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  1. 1. Orientadora: Valquíria Queiroz FernandesOrientadora: Valquíria Queiroz Fernandes
  2. 2. e-mail da turma: pactomultisseriado2014@gmail.com e-mail da turma: pactomultisseriado2014@gmail.com Blogger Pacto: pactomultisseriado.blogspot.com.br Blogger Pacto: pactomultisseriado.blogspot.com.br Blogger Area Rural: Arearuralaguapreta.blogspot.com.br Blogger Area Rural: Arearuralaguapreta.blogspot.com.br
  3. 3. PAUTA 5º ENCONTROPAUTA 5º ENCONTRO 26.07.201426.07.2014 1º MOMENTO: Manhã Boas vindas “Mensagem”; Música “Números”; Leitura deleite “Gabriel e a copa do mundo de 2014”; Retomando encontro anterior: Análise das 5 obras complementares do acervo PNAIC; Objetivos da Unidade 3; Vários tipos de Sistemas Numéricos; Relação entre SEA e o SND; Análises de protocolos de Matemática e Português.
  4. 4. Números Engenheiros do Hawaii Compositor: Humberto Gessinger
  5. 5. LEITURA DELEITELEITURA DELEITE ““Gabriel e a copa do mundo de 2014”Gabriel e a copa do mundo de 2014”
  6. 6. RETOMADA DO ENCONTRO ANTERIOR
  7. 7. ANÁLISE DE OBRAS COMPLEMENTARES Proposta adaptada da atividade 6, páginas 75-76, da sessão compartilhando (CADERNO 2)
  8. 8. Atividades: Aspectos conceituais explorados: - Sequência numérica (ordem decrescente: menos 1) Características apresentadas de exploração dos números: - Os números aparecem algumas vezes como identificação, na forma cardinal e ordinal. - Apresenta os algarismos numericamente e por extenso. - Apresenta os números em diferentes tamanhos e posições dentro do texto (parte inferior, central...)
  9. 9. Questões de leitura: 1- Nunca conte com os ratinhos. O que você entende sobre o título? (Antecipar sentidos) 2 - Por que os ratinhos comem um livro? (Inferência) 3 - O que impediu o sexto ratinho de participar da história? (inferência) 4 - Quais foram as danças que o ratinho oito se inscreveu no curso? (Inferência/ relacionar textos verbais e não verbais) 5 - Por que nunca podemos contar com os ratinhos? (Apreender sentido geral do texto)
  10. 10. Atividades: Aspectos conceituais explorados: - Sequência numérica (ordem crescente: mais 1), com a ilustração das quantidades correspondentes Características apresentadas de exploração dos números: - Apresenta os algarismos por extenso e numericamente. - Os números aparecem apenas na forma cardinal.
  11. 11. Questões de leitura: 1- Por que Gabriel deixa tudo espalhado pelo chão? (Inferência) 2- Por que Gabriel não acha nada? (Localização explícita/ inferência) 3- Quais e quantos objetos que Beleléu escondeu e depois apareceu? (Localização explícita) 4- Por que Beleléu escondia as coisas de Gabriel? (inferência) 5 – De que confusão o texto fala? (explorar o significado de palavras no texto)
  12. 12. Atividades: Aspectos conceituais explorados: - Apresenta 4 representações para o número natural em ordem crescente (mais 1) sem ilustração das quantidades correspondentes. - Correspondência termo a termo (ou um a um) Características apresentadas de exploração dos números: - Os números aparecem na forma cardinal. - Apresenta os algarismos numericamente (três escritas de origens diferentes, todas no canto esquerdo) e por extenso. - Apresenta um quadro histórico sobre as diferentes formas de escrita dos números.
  13. 13. Questões de leitura: 1 – Quantos e quais animais foram para a festa do Marajá? (Localização de informações) 2 – Qual foi o presente que o Marajá mais gostou? (Apreensão de sentido do texto) 3 – O que aconteceu com o último presente escolhido para dar ao Marajá? (Inferência) 4 - Por que os animais mudaram de escolha para dar de presente ao Marajá? (inferência)
  14. 14. Atividades: Aspectos conceituais explorados: - Contagem de coleções; - Inclusão hierárquica (contagem a partir de); - Subtração a partir de desenhos; - Adição e subtração por algoritmo. Características apresentadas de exploração dos números: - Os números aparecem na forma cardinal. - Apresenta diferentes situações de contagem que exigem diferentes estratégias; - Número como contagem e como identificação; - Apresenta os algarismos numericamente e por extenso; - Matemática nas regras do jogo ( pontuação valendo: 3, 2 e 1).
