Jovens Obras de Jesus

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  • Anátema:Excomunhão, Maldição, reprovação
  • Gnósticosafirmavamque Cristo tinhaapenasumaaparência de carne"Revestiu-Se de carne” ao invés de “Se fez carne”Diferente dos anjos quando apareciam na forma humana, os anjos não mudavam sua natureza. Cristo apareceu algumas vezes na forma de homem, isso se chama teofania (permanece nessa forma por um tempo).
  • Destacar a extraordináriafé de José. Elecreunamensagem do anjo e aceitou-a semqualquerobjeção, semqualquerhesitação, e decidiuagir de acordo com ela
  • Era possível que Adão não pecasse; não era impossível que pecasseEra possível que Cristo não pecasse; era impossível que pecasse
  • Aoconsiderarmos a doutrinadaQueda e suasconsequenciasvimosquehomens e mulheresforamdeixados num estado de ignorância.
  • Jovens Obras de Jesus

    1. 1. 4º Estudo do 2º Semestre 2011<br />Jesus Cristo<br />Urian K. Bardemaker<br />
    2. 2. Deus o Pai, Deus o Filho<br />Dr. Martyn Lloyd-Jones<br />
    3. 3. Jesus Cristo – fundamental e essencial<br />O PactodaGraçasempreapontapara a pessoa de Jesus Cristo<br />Toda a história aponta para Ele e para a redenção<br />Calendário dividido em a.C. e d.C.<br />Cristo é o diferencial do cristianismo, elemento que o separa das demais religiões<br />Cristo é fundamental e essencial para o cristianismo<br />Budismo poderia existir sem Buda; Islamismo sem Maomé<br />Outras religiões o que importa é o ensino<br />Jovens<br />
    4. 4. Jesus Cristo – fundamental e essencial<br />Cristo não é apenas central é absolutamente vital.<br />Preocupação primária e invariável para com Cristo<br />“O que evidencia imediatamente que tantos dos que se chamam cristãos, e não o são, é o fato de Cristo como pessoa não ser absolutamente essencial para eles.”<br />D. M. Lloyd-Jones<br />“Mas, ainda que nós mesmos ou um anjo do céu vos anuncie outro evangelho além do que já vos tenho anunciado, seja anátema” <br />Gálatas 1:8<br />Jovens<br />
    5. 5. A importância da doutrina de Cristo<br />“Eu creio em Cristo”. O que cremos sobre Cristo?<br />Importante atenção e reflexão do tema<br />Falsos mestres, heresias<br />Epístolas com severas advertências<br />A verdade sobre Cristo - 4 evangelhos<br />“Estes, porém, foram registrados para que creiais que Jesus é o Cristo, o Filho de Deus, e para que, crendo, tenhais vida em seu nome.” (João 20:31)<br />Jovens<br />
    6. 6. Jesus Cristo e as profecias<br />Jesus Cristo é o cumprimento de todas as profecias e promessas do Velho Testamento<br />“Porque quantas são as promessas de Deus, tantas têm nele o sim; porquanto também por ele é o amém para glória de Deus, por nosso intermédio.” (2 Co. 1:20)<br />“Porei inimizade entre ti e a mulher, entre a tua descendência e o seu descendente. Este te ferirá a cabeça, e tu lhe ferirás o calcanhar. (Gen. 3:15)”<br />“Portanto, o Senhor mesmo vos dará um sinal: eis que a virgem conceberá e dará à luz...” (Is. 7:14)<br />Dan. 9:24-26; Mal. 3:1; Mt. 1:22-23; Sl. 2:6; Sl. 45; <br /> Is. 9:6-7; Zac. 9:9; Zac. 11:12-13; Dt. 18:18<br />Jovens<br />
    7. 7. Afirmações da Bíblia<br />Profecias apontando para Jesus como sendo seu cumprimento<br />Único meio de reconciliar com Deus<br />“Eu sou o caminho, e a verdade, e a vida; ninguém vem ao Pai senão por mim.” (João 20:31)<br />“Porquanto há um só Deus e um só Mediador entre Deus e os homens, Cristo Jesus homem” (I Tm 2:5)<br />“Assim está escrito que o Cristo havia de padecer e ressuscitar dentre os mortos no terceiro dia e que em seu nome se pregasse arrependimento para remissão de pecados a todas as nações” (Luc. 24:46-47)<br />Jovens<br />
