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Geografia Regional do Mundo- Coréia do Sul

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O trabalho mostra de forma sintetizada algumas bases estruturais da Coréia do Sul, sua história, aspectos físicos como o relevo, clima, localização; aspectos socioeconômicos como sua rápida ascensão no mercado mundial, sua preocupação com a educação e suas metas para se tornar uma economia mundial.

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Geografia Regional do Mundo- Coréia do Sul

  1. 1. COREIA DO SUL COMPONENTES: ALIAKIM JAKSON ALESSANDRA BOCH AMANDA LARISSE JOSÉ CARLOS MONIÉLICA ISIS NAÍLA NERY LUCINNEIDE MEDEIROS VIVIANE KELLE DISCIPLINA: GEOGRAFIA REGIONAL DO MUNDO PROFESSOR: GLEYDSON ALBANO
  2. 2. MAR AMARELO ESTREITO DA COREIA MAIS 3 MIL ILHAS
  3. 3. COREIA DO SUL • PALEOLÍTICO INFERIOR; • OS PRIMEIROS HABITANTES 500 MIL ANOS. • 대한민국, “GRANDE NAÇÃO DE HAN" ; (Hanja) • EM 2 333 A.C., FUNDAÇÃO DA DINASTIA DE CHOSŎN • FORMAÇÃO DE MUITAS CIDADES-ESTADO • NUMEROSAS GUERRAS, INCLUINDO INVASÕES TRÊS REINOS, PAEKCHE, SILLA E KOGURYO SE FORTALECERAM E DOMINARAM POR MAIS DE DUZENTOS ANOS; • "OS TRÊS REINOS DA COREIA".
  4. 4. • EM 676 D.C. SILLA UNIFICOU QUASE TODO O TERRITÓRIO, COM EXCEÇÃO DO REINO DE BALHAE. PERÍODO DOS ESTADOS NORTE E SUL; • EM 918, O GENERAL WANG GEON FUNDOU O REINO DE GORYEO (OU KORYŎ, DE ONDE PROVÉM O NOME COREIA); NO SÉCULO XIII, A INVASÃO E DOMINAÇÃO DOS MONGÓIS DEBILITOU ESTE REINO;
  5. 5. • A QUEDA DO IMPÉRIO MONGOL FOI SEGUIDA DE UMA SÉRIE DE LUTAS POLÍTICAS E EM 1388, A DINASTIA GORYEO FOI SUBSTITUÍDA PELA DINASTIA JOSEON; • ENTRE 1592 E 1598, OS JAPONESES INVADIRAM A COREIA, DEPOIS DA DINASTIA JOSEON TER NEGADO A PASSAGEM AO EXÉRCITO JAPONÊS; • A GUERRA SÓ TERMINOU QUANDO OS JAPONESES SE RETIRARAM APÓS A MORTE DE HIDEYOSHI. É NESTA GUERRA QUE SURGE COMO HERÓI NACIONAL O ALMIRANTE YI SUN-SIN (NAVIO TARTARUGA); •
  6. 6. • NO SÉCULO XVII, A COREIA FOI FINALMENTE DERROTADA PELOS MANCHUS E SE UNIU AO IMPÉRIO CHINÊS DA DINASTI QING. • DURANTE O SÉCULO XIX, GRAÇAS À SUA POLÍTICA ISOLACIONISTA, A COREIA GANHOU O NOME DE "REINO EREMITA“ • A COREIA PASSOU A SER PARTE DO DOMÍNIO JAPONÊS NO FINAL DA SEGUNDA GUERRA MUNDIAL, AS FORÇAS JAPONESAS SE RENDERAM A URSS, (NORTE) , E OS DOS EUA, (SUL); • EM 1948, COMO CONSEQUÊNCIA DA DIVISÃO DA PENÍNSULA, SUGIRAM DUAS NOVAS ENTIDADES QUE PERMANECEM ATÉ HOJE: A COREIA DO NORTE E A COREIA DO SUL.
