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Índice geralI – ANÁLISE DE CONTEXTO                                      31 – INTRODUÇÃO                                  ...
I – ANÁLISE DE CONTEXTO1 – INTRODUÇÃONa sequência das linhas de orientação, que connosco foram discutidas e que agora seco...
1.1 – Plano Nacional de Promoção TurísticaO processo de elaboração do presente plano seguiu um planeamento rigoroso e part...
trabalho muito focalizado, do qual resultem contributos efectivos no aumento dos fluxos declientes nas unidades de alojame...
Investimento regional por destino e por mercado                                           Porto &             Centro de   ...
Proposta de investimento por instrumento e por destino                                                         Porto Norte...
A análise feita ao primeiro semestre de 2011 já denotava um forte crescimento nos mercadosconsiderados prioritários para o...
VARIAÇÃO ABSOLUTA – JAN/AGONo cruzamento entre os valores aqui apresentados e as acções que integram o plano para oano em ...
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II                           PLANO REGIONAL DE PROMOÇÃO TURÍSTICA1 – Contratualização                                     ...
1.1 – Espanha                                      Dormidas Espanha        70.000        60.000        50.000        40.00...
ESPANHA           conjuntura turística – plano                 procura para destinos                                      ...
1.2 – Holanda e Bélgica                                    Dormidas Holanda / Bélgica        30.000        25.000        2...
PAÍSES BAIXOS           conjuntura turística – plano                 procura para destinos                                ...
1.3 – França                                           Dormidas França        30.000        25.000        20.000        15...
FRANÇA           conjuntura turística – plano                 procura para destinos                                       ...
1.4 – Reino Unido                                       Dormidas Reino Unido        25.000        20.000        15.000    ...
REINO UNIDO            conjuntura turística – plano                 procura para destinos                                 ...
1.5 – Alemanha                                         Dormidas Alemanha       25.000       20.000       15.000       10.0...
ALEMANHA                                                                  procura para destinos                  conjuntur...
1. A ARPTA consignará pelo menos 1/3 da componente “contratualização” do seu   orçamento ao financiamento dos Planos de Co...
14. Para efeitos da determinação da comparticipação, as empresas remeterão à Agência        os originais dos documentos de...
d) Encontrar-se em perfeita sintonia com o Programa de Acção da EEC Pólo de       Competitividade e Tecnologia Turismo 201...
INDICADOR: Alcance de 4,5%, valor aferido tendo por base os resultados                 alcançados em 2010 e as previsões p...
De acordo com o já explicitado, a estratégia de actuação tem como objectivo odesenvolvimento de acções em 4 Mercados Estra...
melhores propostas no âmbito dos procedimentos a desenvolver, nos termos do Código daContratação Pública), constarão:     ...
•   Estratégia (20%) – área que dará relevância ao grau de compreensão da                campanha e à sustentação objectiv...
6. ORÇAMENTO               29
6.1 – INVESTIMENTO  01 Contratualização                                                                               Cale...
02 SIQI - PMEs QREN                                                                           Calendarização (Trim.)Cod. M...
03 PCI - QREN                         Intensificação da Promoção Turística Internacional                   Calendarização ...
6.2 – RECEITA                                                                                           SIQI PMEs       PC...
III. ANEXOS              34
Anexo I – Potenciação da Internacionalização do Alentejo - SIQI/QREN (Sem acções                                          ...
Estadia 2 noites                                                                                                          ...
