não caracterizados Predomínio do sexo feminino Predomínio do sexo feminino Classe média-alta e alta Classe média-alta e alta
  16. 18. <ul><li>“ Admito que é inata em nós a estima pelo próprio corpo, admito que temos o dever de cuidar dele. Não nego que devamos dar-lhe atenção, mas nego que devamos ser seus escravos . Será escravo de muitos quem for escravo do próprio corpo, quem temer por ele em demasia, quem tudo fizer em função dele. Devemos proceder não como quem vive no interesse do corpo, mas simplesmente como quem não pode viver sem ele. Um excessivo interesse pelo corpo inquieta-nos com temores, carrega-nos de apreensões, expõe-nos aos insultos; o bem moral torna-se desprezível para aqueles que amam em excesso o corpo.&quot;  </li></ul><ul><li>Sêneca (filósofo) </li></ul>
  17. 19. MAHN, L. Katheleen; SUMP, Silvia Escott. Alimentos, nutri ç ão e Dietoterapia . Trad. Krause. 11 ed. São Paulo: Ro ç o, 2005. p.1242. OLIVEIRA, L. E. Dutra; MARCHI, J. S é rgio. Ciências Nutricionais. 1 ed. São Paulo: Savier, 1988. p.403. PORTAL EDUCA Ç ÃO. Transtornos Alimentares e suas respectivas doen ç as. Dispon í vel em: http://www.portaleducacao.com.br/ , 2008. P.139.

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