  7. 7. NO NORTE, UM GUERRILHEIRO ANTIJAPONÊS CHAMADO KIM IL-SUNG OBTEVE O PODER ATRAVÉS DO APOIO SOVIÉTICO; • NO SUL, UM POLÍTICO DE DIREITA, SYNGMAN RHEE, FOI NOMEADO COMO PRESIDENTE
  8. 8. Área: 99.237 km² Capital: Seul População: 48,3 milhões (estimativa 2009) Moeda: Won sul-coreano Nome Oficial: República da Coreia Nacionalidade: sul-coreana Data Nacional: 15 de agosto (Dia da Independência). Governo: República presidencialista Presidente da República: Park Geun-hye Divisão administrativa: nove províncias, seis cidades metropolitanas e uma capital (Seul).
  9. 9. Localização: Leste da Ásia Cidades Principais: Seul, Pusan, Taegu, Inch'on e Taljon. Densidade Demográfica: 486 hab./km2 Fuso Horário: + 12h Clima: Temperado continental
  10. 10. Composição da População: coreanos 99,8% e chineses 0,2%. Idioma: coreano (idioma oficial) Religião: cristãos 26,5% (protestantes 19,7%, católicos 6,8%), budistas 23,3%, confucionistas 0,4%, wonbulgyo 0,2%, chundo kyo 0,1%, sem filiação 48,9% e outras religiões 0,6% IDH: 0,909 (Pnud 2012) - desenvolvimento humano muito alto
  11. 11. ECONOMIA: Produtos Agrícolas: arroz, cevada, milho, batata e frutas. Pecuária: bovinos, suínos e aves. Mineração: minério de ferro, carvão mineral, zinco, chumbo, calcário, prata e ouro. Indústria: máquinas, equipamentos de transporte, equipamentos eletrônicos, informática, naval, química, siderúrgica, alimentícia, têxtil. Renda per capita: US$ 32.400 (estimativa 2010) PIB: US$ 1,61 trilhão (estimativa 2012) RELAÇÕES INTERNACIONAIS: - Apec, Banco Mundial, OCDE, FMI, OMC e ONU.
  12. 12. Bandeira da Coréia do Sul
  13. 13. Aspectos Físicos da Coréia do Sul Relevo
  14. 14. Geomorfologia
  15. 15. Vegetação
  16. 16. Clima
  17. 17. ECONOMIA :
  18. 18. A CAPITAL E PRINCIPAL CENTRO INDUSTRIAL: SEUL
  19. 19. • A divisão da Península Coreana, em 1945, criou duas unidades econômicas distintas. O norte possuía a maior parte de recursos naturais e as indústrias pesadas, o sul possuía a maior parte dos recursos agrícolas e mão-de-obra, tendo seu desenvolvimento industrial concentrado inicialmente na manufatura de bens de consumo de massa orientada para exportação.
  20. 20. • O confucionismo se baseia no propósito ideológico do equilíbrio, da ponderação, da educação e do respeito aos mais velhos e aos antepassados. • Também conhecido como os ensinamentos dos sábios, e define a busca de um caminho superior como forma de viver bem e em equilíbrio entre as vontades da terra e as do céu. O Confucionismo não é bem uma religião, pois não possui um credo, mas sim determinações rituais de caráter social, que permitem a um adepto do Confucionismo, ter qualquer outra crença
  21. 21. • Protestantes (direitos) x Confucionistas (obrigações); • Em um ambiente altamente ritual, muitas das interações humanas seguem um padrão aceitável pela sociedade.
  22. 22. EDUCAÇÃO COMO PRIORIDADE: • Mesmo entre os países de industrialização tardia, a Coréia do Sul tende a ultrapassar todos os índices de educação formal. • Ao final do período colonial japonês, em 1945, o analfabetismo girava em torno de 80%, e somente 2% da população acima de 14 anos possuía o ensino secundário, já no inicio dos anos 80, havia acabado com o analfabetismo no país. • Em relação a capacitação dos sul-coreanos refere-se à sua grande dependência e ao seu relacionamento com os norte-americanos desde o fim do período colonial japonês.