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Plano de Actividades 2012

  1. 1. AGÊNCIA REGIONAL DE PROMOÇÃO TURÍSTICA DO ALENTEJO PLANO REGIONAL DE PROMOÇÃO TURÍSTICA ALENTEJO 2012 1
  2. 2. Índice geralI – ANÁLISE DE CONTEXTO 31 – INTRODUÇÃO 31.1. – Plano Nacional de Promoção Turística 31.2 – Análise da actividade dos empreendimentos turísticos 7II – PLANO REGIONAL DE PROMOÇÃO TURÍSTICA 111 – Contratualização 111.1 – Espanha 121.2 – Holanda e Bélgica 141.3 – França 161.4 – Reino Unido 181.5 – Alemanha 202 – Planos de Comercialização e Venda 213 – Potenciação da Internacionalização do Alentejo 234 – Intensificação da Promoção Turística Internacionalem Mercados de Elevado Potencial 265 – Colaboração com outras entidades 286 – ORÇAMENTO 296.1 – Investimento 306.2 – Receita 33III – ANEXOS 34 2
  3. 3. I – ANÁLISE DE CONTEXTO1 – INTRODUÇÃONa sequência das linhas de orientação, que connosco foram discutidas e que agora seconsubstanciam no “Plano Nacional de Promoção Turística”, bem como tendo presente oquadro de relacionamento e de cooperação definido entre o Turismo de Portugal, aConfederação do Turismo Português, as Secretarias Regionais com competências sobre oturismo na Madeira e nos Açores e as sete ARPT’s, em sede do “Protocolo para a PromoçãoTurística Externa Regional”, documento que vincula todos os parceiros até ao final de 2013,compete-nos elaborar o Plano Regional de Promoção Turística do Alentejo, entendendo-oenquanto prolongamento e aprofundamento para o Alentejo das linhas de orientaçãodefinidas para o país.Nesse plano, por determinação da tutela, serão apenas incluídas as acções financiadas noâmbito do contrato a celebrar com o Turismo de Portugal, incluindo a dotação necessária aofinanciamento dos Planos de Comercialização e Venda de empresas associadas.No entanto e à semelhança do verificado no ano de 2011, para além desse “centro de custos”,a que chamaremos Contrato de Promoção Externa Regional, entendemos ser de considerarno Plano Regional de Promoção Turística – Alentejo 2012 outros centros de custos,especializando cada um em função das linhas de financiamento que os suportarão, a saber:Potenciação da Internacionalização do Alentejo, financiada pelo SIQI/QREN, participada pormais de 20 empresas e sobretudo focalizado no incentivo à comercialização dos seus produtos;Intensificação da Promoção Turística Internacional em Mercados de Elevado Potencial,suportada por financiamento já aprovado, na medida PCI/QREN, visando o reforço davisibilidade do Alentejo nos mercados prioritários, bem como um novo centro de custos, a quechamaremos Colaboração com outras entidades, financiado no âmbito da colaboração comentidades e acções especificas, como este ano se verificou com algumas empresas.Ainda que o Plano Regional de Promoção Turística – Alentejo 2012 seja global, todos estescentros de custos terão de ser equacionados isolados uns dos outros, pois cada acção adesenvolver só poderá ser submetida a uma única linha de financiamento, não sendo possívelqualquer cruzamento entre as respectivas dotações orçamentais. 3
  4. 4. 1.1 – Plano Nacional de Promoção TurísticaO processo de elaboração do presente plano seguiu um planeamento rigoroso e participadopelas ARPT’s, que se iniciou a 14 de Outubro, com a apresentação de um primeiro draft doPlano Nacional de Promoção Turística, para recolha de contributos da CTP e das ARPT’s e quese pretende concluído até 30 de Novembro, permitindo assim uma melhor preparação dasacções a executar em 2012.Os planos regionais terão necessariamente de estar alinhados com o nacional, pelo que aquitranscrevemos o que, no fundamental, é o grande objectivo nacional e a forma pela qual sedesdobra em objectivos regionais, assim como as principais linhas de orientação: a) Objectivo Nacional Crescer 1 milhão de dormidas em 2012 b) Objectivos por destino e por mercado DRAFT Porto Norte Centro Lisboa Alentejo Algarve Açores Madeira 0 20 40 60 80 100 120 140 160 180 R. Unido 10 5 25 5 10 0 5 20 Espanha 35 30 30 10 10 5 10 Alemanha 10 10 30 5 35 5 35 Porto & Norte + 115 mil