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Planejamento de campanhas educativas

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Planejamento de campanhas educativas

  1. 1. CRIAÇÃO: COMO COMUNICAR EXEMPLO DO LIVRO Referência: PÚBLIO, Marcelo Abílio. Como planejar e executar uma campanha de propaganda . São Paulo:Atlas, 2008.
  2. 2. CASE <ul><li>O MEC percebeu que o número de cópias desautorizadas de textos na internet ( plágio) vem crescendo muito. Por isso resolveu contratar uma agência para desenvolver uma campanha para reverter ou amenizar esse quadro. </li></ul>
  3. 3. PROBLEMA DA COMUNICAÇÃO <ul><li>O número de trabalhos copiados da internet sem autorização dos autores vem crescendo muito nos últimos anos. </li></ul>
  4. 4. OBJETIVO DA COMUNICAÇÃO <ul><li>Diminuir o número de trabalhos copiados da Internet sem a autorização do autor. Reverter através da conscientização da importância de não copiar. </li></ul>
  5. 5. DESCRIÇÃO DO PÚBLICO-ALVO <ul><li>Estudantes do ensino médio, graduação e pós-graduação, principalmente de instituições particulares, que se sentem sobrecarregados por excesso de trabalhos escolares e que afirmam não ter tempo, por isso optam por não “perder tempo” fazendo trabalhos escolares. Essas pessoas se mostram bastantes preocupados com a auto-firmação e com o que os colegas pensam deles. Os mais esforçados são taxados como nerds que não se relacionam com os demais colegas e estão sempre preocupados em estudar. </li></ul>
  6. 6. POSICIONAMENTO <ul><li>AFIRMAÇÃO BÁSICA: </li></ul><ul><li>Copiar texto pronto atrofia o raciocínio. </li></ul><ul><li>JUSTIFICATIVA DA AFIRMAÇÃO BÁSICA: </li></ul><ul><li>Quem copia textos da Internet dificilmente raciocina sobre eles ou questiona-os, dificultando a aprendizagem e a construção do conhecimento. </li></ul><ul><li>ATRIBUTOS COMPLEMENTARES À AFIRMAÇÃO BÁSICA: </li></ul><ul><li>(seguinte) </li></ul>
  7. 7. POSICIONAMENTO <ul><li>ATRIBUTOS COMPLEMENTARES À AFIRMAÇÃO BÁSICA: </li></ul><ul><li>Para garantir o futuro e melhorar a sociedade há necessidade de mais conhecimento, não se pode ser repetidor de conceitos. Há, ainda, a lei da defesa da propriedade intelectual. A produção científica desenvolve o indivíduo e a sociedade[...]estudiosos em economia garantem que o desenvolvimento econômico e a sustentabilidade de um País só acontece com educação, e não há educação quando se copiam textos alheios. </li></ul>
  8. 8. CONCEITO CRIATIVO <ul><li>Aquele que copia textos da Internet está prejudicando a si próprio, pois não exercita a sua capacidade de raciocínio. Além disso, está prejudicando a sociedade em que vive: além de violar os direitos autorais, dificilmente contribui para a evolução da sociedade e de si próprio. Sendo um mero repetidor de conceitos, ele diminui suas chances de sucesso. </li></ul>
  9. 9. TEMA: <ul><li>O tema utilizado na campanha será relacionado ao desperdício de coisas boas, o que parece irracional: quem copia desperdiça. </li></ul>
  10. 10. Abordagem <ul><li>A campanha pretende apresentar diversas pessoas diferentes contratando um serviço e não usufruindo deles, por exemplo, pagando uma viagem e não indo, pagando uma academia e fingindo que faz os exercícios, pagando restaurantes e não comendo, indo de tapa-olho ao museu, indo a show com fone de ouvidos, etc. Tentando criar uma emulação através do humor, mas ao mesmo tempo conscientizando as pessoas de que é irracional copiar textos prontos pois se desperdiça o aprendizado. Cont.... </li></ul>
  11. 11. ABORDAGEM <ul><li>Para chamar mais a atenção, pretende-se trabalhar com uma estratégia de teaser e resposta. </li></ul><ul><li>Os comerciais eletrônicos entrarão no ar nas primeiras semanas da campanha apenas apresentando as pessoas que não usufruem do serviço. Aparentemente um nonsense, pois o sentido só será revelado após 15 dias do início da campanha. </li></ul>
  12. 12. ASSINATURA DA CAMPANHA – TAG LINE ( slogan alternativo) <ul><li>Todas as peças da campanha terão a seguinte assinatura: </li></ul><ul><li>Viva a razão – Uma campanha do Ministério da Educação do Brasil. </li></ul>