  23. 23. TRABALHO E DISCIPLINA: • Os sul-coreanos, ao contrário dos brasileiros e latino- americanos em geral, parecem ter superado os japoneses no que diz respeito a extensivas horas de trabalho. Acredita-se que a orientação social ao trabalho árduo é devida a vários fatores, entre os quais o espírito nacionalista de tornar-se uma grande nação.
  24. 24. • Os anos 50 foram os anos mais complicados para o seu desenvolvimento industrial, com uma industria pesada quase que inexistente e com uma burguesia nacional muito dependente do Estado; • Após 1962, a Coréia do Sul embarcou numa série de planos qüinqüenais para o desenvolvimento econômico. A ênfase foi direcionada ao comercio exterior com a normalização das relações com o Japão em 1965 e houve uma subseqüente “explosão” no comercio e nos investimentos, seguida de uma rápida expansão das indústrias leves e pesadas nas décadas de 60 e 70. • Nas décadas de 80 e 90, o crescimento transformava-se de exportadoras de tecidos e sapatos em um grande produtor global de automóveis, eletrônicos, navios e aço e, mais tarde, campos de alta-tecnologia.
  25. 25. PLANOS QUINQUENAIS DE DESENVOLVIMENTO ECONÔMICO
  26. 26. EVOLUÇÃO DA ORGANIZAÇÃO INDUSTRIAL Chaebol é o termo coreano que define um conglomerado de empresas em torno de uma empresa-mãe, normalmente controladas por famílias, tais como Samsung, Hyundai e LG .
  27. 27. • Os grupos surgiram da estreita relação do governo com as empresas, da colaboração americana (adquirindo seus produtos) ou japonesa (transferindo tecnologia), e de um forte espírito empreendedor de um povo constantemente ameaçado de dominação externa. • Grande parte dos maiores chaebols surgiram nas décadas de 40 e 50 como pequenos empreendimentos de negócios. • Conseguiram crescer e, hoje, atuam em todos os mercados do mundo.
  28. 28. • Os 10 maiores Chaebol da Coreia do Sul são Samsung, Hyundai Motor Company, LG, SK, Hanjin, Hyundai Heavy Industries, Lotte, Doosan, Hanhwa, e Kumho Asiana.
  29. 29. • Park Chung-hee foi general do Exército da República da Coreia e líder da República da Coreia entre 1961 e 1979. • É considerado como um dos responsáveis pelo processo de industrialização da Coreia do Sul através de uma forte política de exportações.
  30. 30. • Na década de 60, Park buscou expandir a atividade econômica por meio do avanço dos chaebols para atividades industriais de refino de petróleo, montagem de produtos eletrônicos e produção automobilística. • Os chaebols cresceram e passaram a ser o centro dinâmico da economia nacional.
  31. 31. • Nos anos 70, as estratégias de crescimento visavam o desenvolvimento de indústrias químicas e pesada. • Para isso o governo incentivou grupos coreanos a explorarem os mercados de construção civil e de infra estrutura do Oriente Médio. • Nos anos 80, os chaebols praticamente dominavam a economia coreana.
  32. 32. • As principais reformas políticas de Roh eram relacionadas a propriedade de terras, transações financeiras, concentração de poder dos conglomerados empresariais e relações entre empregados e empresas. • Nesse período, os grupos avançaram para indústrias de alta tecnologia, tais como computadores, semicondutores e engenharia genética. Roh Tae-woo 1988 / 1993
  33. 33. QUADRO-RESUMO DO CRESCIMENTO E DA EXPANSÃO DO NÚMERO DE EMPRESAS DOS DEZ PRINCIPAIS GRUPOS COREANOS, NA DÉCADA DE 80.
  34. 34. • Nos anos 90, a tendência de globalização e a criação da Organização Mundial do Comércio, e a entrada da Coréia Do Sul na OCDE (Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico) pressionaram por mudanças no cenário econômico coreano. • Os novos tempos e acontecimentos exigiam que a Coréia mudasse sua estratégia econômica nacional, transformasse seu estilo administrativo e introduzissem reformas em sua estrutura industrial e financeiro para manter o crescimento econômico.