dormidas Escandinávia 5 25 35 10 25 Centro de Portugal Brasil 20 10 70 + 75 mil dormidas França 15 10 15 5 20 5 10 Lisboa + 305 mil dormidas Benelux 5 5 10 5 45 10 Alentejo Itália 10 5 20 5 + 30 mil dormidas Irlanda 10 20 Algarve + 320 mil dormidas Suiça 5 15 10 Unidade: milhares de dormidas Açores 10 15 5 Rússia + 30 mil dormidas Polónia 15 10 5 Madeira + 125 mil dormidas EUA & Canadá 20 10 Áustria 10 10 0Não podemos deixar de evidenciar serem ambiciosas as metas definidas para o Alentejo nosdiferentes mercados, alguns dos quais apresentam objectivos de crescimento na casa dos 25%face aos resultados de 2010.É certo que, por sermos um destino emergente onde o mercado externo é ainda claramenteminoritário, os valores absolutos propostos (mais 10 mil noites para Espanha e 5 mil para cadaum dos restantes, num total de 30.000 noites) constituem metas que nos obrigarão a um 4
  5. 5. trabalho muito focalizado, do qual resultem contributos efectivos no aumento dos fluxos declientes nas unidades de alojamento do Alentejo.c) Linhas de Orientação de âmbito nacional • Maior aposta na Alemanha e Escandinávia, para assegurar realização do objectivo dormidas 2012 • Diversificação de mercados » introdução da Rússia, Polónia e Canadá na matriz • Introdução da promoção dos produtos turismo residencial e turismo religioso • Redução da sazonalidade » focar em operações que potenciem época de inverno e “shoulders” • Consolidar a relação com as empresas através dos Planos de Comercialização e Vendas • Consolidar a prioridade à actuação dirigida ao consumidor final • Desenvolver competências e reforçar as actividades nos canais online e nas redes sociais • Concentrar actuação junto de TOs que privilegiem novas operações • Dinamizar presença juntos dos pontos de venda em mercados de distribuição tradicional • Manter esforço na captação de novas rotas e aumento de frequências de rotas já em operação • Focalizar a actuação nas áreas geográficas de influência dos aeroportos com ligações aos destinos • Actuação na área da comunicação mais articulada » publicidade e assessorias de imprensad) Dotação financeira por destino e por mercado 5
  6. 6. Investimento regional por destino e por mercado Porto & Centro de Lisboa Alentejo Algarve Açores Madeira Norte Portugal Reino Unido 130 80 320 80 1.000 80 650 Espanha 257 280 600 170 500 40 200 Alemanha 130 40 320 80 885 80 690 Escandinávia 80 217 607 158 303 França 130 80 320 100 350 22 103 Benelux 80 40 200 80 607 173 Brasil 130 40 400 Itália 40 40 300 43 Irlanda 43 200 Rússia 67 130 EUA & Canadá 170 (EUA) 87 (Canadá) Polónia 43 140 Suíça 22 22 22 Áustria 43 43 60 Multimercados 90 55 331 (2) 23 122 30 0 (1) 1.089 656 3.396 533 4.693 410 2.223 Notas: (1) Para os instrumentos promocionais “Canais Online” e “Material Promocional; (2) Inclui 100 k€ para promoção e apoio a congressos; Unidade: milhares de eurosO quadro supra resume a forma como a dotação financeira máxima atribuída ao Alentejo, novalor de 533.000€, terá de ser distribuída pelos diferentes mercados, o que constitui um forteconstrangimento à intervenção global da Agência e não leva em conta a solicitação que nareunião de 14 de Outubro dirigimos à Secretaria de Estado do Turismo e ao Turismo dePortugal.Tivemos então oportunidade de alertar para o facto desta Agência ter ainda a possibilidade dese socorrer de apoios comunitários para financiamento de acções de promoção, reunindoassim uma maior capacidade de investimento, cuja gestão deveria ser entendida de formaglobal.Pretendíamos que, se determinado mercado fosse abrangido por acções financiadas peloQREN, a dotação que lhe caberia em sede da contratualização fosse menor, permitindo oreforço do investimento em outros mercados, desde que estes integrassem a matriz definidapara o Alentejo.Esta nossa solicitação não logrou colher a aceitação do Turismo de Portugal, pelo que iremosaplicar a fórmula de distribuição do investimento por mercado que foi pré-determinada.e) Dotação financeira por instrumento e por destino 6
