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INICIAÇÃO A0 VIOLÃO - VOLUME II

ÍNDICE
 

Prefácio . ... ... ... ... ... ... ... ... ... . . .

Conceito de Técnica . ......
INICIAÇÃO A0 VIOLÃO - VOLUME II

PREFÁCIO

 

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CONCEITO DE TÉCNICA

u conjunto de elementos estudados, 
l -  j:  desde os primeiros conceitos aos de

' maior elaboração,...
INICIAÇÃO AO V| OLAO - VOLUME II

RELAXAMENTO

 

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violonista rtoinpreentle uma s...
INICIAÇÃO A0 VIOLÃO - VOLUME ll

COMPOSITORES

 

 Nasceu em lvlattsce,  Áustria,  em 1.781 e morreu Viena,  em 1.858. Foi...
iNiciAçÁo A0 VIOLÃO - VOLUME II

FRANZ
XAVIER
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INICIAÇÃO Ao VIOLÃO - VOLUME Il

 Nasceu em Bolonha,  Italia,  em 1.781 e morreu em Viena,  em 1.829,
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Estudo em Sol Maior

13
Ferdinando Carulli
(1770-1841)

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Andantino
(0p.35)

Femando Sor
(1778-1839)
Femando Sor

22
24
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25
Allegretto Scherzando

Niccoló Paganini
(1782-1840)

28
Escoccsa

(0p.33 ii"| )

29
Johann Kaspar Mertz
(1806-1856)

30
Adágio

Johann Kaspar Mertz
1806-1856
O O
Noite Feliz
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Henrique Pin/ n

(1 787-1863)
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35
Folclore brasileiro
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Olhos Negros

 

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Estudo em Re' Menor

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9)

Allegretto
39
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Andante Cantábile

(0939)
Bourrée
Courante

Ernst Gottlieb Baron
(1696-1760)

44
Francisco Tárrega
46
47
Napoleon Coste
(l 806-1 883)

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Monferrini

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Heinrich A.  Marschne
(1795 1861)

Andante
Bourrée

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Nocturne

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lNlCIAÇÂO A0 VIOLÃO - VOLUME ll

 

