2 workshop formativo--_modelo_de_aa_da_be

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2 workshop formativo--_modelo_de_aa_da_be

  1. 1. Workshop Formativo<br />O Modelo de Auto-Avaliação da BE<br />Professora Bibliotecária | Vera Monteiro |<br />
  2. 2. O porquê do Modelo de Auto-Avaliação da Biblioteca Escolar<br />“O Modelo de Auto-Avaliação das Bibliotecas Escolares enquadra-se na estratégia<br />global de desenvolvimento das bibliotecas escolares portuguesas, com o objectivo de facultar um instrumento pedagógico e de melhoria contínua que permita aos órgãos directivos e aos professores bibliotecários avaliar o trabalho da biblioteca escolar e o impacto desse trabalho no funcionamento global da escola e nas aprendizagens dos alunos e identificar as áreas de sucesso e aquelas que, por apresentarem resultados menores, requerem maior investimento, determinando, nalguns casos, uma inflexão das práticas.”<br />texto: MABE_-_PROBLEMATICAS_E_CONCEITOS_IMPLICADOS_NOVO<br />
  3. 3. Conceitos implicados<br />O MABE foi construído a partir de algumas ideias chave, são elas:<br /><ul><li>Noção de valor - as experiências e benefícios que se retiram! </li></ul>Uma boa BE é aquela que está bem apetrechada, que tem uma utilização em diferentes domínios e que é capaz de produzir resultados positivos para a sua escola.<br /><ul><li>Pedagogia e regulação – pois é um processo inerente à gestão que procura uma melhoria contínua da BE.
  4. 4. Reflexão e mudança - aponta para as áreas nucleares em que se deverá processar o trabalho da/com a Biblioteca Escolar, bem como reflecte e conduz a mudanças concretas de práticas.
  5. 5. Instrumento pedagógico - permite às escolas identificar problemáticas no funcionamento e sucesso da BE, sugerindo ainda acções de melhoria. </li></li></ul><li><ul><li>Construtivismo – o aluno é o principal agente na construção dos seus conhecimentos e saberes.
  6. 6. Inquirybasedlearning– aprendizagens baseadas na inquirição e pesquisa contínuas usando diferentes fontes de informação.
  7. 7. Aprendizagem contínua - o desenvolvimento de novas literacias baseadas nas TIC, nas redes sociais, nos novos ambientes de trabalho e de construção de conhecimento conduzem uma aprendizagem contínua ao longo da vida.
  8. 8. Mudança! – a BE deixa de ser um espaço que organiza e disponibiliza recursos, para ser um espaço que participa, interage e dinamiza com a escola diferentes projectos e actividades.</li></li></ul><li>… mudançaessa que levará a BE a transformar-se…<br /><ul><li>Num espaço de acesso - adaptado ao horário da escola e em acesso online 24h.
  9. 9. Num espaço de leitura e aprendizagens acrescidas
  10. 10. Num espaço valorizado e usado pela escola </li></li></ul><li>O Modelo como instrumento pedagógico e da melhoria<br />
  11. 11. Organização estrutural e funcional<br />O MABE está organizado em quatro domínios que representam as áreas essenciais que a BE deverá cumprir de forma efectiva os objectivos que suportam a sua acção no processo educativo.<br />
  12. 12. “Cada domínio/ subdomínio é apresentado num quadro que inclui um conjunto de indicadores temáticos que se concretizam em diversos factores críticos de sucesso. Os indicadores apontam para as zonas nucleares de intervenção em cada domínio e permitem a aplicação de elementos de medição que irão possibilitar uma apreciação sobre a qualidade da BE. Os factores críticos de sucesso pretendem ser exemplos de situações, ocorrências e acções que operacionalizam o respectivo indicador. Os factores enunciados, de forma não exaustiva, permitem compreender melhor as formas de concretização do indicador, tendo simultaneamente um valor informativo/formativo e constituindo um guia orientador para a recolha de evidências. Para cada indicador são igualmente apontados possíveis instrumentos para a recolha de evidências que irão suportar a avaliação. Finalmente, o quadro apresenta, também para cada indicador, exemplos de acções para a melhoria, ou seja, sugestões de acções a implementar no caso de ser necessário melhorar o desempenho da BE em campos específicos.”<br />Modelo de auto-avaliação da biblioteca escolar<br />RBE – Ministério da Educação<br />
  13. 13. Recolha de evidências…<br />“A avaliação da BE deve apoiar-se em evidências, cuja leitura nos mostra os aspectos positivos que devemos realçar ou aspectos menos positivos que nos podem obrigar a repensar formas de gestão e modos de funcionamento. Essas evidências incidem, entre outros aspectos, sobre as condições de funcionamento da BE, os serviços que a BE presta à escola, a utilização que é feita da BE pelos vários utilizadores e os impactos no ensino e na aprendizagem.”<br />Modelo de auto-avaliação da biblioteca escolar<br />RBE – Ministério da Educação<br />
