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CAULE

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CAULE

  1. 1. Nome: Elaine Bauer Alves Turma: 302(I) Ana Paula de Mattos Francisco Julia Valim Bauer CAULE O caule é a parte das plantas que sustenta as folhas, colocando-as em melhores condições de iluminação, assim permite a realização da fotossíntese. É pelo caule que passam os vasos que levam a seiva inorgânica das raízes para as folhas e a seiva orgânica das folhas para o resto da planta. O caule é formado a partir de um meristema apical situado no embrião e que da origem na planta adulta, a gema apical, esta participa do crescimento da planta na altura já as gemas laterais permitem a ramificação. Cada ramo terá uma gema apical e outras gemas laterais. A região do caule que contém as gemas laterais compõe os nós, e o intervalo entre um nó e outro é chamado entrenó. O crescimento em comprimento do caule ocorre principalmente pelo aumento das células dos entrenós mais próximos do ápice das plantas. A presença de gemas caracteriza o caule e permite distingui-lo da raiz, pois esta não as possui. As gemas também dão origem às folhas e às flores. O caule tem como função fundamental sustentar as folhas e flores, isto é, a copa, no que é auxiliado por fibras que lhe dão grande resistência. É o elemento de ligação entre as raízes e as folhas, tendo no seu interior os vasos lenhosos e liberianos que conduzem a seiva. Pode também funcionar como órgão de reserva e auxiliar na fotossíntese. Em geral, o caule jovem é verde, possuindo clorofila que possibilita a produção de material orgânico. À medida que o caule vai envelhecendo, a cor verde é substituída por uma coloração escura ou acinzentada, causada pela degradação da clorofila e pela impregnação dos tecidos por certas substâncias que a própria planta elabora. Existem três tipos de caules, os mais conhecidos são os caules aéreos, mais também existem os aquáticos e os subterrâneos Os caules aéreos compreendem os eretos, rastejantes e trepadores. Caules eretos: são os que se desenvolvem verticalmente, tendo-se em pé sem ponto de apoio, graças à presença de tecidos de sustentação. As formas usuais de caules eretos são: tronco, estipe, colmo e haste. Caules rastejantes ou estolhos, também conhecidos como caules estoliníferos, são os que se espalham horizontalmente sobre a terra, não conseguindo manter-se eretos por serem pouco resistentes. Não apresentam elementos de fixação e nem conseguem se enrolar. Apresentam nós, ao nível dos quais formam raízes ou ramos aéreos, funcionando como elementos de reprodução vegetativa. Exemplo: muitas gramas de jardim, hortelã, morangueiro, etc. Caules trepadores, são os caules de plantas conhecidas como trepadeiras. Podem ser sarmentosos e volúveis. Os caules subterrâneos compreendem os rizomas, tubérculos, bulbos e cormos. Geralmente são estruturas de reserva de alimentos. Rizomas são mais ou menos cilíndricos, que se desenvolvem paralelos à superfície da terra. Podem emitir ramos aéreos a partir da gema apical ou das gemas laterais. Ex: bananeira, íris, samambaia, espada de São Jorge.
  2. 2. Tubérculos são caules subterrâneos, dilatados pelas reservas que contêm. São considerados como rizomas hipertrofiados; entretanto, diferem deles pelo crescimento limitado e falta de raízes. Ex: cará, inhame, batatinha. Bulbos, não são, propriamente, caules modificados, mas sim órgãos muito mais complexos. Apresentam uma porção central, pequena, denominada prato, que representa a porção caulinar. Cormos, são semelhantes aos bulbos e por alguns autores chamados bulbos maciços. Podem ser considerados mais um sistema caulinar modificado do que simplesmente um caule modificado. São comparados a rizomas que sofreram um encurtamento de tal modo que seus nós são muito próximos. São essas estruturas sólidas, chatas, que crescem perpendicularmente à superfície do solo, com muitas reservas nutritivas no caule carnoso. Seus catáfilos, secos e bem menores que os do bulbo, envolvem completamente o carmo e apresentam gemas laterais nas axilas dos catáfilos. Ex: palma-de-Santa-Rita (Gladiolus), açafrão. Os caules aquáticos são pouco desenvolvidos, tenros, quase sempre clorofilados, com aerênquimas que reservam ar, facilitando a respiração e a flutuação do vegetal. Modificações do caule: As principais adaptações caulinares são gavinhas; espinhos, órgãos de reserva, cladódios e filocládios. Gavinhas: as gavinhas das videiras, por constituírem modificações caulinares, podem produzir algumas vezes folhas e até mesmo flores. Espinhos: são ramos curtos, endurecidos, secos e pontiagudos, funcionando como elementos de proteção. Os espinhos caulinares formam-se nas axilas das folhas. Ex: limoeiro Órgãos de reserva: os caules podem desempenhar funções de reserva de substâncias nutritivas, água e ar. Os cladódios são ramos longos com crescimento contínuo, superfície aumentada lembrando suculentas folhas. Ex: carqueja e cactos em geral. A natureza caulinar desses ramos pode ser comprovada pela formação de flores. Os filocládios são ramos curtos, de crescimento limitado, e sua natureza caulinar só é percebida pela presença de flores. Ex: aspargo. Morfologia interna do caule: Tal como ocorre com as raízes, nas pteridófitas e na maioria das monocotiledôneas há uma só estrutura primaria, durante toda a vida da planta. As gimnospermas e as dicotiledôneas desenvolvem uma estrutura secundaria. Distinguimos os vários tipos de padrões de estruturas caulinares através do conceito de estelo, termo usado para o conjunto de tecidos vasculares do eixo da planta. Morfologia externa: O caule também apresenta crescimento apical, produzido pelo ponto vegetativo ou gema terminal. Nesse meristema primário aparecem os primórdios foliares, diversas protuberâncias laterais que originam as folhas. Nas axilares, primórdios dos ramos laterais do caule. A região da gema caracteriza o nó do caule; a região entre dois nós é o entrenó.

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