BIOGRAFIA DO AUTOR

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Henrique Pinto iniciação ao violão volume 2
Henrique Pinto iniciação ao violão volume 2
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  1. 1. .vxqmunumwu_pL_ . p g . Í . 4 4 (í. ..! ... i( 1.4.¡ 01;. 42| 4 1 . . i4 . ..r _s__n. .vsw. .sâk. .,. wa axa# q . Wnsrw . Ú. . .m1 Í( 14.6.41.. .FuN/ N 446m4.. . 40944.1 : Cwlttbtü . .Í . ... .,. .,. _. . e Nm. ..wcw. _.. ,nv. ,.w, g,- w_ à , àâãwpüempü. .x . .,.3.. ,.. .a, à›m___. ua. & o v. «rt mvmmíu Wiki. ? , i.› . k s. . b» ›a v N 9 l. r r › indu¡ ro ÍÚHENHJIIHHHIIHIÍÁHÍHIHIPIHYHIMTVH¡ . kl «Marian v¡ ÍUÍ. Il›NIÍAXH. 'H| I›II1ÔANÍHIÍD§HW'H, IIWHHKKJ. Ê, l k . _VJ . n.1,, .m. s» q. › . a . . _n_ É. .a _. . . .a . .u . s . a . s. . a . o . as. .a . ..d ›.1ÀÍ, Í1ÂHV'ÁÇ1Â1A' . .._ñ. ... ..o. .., d s. .a d sua? .. ¡.. ... . . d . a, . c. úJ. .. . o . m, . d . ... í.› J à
  2. 2. INICIAÇÃO A0 VIOLÃO - VOLUME II ÍNDICE Prefácio . ... ... ... ... ... ... ... ... ... . . . Conceito de Técnica . ... ... .. Concentração. .., Relaxamento Leitura à primeira VlSt'. Compositores . ... ... . . . Biografia do autor Obra - Compositor Estudo em Sol Maior › Pkrr/ /nuizr/ o Cam/ lí . ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... .. 13 Valsa (Op. 121 n° 1) - Fe/ 'r/ ¡nunz/ o Clan/ Ill. . . ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... .. . . 14 Minueto › jabann Philipp Krieger' . ... ... ... ... ... .. Andantino em Lá Menor ~ Vmíi/ Ia/ ¡t/ o CkJIn/ li. ... . Valsa - Mallet¡ Carrara' . ... . . . Andantino (Op. 139 n° 1) › ! Vin/ rm (indian/ l. Iãscocesa (Op. 33 n" Õ) - Ami/ nn (i/ n/¡nn/ .. ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... .. Andantíno (Op. 35) - Fernando . Sina Estudo (Op. 60 n” 5) - Fernando . Sínz. Andante (Op. 35) - Fernanda . lar . ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... . . . Mazurca - [Tan/ rima Rora/ no/ u.. .. Rondó (Op. 241) - Few/ inunda (Jam/ ü Allcgrelto Sehcrzando - NÍLTÚ/ Ô Pagn/ ¡ín/ .. ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... . . . Escoeesa (Op. 33 n” 1) - Mun/ n (i/ núanz' Canção (Op. 9 n" 4) - jo/ mnn Knrju/ r/We/ if Adágio - jabann KamarÀ/ Ieiig . ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... .. . . Noite Feliz - Fim/ g Xu/ rer CIM/ bw' . ... .. Prelúdio (Op. 39) - / ln/ on Din/ zc/ /z . . A casinha pequcnlina - Fala/ ow l3¡u¡¡/ r// o.. ... Olhos Negros - Canyão Rum¡ . ... ... ... ... ... .. Estudo em Ré Menor - Ala/ nv (int/ Jazz (lapricho - Mann) Cínlian¡ . ... ... ... ... ... ... ... . . . Andante Cantábíle (Op. 39) - / In/ on Diulm/ /j Bourréc - CrzfBe/ genm. Courante - ¡ir/ u! Gol/ lúh lia/ nn Nlêllílgllcñíl - Fun/ rim) Tzínrçgr/ .. ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... .. -- Barcarola - Napo/ eãn (Íox/ e . ... ... ... ... ... ... ... ... ... .. . . lr1onlerrini (Op. 12 n” 9) - / Wu/ /m (Jul/ uni . Bagatella (Op. 4) - Hein/ ich Ang/ nel Àla/ It/ Jziriz. .. Bourrée - Gang Fríad/ ívr/ e l Inn/ lvl . ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... . . . _ Nocturne (Op. 4 n° 2) -jobnnn Kumar/ Wen; .. ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... .. , . 52
