Ministério da Saúde          FIOCRUZ          Fundação Oswaldo Cruz          Diretoria Regional de Brasília               ...
A FIOCRUZFundação Oswaldo Cruz
A FIOCRUZ:                       Campo de atuação:• desenvolvimento de pesquisas;• prestação de serviços hospitalares e am...
FIOCRUZ NACIONAL                                        FIOCRUZ  IMLD                                  CEARÁ  Manaus      ...
Base SIIG
Rede de apoio da Fiocruz              ao  PLANO BRASIL SEM MISÉRIA                 Constituição doComitê de Integração Est...
Atribuições do Comitê•   Atuar como integrador, catalizador e dinamizador da intersetorialidade junto ao MS,    ao MDS e d...
Determinantes Sociais da Saúde                  Dahlgren & Whitehead (1991)
Fiocruz no BSM:          “Saúde, ciência e educação contra a miséria”• Implementação de subprojetos específicos tais como:...
Ações da FUNASA/Fiocruz com as comunidadesCONSTRUÇÃO                                                     ELABORAÇÃO DEDE C...
Redes Sociotécnica: Relacionamento dialógico entre o conhecimento pré-científico e o conhecimento   cientifico para o des...
As mudanças de paradigmas que afetarão a configuração dasorganizações e as relações de produção:As empresas tornam-se rede...
As mudanças técnico-científicas e a organização do Estado Maior ênfase na descentralização (Fleury e Ouverney, 2007). Ex...
Gestão das redes de políticas“As redes de políticas representariam uma nova modalidade de coordenação, que sedistingue dos...
GESTÃO DE REDESOrdenar Esforços                       Integrar Competências e                           Infra-estrutura   ...
Redes de conversações• Numa estrutura em rede as pessoas e organizações devem  trabalhar ativamente de forma conjunta para...
TEORIA MACROORGANIZATIVA DO PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO SITUACIONAL                       Teoria da Produção Social (Matus, C...
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Análise de Redes por abordagens de vínculosNível de vinculação                  Valor                           Descrição ...
Um modelo para integração de projetos e a geração de uma                    inteligência cooperativa.A inteligência coleti...
Conhecer o ambiente                      Podemos atuar sobre os movimento dos atores e das                        variávei...
Inteligência CooperativaMonitoramento sistemático do ambiente de interesse da  organização, que visa captar, analisar e ag...
TESE:Para suportar a comunicação nas redes cooperativas é necessária autilização de sistemas dinâmicos e integrados que be...
Apoio à Gestão Estratégica para REDESArticula diferentes técnicas:                                                        ...
Projetos de inteligência cooperativa Fluxo comunicacional coordenado por um órgão autárquico, Sistema de informação e co...
REDE SAÚDE CULTURA NA FIOCRUZ                                 http://www.next.icict.fiocruz.br/fioculturaParceria:•Fiocruz...
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Apresentação do modelo de gestão para redes cooperativas de tecnologias sociais.

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Gestão estratégica e comunicativa em redes sociotécnicas 21 11-11

  1. 1. Ministério da Saúde FIOCRUZ Fundação Oswaldo Cruz Diretoria Regional de Brasília Gestão estratégica e comunicativa REDES SOCIOTÉCNICASDATA: 21/11/2011.Wagner Martins
  2. 2. A FIOCRUZFundação Oswaldo Cruz
  3. 3. A FIOCRUZ: Campo de atuação:• desenvolvimento de pesquisas;• prestação de serviços hospitalares e ambulatoriais de referência em saúde;• fabricação de vacinas, medicamentos, reagentes e kits de diagnóstico;• ensino e a formação de recursos humanos;• informação e a comunicação para a saúde e C&T;• controle da qualidade de produtos e serviços; e• implementação de programas sociais.
  4. 4. FIOCRUZ NACIONAL FIOCRUZ IMLD CEARÁ Manaus FIOCRUZ SERTÃO IAM RecifeFIOCRUZNOROESTE Instituto Oswaldo Cruz Fiocruz Brasilia IGM Escola Nacional de Saúde Pública Salvador Escola Politécnica IRR Bio-Manguinhos Belo Horizonte FIOCRUZ Far-Manguinhos PANTANAL INCQS RIO CICT ICC Curitiba Instituto Fernandes Figueira Instituto Pq. Clin. Evandro Chagas Casa de Oswaldo Cruz CECAL
  5. 5. Base SIIG
  6. 6. Rede de apoio da Fiocruz ao PLANO BRASIL SEM MISÉRIA Constituição doComitê de Integração Estratégica da Fiocruz no BSM CIEF-BSM
  7. 7. Atribuições do Comitê• Atuar como integrador, catalizador e dinamizador da intersetorialidade junto ao MS, ao MDS e demais órgãos de governo que integram o BSM;• Potencializar as ações de pesquisa, desenvolvimento, ensino e assistência a saúde;• Estimular o desenvolvimento de trabalhos acadêmicos e técnicos voltados para os objetivos do Plano BSM;• Articular as ações da Fiocruz embasadas nos determinantes sociais da saúde• Constituir redes de tecnologias sociais para criação de ambientes inovadores - Apoiar redes tecno-sociais;• Manter comunicação permanente com as direções das Unidades técnico-científicas - Utilizar plataforma web.
