BIOPIRATARIA

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BIOPIRATARIA

  1. 1. BIOPIRATARIA <ul><li>Virna </li></ul><ul><li>Fernanda </li></ul><ul><li>Júnia </li></ul><ul><li>Isabelle </li></ul>
  2. 2. <ul><li>O termo &quot;biopirataria foi lançado em 1993 pela ONG RAFI (hoje ETC-Group). </li></ul><ul><li>Alertar sobre o fato que recursos biológicos e conhecimento indígena estavam sendo apanhados e patenteados por empresas multinacionais e instituições científicas e, as comunidades que durante séculos usaram estes recursos e geraram estes conhecimentos não estão participando nos lucros. </li></ul>
  3. 3. <ul><li>De modo geral, biopirataria significa a apropriação de conhecimento e de recursos genéticos de comunidades de agricultores e comunidades indígenas por indivíduos ou por instituições que procuram o controle exclusivo do monopólio sobre estes recursos e conhecimentos. </li></ul><ul><li>Por enquanto, ainda não existe uma definição padrão sobre o termo biopirataria (baseado no relatório final da Comissão sobre direitos de propriedade intelectual -CIPR). </li></ul>
  4. 4. <ul><li>A Amazônia brasileira tem sido alvo de uma escalada crescente por seus recursos naturais, devido a ação dos biopiratas, em sua maioria turistas e pesquisadores estrangeiros que fazem contrabando de riquezas da fauna e da flora amazônica. </li></ul><ul><li>Apesar de tão rica e por isso exaltada no mundo inteiro, a Biodiversidade Amazônica continua a ser um desafio para todos que por ela se interessam. </li></ul>
  5. 5. <ul><li>O Brasil precisa assumir o comando e definir as regras para o intercâmbio, para que se possa combater a biopirataria: </li></ul><ul><li>A inexistência de uma política nacional estratégica para ciência e tecnologia. </li></ul><ul><li>o interesse crescente pelos conhecimentos tradicionais, que reduzem os custos e o tempo das pesquisas: </li></ul><ul><li>a defasagem brasileira em pesquisa, desenvolvimento e produção: </li></ul><ul><li>a falta de uma legislação que regule a exploração dos recursos naturais e, ainda, a exclusão social. </li></ul>
  6. 6. <ul><li>Não se pode descartar o interesse internacional pela Amazônia, que está na maioria das vezes, associado à realidade social do país e a total inexistência de uma política nacional estratégica para atividades de ciência e tecnologia , voltada para biomassa brasileira incluindo não só a Amazônia, mas também a mata atlântica, cerrado e alagados tornam-se fatais para estimular a biopirataria e as industrias que os patrocinam. </li></ul>
  7. 7. <ul><li>ao invés de se debater contra uma realidade irrefutável, o Brasil precisa aumentar sua competência como detentor das riquezas. </li></ul><ul><li>ditar regras e assumir o comando de um amplo intercâmbio internacional para fins de preservação e da exploração responsável da Amazônia. </li></ul>
  8. 9. <ul><li>Reportagem da Gazeta do Povo, enfoca a extensão da “biopirataria” que as empresas multinacionais farmacêuticas fazem em nosso patrimônio natural genético. </li></ul><ul><li>Um exemplo é o do  veneno da cobra jararaca que é usado no exterior para produzir remédios sofisticados, que depois importamos. </li></ul>
  9. 10. <ul><li>Em 1992 no Rio de Janeiro foi assinada a Convenção da  Diversidade Biológica , que previa direitos dos países fornecedores da diversidade biológica a participarem da renda. Os Estados Unidos não assinaram. </li></ul><ul><li>Depois em 1994  a Organização Mundial do Comércio baixou solução que revogou este direito dos países detentores da riqueza biológica. </li></ul><ul><li>As nações ricas nos impõem uma política para combatermos a pirataria de suas  ”quinquilharias”, produtos eletrônicos etc. e nosso  governo aceita isto, e pior permite que   eles possam   “piratear” à vontade  nossa riquíssima  biodiversidade da  flora e fauna. </li></ul>
  10. 11. <ul><li>A indústria farmacêutica mundial movimenta US$ 400 bilhões de dólares por ano. As nações ricas subsidiam as empresas nas pesquisas científicas. </li></ul><ul><li>Aqui fazemos ao contrário, cobrando forte carga de impostos em qualquer negócio. Não temos uma política  de investimento em pesquisa científica e daí ficamos  na eterna classificação de país de terceiro mundo.  </li></ul>

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