  3. 3. INICIAÇÃO A0 VIOLÃO - VOLUME II PREFÁCIO x_ err/ Jo elaborando a ideia de complementar men primeiro / itrro Inuiação ao Violão rom obras de nível ç_ , ~ ternzeo e compreensão muszeal . semellrarztes Pensei em refazer o pruneno lrrro, mas lena pratrranzente que l ›. elaborar outro rom um oo/ nme exagerado de peras, repaginar, ro/ orar noros tomei/ os, enfim, tri/ bar um eaminbo totalmente diferente de quando o fnalizei. Creio que afórntula (ÍÍKlIÍ/ Ítrl do nabo/ bo realizado no iniciarão ao V tokio (a seqüência dos exereleios, a intenção de as obras . serem pngressioas' e, tar/ Ibero, :tirando nzanter o interesse do aluno por meio de uma linguagem de facil compreensão e uma / trniea atessíoe/ ao estágio em que se encontra) traz uma certa clareza e, eonseqiierztemente, uma erro/ terão natural, fxando este estagio no estudo do instrumento. O primeiro estágio, somo e onde sen/ or, valoração das mãos e prínreiras leituras) eompreende o desenvolvimento paralelo das memórias musarbrr e visual. O repertório apresentado neste segundo volume, se estudado rom tri/ trio, ira' embasar nooas estruturas que possibilitarão o estudo de obras mais romplexas e de maior dJiat/ dade, ton/ o as de Heitor Villa-Lobos (Suíte Popular Brasileira e Preludios), Antonio Lauro, joão Pernamburo, Di/ er/ nazu/ o Reis, l 7ernando Sor, lltlauro Giuliani e outros, considerando sempre suas obras de tlzfiarlrlarle média. Ao apresentar um material mais extenso, ten/ Jo como meta também a pai/ ira da leitura a prinreira ttlJ/ tt. /l rapida deeodtfiração do ródzgo nzusieal aplieado ao instrumento e' um processo romp/ exo e . somente a pra/ ira contínua eapaeita o aluno para o frabalbo com obras de maior porte. Este volume contém exercidas de técnica isolados, como esta/ err, arpe/ os, ligados e sal/ os. Conrpreendo que se foren¡ respeitados os princípios basicos do primeiro estagio de como se . sentar, eo/ otruão das mãos, nãoozpe/ ição de (let/ os da mão direita, o desertoolnimento do aluno oeorreró deforma natural e os resultados . serão mais eonmerzsadortrs Os exereítios de tee/ tira realizados em uma fase initial não trarão n/ aio/ es bene/ idos de tlt'. "t'tII't)lI'lttIt'Il/0 nrerdnieo, n/ as a ordem do repertório, sua linguagem mnsieal e tie/ tira _farão com que o aluno man/ entra tons/ ante interesse (interesse = afetividade), que . sem o qual (Wei/ mente matt/ mí assiduidade no estudo do instrumento e sua eonseqiietzle erro/ terão. Í 'l enriaue Pin/ o rtonernbro de 7999
  4. 4. CONCEITO DE TÉCNICA u conjunto de elementos estudados, l - j: desde os primeiros conceitos aos de ' maior elaboração, como obras com estruturas mais complexas, vai proporcionando ao longo do estudo do instrumento maior dominio mecânico e conseqüente elaboração sonora, transformando a obra a ser tocada em algo "interpretado", com as nuances dinâmicas de um "intérprete". fi claro que toda peça musical possui uma estética, seja uma simples obra para iniciante, uma Suíte de Bach, um Estudo de l-Ieitor Villa-Lobos ou uma Sonata de compositor do século XX, mas essa estética está ligada a compreensão da estrutura da obra e o ambiente sonoro a ser criado depende de fatores mecânicos do intérprete, sua intimidade com <› instrumento. No caso do violão, depende de seu trabalho de mão direita, pela Criação de todos os matizes próprios do instrumento, caracterizados pelos vários ângulos de ataque e tipos de toques, e sua mão esquerda, pela utilização ou não de vibrato nos momentos de maior ou menor expressividade. Não podemos definir técnica como "o fato de o violonista possuir maior ou menor desenvolvimento mecânico", mas podemos sugerir que seja o "domínio da precisão e o controle de todos os fatores sonoros que podem surgir durante a execução de uma CONCENTRAÇÃO oncentrar e converjgir ou centralizar toda a atenção para um mesmo L a! ponto. No momento em que