  35. 35. • Nas eleições de 1992, a Coréia do Sul elegeu Kim Young Sam. • Logo que foi eleito, lançou um programa de reformas anticorrupção que visava tornar público as propriedades de políticos e de militares. • Mais de 5 mil pessoas foram presas, acusadas de corrupção, inclusive os dois últimos presidentes. Kim Young Sam
  36. 36. • O relacionamento político-diplomático do Brasil com a Coréia do Sul teve início em junho de 1949. • O Brasil foi o oitavo país do mundo e o segundo latino americano a reconhecer oficialmente aquele país asiático. • Em 1961 foi criada, na Coréia do Sul uma associação de emigração. Dessa forma chegaram ao porto de Santos, em fevereiro de 1963, um grupo de 103 sul-coreanos e, em novembro do mesmo ano, mais um grupo de 350 pessoas.
  37. 37. • O maior número de imigrantes, 4.028, chegou ao Brasil nos anos de 1971 e 1972. • O Brasil, naquela época mais industrial e economicamente mais desenvolvido que a Coréia do Sul, apresentava-se como uma opção possível. • Além do Brasil, os Estados Unidos, o Canadá, a Austrália e a África do Sul eram opções dos emigrantes sul-coreanos.
  38. 38. • Em 1980, houve uma regulamentação da lei brasileira de imigração, e cerca de 4.500 sul-coreanos encontrava-se em São Paulo em situação irregular. • Em maio de 1998 o números de imigrantes legais chega a 45 mil e o número de ilegais, segundo estimativas da Polícia Federal, chega a 35 mil.
  39. 39. • A relação política-diplomática, econômico e financeiro, entre o Brasil e a Coréia do Sul sofreu grande impacto no ano de 1997. • Nesse ano o mundo foi surpreendido com a “Crise Asiática”. • A Coréia do sul teve que desvalorizar sua moeda em 50%. Países mais atingidos pela crise.
  40. 40. • Com a crise em 1997, todos os planos de novos investimentos foram suspensos. • Algumas empresas que já operavam no mercado brasileiro fecharam suas portas e encerraram suas atividades no brasil no imediato pós-crise asiática.
  41. 41. QUADRO SÍNTESE DA PRESENÇA DAS MAIORES EMPRESAS COREANAS OPERANDO NO BRASIL, EM 1999.
  42. 42. • Uma das mais marcantes características do desenvolvimento econômico coreano, e, por isso mesmo, motivo de cobiça das grandes potências ao longo dos anos, é sua localização geográfica. • A península coreana está no centro da esfera econômica do Nordeste asiático. Essa região é considerada o motor do crescimento econômico mundial, devido sua parcela do produto mundial crescer dos 16% em 1990 para 27% em 2010. • Além disso, os países dessa região tendem a se complementar em termos de recursos naturais e de desenvolvimento econômico. • A indústria coreana do turismo e de transporte marítimos encontra-se em grande expansão.
  43. 43. TIGRES ASIÁTICOS * Na década de 1970, quatro países da Ásia apresentaram um acelerado processo de industrialização.
  44. 44. O TERMO “TIGRE”
  45. 45. • Principais características econômicas dos tigres asiáticos: • - Elevado crescimento econômico nos últimos anos; • - Receberam grandes volumes de investimentos estrangeiros; • - Grande parte da produção de manufaturados voltada para o • mercado externo; • - Importante desenvolvimento nas áreas de indústria e tecnologia; • - Setor de finanças forte e dinâmico; • - Condições favoráveis para a criação e funcionamento de empresas: mão-de-obra disponível de baixo custo (salários baixos) e capacitada, boa infraestrutura, direitos trabalhistas flexíveis e baixo custo de produção. • - Produção de mercadorias de alta competitividade no mercado internacional; • - Grande desenvolvimento urbano nas últimas três décadas com grandes investimentos nos setores imobiliário e de infraestrutura (portos, rodovias, avenidas, prédios públicos, etc.).
