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Reunião pedagógica

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A apresentação traz um pouco sobre o trabalho em equipe, dicas de como colocá-lo em prática e sobre a moralidade, cujo segmento devemos trabalhar diariamente.

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Reunião pedagógica

  1. 1. EMEB PROFª ELIZABETH DE LOURDES CARDEAL SIGRIST REUNIÃO PEDAGÓGICA
  2. 2. Um rato, olhando pelo buraco na parede, vê o fazendeiro e sua esposa abrindo um pacote. Pensou logo no tipo de comida que poderia haver ali. Ao descobrir que era uma ratoeira ficou aterrorizado. Correu ao curral da fazenda advertindo a todos: - Há uma ratoeira na casa! Há uma ratoeira na casa! A galinha disse: - Desculpe-me Senhor Rato, eu entendo que isso seja um grande problema para o senhor, mas não me prejudica em nada, não me incomoda. O rato foi então até o porco e lhe disse: - Senhor Porco, há uma ratoeira na casa, uma ratoeira... O porco disse: - Desculpe-me Senhor Rato, mas não há nada que eu possa fazer, a não ser rezar. Fique tranquilo que o senhor será lembrado nas minhas preces.
  3. 3. O rato dirigiu-se então à vaca. A vaca lhe disse: - O que Senhor Rato? Uma ratoeira? Por acaso estou em perigo? - Acho que não Senhora Vaca... Respondeu o rato. Então o rato voltou para seu canto, cabisbaixo e abatido, para encarar a ratoeira do fazendeiro sozinho. Naquela noite ouviu-se um barulho, como o de uma ratoeira pegando sua vítima. A mulher do fazendeiro correu para ver o que havia pego. No escuro, ela não viu que a ratoeira havia pego a cauda de uma cobra venenosa. E a cobra picou a mulher. O fazendeiro a levou imediatamente ao hospital era grave, porém por um milagre se recuperou e voltou para casa, mas com muitos cuidados. Saúde abalada nada melhor que uma canja de galinha. O fazendeiro pegou seu cutelo e foi providenciar o ingrediente principal, a galinha.
  4. 4. Como a doença da mulher continuava, os parentes, amigos e vizinhos vieram visitá-la. Para alimentá-los, o fazendeiro matou o porco. A mulher se recuperou e o fazendeiro feliz da vida resolveu dar uma festa, matou a vaca para o churrasco... MORAL DA HISTÓRIA: Na próxima vez que você ouvir dizer que alguém está diante de um problema e acreditar que o problema não lhe diz respeito, lembre-se que quando existir uma ratoeira todos correm risco.
  5. 5. PARA VOCÊ, O QUE SIGNIFICA TRABALHO EM EQUIPE?
  6. 6. O QUE É NECESSÁRIO PARA DESENVOLVER UM TRABALHO EM EQUIPE? . 1 - Jamais subestimar a opinião dos colegas de trabalho e das crianças. 2 – Ouvir com atenção a ideia de todos. 3 - Aprender a ouvir. 4 - Buscar cooperação através do dialogo. 5 - Confiar em si mesmo e participar ativamente do trabalho em equipe, expondo suas ideias com clareza. 6 - Despertar a confiança dos demais integrantes da equipe. 7 – Ter controle das emoções fortes. 8 - Aprender a ceder. 9 - Manter uma postura ética nas relações com os colegas de trabalho. 10 –Participar , respeitar e acatar as decisões da equipe, mesmo que não concorde.
  7. 7. QUEM NÃO DÁ AS MÃOS... NÃO BRINCA DE RODA! Se olharmos que tudo que fazemos nessa vida envolve outras pessoas, podemos considerar que nossos relacionamentos estabelecem uma cadeia tal qual uma roda, em que pessoas se dão as mãos e giram, com movimentos harmônicos e ritmados; De mãos dadas sentimo-nos seguros, significa que existe aceitação do outro para conosco e vice-versa e, se ocorrerem críticas, elas serão construtivas e enriquecedoras; De mãos dadas estabelecemos uma cadeia com todos envolvidos, ficamos na mesma sintonia; De mãos dadas buscamos harmonia e igualdade, desenvolvemos a paciência, a tolerância, para com os nossos erros e os dos outros; De mãos dadas nos orgulhamos das nossas conquistas. O mérito é de todos! De mãos dadas podemos “brincar de roda” . Mas para isso é preciso regras!!! E autoconhecimento...
  8. 8. ESTABELECIMENTO DE REGRAS  Como tornar nossa sala segura e feliz?  As regras devem ser elaboradas como resposta a um problema específico;  Explique as razões para as regras;  Aceite as ideias, palavras e organizações das crianças;  Evite o “não”;  Construa as regras com as crianças;  Cultive a ideia de que as regras podem ser mudadas;  Negocie regras inaceitáveis;  Desenvolva regras com o consenso do grupo;  Regras são para todos;
  9. 9. E quando a regra não funciona? Trabalhar com sanções por reciprocidade: Relação entre a falta cometida e a transgressão. *Exclusão do grupo; *Reparação do dano causado *Privação do material *Utilizar linguagem adequada e Escuta Ativa *Falar da ação da criança e não da personalidade *Ser firme , porém amorosa.
  10. 10. O QUE É MORALIDADE?
  11. 11. PERSONALIDADE MORAL Virtudes - Qualidades da personalidade São adubadas no convívio social, valorizados no entorno cultural. Cultura é uma das capacidades que difere o homem dos animais irracionais. As virtudes que direcionam minha conduta, determinam a vida que quero viver.
  12. 12. E o que tudo isso tem a ver com o cotidiano da sala de aula? A criança precisa ter exemplo! Valores precisam ser praticados no cotidiano escolar, nas pequenas e grandes atitudes. As promessas precisam ser cumpridas para formar cidadãos de confiança nas palavras. E porque precisamos Educar para a FELICIDADE, conforme um dos princípios da nossa criação...
  13. 13. Comunique Aceitação, Aprovação e Fé na Criança “Amar como Jesus amou, sonhar como Jesus sonhou e ao chegar ao fim do dia sei que dormiria muito mais feliz!”
  14. 14. VÍNCULO AFETIVO É possível afirmar que a afetividade está presente em todos os momentos ou etapas do trabalho pedagógico desenvolvido pelo professor, o que extrapola a sua relação "tête-à-tête" com o aluno. Que as relações de mediação feitas pelo professor, durante as atividades pedagógicas, devem ser sempre permeadas por sentimentos de acolhimento, simpatia, respeito e apreciação, além de compreensão, aceitação e valorização do outro; tais sentimentos não só marcam a relação do aluno com o objeto de conhecimento, como também afetam a sua auto-imagem , favorecendo a autonomia e fortalecendo a confiança em suas capacidades e decisões.
  15. 15. Segundo Mahoney (1993) "a criança, ao se desenvolver psicologicamente, vai se nutrir principalmente das emoções e dos sentimentos disponíveis nos relacionamentos que vivencia. São esses relacionamentos que vão definir as possibilidades de a criança buscar no seu ambiente e nas alternativas que a cultura lhe oferece, a concretização de suas potencialidades, isto é, a possibilidade de estar sempre se projetando na busca daquilo que ela pode vir a ser" (idem, p. 68).
  16. 16. DINÂMICA MÚSICA DE ENCERRAMENTO

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