estamos estudando uma detenninada obra, todos os aspectos que a envolvem, como dedilhado (da mão esquerda e direita), rítmica, fraseado, os vários timbres e andamentos só terão resultado se tivermos toda nossa atenção lNICIAÇÃO AO VIOLÃO - VOLUME Il obra”. Quanto maior o domínio da mecânica do instrumento e o número de audições de intérpretes de primeira grandeza, sejam eles violonistas ou (mtros instrumentistas, maior mobilidade tera o músico para compreender toda e qualquer linguagem e tocar com maior fluência. Podemos chamar de "mobilidade reversível” o estagio de maior' controle técnico juntamente com a memória auditiva adquirida e a compreensão do texto musical estudado. Todos esses elementos formam o conteúdo da "inteligência musical”. Partindo do pressuposto que "inteligência" não e uma "faculdade" e, sim, uma "forma superior de organização", quanto maior o número de componentes adquiridos, maior organização e mobilidade. Nesse estagio, o interprete tem condiçoes de adaptarrsr' mais facilmente as obras com as mais diversas linguagens, pois possui uma experiência que permite tal mobilidade. Portanto, "inteligência musical" é o estado de equilíbrio a que tendem todas as estruturas: desde os princípios mecânicos, toda a gama sonora inerente ao instrumento, a memória auditiva adquirida e todo o conjunto de elementos para a analise de uma obra. Assim, resumindo esta pequena tese, podemos fazer a seguinte analogia: 'l'I'i(ÇN1(I/ I lN'1'|3Ll(§liiN(II/ MUSICAL voltada para esses detalhes. listar disperso, somente Lledilhando as notas, é um desgaste de energia muito grande, não trazendo o resultado final desejado e, portanto, obteremos apenas uma "mc1norizaçã(_› muscular” da obra. () controle total de determinada peça depende do fator “concentração” para que haja uma plena assimilação.
  5. 5. INICIAÇÃO AO V| OLAO - VOLUME II RELAXAMENTO F'r'“7"*§t›el<› o processo de evoluçao do violonista rtoinpreentle uma serie de 4 - Cldl)d§ LILIC IHU) USÍLLIIHIVIH' L' l-OLIIIHI' () futuro músico. Desde os ¡ârimeiros elementos, como postura do corpo, contato com o instrumento, postura das mãos e leitura das primeiras notas, requerem uma certa atenção, para posterior assimilação e liberdade de realização. 'lodo esse processo causa uma tensão inicial, mas quando assinailadr) e incorporado vai gradativamente libertando o ato de tocar, tornando-o natural. / técnica de um instrumento sempre é desenvolvida para se conseguir o naáximo de resultado com o mínimo de esforço. Para alcançar este estágrio devevse observar: postura (colocação da musculatura e coluna vertebral, permitindo o mínimo de tensão e sem forçar a postura natural), soltura dos ombros, estar com os músculos faciais e pescoço relaxados e a mente tranqüila. LEITURA PRIMEIRA VISTA ' decodificação de um texto musical e ; na sua tradução imediata para o -- 45v -instrumento é um estagio de liberdade, pois resolvemos com agilidade este primeiro momento de contato com uma obra, para em seguida trabalharmos seus detalhes inerentes. / pratica da leitura à primeira vista deve iniciar-se com peças simples em que ainda não haja conhecimento de sua linha melódica e harmonia, t) estudo por muitas horas ininterrupI-. Is leva ã exaustão, deve4se estudar por ¡Iienos tempo e com mais concentração, no maximo meia hora a cada periodo de estudo e em seguida levantanse para mover todo o corpo Como o trabalho com o instrumento naturalmente leva a uma certa tensão, aconselho a fazer alongamentos nos músculos das costas, ombros, braços e