Successfully reported this slideshow.
We use your LinkedIn profile and activity data to personalize ads and to show you more relevant ads. You can change your ad preferences anytime.

Comandos, Permissões e Partições Linux

8,056 views

Published on

Published in: Technology
  • Essa é uma area que estou inserido, inclusive eu faço um curso muito bom sobre linux, o curso é online, ótimo pra quem trabalha na area, eu recomendo porque gostei demais vou deixar
    o link: http://bit.ly/formacaolinux
       Reply 
    Are you sure you want to  Yes  No
    Your message goes here

Comandos, Permissões e Partições Linux

  1. 1. Comandos do Linux
  2. 2. Estrutura básica de diretórios do Sistema Linux/bin - Contém arquivos programas do sistema que são usados com freqüência pelos usuários./boot - Contém arquivos necessários para a inicialização do sistema./dev – Neste diretório estão os arquivos que fazem referência a dispositivos de hardware, como discos,portas de I/O (Entrada e saída), memória e etc./etc – Diretórios que contém arquivos e outros diretórios de configuração de aplicativos, que sãoespecíficos à maquina.Arquivos de configuração de seu computador local./home - Diretórios contendo os arquivos dos usuários./lib - Bibliotecas compartilhadas pelos programas do sistema e módulos do kernel./proc - Sistema de arquivos do kernel. Este diretório não existe em seu disco rígido, ele é colocado lápelo kernel e usado por diversos programas que fazem sua leitura, verificam configurações do sistema oumodificar o funcionamento de dispositivos do sistema através da alteração em seus arquivos./sys - Sistema de arquivos do kernel. Este diretório não existe em seu disco rígido, ele é colocado lápelo kernel e usado por diversos programas que fazem sua leitura, verificam configurações do sistema oumodificar o funcionamento de dispositivos do sistema através da alteração em seus arquivos./root -Diretório do usuário root./sbin - Diretório de programas usados pelo superusuário (root) para administração e controle dofuncionamento do sistema./srv – Estruturas de arquivos e diretórios utilizados para determinados serviços./tmp -Diretório para armazenamento de arquivos temporários criados por programas./usr -Contém maior parte de seus programas. Normalmente acessível somente como leitura./var -Contém maior parte dos arquivos que são gravados com freqüência pelos programas do sistema,e-mails, spool de impressora, cache, etc.
  3. 3. Tipos de Arquivos no Linux Características; Informações; Arquivos Especiais.
  4. 4. Comandos Linux Manipulação de arquivos e diretórioscat - Concatena arquivos, exibe o conteúdo e ainda pode receber texto digitado peloteclado e enviar para um arquivo dentre outra funções. $ cat [opções] [diretório/arquivo]Opções: -b: Numera as linhas, exceto as linhas em branco; -E: Mostra um caractere $ ao final de cada linha; -n: Numera todas as linhas, incluindo as em branco; -s: Não mostra mais do que uma linha em branco. Se houver duas ou mais linhas embranco consecutivas, elas são truncadas e apenas uma é mostrada; -T: Substitui tabulações pelos caracteres "^I"?”; -v: Substitui os caracteres não imprimíveis por símbolos, exceto tabulações e final delinha.
  5. 5. Comandos Linux Manipulação de arquivos e diretóriosPara criar um arquivo, execute o comando: $ cat > nomedoarquivo.extensãoDigite qualquer texto. Quando terminar, pressione as teclas Crtl+d em uma linhavazia para finalizar a entrada de dados e salvar o arquivo.Porém o comando acima cria o arquivo e caso ele já exista, sobrescreve-o. Para resolvereste problema devemos utilizar o comando: $ cat >> nomedoarquivo.extensãoEste comando adiciona o conteúdo digitado no final do arquivo.Para ver o conteúdo do arquivo, execute: $ cat nomedoarquivo.extensãoPorém quando o arquivo é muito extenso, devemos utilizar um complemento: $ cat nomedoarquivo.extensão | more
  6. 6. Comandos Linux Manipulação de arquivos e diretóriosPara concatenar arquivos: $ cat arquivo1.extensão arquivo2. extensão > arquivofinal.extensãoVários arquivos a serem compactados: $ cat arquivo.extensão.* > arquivofinal.extensãoPara adicionar o conteúdo de um arquivo no final de outro arquivo: $ cat arquivo.extensão >> arquivo2.extensão
  7. 7. Comandos Linux Manipulação de arquivos e diretóriosmore - Mostra o arquivo na saída padrão. Se o tamanho do arquivo for maior do que onúmero de linhas da tela, faz uma pausa e aguarda o pressionamento de uma tecla (Enter,espaço ou q/ Esc) para continuar a exibição. $ more [opções] arquivoPrincipais opções:-d : Mostra informações para o usuário de como prosseguir;+num : Inicia a exibição na linha indicada no número num.-p: Limpa a tela e depois exibe o conteúdo do arquiv, ao invés de paginar o conteúdo doarquivo.-s: Junta várias linhas em branco seguidas de trechos do arquivo e mostra apenas umalinha.Exemplos:$ more +4 /etc/passwd – Inicia a exibição do arquiv /etc/passwd na linha 4.