  14. 14. Perfis de desempenho…<br />“A avaliação realizada vai articular-se, em cada domínio/ subdomínio, com os perfis de desempenho que caracterizam o que se espera da BE, face à área analisada. (…)<br />Na caracterização dos perfis de desempenho optou-se por uma escala de quatro níveis que caracterizam o tipo de desempenho da BE em relação a cada domínio/ subdomínio. (…) Os descritores apresentados retratam o padrão de execução da BE em cada um dos níveis. Pretende-se, com esses descritores, ajudar a identificar a situação em que a biblioteca se encontra e a verificar onde é necessário actuar para melhorar de nível.”<br />Modelo de auto-avaliação da biblioteca escolar<br />RBE – Ministério da Educação<br />
  15. 15. Integração<br />O MABE baseia-se no Modelo de Auto – Avaliação das Bibliotecas Escolares Inglesas, com as devidas adaptações e especificidades ao sistema de ensino português. Como já foi referido neste documento, o MABE está organizado em quatro domínios e num conjunto de indicadores sobre os quais assenta o trabalho da BE. <br />“Os domínios que compõem a sua estrutura estão identificados em diferentes estudos internacionais como cruciais ao desenvolvimento e qualidade das bibliotecas escolares. Existe, nestes estudos, o reconhecimento de que a biblioteca escolar é usada enquanto espaço equipado com um conjunto significativo de recursos e de equipamentos (as condições externas, as condições físicas e a qualidade da colecção são fundamentais) e como espaço formativo e de aprendizagem, intrinsecamente relacionado com a escola, com o processo de ensino/ aprendizagem, com a leitura e com as diferentes Literacias. A integração do MABE na escola e no processo de ensino aprendizagem é feita de acordo com os objectivos educacionais e programáticos da escola;”<br />texto : MABE_-_PROBLEMATICAS_E_CONCEITOS_IMPLICADOS_NOVO<br />
  16. 16. Podemos agrupar estes importantes domínios em:<br /><ul><li>Integração na escola e no processo de ensino :
  17. 17. Aprendizagem – de acordo com os objectivos educacionais e programáticos da escola;
  18. 18. Desenvolvimento de leitura e de literacias digitais e da informação;
  19. 19. Articulação , planificação e dinamização de actividades com professores e alunos;
  20. 20. Integração e dinamização de diferentes projectos;
  21. 21. Acesso e qualidade da colecção:
  22. 22. Organização padronizada, definição de espaços de trabalho individual ou em grupo;
  23. 23. Disponibilização de informação variada e em diferentes suportes;
  24. 24. Acesso à documentação online;
  25. 25. Gestão da BE:
  26. 26. Afectação de um PB e de uma equipa que assegure rotinas, articule e dinamize com a escola;
  27. 27. Liderança do PB e da equipa;
  28. 28. Integração da BE na escola e no desenvolvimento curricular;</li></li></ul><li>Aplicação (adequado à realidade escolar)<br />Escola EB1/ JI Nº7 de Odivelas<br />A escola está inserida num meio sócio - cultural e económico bastante pobre, de forma a que a diversificação das vivências das nossas crianças baseia-se no que a escola lhes proporciona, já que a família não tem poder económico nem nível cultural que lhes permita realizarem experiências de aprendizagem diversificadas e proporcionadoras de construção de conhecimento adaptadas ao seu desenvolvimento.<br />Assim sendo, é e extremamente pertinente que a escola proporcione aos alunos um espaço dinâmico e interessante onde, de uma forma orientada e criativa possam usufruir de recursos e meios interactivos que lhes permitam desenvolver as suas competências académicas, culturais, recreativas, sociais, etc.<br />A aplicação do MABE na Escola EB1/ JI Nº7 de Odivelas permitirá aos PB’s verificar os pontos fortes e os pontos fracos desta BE, de forma a melhorar o seu contributo na construção de saberes e conhecimentos dos nossos alunos.<br />
  29. 29. Oportunidades<br />O que se espera vir obter:<br /><ul><li> Implementação e incrementação de actividades inovadoras na BE;
  30. 30. Articulação, planificação e dinamização de actividades com professores, alunos e Enc. Educação;
  31. 31. Articulação entre os PB’s do Agrupamento;
  32. 32. Identificar pontos fracos da BE e delinear estratégias;
  33. 33. Definir prioridades para a BE;
  34. 34. Recolher evidências que fundamentem as estratégias e metodologias escolhidas para a BE;</li></li></ul><li>Constrangimentos<br />Dificuldades a encontrar…<br /><ul><li> O elevado número de alunos da escola, levará certamente a um uso condicionado da BE;
  35. 35. O preenchidíssimo horário lectivo dos alunos e professores condicionará a articulação, planificação e dinamização de actividades com professores, alunos e Enc. Educação;
  36. 36. A não existência de um orçamento para a BE que propicie actividades diversas, bem como novas aquisições de fundo documental;</li></li></ul><li>Gestão participada<br />A escola/ agrupamento deverão:<br /><ul><li> Colocar a BE como o espaço central de aprendizagem;
  37. 37. Planificar com os PB’s actividades curriculares e extra – curriculares;
  38. 38. Reunir com os PB’s , sempre que necessário;
  39. 39. Observar/ medir / criticar o impacto das actividades da BE nas aprendizagens dos alunos;</li></li></ul><li>Professora Bibliotecária | Vera Monteiro |<br />

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