dedos, antes e depois do estudo. O relaxamento deve ser um comando de dentro para fora do corpo, a consciência da tensão ou relaxamento deve fazer parte da natureza do estudante. O repertório deve ter uma dificuldade progrressivat, tanto em linguagem técnica como musical, uma mudança brusca de um estagio de Lliliculdzrde para outro muito acima do limite de realização causa desnecessária tensão e perda de confiança em seu potencial de trabalho musical. lentamente e sem interrupção do início ao fim. líste processo deve repetir-se algumas vezes, ate que se consiga ler com certa fluência. lri importante não decorar, pois não é esse o objetivo. Peças de compositores classicos de violão como Mauro Giuliani, Ferdinando Carulli, Matteo Carcassi, liernziiiclti Sor, Dionisio Aguado e outros do mesmo periodo são excelentes para este trabalho.
  6. 6. INICIAÇÃO A0 VIOLÃO - VOLUME ll COMPOSITORES Nasceu em lvlattsce, Áustria, em 1.781 e morreu Viena, em 1.858. Foi aluno de j. Haydn e professor de piano e violão, lira editor e amigo de músicos como llectliovc". Schubert e Mauro (Iiiilizini, Sua produção musical abrange ohras para piano, flauta, opcretas, cantatas e missas. Para violão, lcgou diios itom piano, flauta e violino, mas suas ohms maiores para este instrumciiti) são três sonatas, editadas conjuntamente, Nasceu em llreslau, Alemanha, em 1696 e morreu ein Berlim, em 1.760. Alaiudista, ficou Famoso como musicólogo, compositor, *além de ter criado GO I | um método para o estudo do sistema (lc notação (lo alaúde e (la tiorha. l70i contemporâneo de S. L. Weiss, mantendo semelhança com as composições (leste autor. Nasceu em Nápoles, ltálizi, em l 770 e moiri-ii em Paris_ em 1.841. Pertenceu ao período ile ouro do iriolai) e produziu uma extensa ohta, todas (lcdicailas ao violão. Seu trahalho ('Sl('|1tl('›SC ate' o (l/ wr 353, com (luos, trios, qiiartelos com as mais variailas umihiiiziçoes, inclusive um conceito para violão c oiquestrzl. Sua ohra mais laiiiosa é o lili/ rula Camp/ eli¡ [mm Via/ ão, iniiilu iililizziilii i-in : :ua <"¡ii›i“, i, ruin-i iwliiiliis lillltl" são ali'- liiiji~ iinia roli-iôiiiia ¡iara a evolução ilo liliiiio. Suas ohias mais itoiiiplexiis c sii-, iiiliratixrzis são as (lt' camara, pill! ! possuem a i-siólira ila chaiuailzi "músii ili' s; ao": Ligeis e com uma lllly_llzl_t'_t'lll lcvi'. Nasceu em ll: ll'l't'lt)tl'. l, lispaiilizi, t'll| IÃ/ 'Zll t' iiiniii-ii ('I| l | 'aii. ~', ("Ill 1.8.3”. (Âertaniiriite, o compositor (lo período c ' sim (ll) violão, t-. imlním irliziinailo (lC ¡ivríoilii lll' ouin, (l(' tilaiiii' iiii¡iiiiIÍiiii ia. Íliizi iiliia ; iliiaiiigi- llt"-tl(' ÚIICHIN_ lulõs i' música (lc câmara para Varios l| l.'lIlIll| t“I| lt). ", ciiiii-Iaiito, liitou liiiuoso POI' sua ohra viiili›iiíslii'zi. Suri¡ ('tIllSitlt'| ".ltl| 'V o "llt-i-tlimi-ii (ltI iviolño”, pela teriiiivt t' alto nivel qualitativo ('lIl[)t't'y_'. I(lUS ("III suas lÍtHIIIIHSlÇtKKK'. Seus ('SlIllUS, SUIILIHIS laiilzisias, canto e xríiilño, ten s: (Ít mi iraiiiiçiívs' e iluos t'I›Il$lllll('lIl a Iotziliilçiile (lc tlH'. pu¡ / iiilii'-: .il'›'_i1'l'. I l'. I'/ .t'| II paili- ilo ii-pi-ilfiiio tlt' todo ci iiicerlisla e : is Vzníup7ni . nn/ ur um ! mm rlz Alugar! ap. 9 é uma ilas peças l', 't'l'lll'. ltlll'x' (lt"1lt' prríoilo_ (7 IM» / 'Iírmunnignuwn/ ryv_ H i'~ iliis' mais* 'êiyjlllifílllWls' para ilois violões. l". ii'a (txccutai a inúsiizi Sor_ . ilí-iu ill* um pleno i: oii| ii~ciiiieiiti› (la iõitiiica, o violonista (lvvcitl possuir um i-inlusziiiii-iitii mi , 'al para a compreensão ilir sua olmi. Fernando Sor teve infliiônitiai (le Mozart e llayilii, mas possuía uma Forte personaliilaile que caracterizou sua ohra. : :ua i›| ›i. i ( ls i'll Ifi/ /n/ m ll'V l mico s( . sala fstvtlllt. 15|( (JÍIIIINL-tlill. AlHIIIIN (liltlllh iiilliiilii. ili/ i III ipi( ltll excelente violonista c organizador de concertos. Participou ile um (lLlH com o celehre hanilolinista Ten'. axa_ com qui-in realizava concertos pelos principais países (la Europa. VIVCU no século XIX.