  8. 8. Comandos Linux Manipulação de arquivos e diretóriosless – Parecido com o comando more, mas permite a navegação dentro do arquivoutilizando as setas do teclado e outras teclas. Ação more less Avança uma linha Enter Enter ,e,j,cursos para baixo Volta uma linha - Avança uma tela Espaço, z,f Espaço, z,f Volta uma tela b b
  9. 9. Comandos Linux Manipulação de arquivos e diretóriostac - O tac faz o mesmo que o cat, mas exibe o arquivo pela ordem inversa, ou seja,começando pela última linha e terminando com a primeira. $ tac [arquivo]touch – É usado para atualizar as informações sobre as datas de último acesso eúltima modificação de um arquivo. $ touch [opções] [arquivo]Se o arquivo não existir, ele é criado, por padrão. Isso faz o touch ser muito utilizado paracriar arquivos vazios, através do comando touch [arquivo].Opções: -a: Modifica apenas a data do último acesso; -c: Não cria arquivos, caso eles não existam; -m: Modifica apenas a data de modificação; -t: A data e hora a ser utilizada para o último acesso ou última modificação. O formatoutilizado é MMDDhhmm (mês, dia, hora e minuto);
  10. 10. Comandos Linux Manipulação de arquivos e diretórioscp - Abreviação de copy (copiar), é utilizado para copiar arquivos e diretórios de um localpara outro, com o mesmo nome ou com nome diferente. $ cp [opções] [origem] [destino] -b: Faz um backup de arquivos que serão sobrescritos; -P: Quando tratar de links simbólicos, copia o link, e não o local para onde o link aponta; -f: Força a cópia, sobrescrevendo arquivos no destino se confirmação. Usar esta opçãocom cuidado; -i: Pede confirmação antes de sobrescrever um arquivo; -L: Quando tratar de links simbólicos, copia o local para o onde o link aponta, e não o link; -p: Preserva as propriedades do arquivo (permissões, dono e datas); -R ou -r: Modo recursivo, copia todos os arquivos e subdiretórios do diretórioespecificado. Esse parâmetro deve ser usado para copiar diretórios inteiros; --target-directory=[diretório]: Especifica para qual diretório devem ser copiados osarquivos/diretórios especificados; -u: Copia apenas os arquivos novos. Se um arquivo que estiver sendo copiado já existirno diretório de destino, sua cópia será ignorada; -v: Mostra os detalhes da cópia dos arquivos.
  11. 11. Comandos Linux Manipulação de arquivos e diretóriosPara copiar um arquivo em um diretório: $ cp arquivoasercopiado.extensão /diretórioPara fazer cópia de um arquivo com nome diferente: $ cp arquivo.extensão cópiaarquivo.extensãoPara copiar mais de um arquivo para um diretório: $ cp arquivo1 arquivo2 arquivo3 /diretoriopai/diretoriofilhoPara copiar um diretório para diretoriopai/diretoriofilho: $ cp -r diretorioasercopiado /diretóriopai/diretóriofilhoPara copiar mais de um arquivo e um diretório para outro diretório:arquivos file1, file2 e file3 e o diretório img/ para o diretório /tmp/upload/: $ cp -r file1 file2 fil3 diretorioasercopiado /diretóriopai/diretóriofilho
  12. 12. Comandos Linux Manipulação de arquivos e diretórioscp – Cópia em modo recursivo:Copia todos os arquivos e subdiretórios do diretório especificado. Usado para copiardiretórios inteiros.Copia um diretório para dentro de outro diretório: # cp -Rv /diretoriocopiado /diretoriodestinoExemplos:Copia o diretório backup que está dentro de /root para a raiz do disco # cp -Rv /root /backup /Copia o diretório docs que está dentro de /usr/local/share para o diretório que estou nomomento # cp -Rv /usr/local/share/docs .