  8. 8. Determinantes Sociais da Saúde Dahlgren & Whitehead (1991)
  9. 9. Fiocruz no BSM: “Saúde, ciência e educação contra a miséria”• Implementação de subprojetos específicos tais como: – pesquisa para o BSM (bolsas); expedições mobilizadoras; apoio a qualificação dos equipamentos da Assistencia Social com formação e qualificação de quadros; “Saúde com população de rua” ; Jovens promotores de saúde & agentes culturais de saúde (parcerias juventude e cultura e SF); Moradias solidárias e geração de renda (com parceria com o Ministério das Cidades, a Economia Solidária e Fórum Direito na Rua); Águas para todos (cisternas, inquéritos, parcerias com a Funasa); Aguas Resíduos sólidos (lixo, catadores, galpões, caminhões, compactadores e outros); Fármacia Popular Itinerante etc;• 120 teses de do projeto “Saúde, ciência e educação contra a miséria: Implantação doutorado em apoio ao Plano Brasil sem Miséria  incluem as 100 bolsas da Capes + 20 projetos semsem Miséria”  120 teses de doutorado em apoio ao Plano Brasil bolsa (Investimento da Capes: R$11 bolsas da Capes + 20 projetos sem bolsa (Investimento incluem as 100 milhões) da Capes: R$11 milhões)• Apoiar o fortalecimento do BSM na atenção básica na SF;• Apoiar o produtivos em articulação com o MDA e na SF;• Arranjos fortalecimento do BSM na atenção básica MCT;• Arranjos produtivos em• Articulação com COEP. articulação com o MDA e MCT;• Articulação com COEP.
  10. 10. Ações da FUNASA/Fiocruz com as comunidadesCONSTRUÇÃO ELABORAÇÃO DEDE CISTERNAS PROJETOS DE PARA SISTEMA DE CONSUMO ABASTECIMENTO HUMANO DE ÁGUA PLANO DE AÇÃO PARASISTEMA DE ABASTECIMENTO DE PROMOVER A QUALIDADE DA ÁGUA COMUNIDADES ÁGUA DAS CISTERNAS DO CONSTRUÇÃO DE POÇOS QUILOMBOLAS SEMIÁRIDO SISTEMA DE SISTEMA DEABASTECIMENTO ABASTECIMENTO DE ÁGUA DE ÁGUA ALDEIAS COMUNIDADES INDÍGENAS RURAIS
  11. 11. Redes Sociotécnica: Relacionamento dialógico entre o conhecimento pré-científico e o conhecimento cientifico para o desenho ou o redesenho de projetos tecnológicos. Heidegger, 2009 . A produção contemporânea de coletivos híbridos sugere um modelo de redes como um espaço fértil para viabilizar a produção e a circulação de conhecimento e as novas configurações sociais que emergem na atualidade. Latour, 1994 "Se a ciência é uma rede para alcançar seu potencial, os cientistas terão que compartilha abertamente todas as formas de conhecimento científico, não apenas em publicação da revista tradicional”. Nielsen, 2011. “Um bom começo seria as agências governamentais de subvenção (como o National Institutes of Health e do National Science Foundation) induzir os cientistas a desenvolver conhecimentos e inovações, com o apoio do público.” Nielsen, 2011
  12. 12. As mudanças de paradigmas que afetarão a configuração dasorganizações e as relações de produção:As empresas tornam-se redes de unidades e atores interconectados, sendo cada vezmais dependentes do estabelecimento de uma relação comunicacional entre usuários,fornecedores e concorrentes, na verdade uma rede de informação/comunicação pararealização de ações pactuadas.
  13. 13. As mudanças técnico-científicas e a organização do Estado Maior ênfase na descentralização (Fleury e Ouverney, 2007). Exige um modelo de gestão das políticas públicas que: Intersetorialidade participação da sociedade civil no processo de tomada de decisão (Mintzberg, 2006), Precisamos no preparar para fornecer apoio à gestão estratégica de redes, considerando a capacidade de produção de bens e serviços do Sistema Único de Saúde e a necessidade da sociedade.
  14. 14. Gestão das redes de políticas“As redes de políticas representariam uma nova modalidade de coordenação, que sedistingue dos dois paradigmas abaixo apontados.” Fleury , 20021. coordenação política exercida pelo estado de forma centralizada, hierárquica pública e deliberada.2. coordenação via mercado implica em ações descentralizadas, privadas, horizontais e não deliberadas (equilíbrio espontâneo dos interesses).“A gestão de redes, está longe de ser algo simples, o que tem implicado, muitas vezes,no fracasso de programas e projetos sociais, apesar das boas intenções dos atoresenvolvidos.” Fleury , 2002
  15. 15. GESTÃO DE REDESOrdenar Esforços Integrar Competências e Infra-estrutura Catalizar Redes e ProjetosPostulado básico e pilar do enfoque – reconhecimento do caráter ativo e geral dalinguagem.
