DEFINIÇÃO• 100 nm de diâmetro• Produtores de RNAm• Importantes na doença respiratória humana
ESTRUTURA       • Proteínas:       • S (pico)       • HE       • M (menbrana)       • E (envelope)       • N (nucleocapsíd...
REPLICAÇÃO
PATOGÊNIA• Doença Respiratória e Entérica.• Principal sítio de replicação: Cels. Epiteliais  do trato respiratório e entér...
SÍNDROME RESPIRATÓRIA AGUDA GRAVE (SRAS) • Nova síndrome observada no sul da China. • Sintomas: febre (>38˚), dor de cabeç...
ETIOLOGIA•   Vírus de RNA.•   Família Reoviridae, do gênero Rotavírus•   Tipos: A, B, C (grupo Homem), D, E, F e G
TRANSMISSÃO•   Via fecal-oral, por contato pessoa a pessoa e também    através de fômites (água ou alimentos contaminados)...
SINTOMAS E CONDUTA•   Diarréia é caracteristicamente aquosa, com aspecto    gorduroso e caráter explosivo, durando de 4 a ...
TRATAMENTO•    Por ser, em geral, doença auto    limitada, com tendência a    evoluir espontaneamente para a    cura, o fu...
INTRODUÇÃO•    Divide-se em 8 tipos que serão abordados    individualmente.•   Apresenta poucos sintomas•   Só é diagnosti...
SINTOMAS•    Inicial: Febre, náusea,    vômitos, mal-estar,    dores no corpo, falta de    apetite e desanimo.•    Sintoma...
LIGAÇÃO DO VIRUS Á CÉLULA HOSPEDEIRA
HEPATITE POR VIRUS A•   É eliminado nas fezes, transmissão fecal-oral.•   Comum em regiões com saneamento básico    precár...
HEPATITE POR VIRUS B•   Transmissão: Seringas e agulhas    contaminadas, relação sexual sem    preservativo, contato com p...
HEPATITE POR VIRUS C•   Transmissão semelhante ao vírus da hepatite    B com taxas menores de infecção no parto.•    No pa...
HEPATITE POR VIRUS D e E• Hepatite por vírus D: o modo de transmissão é o   mesmo do vírus B, e esse tipo de hepatite só  ...
OUTRAS HEPATITES• Hepatite alcoólica: relacionada ao uso abusivo de qualquer   bebida alcoólica, sendo a quantidade necess...
DIAGNÓSTICO•   Bastante inespecífico e, como em muitas vezes não    ocorre icterícia, o diagnóstico pode ser confundido   ...
TRATAMENTO•    Nas hepatites virais agudas, indica-se apenas repouso    relativo (com restrição de atividades físicas), di...
PREVENÇÃO• Vacinação, no caso das hepatites por vírus A e B;• Uso de água tratada ou fervida;• Lavar bem legumes, frutas e...
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICASRevista News Ed. 20SPINOSA, H. S.; GÓRNIAK, S. L.; BERNARDI, M. M.Farmacologia aplicada a medici...
Coronavírus, Rotavírus e Hepatite
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Coronavírus, Rotavírus e Hepatite

  1. 1. DEFINIÇÃO• 100 nm de diâmetro• Produtores de RNAm• Importantes na doença respiratória humana
  2. 2. ESTRUTURA • Proteínas: • S (pico) • HE • M (menbrana) • E (envelope) • N (nucleocapsídeo) • RNA
  3. 3. REPLICAÇÃO
  4. 4. PATOGÊNIA• Doença Respiratória e Entérica.• Principal sítio de replicação: Cels. Epiteliais do trato respiratório e entérico.• Sintomas: Os mesmos de um resfriado comum, caso atinja cels. entéricas ocorre diarréia e o quadro pode se agravar em neonatos e animais jovens.
  5. 5. SÍNDROME RESPIRATÓRIA AGUDA GRAVE (SRAS) • Nova síndrome observada no sul da China. • Sintomas: febre (>38˚), dor de cabeça e mal- estar geral. • O tratamento é feito pelo controle dos sintomas. • Testes de sorologia são indicados para o diagóstico.
  6. 6. ETIOLOGIA• Vírus de RNA.• Família Reoviridae, do gênero Rotavírus• Tipos: A, B, C (grupo Homem), D, E, F e G
  7. 7. TRANSMISSÃO• Via fecal-oral, por contato pessoa a pessoa e também através de fômites (água ou alimentos contaminados).• O período de maior excreção viral é o que se dá entre o 3º e 4º dia a partir dos primeiros sintomas, no entanto, podem ser detectados nas fezes de pacientes mesmo após a completa resolução da diarréia.• Incubação: Varia de 1 a 3 dias.
  8. 8. SINTOMAS E CONDUTA• Diarréia é caracteristicamente aquosa, com aspecto gorduroso e caráter explosivo, durando de 4 a 8 dias .• ELISA, nas fezes.• Microscopia eletrônica .• Cultura.