  7. 7. Proposta de investimento por instrumento e por destino Porto Norte Centro Lisboa Alentejo Algarve Açores Madeira 400 6 80 investimento regional por instrumento 13 0 promocional e por região 35 0 13 5 1.6 20 1.4 50 80 0 6 00 20 14 5 120 16 5 5 10 192 80 0 800 5 83 95 192 8 16 80 20 100 20 0 19 0 165 100 23 10 112 300 130 22 25 0 2 75 10 2 35 20 145 55 35 30 P ub l i ci d ad e C anai s M at er ial A cçõ es R o t as A ér eas A cçõ es F ei r as e O nli ne P r o mo ci o nal c/ I mp r ensa c/ A g ent es Exp o siçõ es Unidade: milhares de euros Sect o rDe igual sorte ao referido na alínea anterior, também aqui o efectivo poder de decisão daAgência fica fortemente condicionado, estando sujeitos a uma distribuição do investimentopor instrumento promocional pré-definida.Alertamos o instrumento promocional “Material Promocional” se encontra, no nosso caso,com dotação zero e, não fossem as edições da Turismo do Alentejo – ERT, já não teríamosmaterial em quantidade suficiente para suportar as acções previstas no presente plano.Também no que concerne ao instrumento “Canais On Line”, a dotação que se encontraprevista, no valor de 23.000€, “…destina-se apenas ao desenvolvimento do portal de turismodo Alentejo, visando dotá-lo de funcionalidades como plataforma de vendas e plataformasmóveis.” (citámos).1.2 – Análise da actividade dos empreendimentos turísticos Resultados 1º semestre 2011 objetivo: crescer 16 mil dormidas estrangeiros Objetivo por principais mercados Realizado por principais mercados This is a placeholder text crescimento dormidas em 2011 (milhares) crescimento dormidas jan/jun2011 (milhares) Espanha 6 Espanha 9,4 R. Unido 3 R. Unido 4,3 Alemanha 2 Alemanha 0,7 França 2 França 1,4 Benelux 2 Benelux 2,2 0 2 4 6 8 10 0 2 4 6 8 10 » No 1º semestre as dormidas de estrangeiros no Alentejo cresceram 33 mil 7
  8. 8. A análise feita ao primeiro semestre de 2011 já denotava um forte crescimento nos mercadosconsiderados prioritários para o Alentejo, a que por nossa iniciativa somámos o Brasil,crescimento esse que conheceu uma expressão ainda superior nos dois meses seguintes,permitindo que se atingisse o final de Agosto com um crescimento de 31%, ou seja: de mais54.980 dormidas de estrangeiros na região, com todos os mercados, excepção feita àAlemanha, a apresentarem a essa data uma clara superação dos objectivos definidos para oano.Nos quadros seguintes apresentaremos, mês após mês, os valores globais, as variaçõespercentuais e absolutas das dormidas registadas por mercado. DORMIDAS GLOBAIS – JAN/AGO VARIAÇÃO PERCENTUAL – JAN/AGO 8
  9. 9. VARIAÇÃO ABSOLUTA – JAN/AGONo cruzamento entre os valores aqui apresentados e as acções que integram o plano para oano em curso, gostaríamos de sinalizar algumas situações especiais, ressalvando que nãopretendemos com isto identificar relações “de causa e efeito”, mas que estamos conscientesdo nosso contributo para os resultados conseguidos.a) Escandinávia – mercado que apresenta o crescimento percentual mais elevado, mas para oqual o nosso contributo terá sido praticamente nulo, já que, tanto quanto conseguimos apurare o quadro supra o confirma, o crescimento verificado concentra-se nos meses de Março eAbril, devendo-se à realização de uma prova de orientação na Serra de S. Mamede, quemobilizou muitos atletas dos países nórdicos, com estadas prolongadas, para a preparaçãopara a prova.b) Reino Unido – com o segundo valor de crescimento mais elevado, quer em termospercentuais, quer absolutos, foi alvo de uma intervenção promocional muito reforçada e quese inseriu no quadro da entrada em funcionamento do Aeroporto de Beja.Nunca, como neste ano, conseguimos ter uma presença tão forte e continuada nacomunicação social deste mercado, cujos resultados são bem evidentes, seja nos indicadoresda hotelaria, seja no número de artigos que foram publicados nos mais diferentes meios decomunicação social on e off-line.Este plano, no âmbito da candidatura Intensificação da Promoção Turística Internacional emMercados de Elevado Potencial, contempla a continuação da campanha especial de promoçãoneste mercado, em moldes idênticos ao efectuado no ano em curso, tendo-se já procedido à 9
