Caderno 4 – Conselho Escolar e o Aproveitamento Significativo do Tempo Pedagógico.<br />
Objetivo:<br />Contribuir para o Conselho Escolar no exercício democrático e responsável de acompanhamento das atividades ...
Estrutura do caderno:<br />I Parte: A Escola como espaço de cidadania;<br />II Parte: A organização da Escola e do Tempo P...
Parte I<br />A escola pública como espaço de exercício do direito de cidadania<br />1. Educação de qualidade e organização...
Infraestrutura, material didático e recursos adequados;<br />Autonomia na gestão;<br />Docentes autônomos e responsáveis p...
1.3. De que modo as classes ou turmas podem ser organizadas?<br />	“Muitas escolas, atualmente, no país, adotaram a organi...
2. O Conselho Escolar e a avaliação da aprendizagem:<br />	“A avaliação constitui um elemento central na organização da pr...
Parte II<br />Tempo escolar – a mediação pedagógica consciente<br />1. As atividades escolares e a formação cidadã do estu...
1.2. O tempo pedagógico e o conselho escolar:<br />	TEMPO PEDAGÓGICO: é o tempo escolar que favorece a aquisição, pelos es...
“[...] o tempo é fundamental para que o docente possa identificar os fatores de sua ação pedagógica que incidem no cotidia...
Considerações Finais<br />	O papel do Conselho é portanto por em relevo as finalidades da escola e do Projeto Político Ped...
Referências<br />AGUIAR, Márcia A. da S.; SILVA, Aída M. M. (Orgs.). Retrato da escola no<br />Brasil. Brasília: CNTE, 200...
CASASSUS, Juan. A escola e a desigualdade. Brasília: Editora Plano, 2002.<br />CHARLOT, Bernard. Da relação com o saber. P...
	GRACINDO, Regina Vinhaes. Projeto Político-Pedagógico: retrato da escola em movimento. In: AGUIAR, Márcia A. da S.; SILVA...
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Conselho Escolar e o aproveitamento significativo do tempo pedagógico

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Essa apresentação aborda a função da escola de formar o cidadão, assegurando ao educando o acesso e a apropriação do conhecimento sistematizado, mediante a instauração de um ambiente propício as aprendizagens significativas ás praticas de convivência democrática. Para cumprir sua função precípua de favorecer essa formação, a escola precisa construir/instituir, de forma coletiva, um projeto político-pedagógico.

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Conselho Escolar e o aproveitamento significativo do tempo pedagógico