  13. 13. Revisão de alguns conceitos <ul><li>MARKETING SOCIAL: </li></ul><ul><li>É parte do marketing “não empresarial”. Relaciona-se às atividades de marketing conduzidas por indivíduos e organizações para atingir outras metas que não estejam relacionadas com o lucro, participação de mercado e o retorno sobre o investimento. </li></ul>
  14. 14. Revisão de alguns conceitos <ul><li>MARKETING SOCIETAL: </li></ul><ul><li>Ampliação das áreas concernentes ao marketing para focar os interesses a longo prazo dos consumidores e da sociedade. </li></ul>
  15. 15. Marketing Social difere de Marketing Societal Mudança social com finalidade de retorno. Mudança social com finalidade pública. Função principal: O consumidor O benefício público Orientado para: Investimento no social Melhores condições sociais Fator desencadeador: Organizações lucrativas Organizações não lucrativas Quem faz: Mkt Societal Mkt Social
  16. 16. RESPONSABILIDADE SOCIAL Geralmente, refere-se à obrigação de uma organização por maximizar seu impacto positivo a longo prazo e minimizar seu impacto negativo sobre a sociedade.
  17. 17. Campanha educativa Campanha de utilidade pública que tem por objetivos conscientizar, mudar comportamentos, atitudes, costumes. Exemplos: campanha de preservação do meio ambiente, doação de órgãos, respeito a diversidade.
  18. 18. Tipos de mudanças sociais propostas em campanhas educativas Tem como objetivo mudar a crença de alguém acerca de alguma coisa. È a mudança mais difícil, pois envolve os valores sociais básicos do indivíduo. Ex: Campanhas contra o preconceito. Induz à mudança de comportamento buscando melhorias no bem-estar individual. Necessidade de ação contínua. Ex: Campanha antitabagismo. Procura induzir à realização de uma ação específica em determinado período de tempo. Objetiva o aprendizado e a ação. Ex: Campanha de vacinação. Objetivo limitado de criar uma mudança cognitiva no público. Campanha de informação. Ex: tabela nutricional. VALOR COMPORTAMENTO AÇÃO CONGNITIVA
  19. 19. COMUNICAÇÃO COMUNITÁRIA É feita pela comunidade e para comunidade. É a comunicação participativa, que visa o interesse público ou comunitário. É a democratização das ferramentas de comunicação social. Comunicação contra-hegemônica – superando a contraposição de poucos produtores e muitos receptores.
  20. 20. COMUNICAÇÃO COMUNITÁRIA <ul><li>Função da Comunicação Comunitária: </li></ul><ul><li>Prestar serviço à comunidade divulgando assuntos de interesses: informes, avisos, campanhas, voltados diretamente à comunidade. </li></ul><ul><li>incentivar a participação dos moradores na solução de seus problemas. </li></ul><ul><li>Valorizar a cultura local, documentando a história, as tradições, divulgar grupos culturais e artísticos da localidade, informar sobre as festividades e eventos daquela determinada região. </li></ul>
  21. 21. COMUNICAÇÃO COMUNITÁRIA Meios mais utilizados: <ul><li>Rádios comunitárias; </li></ul><ul><li>Jornais comunitários; </li></ul><ul><li>Rádio-poste; </li></ul><ul><li>Jornal-mural. </li></ul>
  22. 22. COMUNICAÇÃO COMUNITÁRIA A internet e a desterritorialização da comunicação comunitária: <ul><li>um meio de comunicação comunitário, feito pela e para a comunidade, em um ambiente local, reverberando a própria comunidade, com a internet despreende-se do ambiente ligado à territorialidade e ocupa o espaço da virtualidade. A comunicação feita pela comunidade passa a ter representação na grande rede e não em apenas seu próprio território. Com isso pode haver trocas de experiência entre comunidades operantes. </li></ul>
  23. 23. COMUNICAÇÃO COMUNITÁRIA As universidades e a comunicação comunitária <ul><li>Pesquisa e extensão. </li></ul>
  24. 24. COMUNICAÇÃO COMUNITÁRIA Vídeos que circulam na grande rede <ul><li>1º vídeo :experiência com jornal comunitário. </li></ul><ul><li>2º vídeo: matéria sobre o nome Guarapari com José Amaral. Produzido e editado por Mauricio Junior e Hermano Pidner . </li></ul><ul><li>3º vídeo: educativo – Cultura Nativa </li></ul>

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