  10. 10. respectiva adjudicação, na sequência de concurso publico internacional, publicitado no “JornalOficial da Comunidade Europeia”.c) Brasil – Já em 2010 tínhamos chamado a atenção para a necessidade de uma intervençãoconsistente neste mercado, que continua a não integrar a matriz de mercados prioritários paraa região, não obstante o crescimento que apresenta (mais 5.828 dormidas).Não sendo possível a aplicação de verbas oriundas do Turismo de Portugal neste mercado,considerámos uma dotação financeira específica da candidatura à PCI/QREN para a realizaçãode um roadshow, várias press trips e o acolhimento da 20ª Convenção da ABAV.d) Espanha – Mercado com o crescimento absoluto mais elevado e que só por si representacerca de 26,5% de toda a procura externa no Alentejo.Também aqui a campanha que desenvolvemos não esteve isenta de polémica e foramclaramente maus os resultados do canal de venda que a ela associámos, mas as mais 15.070dormidas (+ 31,4%) tem um peso determinante na evolução global verificada.e) Alemanha – Este é o único mercado que à data de 30 de Agosto ainda não tinha superado oobjectivo proposto para o ano (+2.000 dormidas) e que dificilmente alcançara esse objectivoeste ano.A proposta para 2012 é ainda maior, já que a meta foi colocada em mais 5.000 dormidas, razãopela qual neste plano, seja qual o centro de custos que estiver em equação, se promoveu umaumento de investimento no mercado Alemão.Para além desta apreciação por mercados, importa também atentar no que se tem vindo averificar quanto aos proveitos gerados pela actividade dos empreendimentos turísticos erefira-se que, se bem que este indicador apresente uma evolução positiva, o crescimentopercentual registado é inferior ao verificado no indicador dormidas. Enquanto estas, para oconjunto dos mercados interno e externo, evoluíram 10,2%, o crescimento dos proveitosglobais é inferior, situando-se nos 9,2%.No indicador RevPar, o Alentejo continua a apresentar um desvio significativo à médianacional, que a 30 de Agosto se situava nos 34,4 €, enquanto na região era de 25,6 €.Acresce ainda referir que, tomando como referência os anos de 2009 e 2010, o crescimento daoferta no Alentejo é superior ao da procura, mas o desvio existente está a ser compensado em2011, em resultado de uma relativa estabilização da oferta e um claro crescimento da procura. 10
  11. 11. II PLANO REGIONAL DE PROMOÇÃO TURÍSTICA1 – Contratualização Quadro Matriz Acções c/ Acções c/ AgentesMERCADOS Publicidade Canais Online imprensa Sector Feiras TOTALEspanha 120.000,00 € 38.000,00 € 12.000,00 € 170.000,00 €Reino Unido 26.500,00 € 40.500,00 € 13.000,00 € 80.000,00 €Alemanha 25.500,00 € 40.500,00 € 14.000,00 € 80.000,00 €França 29.500,00 € 43.500,00 € 27.000,00 € 100.000,00 €Benelux 25.500,00 € 40.500,00 € 14.000,00 € 80.000,00 €Multimercados 23.000,00 € 23.000,00 €TOTAL 120.000,00 € 23.000,00 € 145.000,00 € 165.000,00 € 80.000,00 € 533.000,00 €O quadro matriz supra sintetiza a aplicação das verbas provenientes do Turismo de Portugal,no respeito pelo quadro de condicionantes a que aludimos no capítulo anterior, bem comoatendendo às características de cada mercado e às acções que em cada se irá desenvolver, nostermos que seguidamente apresentamos.Quanto aos objectivos regionais, a acrescer aos definidos para Portugal, este plano visa: • Aumentar a percepção de valor do destino/marca Alentejo; • Aumentar as vendas das empresas, colaborando para cada mercado as parcerias mais convenientes. • Apostar nas novas tecnologias de informação e de comunicação, em conjunto com a operação tradicional. • Destacar a diferenciação do Alentejo e, com isso e com uma maior visibilidade da marca, aumentar o poder de negociação. • Aumentar a interlocução entre a Agência e as empresas do sector, visando um melhor conhecimento das necessidades e prioridades das empresas e, simultaneamente, maximizar a capacidade de investimento;Visando estes objectivos particulares para o Alentejo, propomos o seguinte plano de acção,para os mercados a seguir apresentados, salientando que toda a informação estatística sereporta, em cada ano, ao período de Janeiro a Agosto: 11
