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PCNs- Parâmetros Curriculares Nacionais

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Trabalho sobre os PCNs- parâmetros curriculares nacionais de língua portuguesa.

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PCNs- Parâmetros Curriculares Nacionais

  1. 1. ,u-*Í-*i- 'r *r* 7!". ^1"'~ "E'<'W ' 1"*"r'*«'w "' ^ “' " . . . .v ? CNF 'P S? ? NACCMMAF o: : '. “ng'I. t«"«›: ral' ràtvwVhrn* flu* qr**'7": ::s= .ãir>1¡~“ “fbt kílílplgêlfl~_lár~hkl 'f M” ; lgl. '~, slzz: í-Íi JULIANA SANTOS AZEVEDO SIDIANE MATOS ALMEIDA PINHEIRO VANESSA BATISTA DE SOUZA SAMPAIO
  2. 2. i* J* i “i 'w il *A rrwwt. t» J . s . - _74 “ »”i: <! ig. _xy Surgido em 1997 e elaborado pelo Govemo FederaLé referência de qualidade para o Ensino Fundamental e Médio de todo o país. Seu objetivo é garantir que crianças e jovens tenham acesso aos conhecimentos necessários para a integração na sociedade moderna como cidadãos conscientes, responsáveis e participantes. O mesmo é divido em Ensino Infant¡I, Fundamental l (1 a a 4° séries), Fundamental Il (53 a 8° séries) e Ensino Médio. x Que se quer ensinar? x Como se quer ensinar? x Para que se quer ensinar?
  3. 3. _i . iÍÊJs . sr›: c;r. r«: ; natural, “e êiiÊJ1íãiír. §:, às. :tií§: _, ; iféãítiãíâiirfrzi «âiçizi 'taiíláâf JJ. Í ki A air. - "ic“iz; ie a; ' *ÊSÍKÍJÊÉÍ* A L. . "f. a. »r_v' . VW_ : w*~¡/ ,'_«', _ f» -"<. v-t'. r saltam "JLJJ. ..§_lí. ›' si: : ? il-rugã-j! « . =: 'Í . › › . w › . . I iflââifãi. spas: aparar ríàibfíliílãii' ” d' '-4', ii fnhl . - . - 7': Wu ; r -~ 3;. ; -2« 7'_ ' o. ? : V mix-q_ , ;u -= ;M91 '_^-_ "Úrç j'-›'Z: _i f ; s 'A «l 53:19: . .isca ; aim r-gj'j': .z$, li; «' . .cvzgizçzzzis t: : ; iai '" u: : ea mai? " 'iiííiíffíjítlãlfgísi 'sie raíaieilirvem. 'gzcjiflliüiííligiiír . _.. 1 . -r . ..W
  4. 4. Sua função é orientar e garantir a coerência dos investimentos no sistema educacional, socializando discussões, pesquisas e recomendações, subsidiando a participação de técnicos e professores brasileiros, principalmente daqueles que se encontram mais isolados, com menor contato com a produção pedagógica atual.
  5. 5. impactos @usados ao di: : Mim po ° Há nos PCNs inúmeras considerações oriundas das discussões pedagógicas atuais acerca da necessidade de revisão e reestruturação das práticas tradicionais de alfabetização e do ensino do português. Objetiva-se aí não só encontrar formas de assegurar, de fato, a aprendizagem da leitura e da escrita, mas também repensar a longa tradição de ensino da gramática normativa. A aplicação das propostas de documentos como os PCNs não é possível, sem que ao professor sejam dadas as condições necessárias à sua formação continuada, sem a qual o desenvolvimento do senso crítico sobre as lições da gramática normativa torna-se pouco provável.
  6. 6. , * , . . _. I ' _éh_ < . . ' "' - ' gay-Vox' r ' - , ._ _ . , _LÍgrV n' , l _ i, e¡ na iiÍI= ÍiÍãif-f? _i= .Íi+lÍ3Í. .r-§: .r:3 _ , as _ , , _ ' _ à: ' u t . - V' - " ; H u** __-_. .._ n: ›'7›v›i' p_ . . wanna; :tail-W . “n, _¡, ,;«, _ «. 'r i , t. .. a __'_ . _;, _ , ,_' , __, _,_ _ s. : a gçvli', putting gol; w v à** r Mai? . / ~"› ; Ú 'ski i i7iiÍi~fi~°irêlcâif ? Wii z , a . ' ' ' 4 vn _ intranet, Í Ixlà r u ; a "EÉLLÊ. 55:0* ¡- )Ír ç* , J ': L. . ; j? , 4141.. V' «ou . . l das- 1,' . , l Ç¡ : ta: ar. i a: .. MX ,
  7. 7. r Contudo, isso nos permite observar que essas questões continuam sendo uma realidade pouco praticada no ensino de português no Brasil. Quando as teorias da variação; linguístifcã , são levadas para o ensino de | ínguàí, ,scumpré'm. ur'n “papel apenas esçlarecedor da reiàlicilaiítíleÍÍ. '7_, -¡, linguistica? no pais; isto, é, infosrmàrfrims aluiíios que ie; )iiistems vairiedeãdes lijinguístiicas q, ue. ~§ijdenjçifiíõam____, ,géidgráfica e 'sioci; à|mÍéjnte as? pessoais e çlos . s , pieçopceitos decorrentes fdo valor social quieres». ,Í íê*at¡rib_u'ído aos diferentes njgidbside fala r. "Entretanto, a escola não está preparada para” oferecer _ao alunos condições de acesso aq, ,_. r»”*: ;t o "padrão linguístico de prestígio? A, ;*f; ;í*”; íss; 'LÉ ' r Jipe. ., , l ç. k. _› , .:- 'r' Sã'. q'. : Y v* É r' “' * ' . _a_ .71 , :,_. . _ . _l L_ h ç
  8. 8. :r rhifêllídlÍíi-'l : aim . +:i: :iii: i.°. i:iit= war-â. : áizhllillif, ;rrziziizrr á, ritmo, minar» : ;nazista . if «tiram _ ix 5' iiigp i _íf_ .
  9. 9. CDNSiDÉMÇÕiES FUNAHS - Em sua abordagem, os Parâmetros Curriculares Nacionais definem que os curriculos e conteúdos não podem ser trabalhados apenas como transmissão de conhecimentos, mas que as práticas docentes devem encaminhar os alunos rumo à aprendizagem.
  10. 10. i Os PCN estão divididos a fim de facilitar o trabalho da instituição, principalmente, na elaboração do seu Projeto Político Pedagógico. São seis volumes que apresentam as áreas do conhecimento, como: língua portuguesa, matemática, ciências naturais, história; geografia, arte e : educação física. a Outros três volumestrazem elementos que compõem os temastrañsversais. O primeiro deles explica e justifica o porquê de se trabalhar com temas transversais, além de trazer uma abordagem sobre ética. Nosegundo volume os assuntos abordados tratam de pluralidade cultural e orientação sexual; e o terceiro volume aborda meio ambiente e saúde.
  11. 11. ° Porém, atualmente a realidade é outra, os problemas estruturais, operacionais e sociais que influenciam no processo educacional são ainda muito acentuados. É aí que se encontram os grandes desafios. Aproximar a prática pedagógica das teorias atualmente difunde - sob as quais os próprios PCN foram elaborados - requer muito esforço e em diversas frentes, tais como a formação dos professores, a melhoria das condições de trabalho dos profissionais ligados à educação e das condições sociais dos alunos e suas famílias.

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