  15. 15. Questões de leitura: 1 – Por que o maior desafio de Lucas é o recreio? (Localização de informações explícitas) 2 – Em que momento Lucas queria ser invisível na escola? (Inferência) 3 – O que levou Lucas e Paulo se aproximarem? (Inferência) 4 – O que fez Lucas deixar de ficar triste nas aulas de educação físicas? (Inferência) 5 – Qual o assunto do texto? (Apreender sentido geral do texto)
  16. 16. Atividades: Aspectos conceituais explorados: - Sequência numérica (ordem crescente: mais 1) com ilustração das quantidades correspondentes; - Inclusão hierárquica (contagem a partir de). Características apresentadas de exploração dos números: - Os números aparecem nas formas cardinal; - Apresenta os algarismos numericamente.
  17. 17. Questões de leitura: 1 – O que será que tem embaixo do cobertor? (antecipar sentido) (pág. 04) 2 - Por que Janice estava brava? (inferência) 3 – Por que Janice disse que não ia comer verduras nem escovar os dentes? (inferência – ciúme e Localização de informações explícitas – porque a mãe só gosta da irmã) 4 – Por que Janice não ficou mais chateada? 5- O que tinha embaixo do cobertor? (localizar informações explícitas)
  18. 18. O tema central deste caderno é o Sistema de Numeração Decimal (SND). A abordagem deste caderno apresenta uma sequência de jogos e atividades que proporcionam aos alunos as possibilidades de ampliação da sua compreensão, ligadas também ao contexto de práticas sociais.
  19. 19. O objetivo geral desse caderno é fornecer subsídios que permitam ao professor encaminhar a construção do SND em situações lúdicas de modo que a criança possa investigar as regularidades do sistema de numeração decimal para compreender o princípio posicional de sua organização.
  20. 20. SÍMBOLOS E ALGARISMOS DE SISTEMAS DE NUMERAÇÃO DAS CIVILIZAÇÕES
  21. 21. VALOR POSICIONAL • Indica que cada símbolo (algarismo) possui o valor a partir da posição ou classe que ele ocupa. Sistema hindu arábico é posicional: 31 é diferente de 13; Sistema Egípcio não é posicional: ∩III II∩I Sistema romano é posicional, mas não no mesmo sentido do nosso sistema. É diferente escrever XI ou IX.
  22. 22. ZERO • Zero o sistema de numeração hindu arábico tem um símbolo para o nada; • Sistema de Numeração Mesopotâmico não tem zero mas necessita para diferenciar “1” de “60”. -Para entender os números mesopotâmicos fazia-se uso do contexto • Sistema de Numeração Maia tem dois tipos de Zero uma para o calendário outro para contagem
  23. 23. PRINCÍPIO ADITIVO • O número representado é a soma dos valores que cada um dos símbolos representa. O Sistema de Numeração Egípcio tem princípio aditivo: ∩ ∩ I ∩ I ∩ I = 10+10+1+ 10 + 1 + 10 + 1; No Sistema de Numeração Romano tem princípio aditivo: CCXXVII =100+ 100 + 10 + 10 + 5 + 1 + 1 . Observa-se ainda nesse sistema a existência do princípio subtrativo. Por exemplo: A leitura correta : CXLIX = 100+(50-10)+(10-1) Uma leitura errada seria: CXLIX = 100+10+50+1+10
  24. 24. PRINCIPIO MULTIPLICATIVO • O sistema de numeração decimal, fundamenta-se no princípio multiplicativo: cada algarismo representa o produto dele mesmo pelo valor de sua posição.
  25. 25. PRINCÍPIOS DO SND • É organizado por agrupamentos e reagrupamentos em base dez; • É posicional, uma vez que um mesmo símbolo representa valores diferentes, dependendo da posição que ocupa no número; • Possui princípio aditivo porque se obtém o valor de número pela soma dos valores posicionais de cada algarismo; • Possui multiplicativo, visto que o valor do algarismo é multiplicado pelo valor da posição ocupada; • Tem no zero a função de guardar posição vazia no número.