  13. 13. Comandos Linux Manipulação de arquivos e diretóriosCopiar Diretórios Renomeando o destino: cp diretorio-origem diretorio-destino/novo-nomeExemplos:$ cp -Rv /root /tmp/root-renomeado Copia o diretório /root para dentro do diretório /tmp com o nome de root-renomeado.$ cp -Rv /etc /tmp/etc-novoCopia o diretório /etc para dentro do diretório /tmp com o nome de etc-novo.$ cp -Rv /root/backup /backup2 (Copia o diretório backup que está dentro de /root para a raiz do disco com o nome debackup2)$ cp -Rv /usr/local/share/docs ./documentosCopia o diretório docs que está dentro de /usr/local/share para o diretório que estou nomomento com o nome de documentos.
  14. 14. Comandos Linux Manipulação de arquivos e diretóriosln – Cria um link para outro arquivo. Por padrão, o link direto ou hard link. $ ln [opções] origem [destino]-f: Força a criação do link, sobrescrevendo o outro arquivo (se possível).-s: Cria um link simbólico.Exemplos:$ln -s ~/arquivo.text /tmp/arquivoXCria o link simbólico arquivoX em /tmp, apontando para o arquivo ~/arquivo.txt. Desta forma,é possível acessar este diretório por qualquer um dos caminhos.$ln -s /bin/ls lsCria o link simbólico ls no diretório onde o usuário se encontra, apontando para /bin/ls.
  15. 15. Permissões e Propriedades de Arquivos Distinguir níveis de permissão em arquivos e diretórios; Utilizar os comandos chmod e chown para modificar propriedades e permissões de arquivos e diretórios; Entender e utilizar permissões especiais.
  16. 16. Verificando permissõesPara visualizar as permissões de um arquivo: $ ls -l
  17. 17. Permissões
  18. 18. Permissões Modo Octal e Modo Textual Textual: Nesse modo utilizam-se os caracteres: Nível de permissão Tipo de Permissão – Notação Textualu Representa o dono do arquivo r Concede ou remove permissão de leitura w Concede ou remove permissão escrita+ : Para adicionar permissão; g Grupo dono do arquivo - : Para remover permissão. x Concede ou remove permissão de execuçãoo Outros Ex.: $ chmod u+rw, g+w,o-rwx remove todas as permissões a Concede ou arquivo.txt anteriores (all) Adiciona leitura e escrita para o dono, adiciona escrita para o grupo e remove todas as outras permissões para os outros em arquivo.txt
  19. 19. Permissões Modo Octal e Modo TextualOctal: As permissões são representadas por números na base octal, onde: 4 Permissão de Leitura 2 Permissão de escrita 1 Permissão de execução 7 Todas as permissõesExemplo: 0 Sem permissão $ chmod 610 documento.txtDefine permissão de leitura e gravação ao dono (4+2 = rw), execução para o grupo (1=x) e nenhuma permissão para outro usuário.
  20. 20. Comandos Linux Permissões de acessochmod – Permite que se alterem as permissões e propriedades de um ou mais arquivos (change mode). Pode utilizar tanto a notação textual como a octal. chmod [opções] arquivo/diretórioOpções:-R : Permite que se altere recursivamente as permissões de arquivos e diretórios.
  21. 21. Comandos Linux Permissões de acessoExemplos: $ chmod +x binario.shConcede permissão de execução (+x) de binario.sh para todos os usuáriosdo sistema (Caso não seja especifícado o usuário, a permissão éconcedida/retirada de todos, equivale ao a+x). $ ch mod 711 documento.txtDefine permissão de leitura, escrita e execução ao dono e execução aogrupo e outros.