  7. 7. iNiciAçÁo A0 VIOLÃO - VOLUME II FRANZ XAVIER GRUBER GEORG REEDRICH HANDEL GRAF ISEKGEN IIEI NRICII AUGUST MARSCIINEK J OIIAN N KASPAK MEKT Z JOHANN PHILIPP KRIEGER MATTEO CAKCASSI N: 'ceu em Llirtciweizlrcrig, Áustria, em l.7tl7 e morreu ein l lalleiir, em l llfrÍl. l"i›i tltrirtiri' ili: i'i›i'tr l' aiiliri' ila . x11. lrri: .Wi/ /u Nau/ H (Nuit: l'L'/ z'¡*), Lltrc [in cirinpirsta para (luas vozes e violão. Nasceu em l lallc, Alemanha, ein 1.685 e morreu em londres, em 1.750 Foi o cirmpositor mais importante de sua época, jirntairrcnte com j. S. Bach Sua irlrra : ilrr-. riige desde (Speras, oratóritrs, concertos, rliversos tipos de cirnjuntos, nrúsica religiosa, para (rrgão, 'ravo, cirfim, muitas possihilitlades. Sua ohra mais tiririosa é o irraiório t) . Hr-unir. Não possui obras (rrigiirais para violão, entretanto as composições ¡rzira (rrgão e cravo são transcritas para um e (lois violñirs Não tiri eiiroirtraila referÔIrUiLi Irioiginiliea sobre este compositor. l'l(›Vi| ''lIlI('l| fl7, ¡reiti-iiic . io . si-i iilo . 'Vl| |. flar-teu ein i/ .ittau, /li~rrr. rirlr; r, i-rii lÍ/ 'Jfr t* ltlt)ll'('| l ein llaniiovei', ein 1.861 I-'iri iliieiirr' da i3peia de Dresileit e irraesiiir de capela em llannirver. (Ioinpôs l)t'I| |I('II: IS olrias para viirlair i- loi iirii iliu. “lillltlPS H'|7I'L'. L'I| Í'r| ||l('ti il. t opera romântica, Svlttltlãllllllflt)L'llll(''l('l1k'l'(É '"ay, itei'. lí ; tutor dc l(r (rperats. flasaeir ri. i lluiijgiia, HH Llllltr e irrirrreii ("Ill Viena, ein l. ll5(r. Prirlilicir composiioi- e cxcelcittc Vlttlülllslzl. Viajirir por ijuase irrita liuropa rcalizairilir ronri-itirs. “ruas t't| lll| )t)$lI, 't~tt'S air iiiiriri-r. iil. rs ati" ir (l/ wi IHU. Atiralinenti: t'. l'. l sendo red 'UlJCll(J, sua olrni e esecirt-. ula e 5ravad. t por todos os grandes irioliriiistais. Possui irma lingiiaigeiii jrartii'iil. ir, HPfUXlIlllUSC do romantismo, juntamente corri lüziiicisco 'l". iiiey, '.t. Nasceu em Nlll'ctlll)t'l]_j, Aleniaiirlra, em 1.o 1*) e morrer¡ neste mesmo país em Veissenfelag em 1725. Firi maestro de czipela por Ljuarenta e cinco anos em Weisscnfcls, onde compôs izantziizis, peças [rara órgão, cravo e música para inúmeras composições camcrístiiras. Possui : iproxiinailamente 2000 obras. Nasceu em lãoreirça, ltírlizi, em 1.792 e morreu em Paris, em 1.853. Sua olmt tnais significativa c' o Ali/ mio 0/7. 59, seguido dc seu 25 [Errar/ or / lle/ ór/ ilvr a Pnrgmrrziwr 0112.60, que é o complemento de seu método, Foi o tralralho didático mais bem elaborado de sua época, sendo ate hoje largamente utilizado. Com irma eirgeiihosa jreilagirgizi, vai gritdxitntaiireirie elaborando seus exercicios e ¡reijuenars ohms, de irraneiia que mantém o 'aluno sempre interessado no estudo do violão. Seus trabalhos de maior ilitrcirlilaile técnica irão (lespertirin o interesse do coircertista ou ; rliiiro adianiziilo, por não possuírem¡ irma i. i›iistiiic; itr mais clalririaila. 10