  26. 26. Egípcio Mesopotâmico Grego Romano Chinês Maia Hindu- arábico Nº de símbolos Base É posicional? Possui princípio aditivo? Possui princípio multiplicativo? Possui princípio subtrativo? Há presença do zero? Precisa do zero? Valor máximo representado
  27. 27. Egípcio Mesopotâmico Grego Romano Chinês Maia Hindu- arábico Nº de símbolos 7 2 27 7 13 3 10 Base 10 60 10 10 10 20 10 É posicional? Não Sim Não Não (sim na o principio subtrativo) Não Sim Sim Possui princípio aditivo? Sim Sim Sim Sim Sim Sim Sim Possui princípio multiplicativo? Não Não Não OBS: Sim quando > 1ooo Não Sim Não Sim Possui princípio subtrativo? Não Não Não Sim Não Não Não Há presença do zero? Não Não Não Não Não Sim Sim Precisa do zero? Não Sim Não Não Não Sim Sim Valor máximo representado 9.999.999 infinito 900.999 3.999 99.999 infinito infinito
  28. 28. Um dos aspectos mais importantes do trabalho com o letramento na Língua Materna consiste na compreensão, pelas crianças, do funcionamento do Sistema de Escrita Alfabética (SEA), sistema este que organiza as disposições e o funcionamento da língua escrita.
  29. 29. Na Matemática, podemos dizer que há uma certa analogia entre o SEA e o SND, cuja maneira de registrar também permite operar com os símbolos. Maior dificuldade consista na compreensão na sua característica mais importante em relação à escrita: o fato de ser um sistema Posicional.
  30. 30. Nossa tarefa de relacionar o SEA e o SND fica facilitada pelos “quadros-síntese” que transcreveremos em seguida.
  31. 31. APROPRIAÇÃO DO SND E SEA: • CONSTRUÇÃO DE HIPOTÉSES
  32. 32. O QUE PENSAM AS CRIANÇAS SOBRE A REPRESENTAÇÃO DOS NÚMEROS? Lerner e Sadovsky (1996) • Quanto maior é a quantidade de algarismos, maior é o valor. Ex: 23 e 5 (esse é maior porque tem mais números). • O primeiro é quem manda (depende do lugar que está em relação aos outros) Ex: 12 e 21 ( esse “21” é maior porque 2 é maior que 1). • Soma dos valores absolutos dos números Ex: Ao comparar 112 e 89, afirma que “é maior esse (89), porque 8 mais 9 é 17, então é mais.
  33. 33. A criança e a escrita numérica – Zélia Maria Higino da Silva (1990) Ex: 239 •Reprodução das quantidades expressas oralmente: 200309 •Reprodução parcial (valor de lugar até 99): 20039 •Decomposição em partes: 100100309 •Decomposição mais princípio aditivo: 1139 •Princípio multiplicativo diferente do SND: 21003109 •Dúvidas quanto ao papel do zero: 2039
  34. 34. FASES DE ESCRITA • Fase pré-silábica: Nessa fase a criança ainda não entende que a escrita registra os sons das palavras. Num momento muito inicial a crianças ao distinguir desenho de escrita, começa a produzir rabiscos, bolinhas e garatujas que ainda não são letras. A medida que observar as palavras ao seu redor e quando aprende a copiar seu próprio nome, ela passa a usar letras, mas sem estabelecer relação entre o que ouve e o que escreve.
  35. 35. • Fase silábica: Nessa fase a criança descobre que o que escreve tem valor sonoro, ela ainda não planeja quantas e quais letras usar mas demostra está compreendendo que a escrita anota a pauta sonora das palavras. A fase silábica pode ser dividida em dois subgrupos: quantitativo sem valor sonoro quando a criança tende a colocar uma letra para cada sílaba. E qualitativo com valor sonoro, quando além de colocar uma letra para cada sílaba também coloca algumas letras que corresponde ao som.
  36. 36. • Fase silábico-alfabética: Nessa fase a criança já descobre que a escrita alfabética nota a pauta sonora “em lugar de achar que se escreve colocando uma letra para cada sílaba, descobre que é preciso ‘pôr mais letras”. O uso da pauta sonora não assegura o uso convencional da escrita.
  37. 37. • Fase alfabética: Nesta fase a criança escreve com muito erro e colocar uma letra pra cada som que aparece nas sílabas, porque acredita que a escrita é a reprodução exata da fala. Estar na hipótese alfabética não significa estar alfabetizado. Falta dominar as convenções som- grafia de nossa língua
  38. 38.  ANÁLISES DOS PROTOCOLOS DE MATEMÁTICA E PORTUGUÊS
  39. 39. EM PEQUENOS GRUPOS Com base na Questão 1 de Matemática e na avaliação de apropriação do sistema (Linguagem), cada grupo deve discutir as questões: Quais as respostas mais comuns? Que “erros” mais se repetem? Quais os princípios que as crianças ainda não compreendem?

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