  22. 22. Empacotamento e compressão de arquivos
  23. 23. Empacotando arquivostar -O comando tar salva vários arquivos em um único arquivo .tar (em fita ou disco), epodemos restaurá-los individualmente. Seu uso é simples: tar [opções]... [arquivo.tar]Exemplos: tar -cpvf backup-2.tar /home/adilson/fotos/*Cria o arquivo backup-2.tar de todas as fotos que estão em /home/adilson/fotos. tar -xpvf backup-2.tarVolta o backup do arquivo backup-2.tar de todas as fotos que estavam em/home/adilson/fotos. tar -tpvf backup-2.tarLista todos os arquivos do arquivo backup-2.tar. # tar -jcf usuarios.tar.bz2 /home/adilson /home/gabrielCria arquivo usuarios.tar.bz2 contendo apenas os diretórios do usuário adilson e ousuáriogabriel.Se quisermos fazer um backup de todos os usuários do /home usaríamos o comando# tar -cpvf TodosDoHome.tar /home/*, por exemplo.Se uma opção longa aparece comoargumento mandatório, então a opção curta equivalentetambém é um argumento
  24. 24. Empacotando arquivos com o comando tarPrincipal modo de funcionamento:-C: Permite mudar de diretório.-t: Listar o conteúdo de um arquivo-tar.-x: Extrair arquivos do arquivo-tar.-c: Criar um arquivo-tar.-d: Comparar o arquivo-tar com arquivos atuais.-r: Anexar arquivos no fim do arquivo-tar.-u: Atualiza arquivos no arquivo-tar.-A: Anexar outros arquivos-tar.--concatenate: O mesmo que “-A”.--delete: Remover do arquivo-tar (exceto para fitas).-v: Mostra informações no decorrer do processamento.Seleção do formato do arquivo:-I, --bzip2, --bunzip2: Filtra o arquivo através do bzip2.-z, --gzip, --ungzip: Filtra o arquivoatravés do gzip.-Z, --compress, --uncompress: Filtra por meio do compress.Seleção local de arquivos:-C: Mudar para diretório.-h, --dereference: Usar os próprios arquivos, em lugar dos ligações simbólicas.--no-recurse:Não descer pela árvore de diretórios.
  25. 25. http://www.devin.com.br/tlm4/s1-comandos.htmlhttp://dailson.blogspot.com.br/2012/02/aula-de-linux-1-comandos-basicos.htmlhttp://www.guiafoca.org/cgs/guia/iniciante/ch-cmdc.html Referências http://www.guiafoca.org.br
  26. 26. Identificação de discos e partições em sistemas LinuxNo GNU/Linux, os dispositivos existentes em seu computador (como discos rígidos, pen-drives, flash, disquetes,, tela, portas de impressora, modem, etc) são identificados por umarquivo referente a este dispositivo no diretório /dev.A identificação de discos rígidos no GNU/Linux é feita da seguinte forma:
  27. 27. Identificação de discos e partições em sistemas LinuxAbaixo algumas identificações de discos e partições em sistemas Linux:/dev/fd0 - Primeira unidade de disquetes./dev/fd1 - Segunda unidade de disquetes./dev/sda - Primeiro disco rígido na primeira controladora SATA ou SCSI./dev/sda1 - Primeira partição do primeiro disco rígido SATA ou./dev/sdb - Segundo disco rígido na primeira controladora SATA ou SCSI./dev/sdb1 - Primeira partição do segundo disco rígido SATA ou SCSI./dev/sr0 - Primeiro CD-ROM SATA ou SCSI./dev/sr1 - Segundo CD-ROM SATA ou SCSI./dev/hda - Primeiro disco rígido na primeira controladora IDE do micro (primary master)./dev/hda1 - Primeira partição do primeiro disco rígido IDE./dev/hdb - Segundo disco rígido na primeira controladora IDE do micro (primary slave)./dev/hdb1 - Primeira partição do segundo disco rígido IDE./dev/xda - Primeiro disco rígido XT./dev/xdb - Segundo disco rígido XT.As letras de identificação de discos rígidos podem ir além de sdb, por exemplo, caso utilizepen-drives, memória flash, as unidades serão detectadas como sdc, sdd e assim por diante.É importante entender como os discos e partições são identificados no sistema, pois seránecessário usar os parâmetros corretos para montá-los.