  8. 8. INICIAÇÃO Ao VIOLÃO - VOLUME Il Nasceu em Bolonha, Italia, em 1.781 e morreu em Viena, em 1.829, lísturlixu inicialmente violino e flauta e posteriormente se dedicou somente ao violão. Sua obra abrange desde as solisticçis, de câmara e concertos. Traduz a estética do músico de sua época, obras virtuosísticas, e nas de maior extensão aproveita todo o potencial do intéiprete, (tom um (liscurso nlllSiCâll brilhante e vigoroso. legou ao violão um imenso traballio didático que permanece sempre atual por cumprir seu objetivo pedagógico. Papi/ lar¡ 11/7, i7), :is séries Mn/ yêmízie . Simggtri lazem parte Ll('SlC traballio, Podemos citar o Canter/ o ap. 30, que constitui o repertório de grandes intérpretes, as Rn. i.ríníana, r, / l/¡cr/ mz¡ np_ 67, (Jum . Ynmz/ z¡ ! Étnica np. NI), Vankzyõer rob/ t 11m Uma de line/ ide! r». I 07, como obras de grande fôlego (leste imenso li-¡çtdo lll' tnais de 30H olnas. › Nasci-ii na liiaiiça, i-iili Llltlo P! l| ll| ll('| l|! ll''It' i'm-sinta ¡viís viii HUB | "oi up¡ io'. ii-pii-svntzlillrs (o tj 'II rumo ltI 'It)LIt| tiiiiipii-: iltii ioiii . iiiipii COSTE ronlivcitiiviitti tlt' inúsit , lqgou ao violão uma extensa obra, riilminaiitlo ioiii ': i'ii~: 74' lÊi/ ¡zz/ ¡ii u/ i, 7h', lli-vi-; iiii ii ; Iinpliiiii o iiiiiloilo (ll' 59m_ tia/ multi novos ronreilos a iliilaIir-. i do Villlllt) Iii¡ o ¡iiimi~iri› a Imnscri-vi-i' para o violão (l(' seis roiilas a obra (l(' Rolwil ili' li-: tiin Wrioo tllll violão di' svti- itoidzis, para o qllíll escreveu muitas peças. Sua obra maior (t injustamente ri-li-igziila pelos coiicertistas, i-iicoiilizi w t| |lzllildllvalllflllt' no int-suit» lli't'l ilzt oliizi de Fernando Sor. Na, eu cm (iêiiova, ltálizi, em 1.782 t' lllt)l'l'('ll ("Ill Nice, em 1.81M). Reformulou a técnica violinísticzi, tornando-se uma verdadeira lenda como irírlno_rí. Aprendeu violão com seu pai, que era um armador e legou para este instrumento um imenso repertório, desde peças solo, incluindo o Viülñü em ; grupos caincristicos, cii1 (luos, trios t' tlllãll'l('ll)*§ Sua tibia mais liimrisni p' a violão é a Gram/ e . Faria/ a em La' ! Maior em três movimentos, que foi escrita originalmente para violão com : icompanliainentii de violino, mas normalmente somente a parte do violão i¡ executada. Juiitaineiiti- com Dionísio Aguardo, Napoleon C me_ Mauro Giuliani e Fernando Kor, representa o llférkülllílllllSllKj do violão. B( 11
  9. 9. Estudo em Sol Maior 13
  10. 10. Ferdinando Carulli (1770-1841) 14
  11. 11. Minueto r V' t FJ . l al @idkrtllii rrl r abel? J ulÚJ: Ja s-: : iii r r licor r lr *Ver rir i
  12. 12. Ferdinando Carulli
  13. 13. Gracipso (0p5l ii' 17
  14. 14. éltllü, f a , jf " ~ t Valsa 3 El . : éjlhlltgpi ll âlilliiss ilQJNU 5 -e e lili 1 z FF. ; 'e 3 f Fine 1h15” í
  15. 15. Andantino (0p.139 n°l)
  16. 16. Es cocesa (Op.33 n°6)
  17. 17. Andantino (0p.35) Femando Sor (1778-1839)
  18. 18. Femando Sor 22
  19. 19. 24
  20. 20. i' "vwir 7 v. _V ' f: . 7 v r ir_ r 1 r _¡ l). C. al Fine 25
  21. 21. Allegretto Scherzando Niccoló Paganini (1782-1840) 28
  22. 22. Escoccsa (0p.33 ii"| ) 29
  23. 23. Johann Kaspar Mertz (1806-1856) 30
  24. 24. Adágio Johann Kaspar Mertz 1806-1856
  25. 25. O O Noite Feliz / lf "" "i"_ lll'l| |'/ . XiiverGruber Henrique Pin/ n (1 787-1863)
  26. 26. í &IÉÍÊÊÉ 7 1 É - . S âãg%ãi : às# _, . ? à ? É
  27. 27. 35
  28. 28. Folclore brasileiro fieuriqiie Piiitu
  29. 29. Olhos Negros ã m 'll _.53 _Ê-; J j à 2 plrivosso 'lr i ll 41K¡ 7- " j J “C2 »FP J i: t bl l; t” i T F 7 ~1 J vl- 812-1 - - J “l ia c »rg-i- T “gl *ill j! 'J J (Tile. ,NJ R É J 37