  16. 16. Redes de conversações• Numa estrutura em rede as pessoas e organizações devem trabalhar ativamente de forma conjunta para atingir aquilo que consideram o objetivo de comum interesse• Elementos essenciais: – missão comum; – ações estrategicamente planejadas; – compromisso com metas acordadas coletivamente; – intercâmbio constante e duradouro de recursos
  17. 17. TEORIA MACROORGANIZATIVA DO PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO SITUACIONAL Teoria da Produção Social (Matus, Carlos, 1993) Regras Acumulações Fluxos Agenda do Atos de dirigente fala Direcionalidade Departamentalização Governabilidade Operações Planificação estratégica Responsabilização Petição de Gerência por contas operações Ações Rivera, Fco. Javier Uribe 1995As organizações:São conjuntos institucionais que predeterminam a estrutura de seus compromissos;São redes de conversações recorrentes que desembocam na adoção de compromissos.
  18. 18. FGht jdhsfjh Kdhflsd jsdh Kjjofsd ljjfjjjf Pessoas Clientes Compartilhamento Processos eTreinamentos FGht FGht jdhsf jdhsf projetos da Organização Kdhfl Kdhfl
  19. 19. Análise de Redes por abordagens de vínculosNível de vinculação Valor Descrição Aceitação do outro como possível1 - Re-conhecimento Re-conhece a existência do outro par, interlocutor válido - Prospecção Aproximação para identificar Conhecimento do que o outro é interesses, entender sua visão2 - Conhecimento capaz ou seus interesses de mundo - Informação Realização de ajuda esporádica para realização de algumas Presta ajuda esporádica - atividades de interesse3 - Colaboração reciprocidade particular, esperando reciprocidade - Comunicação Identificação de problema comum Compartilha atividade e ou4 - Cooperação e atua junto para solucionar - recursos - solidariedade Operação Integração formal para alcançar Compartilha objetivo e projeto - objetivo comum com5 - Associação confiança compartilhamento de recursos – Contratação (PPP)Fleury(2002)
  20. 20. Um modelo para integração de projetos e a geração de uma inteligência cooperativa.A inteligência coletiva, Levy (1994), é uma inteligência distribuída por toda redeem tempo real, que resulta em mobilização efetiva das competências.• A inteligência cooperativa é o nível da co-operação, •agir junto, •compartilhando os recursos •busca finalidades comuns.•No nível cooperativo •a solidariedade está presente. •possibilita a confiança •facilita a troca de informações e de conhecimentos, •gera consciência sobre o ambiente de atuação
  21. 21. Conhecer o ambiente Podemos atuar sobre os movimento dos atores e das variáveis que modelam o futuro, para isto é preciso conhecer estes movimentos. Passado Presente Atores e Variáveis Serviço, produtos contingenciais e processos inovação desenvolvimento Pesquisa básica, Ensino aplicada
  22. 22. Inteligência CooperativaMonitoramento sistemático do ambiente de interesse da organização, que visa captar, analisar e agregar valor àsINFORMAÇÕES, com finalidades estratégicas para orientar o trabalho cooperativos em redes.
  23. 23. TESE:Para suportar a comunicação nas redes cooperativas é necessária autilização de sistemas dinâmicos e integrados que beneficiam todos osparticipantes, criando relações de confiança, permitindo a partilha deinformações e a participação no processo de decisão e ajudando nacolaboração. A internet pode viabilizar redes sociotécnicas ao potencializar a interação e a comunicação entre as pessoas numa estrutura auto- reguladora reticulada.
  24. 24. Apoio à Gestão Estratégica para REDESArticula diferentes técnicas: Planejamento Situacional e Prospectivo Informação cenários Analise de situação Estratégias GestãoInteligência Estratégicacooperativa Articula acompan competên hamento cias Captação controle recursos de recursos Gestão do conhecimento competências
  25. 25. Projetos de inteligência cooperativa Fluxo comunicacional coordenado por um órgão autárquico, Sistema de informação e comunicação no ciberespaço. WEBGESTÃO Apoio a formulação de estratégias, a tomada de decisão pactuada. Acompanhamento sistemático de projetos e ações. Integração de conhecimento e competências para gerar inovações. Conversação entre os participantes. UM MODELO DE GESTÃO COMUNICATIVA, PORÉM ESTRATÉGICA ÁGORA DA GESTÃO A implantação de projetos de inteligência coletiva tem sido facilitada pela evolução da internet. Web 2.0 (Cavalcante e Nepomuceno, 2007, p. 3),
  26. 26. REDE SAÚDE CULTURA NA FIOCRUZ http://www.next.icict.fiocruz.br/fioculturaParceria:•Fiocruz Brasília/NEXT/ICICT

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