Metodologias de Design de Interação

8,357 views

Published on

Descrição e discussão de diferentes metodologias para design de interação.

3 Comments
20 Likes
Statistics
Notes
  • Excelente! (:
       Reply 
    Are you sure you want to  Yes  No
    Your message goes here
  • Especial material muito rico
       Reply 
    Are you sure you want to  Yes  No
    Your message goes here
  • Bom dia, gostaria de saber mais sobre essa influência (ou conceito) do contraditório. Faço minha monografia esse ano em Arquitetura e quero criar um espaço onde consiga integrar espaços contrarios, como a interação do novo com o velho, do público com o privado, enfim, trabalhar com a dualidade e a diversidade em seus níveis dentro de um espaço. Achei interessante os slides e gostaria de me aprofundar mais visto que acredito q me faltam explicações para compreender oq os slides realmente querem dizer. Se pudesse me indicar algo a estudar agradeceria muito. Mesmo focado em arquitetura (e considerando arquitetura como uma ciência e uma arte) acho q esse livro lhe interessaria: 'Complexidade e contradição em Arquitetura' de Robert Venturi, ou 'Aprendendo com Las Vegas' do mesmo autor. Desde já agradeço. Abraço. (arq_makert@yahoo.com.br)
       Reply 
    Are you sure you want to  Yes  No
    Your message goes here
No Downloads
Views
Total views
8,357
On SlideShare
0
From Embeds
0
Number of Embeds
1,566
Actions
Shares
0
Downloads
475
Comments
3
Likes
20
Embeds 0
No embeds