  30. 30. Estudo em Re' Menor l 9) Allegretto
  31. 31. 39
  32. 32. @sacas e t-
  33. 33. Andante Cantábile (0939)
  34. 34. Bourrée
  35. 35. Courante Ernst Gottlieb Baron (1696-1760) 44
  36. 36. Francisco Tárrega
  37. 37. 46
  38. 38. 47
  39. 39. Napoleon Coste (l 806-1 883) 4B
  40. 40. Monferrini (()p. l2 1i"9) @luis e v l - l f. %n<1iiJ"*1i1 m: m a i @w f' 7 : - _í ri”. - f' m -. , F' f' 7 (t2 “a ; l- -iv-tmi g4 o - é ll' É- ll __ ~ . , M; 3:; 7 l; à . , 13 i 2 l 3 o 2 dtãoJ p das_ _ c, fig ; ;-. ¡- i: É. . t. r. r à# : J z : H 49
  41. 41. Heinrich A. Marschne (1795 1861) Andante
  42. 42. Bourrée . ,'Í, ,_', l3Í. .Í2 2d: - r r f' E f r F t” ã F gw 1 lim »ls-MJ- 'eu 1m ¡m7- w; - * -' : ir-s: a * * r - ~ - s Fiiiíii
  43. 43. Nocturne (Opxi m2) Andantino '52
  44. 44. :z C : _”_Í _ÍÍMi-; A _ . _ e f_ lr a (511 m li aí z,
  45. 45. lNlCIAÇÂO A0 VIOLÃO - VOLUME ll BIOGRAFIA DO AUTOR nsvzímsr-zvs' enrique Pinto iniciou sua formação musical em l95-l com Sérgio Scarpiello, estudando ein sttigiiiila com Alanoel São Arlarcos, (Iarlos liarliosit Lima, Jose 'lliomiiz (Santiatgi) ilc (Íoinpostela-lÃspanhzi) e Alicl (Íarlevaro (Uruguai) e iariitoiiiit, coiiltzipoiito, ;iiialise e iiiteipretaç: iii com tiiiiilu Saiitfirsola e l'larii› Picarelli. Sua tiajctfiria ciiiiiii prol nt' ii liaritzittli: iczslrli” (las Artes de São (IacI. iiiii ilo Sul, (Íoiisi-i'v-atorio l”lllSlt'. Il lSrooldiii Paulista. Postcriiirini-iilt', l'(“('('l)(' o título "Ni›ti'›rii› Salim”, (“N| H'tlltl¡I ¡irlo AllÕC_ por situ curriculum como solista t' it-. iini-rist. i, passauilii -a ltffltllllll' i-m tiiciilil-. idcs, como no instituto Normal di. : Nliisica, l"; ii'iilil. iile l'l(›'/ .¡Il'l('tlll1 di: São Paulo e São _litdas 'l'adeti. Atiiiilineiitc, leciona na l*'t/ lil-l"llU, lilsirol-. i hllllllclpzll de lvlúsica e ministra 'aulas tjarliculares. lt'. convidando para lecioiiai' em cursos de terias ein Porto Alegre, Montenegro e Ville Veneto (RS); Londrina o Po? , ilo Iguaçu (Pl(); _]oiiiville, llriisqiti: e lilori. mópr)lis (SC); (iotÍmi-. i (GU); lirasilia (llli); (iaiiipos de JorLl-jio (SP); Salvador (lSA); _joão Pessoa (PB); (Íainpi) (Êrande (MS); llelem (PA); Vitória (HS); Aledcllin (Colômbia); (locliiilmiulm i: La Par. (Bolivia), Santo 'luso e Aveiro (Poi Iupal). lcm editado uma sc' e de trabalhos ilidátiros ¡iela Ricorili Brasileira Seu livro (iram/ a z/ z/. inir/ 'i' (inn/ ur foi rci-tlitailo na Itzili-. i e (2 utilizado em t. .›| as de infisi . a de v-. irios ¡raises da liuropa. articulista da revista "Cover-Guitarra", "Guitar Player" do Brasil e "Giiitarreantlo" de Portuigil. (Çomo integrante do "Violão Câmara 'l'rio", lançou em N89 ". ..iim dos melhores discos de música instrutnental do ano", scgunilt) o maestro Júlio hledagligi. Iiaiilo iiiiiii-iti. iilii : iiilas na Mutilação : ~.I4:<ç: x:= :.~: <f“:1c77~ -'-': ' "SSíWW , s *§: «? .'~7:7:7f7E: "-#x%7%5 (joortleiia concursos e / naile/ 'r/ urrvr de técnica e interpretação violonística como os da lúiculilaile Nloaarteiiii¡ dc São Ilaulo, (Íoiiserviittírio Brooklin Paulista e C0tlSCl'V2llÓl'i() Alusical Souza lama. Tem participado como memliro-presitlente de Bancas lixamii1aili›r. is para seleção de tlUCCHlCS universitarios para a cadeira di: violão. Orgginixa e coordena Lima série de recitais como o “Ciclo dc Violão" c “Projeto Violão no AIASP”. lili membro da Academia Paulista de l'lÚSlC1I, UCLlPdtKlU a cadeira que pertenceu ao professor Isaias Savio. 55

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