  9. 9. TRATAMENTO• Por ser, em geral, doença auto limitada, com tendência a evoluir espontaneamente para a cura, o fundamental do tratamento é prevenir a desidratação e distúrbios hidreletrolíticos.• Não se recomenda o uso de antimicrobianos.• Vacina profilática.
  10. 10. INTRODUÇÃO• Divide-se em 8 tipos que serão abordados individualmente.• Apresenta poucos sintomas• Só é diagnosticada em exames de rotina.• Poucos casos evoluem para sua forma aguda.
  11. 11. SINTOMAS• Inicial: Febre, náusea, vômitos, mal-estar, dores no corpo, falta de apetite e desanimo.• Sintoma típico: Icterícia (não ocorre em todos os pacientes)• Urina escura (coca-cola) fezes descoradas.
  12. 12. LIGAÇÃO DO VIRUS Á CÉLULA HOSPEDEIRA
  13. 13. HEPATITE POR VIRUS A• É eliminado nas fezes, transmissão fecal-oral.• Comum em regiões com saneamento básico precário.• Crianças entre 2 e 6 anos. Isolamento de 7 dias após sintomas.• Não se torna crônico.
  14. 14. HEPATITE POR VIRUS B• Transmissão: Seringas e agulhas contaminadas, relação sexual sem preservativo, contato com pérfuro-cortantes e durante o parto.• Evolui para hepatite A com hepatite fulminante.• ↑ taxa de cronificação: virus fica latente no organismo mesmo que não haja manifestação dos sintomas (forma crônica).
  15. 15. HEPATITE POR VIRUS C• Transmissão semelhante ao vírus da hepatite B com taxas menores de infecção no parto.• No passado era a maior causa de infecção por transfusão de sangue.• Se torna crônico.
  16. 16. HEPATITE POR VIRUS D e E• Hepatite por vírus D: o modo de transmissão é o mesmo do vírus B, e esse tipo de hepatite só ocorre em indivíduos infectados pelo vírus B, pois o vírus D precisa dele para poder multiplicar-se.• Hepatite por vírus E: o modo de transmissão é o mesmo do vírus A. Ocorre em países menos desenvolvidos, em formas de epidemias. Em grávidas, pode levar mais comumente a formas graves.
  17. 17. OUTRAS HEPATITES• Hepatite alcoólica: relacionada ao uso abusivo de qualquer bebida alcoólica, sendo a quantidade necessária variável de pessoa para pessoa. Quanto maior o tempo de ingestão, maior o risco de hepatite e cirrose hepática.• Hepatite medicamentosa: o desenvolvimento de hepatite pelo uso de medicamentos vai depender da dose utilizada e da suscetibilidade individual. Vários medicamentos de uso comum podem causar hepatite, como: paracetamol (o principal, especialmente na Inglaterra), eritromicina, tetraciclina, anabolizantes, amiodarona (usado para tratar arritmia cardíaca).• Hepatite auto-imune: uma doença auto-imune é aquela na qual o sistema imunológico ataca células do próprio corpo, causando inflamação. Por que isso ocorre não se sabe.
  18. 18. DIAGNÓSTICO• Bastante inespecífico e, como em muitas vezes não ocorre icterícia, o diagnóstico pode ser confundido com outras doenças, como a gripe.• Geralmente, o diagnóstico é confirmado por exames laboratoriais. Com eles, podemos investigar se há lesão do fígado, o tipo de vírus que possivelmente está causando a inflamação, se existe doença auto-imune.• Em alguns casos de dúvida, o médico pode solicitar uma biopsia hepática.
  19. 19. TRATAMENTO• Nas hepatites virais agudas, indica-se apenas repouso relativo (com restrição de atividades físicas), dieta balanceada e medicamentos para dor e febre, caso ocorram.• Na hepatite viral crônica, existem alguns tratamentos específicos, indicados em alguns casos, que permitem a erradicação do vírus e redução do risco de cirrose e câncer.• Na hepatite auto-imune, utilizam-se medicamentos chamados corticóides, capazes de reduzir a inflamação.• Nas hepatites alcoólica e medicamentosa, recomenda-se a suspensão do uso do agente causador.• Nos casos de hepatite fulminante, o tratamento é de suporte e, geralmente, o transplante hepático de urgência
  20. 20. PREVENÇÃO• Vacinação, no caso das hepatites por vírus A e B;• Uso de água tratada ou fervida;• Lavar bem legumes, frutas e verduras;• Lavar bem as mãos após usar o toalete e antes de preparar os alimentos e de se alimentar;• Não compartilhar seringas e agulhas;• Uso de preservativo nas relações sexuais;• Uso de material de proteção, por profissionais de saúde;• Acompanhamento pré-natal para aconselhamento adequado e prevenção da transmissão;• Evitar uso abusivo de álcool, medicamentos e drogas.
  21. 21. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICASRevista News Ed. 20SPINOSA, H. S.; GÓRNIAK, S. L.; BERNARDI, M. M.Farmacologia aplicada a medicina veterinária.Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2006. p. 701-728. Obrigada!

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