  12. 12. 1.1 – Espanha Dormidas Espanha 70.000 60.000 50.000 40.000 30.000 20.000 10.000 0 2004 2005 2006 2007 2008 2009 2010 2011 Dormidas Espanha - Mês 18.000 16.000 2004 14.000 2005 12.000 2006 10.000 2007 8.000 6.000 2008 4.000 2009 2.000 2010 0 2011 Jan. Fev. Mar. Abr. Mai. Jun. Jul. Ago. 12
  13. 13. ESPANHA conjuntura turística – plano procura para destinos procura para Alentejo nacional concorrentes crescente interesse por destinos urbanos com crescimento acentuado dos elevada oferta cultural destinos internos espanhóis Crescimento significativo da sobretudo por segmentos de procura importância do segmento sénior menor poder de compra Forte sazonalidade acentua-se a marcação classes sociais com maior Deslocação em viatura direta e o uso do automóvel rendimento procuram própria para deslocação destinos de proximidade e são menos sazonais Reservas diretas e comunidades de Madrid, individuais com tendência Catalunha e Andaluzia forte crescimento para o dominante mantém importância na mercado francês procura Ranking: 1º +31,4% (62.998 Dormidas) Quota: 26,5% Fonte: EdTs + INE, Dormidas Agosto 2011Perante este quadro e pela avaliação que efectuámos ao ano em curso e ao resultado dacampanha desenvolvida, o grosso da intervenção neste mercado, como consta do quadromatriz, concentra-se fundamentalmente nos instrumentos “publicidade” e “acções comimprensa”, numa intervenção concertada e sob a forma de uma campanha única.As diferentes fases que esta irá ter, serão planeadas visando contribuir para que o aumento dofluxo da procura seja sobretudo sentido fora da época alta.No instrumento “feiras” contempla uma dotação que visa suportar a participação na FITURcom balcão destino e eventual participação de empresas associadas com mesa de negócios,bem como intervenções de suporte a entidades associadas que participem em certamesregionais, como a INTUR e a FEHISPOR. 13
  14. 14. 1.2 – Holanda e Bélgica Dormidas Holanda / Bélgica 30.000 25.000 20.000 15.000 10.000 5.000 0 2004 2005 2006 2007 2008 2009 2010 2011 Dormidas Holanda e Bélgica / Mês 7.000 2004 6.000 2005 5.000 2006 4.000 2007 3.000 2008 2.000 2009 1.000 2010 0 2011 Jan. Fev. Mar. Abr. Mai. Jun. Jul. Ago. 14
  15. 15. PAÍSES BAIXOS conjuntura turística – plano procura para destinos procura para Alentejo nacional concorrentes TO’s otimistas em relação à venda nos períodos de férias escolares, sobretudo TOs com peso considerável produto cultural, natureza e na comercialização do golfe (20 mil juniores crescimentos consideráveis para Espanha e Turquia, e destino federados) quebras para norte de África Interesse declarado por influência do preço e das e Grécia novos TO’s pelo Alentejo, promoções comerciais também em termos de tendência para a substituição de destinos nichos (walking) importância dos canais tradicionais intercontinentais por Crescimento da capacidade destinos europeus contratada dos principais tendência de early booking TOs para Alentejo segmento sénior com bom potencial de crescimento Bel. + 14,8%; Hol +30,9% Ranking: 2º Quota: 11% (26.254 Dormidas) Fonte: EdTs + INE, Dormidas Agosto 2011Na Holanda e Bélgica a intervenção da Agência continuará a privilegiar o dinamizar dapresença do Alentejo juntos dos pontos de venda da distribuição tradicional, sobretudo na suadimensão on-line.Estão em perspectiva parcerias com os operadores que destacam o Alentejo na suaprogramação, conferindo-lhe um destaque enquanto destino específico, partilhando com cadaum o investimento em campanhas promocionais/publicitárias, visando a colocação directa deproduto junto do consumidor final.Para além dessas, procurar-se-á que cada TO parceiro organize pelo menos uma fam trip aoAlentejo e que crie um quadro de incentivo junto dos colaboradores da sua rede dedistribuição, que premeie o esforço de venda do Alentejo.Comete-se também parte da capacidade de investimento às acções com a imprensa, visandosobretudo aumentar o número de press trips, por ser este o instrumento que tem permitidoao Alentejo uma relação mais interessante em termos de custo versus benefício, cruzando asproduções e difusão de conteúdos com as parcerias com os Agentes do Sector.No instrumento feiras está considerada a dotação necessária ao assegurar da presença doAlentejo com balcão de destino no stand de Portugal na feira de Utrecht, bem como com standautónomo na de Antwerpen. 15