No notes for slide

Metodologias de Design de Interação

  1. 1. Metodologias de Design de Interação Frederick van Amstel designer de interação usabilidoido.com.br
  2. 2. Processo Simplificado atividade atividade artefatos artefatos
  3. 3. Atividade de Compra - Diagrama Sequencial MercadoPago
  4. 4. Domínio do Design de Interação
  5. 5. Adaptação para o Comportamento Cubículos mantém a individualidade, mas dificultam a socialização.
  6. 6. Ambiente para a Atividade O cafézinho relaxa e cria uma situação propícia à socialização.
  7. 7. Fluxo para a Tarefa Existe uma sequência formalizada para preparar o café.
  8. 8. Controle para a Operação O botão serve para ligar a máquina.
  9. 9. Pergunta-critério, seja para análise ou criação: Que comportamento, atividades, tarefas e operações serão realizados com este artefato?
  10. 10. Possibilidades Adaptações variadas para comportamentos variados.
  11. 11. Design Centrado no Designer Nina 7 Pecados
  12. 12. Design Centrado no Sistema ex: Vila Franca de Xira
  13. 13. Design Centrado no Sistema MsConfig
  14. 14. Design Centrado no Usuário
  15. 15. Design Centrado no Usuário
  16. 16. Design Centrado no Comportamento
  17. 17. Design Centrado no Comportamento
  18. 18. Design Centrado na Atividade
  19. 19. Design Centrado na Atividade
  20. 20. Design Centrado na Tarefa Office XP Menu Formatar > Colunas
  21. 21. Design Centrado na Tarefa Office 2007
  22. 22. Design Centrado na Tarefa Picasa
  23. 23. Design Centrado na Operação
  24. 24. Processo complexificado de Design de Interação
  25. 25. Seria a necessidade a mãe da invenção?
  26. 26. Qual a necessidade de um garfo?
  27. 27. E de um bico para garrafas de água? Tommy Habeeb, apresentador de televisão
  28. 28. E de uma torradeira como esta? George Watson
  29. 29. E da água com intenção aprovada pelo Dr. Emoto?
  30. 30. A frustração com as coisas leva ao desejo de ter novas coisas.
  31. 31. Ao contrário da necessidade, desejos e frustrações não são necessariamente lógicos. Podem ser contraditórios.
  32. 32. A dialética pode ajudar a trabalhar com contradições... ou confundir ainda mais!
  33. 33. Tudo está em constante mudança... Noah “Everyday”
  34. 34. ...e o que impulsiona o movimento é a contradição. Richard Williams
  35. 35. Sistema da Atividade Yrjo Engeström instrumentos pessoas objeto resultado regras divisão do trabalho comunidade
  36. 36. Steve Jobs na MacWorld 2007
  37. 37. Crise no sistema Clay Spinuzzi Blackberry pessoas objeto resultado regras divisão do trabalho comunidade Botões não se adaptam aos múltiplos objetos
  38. 38. Teclado on-screen do iPhone
  39. 39. Reconfiguração do sistema iPhone pessoas objeto resultado regras divisão do trabalho comunidade Teclado on-screen é impreciso
  40. 40. A dialética não serve para eliminar as contradições, mas sim, para conviver com elas.
  41. 41. Exercício • Levantar algumas contradições que impulsionaram e foram causadas por uma determinada transição tecnológica (10min) instrumentos pessoas objeto resultado regras divisão do trabalho comunidade
  42. 42. Metodologia de Design de Interação
  43. 43. Método de Webdesign baseado na Usabilidade, Maria Martinez
  44. 44. Metodologia Moebius, I-Group
  45. 45. Os elementos da experiência do usuário, J.J. Garret
  46. 46. “Eu não aguento mais ouvir falar de metodologia. Cada professor vem com uma e nos obriga a trabalhar do jeito dele, que não é nosso jeito.” Aluno de Design da Unisul
  47. 47. ~1~ Metodologia não é um procedimento.
  48. 48. Metodologia e método • Metodologia é o estudo crítico dos métodos a partir de uma perspectiva teórica • Método é uma estrutura coerente de técnicas necessárias para atingir um resultado
  49. 49. Metodologia de Design • Visão de mundo • Base teórica • Experiência prática
  50. 50. Metodologia Ágil • Ver funcionando é melhor do que prever • Evoluir por iterações • Diálogo com usuários • Equipe enxuta • Compartilhar conhecimento
  51. 51. Métodos de Design de Interaçao • Prototipação • Teste de Usabilidade • Entrevista • Shadowing • etc...
  52. 52. ~2~ A força do Design está na criatividade.
  53. 53. Modelo Evolutivo
  54. 54. Modelo Caótico
  55. 55. Criando possibilidades
  56. 56. Recursos para criar • Rabiscos • Brainstorming • Cenários hipotéticos • Prototipação rápida • Abdução
  57. 57. ~3~ A contradição é inerente ao processo de Design.
  58. 58. Evitar a contradição J.J. Garret
  59. 59. Wireframe
  60. 60. Processo dialético Lowgren e Stolterman Thoughtful Interaction Design, MIT Press Tempo Visão Visão Img. Operante Imagem Especificação Especificação Operante
  61. 61. Aproveitar a contradição
  62. 62. “O Design não está lá, nem cá; está no meio, ora pendendo para um lado, ora para o outro, num movimento que se assemelha à uma dança graciosa. É preciso saber o momento e o lugar certo para ser rígido ou flexível, de acordo com as intenções da performance e com a guia musical. O Design é assim: não cria, mas recombina; não define, mas propõe; não julga, mas avalia; não é arte, mas também gosta de dançar… Para entendê-lo, é preciso dar o primeiro passo!” Instituto Faber-Ludens de Design de Interação
  63. 63. Prazeres Complicados Royal College of Art, Londres
  64. 64. Nipple Chair, Dunne e Rabby
  65. 65. Escape Headphones, Christopher Woebken
  66. 66. Entrada de um Pub inglês
  67. 67. PuchiPuchi, Bandai
  68. 68. CD Phonograph, Yong Jieyu
  69. 69. Exercício • Escolher uma fobia de alguém do grupo • Tentar entender a fobia através da empatia • Criar conceitos de produtos que explorem a fobia, seja estimulando ou tentando curar
  70. 70. Obrigado! Frederick van Amstel designer de interação usabilidoido.com.br

×