    8. 8. Afirmações da Bíblia<br />Ele sustenta todas as coisas em Suas mãos<br />“E pôs todas as coisas debaixo dos pés e, para ser o cabeça sobre todas as coisas, o deu à igreja, a qual é o seu corpo, a plenitude daquele que a tudo enche em todas as coisas.” (Ef. 1:22-23)<br />“eis que o Leão da tribo de Judá, a Raiz de Davi, venceu para abrir o livro e os seus sete selos.” (Ap. 5:5)<br />Ele é Aquele por meio de quem o mundo será julgado<br />“E lhe deu autoridade para julgar, porque é o Filho do Homem” (João 5:27)<br />Jovens<br />
    9. 9. A Encarnação<br />“E o Verbo se fez carne e habitou entre nós.” (João 1:14)<br />“A doutrina da encarnação afirma que a eterna segunda Pessoa da bendita Trindade entrou no tempo e no mundo, tomou para Si a natureza humana, nasceu como um bebê, viveu a vida como homem, e apareceu em ‘semelhança de carne pecaminosa’ (Rom 8:3)” <br />D. M. Lloyd-Jones<br />Jovens<br />
    10. 10. A doutrina da encarnação<br />Doutrina da redenção  doutrina da Pessoa de Cristo<br />Segunda Pessoa da Santíssima trindade tomou para Si a natureza humana<br />Importante analisar e esclarecer a doutrina da redenção<br />N. T. demonstra que o diabo se preocupa em levar as pessoas a desviarem-se da consideração da Pessoa e obra de Cristo<br />Jovens<br />
    11. 11. Afirmações de D. M. Lloyd-Jones<br />Importância da doutrina da Trindade;<br />Não foi Deus triúno que Se fez carne;<br />Foi encarnação verdadeira, não apenas aparente (gnósticos);<br />A natureza divina não uniu-se com a natureza humana;<br />Não houve mudança da personalidade do Filho de Deus;<br />O Filho de Deus não Se transformou num homem;<br />Não assumiu meramente a aparência de natureza humana;<br />Cristo tomou para Si uma plena natureza humana;<br />Sua natureza humana foi tomada da virgem Maria.<br />Jovens<br />
    12. 12. Nascimento Virginal<br />Lucas 1:26-38<br />Mateus 1:18-25<br />Jesus Cristo tomou nossa mesma natureza<br />“Visto, pois, que os filhos têm participação comum de carne e sangue, destes também ele, igualmente, participou, para que, por sua morte, destruísse aquele que tem o poder da morte, a saber, o diabo, e livrasse todos que, pelo pavor da morte, estavam sujeitos à escravidão por toda a vida. Pois ele, evidentemente, não socorre anjos, mas socorre a descendência de Abraão. Por isso mesmo, convinha que, em todas as coisas, se tornasse semelhante aos irmãos, para ser misericordioso e fiel sumo sacerdote nas coisas referentes a Deus e para fazer propiciação pelos pecados do povo. Pois, naquilo que ele mesmo sofreu, tendo sido tentado, é pode-<br />roso para socorrer os que são tentados.” (Hb. 2:14-18)<br />Jovens<br />
    13. 13. Nascimento Virginal<br />“Quanto à natureza divina, o Senhor não teve mãe; quanto à Sua natureza humana, não teve pai.”<br />Fato excepcional. Era o sinal do mistério da encarnação<br />Nascimento normal  linhagem de Adão  pecado original<br />“Porque, assim como, em Adão, todos morrem, [...]” (1 Co. 15:22)<br />“O Filho de Deus se fez homem para que os filhos dos homens pudessem tornar-se filhos de Deus.” <br />D. M. Lloyd-Jones<br />Jovens<br />