  46. 46. • Para conseguir esse rápido desenvolvimento usaram uma de baixos impostos, investimentos em tecnologias, e educação, incentivos a exportações, abertura para a entrada de capital estrangeiro.
  47. 47. • Alguns países dos Tigres Asiáticos adotaram uma politica de incentivo para atrair as transnacionais. • Exceto a Coreia do Sul • O desenvolvimento industrial do país (Coreia do Sul), baseou-se nos chaebols.
  48. 48. EM CONSEQUÊNCIA DO GRANDE DESENVOLVIMENTO DOS TIGRES ASIÁTICOS, HOUVE UMA EXPANSÃO PARA OS PAÍSES VIZINHOS DO SUDESTE.
  49. 49. • Nesses novos Tigres foram instalados industrias tradicionais, como: • Têxteis • Calçados • Alimentos • Eletrônicos
  50. 50. Crise Econômica
  51. 51. As experiências nacionais da crise financeira das economias emergentes asiáticas (Tailândia, Malásia, Filipinas e Coréia do Sul) foram a acentuada desvalorização de suas moedas, em relação ao dólar, e a queda nos preços de seus ativos.
  52. 52. Tailândia 80% Filipinas 50% Malásia 50% Indonésia 140% Coréia do Sul 80% Depreciação das moedas em relação ao Dólar Redução no PIB Tailândia 10% Filipinas 3% Malásia 10% Indonésia 15% Coréia do Sul 8%
  53. 53.  Declínio no mercado mundial  Redução no PIB  Aumento da dívida externa  Redução considerável nas taxas de juro  Especulação imobiliária Consequências da crise
  54. 54. CHOQUES EXTERNOS • “o crescimento das exportações chinesas, após sua desvalorização cambial em 1994;” • “a depressão econômica japonesa, implicando menores compras de produtos dos vizinhos;” • “a valorização do dólar em relação ao iene e outras moedas em 1995-97.
  55. 55. • Como efeito dos choques abordados, as exportações dos cincos países emergentes asiáticos para a Europa e o Japão desaceleram antes da crise financeira de 1997.
  56. 56. AS EXPLICAÇÕES FINANCEIRAS DA CRISE ASIÁTICA PODEM SER CLASSIFICADAS EM DOIS GRANDES GRUPOS: • Risco moral: argumenta que, na raiz da fragilidade financeira asiática, estiveram presentes políticas governamentais inadequadas. • Pânico financeiro ou crises de iliquidez auto-realizada: o segundo grupo da ênfase no pânico financeiro e nas consequentes corridas contra as instituições e os sistemas sob condição de iliquidez em potencial.
  57. 57. NA CORÉIA DO SUL, A DEFLAGRAÇÃO DA CRISE FOI PRECEDIDA POR FALÊNCIAS E POR ESCÂNDALOS ENVOLVENDO POLÍTICOS. • Bem antes, em 1995, houve a descoberta de um fundo ilegal de campanha, evidenciando que algumas firmas se beneficiaram de acesso privilegiado ao crédito e de regulação tributária mais branda.
  58. 58. RECUPERAÇÃO E REFORMAS NA CORÉIA Dois fatores básicos na recuperação coreana: • As exportações, puxadas pelo bom desempenho de vendas de produtos eletrônicos. • A atuação do setor público. Os recursos levantados pelo governo foram usados para reconfigurar o sistema financeiro local.
  59. 59. RECUPERAÇÃO E REFORMAS NA CORÉIA • A pressão dos Estados Unidos e do FMI foi muito importante para o curso das reformas. • Os Estados Unidos já vinham, desde 1993, engajando em iniciativas que visavam à abertura dos mercados do leste asiático aos produtos e capitais norte americanos.
  60. 60. • A resposta coreana à crise foi rápida e efetiva. Seu sucesso deveu-se muito à criação da Financial Supervisory Commission (FSC), uma agência de regulação criada com grande autonomia e capacidade para implementar as reformas.