  16. 16. 1.3 – França Dormidas França 30.000 25.000 20.000 15.000 10.000 5.000 0 2004 2005 2006 2007 2008 2009 2010 2011 Dormidas França / Mês 9.000 8.000 2004 7.000 2005 6.000 2006 5.000 2007 4.000 3.000 2008 2.000 2009 1.000 2010 0 2011 Jan. Fev. Mar. Abr. Mai. Jun. Jul. Ago. 16
  17. 17. FRANÇA conjuntura turística – plano procura para destinos procura para Alentejo nacional concorrentes 10% de aumento nas viagens importância decrescente da distribuição tradicional em Escassa presença na oposição ao aumento das programação dos principais forte procura pelo mercado TOs reservas diretas online interno e diminuição tendência de latebooking mercado externo Domínio dos TOs online (acentuado) sobretudo para mercados do norte de África Procura por touring cultural as férias de verão em quebra e destinos e paisagistico Fator preço e clima próximos em alta, em particular Espanha e Turquia Programação Fly and Drive importante na selecção do destino Destino pouco conhecido forte procura de alojamento all inclusive Ranking: 3º +22,2% (25.549 Dormidas) Quota: 10,7% Fonte: EdTs + INE, Dormidas Agosto 2011Sendo notória a escassez de visibilidade do Alentejo em França e de programação específicanos TO’s que vendem Portugal, a principal aposta continuará a ser o procurar captar a atençãodestes, incentivando-os à criação de programas que abranjam este destino, pelo que seconsagra a maior fatia do investimento ao instrumento “acções com Agentes do Sector”.Depois será então possível o estabelecimento de parcerias com as grandes redes dedistribuição on-line, com investimentos conjuntos na promoção dos pacotes criados, levando-os ao conhecimento do grande público através dos meios de comunicação social, estando adotação para tal necessária prevista no instrumento “acções com a imprensa”.No que respeita à presença em feiras, prosseguiremos as orientações do Turismo de Portugal etrocaremos a presença no MAP pela na TOP RESA, indo assim ao encontro do maior fórumonde se concentram os operadores.Em simultâneo e procurando o reforço da colocação da marca Alentejo junto do consumidorfinal, asseguraremos a continuação da nossa presença nos certames regionais de Toulouse eLyon, bem como noutros fóruns que nos venham a ser assinalados quer pela Equipa deTurismo de Paris, quer e à semelhança do já verificado, pela rede consular. 17
  18. 18. 1.4 – Reino Unido Dormidas Reino Unido 25.000 20.000 15.000 10.000 5.000 0 2004 2005 2006 2007 2008 2009 2010 2011 Dormidas Reino Unido / Mês 6.000 2004 5.000 2005 4.000 2006 3.000 2007 2.000 2008 2009 1.000 2010 0 2011 Jan. Fev. Mar. Abr. Mai. Jun. Jul. Ago. 18
  19. 19. REINO UNIDO conjuntura turística – plano procura para destinos procura para Alentejo nacional concorrentes evolução da operação aérea condicionada pelo custo aumento da procura no Forte crescimento dos combustível mercado interno resultados para o Alentejo continuação de fusões de tendência de estagnação da Oportunidade para operadores e consolidação procura para mercados continuar a operação aérea de operações turísticas externos, com aumento para para a Beja Grécia, Espanha, Turquia e aumento programação e Capitalização em 2012 do Malta consumo all-inclusive investimento feito na forte investimento de campanha 2011 tendência para late-booking promoção por parte dos segmento sénior com destinos de sol e mar Reforço da contratação dos potencial de crescimento e concorrentes TO’s na região fora da época alta Ranking: 4º +64,1% (19.936 Dormidas) Quota: 8,4% Fonte: EdTs + INE, Dormidas Agosto 2011Como já antes referimos, o grosso do investimento a efectuar neste mercado não seráconsiderado no âmbito da contratualização da promoção