    14. 14. Evidências da deidade de Cristo<br />Nomes divinos são-Lhe atribuídos<br />“Filho de Deus” (40x); “seu Filho”; “o primeiro e o último”; “Alfa e o Ômega”; “Santo”; “o Senhor”; “Deus”<br />Atributos divinos<br />Onipotência (Hb. 1:3); Onisciência (Mt. 11:27); Onipresença (Mt. 18:20); Eternidade (João 1:1); Imutabilidade (Hb. 13:8); Preexistência (Col. 1:17)<br />Funções divinas<br />Perdoar pecados (Mar. 2:5); Ressuscitar (João 6:39-44); Juízo (João 5:22-23)<br />A.T. – Jeová  N.T. – Jesus Cristo<br />Salmo 102:24-27 – Hb. 1:10-12; Isaías 40:3,4 – Mt. 3:3, Luc. 1:76<br />Deus, o Pai, e Jesus Crito, o Filho<br />Mt. 28:19; Rm. 1:7; 2Co. 13:13; I Te. 3:11; Tiago 1:1<br />Adoração divina atribuída a Cristo<br />Mt. 28:9; Lc. 24:52; 1Co. 1:2; 2Co. 12:8-9; Flp. 2:10<br />Autoconsciência de Cristo de sua Deidade<br />Mt. 3:13-14; Mt. 5:21,27,33; João 14, 15 e 17<br />Jovens<br />
    15. 15. Evidências da humanidade de Cristo<br />Nascimento virginal<br />Nomes utilizados<br />“Jesus Cristo homem” (I Tim. 2:5); “o Filho do homem” (+80x). <br />Natureza humana e física<br />João 1:14; Mulher de Samaria(João 4:9).<br />Foi sujeito ao crescimento e desenvolvimento<br />“E crescia Jesus em estatura e sabedoria” (Lc. 2:52); Lc. 2:40; Heb 5:8.<br />Sujeito a limitação física<br />Sentiu cansaço (João 4); Mc. 4:36-41; João 19:28<br />Ele foi tentado<br />Tentações no deserto; Heb. 4:15; Heb. 2:18;<br />Necessitava orar<br />Jesus orava constantemente<br />Era humano em todos os aspectos<br />Hebreus 2:17; <br />Jovens<br />
    16. 16. A humanidade de Cristo<br />Embora fosse verdadeiramente humano, Cristo era impecável<br />“Em tudo foi tentado, mas sem pecado” (Heb. 4:15);<br />Heb. 9:14; I Pe. 2:22; I João 3:5<br />Ele veio “em semelhança de carne pecaminosa” (Rom. 8:3)<br />Humano é diferente de carnal<br />Carnalidade é consequência do pecado<br />Adão x Jesus<br />Era possível que Adão não pecasse; não era impossível que pecasse<br />Era possível que Cristo não pecasse; era impossível que pecasse<br />Jovens<br />
    17. 17. Deus-homem: a doutrina<br />Jesus Cristo era subordinado a Seu Pai<br />João 14:28; João 3:16; João 6:39; João 10:18; Luc. 22:29; I Cor. 11:3<br />A doutrina de Cristo foi por muitas vezes mal-interpretada, o que gera certos perigos. Vários concílios foram levantados para corrigir estes equívocos<br />“Qualquer cristão que diga que ele ou ela não tem tempo para este tipo de coisa [doutrina de Cristo], não está simplesmente ostentando terrível ignorância, mas está fazendo algo que é excessivamente perigoso” D. M. Lloyd-Jones<br />Jovens<br />
    18. 18. Perigos em desconhecer a doutrina<br />Negar a natureza divina de Cristo;<br />Unitarianos, monoteísmo<br />“Jesus Cristo é o Filho de Deus” (João 20:31)<br />Negar a natureza humana de Cristo;<br />Negar a integridade das naturezas;<br />Arianos – algo intermediário, o ser mais excelente já criado<br />Negar a unidade da Pessoa de Cristo<br />Heresia nestoriana – duas pessoas<br />Jovens<br />
    19. 19. Concílio de Calcedônia, 451 d.C.<br />“Nosso Senhor é verdadeiramente Deus e verdadeiramente homem, de uma alma e de um corpo racionais, consubstancial com o Pai segundo a Deidade, e consubstancial conosco segundo a humanidade. Em tudo Ele foi semelhante a nós, mas sem pecado. Foi gerado do Pai, antes de todas as eras, segundo a Deidade, e nestes últimos dias, por nós e para nossa salvação, nasceu da virgem, Maria, a mãe de Deus segundo a humanidade. Um e o mesmo Cristo, Filho, Senhor, Unigênito, a ser reconhecido em duas naturezas, inconfundíveis, imutáveis, indivisíveis, inseparáveis, a distinção das naturezas não sendo de forma alguma destruída pela união, mas ao contrário, sendo preservada a propriedade de cada natureza e coexistindo numa só pessoa e uma só subsistência; não partida nem dividida em duas pessoas, porém um e o mesmo Filho e unigênito, Deus, o Verbo, o Senhor Jesus Cristo.”<br />Jovens<br />