  61. 61. • Apenas a Coréia do Sul, exatamente o país com o movimento trabalhista mais forte, adotou reformas mais significativas na direção de construir uma rede de proteção social, com destaque para a criação do seguro desemprego.
  62. 62. • Os eventos recentes na Coréia do Sul e a rápida recuperação econômica apontam para aspectos muito positivos da organização de sua economia. As reformas, reforçando a regulação, melhorando o sistema financeiro e reformando os grupos empresariais, reduziram as fontes de fragilidade da economia.
  63. 63. COMPOSIÇÃO DE COMÉRCIO – MERCADOS - AGENTES A estratégia de priorizar a atividade exportadora, teve características básicas.
  64. 64. COMPOSIÇÃO DE COMÉRCIO – MERCADOS - AGENTES • Isso significa que foi mantida uma mesma orientação básica de política, mas a circunstâncias – internas e externas – levaram a adaptações substantivas no que se refere a produtos, mercados e agentes envolvidos.
  65. 65. INSERÇÃO NO MERCADO INTERNACIONAL SOBRETUDO DE MANUFATURAS LEVES, TÊXTEIS EM PARTICULAR. • A Coréia foi gradualmente reduzindo a importações desses itens e ampliando sua importância nas transações de produtos com grau crescente de sofisticação produtiva. • Nas exportações de equipamentos de transporte, produto metálicos, calçados e equipamentos profissionais • Redução da participação de madeira e borracha.
  66. 66. DISTRIBUIÇÃO REGIONAL DO COMÉRCIO EXTERNO COREANA, EM MEADOS DOS ANOS 90
  67. 67. • A aproximação com Japão foi essencial para reduzir a distância da produção coreana com a fronteira tecnológica. • Como um dos resultados do Acordo Plaza – houve forte valorização da moeda japonesa em relação ao dólar a partir de 1985. • Do ponto de vista do Japão, a valorização do ien e a frequência de atritos comerciais com os Estados Unidos levaram o deslocamento de plataformas para o restante da Ásia.
  68. 68. • A Coréia, o país abastecia o Japão com insumos intermediários (produtos poluentes, petroquímicos, papel, produtos siderúrgicos e metais não ferrosos).
  69. 69. COMPARAÇÃO DA PARTICIPAÇÃO COREANA NAS IMPORTAÇÕES JAPONESAS EM 1977 E 1994.
  70. 70. A DIREÇÃO DA ECONOMIA MUDOU NOS ANOS 90 • A Coréia tem perdido espaço no mercado dos E.U.A para outros países em desenvolvimento da Ásia, compensando essas perdas com exportações para países emergentes da Ásia. Em 1998 o principal mercado foi o Sudoeste Asiático (22,5%), seguido pelos E.U.A (17%), Japão (9%) e China (9%).
  71. 71. A CORÉIA E A OMC • O país tem sinalizado com interesse em assinar acordos de livre comércio com seus parceiros, a começar com o Chile. • A economia coreana apresenta características peculiares em relação aos demais parceiros da OMC. • O processo de liberação das importações na Coréia é lento, sobretudo para bens finais. • Apesar da Coréia haver reduzido diversas barreiras secundárias, mas eficientes, as mais conhecidas são a adoção de padrões, testes, rotulagem e certificação.
  72. 72. • A economia norte-coreana escolheu 30% entre 1991 e 1996, apresenta enormes déficits e seu comércio está concentrado em poucos parceiros.
  73. 73. REFERÊNCIAS: • Coréia: visões brasileiras./ Samuel Pinheiro Guimarães, organizador – Brasília: Istituto de Pesquisa de Relações Internacionais, Fundação Alexandre de Gusmão, 2002. • Dados do país, disponível em :http://www.ibge.gov.br/paisesat/main_frameset.php. Acessado em 12 de maio de 2014. • Dados do país, disponível em: http://www.suapesquisa.com/paises/coreia_do_sul/. Acessado em 10 de maio de 2014.

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