  1. 1. Caderno 4 – Conselho Escolar e o Aproveitamento Significativo do Tempo Pedagógico.<br />
  2. 2. Objetivo:<br />Contribuir para o Conselho Escolar no exercício democrático e responsável de acompanhamento das atividades na escola, especialmente com a relação ao tempo pedagógico.<br />
  3. 3. Estrutura do caderno:<br />I Parte: A Escola como espaço de cidadania;<br />II Parte: A organização da Escola e do Tempo Pedagógico – A participação do Conselho Escolar.<br />
  4. 4. Parte I<br />A escola pública como espaço de exercício do direito de cidadania<br />1. Educação de qualidade e organização da escola:<br />A importância de construir de forma coletiva um Projeto Político Pedagógico;<br />O Projeto Político Pedagógico é o norte orientador das atividades e da organização da escola o que é expresso nas práticas cotidianas.<br />1.1.De que maneira a escola pode se organizar para atender o direito do estudante de ter acesso a uma educação de qualidade?<br />
  5. 5. Infraestrutura, material didático e recursos adequados;<br />Autonomia na gestão;<br />Docentes autônomos e responsáveis pelos estudantes;<br />Número reduzido de alunos por turma;<br />Avaliação de forma sistemática;<br />Pais envolvidos nas atividades da escola.<br />1.2.Como pode se assegurar uma educação de qualidade?<br />Os calendários escolares;<br />O ano letivo;<br />Organização da escola e do Projeto Político Pedagógico de acordo com a realidade inserida<br />
  6. 6. 1.3. De que modo as classes ou turmas podem ser organizadas?<br /> “Muitas escolas, atualmente, no país, adotaram a organização em ciclos escolares ou ciclos de aprendizagem. Assim o fizeram por considerar que a matriz curricular por seriação anual da educação escolar está impregnada de uma lógica produtivista, que legitima a fragmentação e a desarticulação do currículo. Essa escolas e sistemas de ensino entenderam que, ao introduzir essa nova matriz curricular, estariam concorrendo para o estabelecimento de uma nova lógica de pensar a escola e o currículo [...]” (p.22)<br />
  7. 7. 2. O Conselho Escolar e a avaliação da aprendizagem:<br /> “A avaliação constitui um elemento central na organização da prática pedagógica, na medida em que favorece o processo de construção do conhecimento [...] pro meio dos procedimentos e mecanismos de avaliação, constatar, compreender e intervir nos processos de construção do conhecimento”. (p. 29-30)<br />
  8. 8. Parte II<br />Tempo escolar – a mediação pedagógica consciente<br />1. As atividades escolares e a formação cidadã do estudante:<br />A escola nessa perspectiva é tida como espaço que fornece ao indivíduo a compreensão do movimento dialético e para isso precisa levar em conta o tempo escolar que é o mesmo tempo pedagógico;<br />Levando em consideração o ritmo, o tempo e as experiências dos estudantes;<br />Visão do conhecimento de forma interdisciplinar e transdiciplinar, estabelecendo assim relação entre vivencia, conteúdo e realidade;<br />Estimulando a prática democrática.<br />
  9. 9. 1.2. O tempo pedagógico e o conselho escolar:<br /> TEMPO PEDAGÓGICO: é o tempo escolar que favorece a aquisição, pelos estudantes das aprendizagens significativas. Mas refere-se também ao sentido pedagógico do tempo livre. Assim:<br />Não pode ser desperdiçado ou sem sentido e essa é uma das tarefas que o Conselho Escolar deve assumir;<br />O Conselho Escolar deve atentar-se para o currículo, pois este não é neutro e vem carregado de ideologia.<br />1.3. O tempo é um fator importante na avaliação escolar?<br />
  10. 10. “[...] o tempo é fundamental para que o docente possa identificar os fatores de sua ação pedagógica que incidem no cotidiano escolar, bem como possibilitar analisar de forma mais consciente o desempenho de cada um dos estudantes do grupo”.<br />1.4 Componentes que abrande a avaliação escolar segundo Freitas:<br />Aspecto institucional –avalia o domínio de habilidades e conteúdos;<br />A avaliação do comportamento do aluno em sala;<br />Avaliação de valores e atitudes.<br />
  11. 11. Considerações Finais<br /> O papel do Conselho é portanto por em relevo as finalidades da escola e do Projeto Político Pedagógico que norteia o currículo e as ações pedagógicas. Favorecendo assim a natureza das relações pedagógicas que são vivenciadas na escola pelos seus diversos autores – favorecendo a formação integral e emancipadora dos estudantes.<br />
  12. 12. Referências<br />AGUIAR, Márcia A. da S.; SILVA, Aída M. M. (Orgs.). Retrato da escola no<br />Brasil. Brasília: CNTE, 2004.<br />BRASIL. Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional: Lei n. 9.394/96.<br />Disponível em: <www.mec.gov.br/legis/default.shtm>. Acesso em: 20 out.2004.<br />BRASIL. Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional: Lei n. 9.394/96. 4.<br />ed. Rio de Janeiro: DP&A, 2001. Apresentação de Carlos Roberto Jamil Cury.<br />BRASIL. Parecer n. 05/97 da Câmara de Educação Básica (CEB) do Conselho<br />Nacional de Educação (CNE). Disponível em: <www.mec.gov.br/cne/<br />parecer2.shtm>. Acesso em: 20 out.2004.<br />BRASIL. Parecer CNE/CP n. 003-2004: Diretrizes Curriculares Nacionais para<br />a Educação das Relações Étnico-Raciais e para o Ensino de História e Cultura<br />Afro-Brasileira e Africana. Disponível em: <www.mec.gov.br/cne/<br />parecer1.shtm>. Acesso em: 20 out.2004.<br />
  13. 13. CASASSUS, Juan. A escola e a desigualdade. Brasília: Editora Plano, 2002.<br />CHARLOT, Bernard. Da relação com o saber. Porto Alegre: Artmed Editora,<br />2000.<br />DOURADO, Luiz F. A gestão democrática e a construção de processos coletivos<br />de participação e decisão na escola. In: FERREIRA, Naura S. C.; AGUIAR, <br />Márcia A. da S. (Orgs.). Para onde vão a orientação e a supervisão educacional?<br />Campinas, SP: Papirus, 2002. Referências 65<br />FERREIRA, Naura S. C.; AGUIAR, Márcia, A. da S. (Orgs.). Gestão da educação:<br />impasses, perspectivas e compromissos. São Paulo: Cortez, 2000.<br />ENGUITA, M. F. A face oculta da escola. Porto Alegre: Artes Médicas, 1989.<br />FREITAS, Luiz C. A avaliação e as reformas dos anos de 1990. Educação &<br />Sociedade, Campinas, n. 86, p. 13-170, 2004.<br />
  14. 14. GRACINDO, Regina Vinhaes. Projeto Político-Pedagógico: retrato da escola em movimento. In: AGUIAR, Márcia A. da S.; SILVA, Aída M. M. (Orgs.). Retrato da escola no Brasil. Brasília: CNTE, 2004.<br /> PERRENOUD, P. Das diferenças culturais às desigualdades escolares: a avaliação e a norma num ensino diferenciado. In: ALLAL, L.; CARDINET, J.; PERRENOUD, P. Avaliação formativa num ensino diferenciado.Coimbra: Almedina, 1986.<br /> PREFEITURA DO RECIFE. Secretaria de Educação. Os ciclos de aprendizagem e a organização escolar. Recife, 2001.<br /> SILVA, Tomaz T. da.Documentos de identidade: uma introdução às teorias do currículo. Belo Horizonte: Autêntica, 1999.<br /> VEIGA, Ilma P. A.; RESENDE, Lúcia M. G. de (Orgs.). Escola: espaço do projeto<br /> político-pedagógico. Campinas, SP: Papirus, 1998.<br />WITTMANN, Lauro Carlos; GRACINDO, Regina Vinhaes (Coords.). O estado da arte em política e gestão da educação no Brasil: 1991 a 1997. Brasília; Campinas: ANPAE; Editora Autores Associados, 2001.<br />

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