    20. 20. Cristo como exemplo<br />Cristo é um exemplo para os crentes<br />“O qual não cometeu pecado, nem na sua boca se achou engano. O qual não injuriavam, não injuriava; e quando padecia, não ameaçava, mas entregava-se àquele que julga justamente” (I Pe. 2:22-23)<br />Para que seu sacrifício tivesse valor infinito, Ele tinha que ser tanto Deus quanto homem. <br />Adão foi criado perfeito e caiu<br />Analogia com a alma do homem<br />Analogia velho homem x novo homem no cristão<br />Filipenses 2:5-8<br />“O Senhor do Mundo Se fez servo no mundo. Aquele cujo di-<br />reito era o de governar, assumiu a posição de obediên-<br />cia como sendo a característica de Sua vida” Dr. Warfield<br />Jovens<br />
    21. 21. Cristo o Profeta<br />Profeta é um mensageiro de Deus<br />Fazer prenúncio e predição<br />Fazer conhecido publicamente<br />Cristo, como Profeta, representa Deus conosco. Ele nos fala de Deus e em lugar de Deus.<br />Precisamos de um profeta, porque precisamos ser libertados e salvos da ignorância advinda do pecado.<br />“O Senhor, teu Deus, te suscitará um profeta do meio de ti, de teus irmãos, semelhante a mim; a ele ouvirás.” (Deut. 18:15)<br />“Este é, verdadeiramente, o profeta que devia vir ao mundo.”<br />(Jo 6:14)<br />Jovens<br />
    22. 22. Cristo o Sacerdote<br />Cristo, como Sacerdote, fala a Deus em nosso lugar. Ele nos representa diante de Deus<br />Hebreus 5:1-6<br />Jesus Cristo é o Sumo Sacerdote (Heb. 3:1; 4:14; 5:5; 6:20; 7:26; 8:1)<br />“E ele é a propiciação pelos nossos pecados e não somente pelos nossos próprios, mas ainda pelos do mundo inteiro” (I João 2:2)<br />Jesus é um Advogado junto ao Pai, sua intercessão é infindável.<br />“Se confessarmos os nossos pecados, ele é fiel e justo, <br />para nos perdoar os pecados, e nos purificar de toda <br />injustiça” (I João 1:9)<br />Jovens<br />
    23. 23. Cristo o Rei<br />Cristo, como Rei, é a cabeça representativa da nova humanidade<br />Ao morrer na cruz, e ao derramar Seu sangue, o novo pacto entre Deus e o homem foi ratificado<br />Tornamo-nos herdeiros deste novo pacto<br />Bênçãos resultam da obra de Cristo na cruz<br />Graça comum x graça especial<br />Realeza mediatória – Sua realeza como Mediador<br />Consiste em Seu poder oficial de governar todas as coisas no céu e na terra para a glória de Deus e para a execução do propósito divino da salvação<br />Cristo reina como Rei sobre Seu povo, sobre a Igreja. Ele é a cabeça da Igreja; Ele é o Rei da Igreja; Ele governa; Ele reina na Igreja, nos corações do Seu povo<br />Essa realeza durará até que os novos céus e a nova terra sejam trazidos à existência<br />Jovens<br />
    24. 24. Cristo o Rei<br />“E, então, virá o fim, quando ele entregar o reino ao Deus e Pai, quando houver destruído todo principado, bem como toda potestade e poder. Porque convém que ele reine até que haja posto todos os inimigos debaixo dos pés. O último inimigo a ser destruído é a morte. Porque todas as coisas sujeitou debaixo dos pés. E, quando diz que todas as coisas lhe estão sujeitas, certamente, exclui aquele que tudo lhe subordinou. Quando, porém, todas as coisas lhe estiverem sujeitas, então, o próprio Filho também se sujeitará àquele que todas as coisas lhe sujeitou, para que Deus seja tudo em todos.” (I Cor. 15:24-28)<br />Jovens<br />

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