  28. 28. Montando (acessando) uma partição de discomount – Usado para acessar uma partição de disco. mount [dispositivo] [ponto de montagem] [opções]Onde:dispositivo - Identificação da unidade de disco/partição que deseja acessar (como /dev/hda1 (disco rígido) ou /dev/fd0 (primeira unidade de disquetes).ponto de montagem - Diretório de onde a unidade de disco/partição será acessado. O diretório deve estar vazio para montagem de um sistema de arquivo. Normalmente é usado o diretório /mnt para armazenamento de pontos de montagem temporários.Opções: -t [tipo] -Tipo do sistema de arquivos usado pelo dispositivo. São aceitos os sistemas de arquivos: ext2 - Para partições GNU/Linux usando o Extended File System versão 2 (a mais comum). ext3 - Para partições GNU/Linux usando o Extended File System versão 3, com suporte a journaling. ext4 - Para partições GNU/Linux usando o Extended File System versão 4, com suporte a journaling.
  29. 29. Na maioria das vezes, caso o sistema de arquivos não seja especificado, o mount utilizará aauto-detecção e montará a partição usando o sistema de arquivos correto.-r - Caso for especificada, monta a partição somente para leitura.-w - Caso for especificada, monta a partição como leitura/gravação. É o padrão.Caso você digitar mount sem parâmetros, serão mostrados os sistemas de arquivosatualmente montados no sistema. Esta mesma listagem pode ser vista em /etc/mtab. Aremontagem de partição também é muito útil, especialmente após reparos nos sistema dearquivos do disco rígido. Veja alguns exemplos de remontagem abaixo.É necessário permissões de root para montar partições, a não ser que tenha especificado aopção user no arquivo /etc/fstabExemplos de Montagem:Montar uma partição Windows (vfat) de /dev/sda1 em /mnt somente para leitura:mount /dev/sda1 /mnt -r -t vfatMontar um pen-drive detectado em /dev/sdc1 em /mnt:mount /dev/sdc1 /mnt -t vfatMontar uma partição DOS localizada em um segundo disco rígido /dev/hdb1 em /mnt:mount /dev/hdb1 /mnt -t msdos.Remontar a partição raíz como somente leitura:mount -o remount,ro /Remontar a partição raíz como leitura/gravação (a opção -n é usada porque o mount nãoconseguirá atualizar o arquivo /etc/mtab devido ao sistema de arquivos / estar montadocomo somente leitura atualmente: mount -n -o remount,rw /.
  30. 30. fstab O arquivo /etc/fstab permite que as partições do sistema sejam montadas facilmente especificando somente o dispositivo ou o ponto de montagem. Este arquivo contém parâmetros sobre as partições que são lidos pelo comando mount. Cada linha deste arquivo contém a partição que desejamos montar, o ponto de montagem, o sistema de arquivos usado pela partição e outras opções. fstab tem a seguinte forma:Onde:Sistema de Arquivos: Partição que deseja montar.Ponto de montagem: Diretório do GNU/Linux onde a partição montada será acessada.Tipo: Tipo de sistema de arquivos usado na partição que será montada. Para partiçõesGNU/Linux use ext3, reiserfs, xfs (de acordo com o tipo de partição selecionada durante aformatação), para partições DOS (sem nomes extensos de arquivos) use msdos, parapartições Win 95 (com suporte a nomes extensos de arquivos) use vfat, para unidades deCD-ROM use iso9660.
  31. 31. Desmontando uma partição de discoUtilize o comando umount para desmontar um sistema de arquivos que foi montadocom o mount. Você deve ter permissões de root para desmontar uma partição.umount [dispositivo/ponto de montagem]Você pode tanto usar umount /dev/sda1 como umount /mnt para desmontar umsistema de arquivos /dev/sda1 montado em /mnt.Observação: O comando umount executa o sync automaticamente no momento dadesmontagem, para garantir que todos os dados ainda em memória RAM sejamsalvos.
  32. 32. Comandos de redeWho: Mostra quem está atualmente conectado no computador.Este comando lista os nomes de usuários que estão conectados em seu computador,o terminal e data da conexão. who [opções]Onde:-H, --heading - Mostra o cabeçalho das colunas.-b, --boot - Mostra o horário do último boot do sistema.-d, --dead - Mostra processos mortos no sistema.-i, -u, --idle - Mostra o tempo que o usuário está parado em Horas:Minutos.-m, i am - Mostra o nome do computador e usuário associado ao nome. É equivalente adigitar who i am ou who am i.-q, --count - Mostra o total de usuários conectados aos terminais.-r, --runlevel -Mostra o nível de execução atual do sistema e desde quando ele estáativo.

×