externa, pois será suportado porlinhas de financiamento comunitárias, seja em sede do Sistema de Incentivos àInternacionalização ou da Promoção e Capacitação Institucional.Pelo antes referido, neste plano será sobretudo considerado o investimento a efectuar noscanais “acções com agentes do sector”, que não os considerados nas candidaturas, sendoneste caso conferida maior atenção a operadores de nicho, com especial ênfase para os deprodutos como birdwatching, walking e wine Tours, que já possuem programação consistentepara o Alentejo, que revelem vontade de a aumentar e se pretendam envolver em acções demarketing conjuntas.No âmbito das “acções com a imprensa” procuraremos dar ênfase aos produtos/parceriasconseguidas, privilegiando meios de comunicação social a eles ligados e enquadrando tambémas acções geradas pela Equipa de Turismo local e outras para as quais venhamos a sersolicitados por sócios. 19
  20. 20. 1.5 – Alemanha Dormidas Alemanha 25.000 20.000 15.000 10.000 5.000 0 2004 2005 2006 2007 2008 2009 2010 2011 Dormidas Alemanha / Mês 6.000 2004 5.000 2005 4.000 2006 3.000 2007 2.000 2008 2009 1.000 2010 0 2011 Jan. Fev. Mar. Abr. Mai. Jun. Jul. Ago. 20
  21. 21. ALEMANHA procura para destinos conjuntura turística procura para Alentejo concorrentes melhoria da conjuntura económica favorece o aumento forte da procura Reforço da programação dos consumo, incluindo de para Turquia, Espanha, TO’s, por parte dos que viagens Croácia e Grécia tradicionalmente programa importância estratégica do o destino quebra da procura para os early booking (até 28/2 ou países do norte de África Início de programação por 31/3) crescimento acentuado para parte de novos TO’s, agora importância dos TO´s também no produto sol e destinos próximos acessíveis (exceto city break) na venda mar em viatura do destino, com aumento das reservas online crescimento do turismo Cross selling com Algarve e interno Lisboa concorrência na operação aérea através do preço Ranking: 5º +4% (18.023 dormidas) Quota: 7,6% Fonte: EdTs + INE, Dormidas 1º semestre 2011/2010Prosseguindo as prioridades nacionais de canalizar mais investimento para a Alemanha econcentrar a actuação juntos dos TO’s que criem novas operações, estão estabelecidasparcerias com a OLIMAR, FTI e DERTUR, que levaram já a um reforço da presença do Alentejona respectiva programação e que terão consequência igualmente em acções de marketing (one off-line), financiadas conjuntamente, contribuindo dessa forma para uma presença maispróxima do consumidor final.Em simultâneo, iremos procurar que cada um desses TO’s organize pela menos uma fam trip,com agentes das respectivas redes de distribuição, bem como iremos propor a criação de umquadro de incentivo, que premeie os melhores vendedores para o “Alentejo”, a publicitarpelos seus próprios meios.Para uma maior aproximação ao consumidor final, procuraremos assegurar uma presençacontinuada na comunicação social e nas redes sociais, em moldes a definir em função dacapacidade de resposta que a Equipa de Turismo em Berlim venha a possuir.2 – PLANOS DE COMERCIALIZAÇÃO E VENDAVerificando-se para 2012 um enquadramento em tudo semelhante ao que vigorou este ano noque concerne aos Planos de Comercialização e Venda (PCV) e tendo presente a experiênciaacumulada no ano em curso, entendemos ser de introduzir algumas alterações naregulamentação desta forma de participação nos projectos das empresas, visando uma maiorsimplificação, passando a ter a seguinte redacção: 21
  22. 22. 1. A ARPTA consignará pelo menos 1/3 da componente “contratualização” do seu orçamento ao financiamento dos Planos de Comercialização e Venda (PCV), individuais ou colectivos, que sejam promovidos por empresas associadas, disso informando o trade da região;2. Até ao final do mês de Janeiro de 2012 a ARPTA aceitará a apresentação de intenções de PCV;3. Caso as intenções recebidas no prazo supra referido não preencham integralmente a disponibilidade financeira definida em 1, a Direcção poderá entender aceitar a apresentação de novas intenções de PCV ao longo do ano;4. Todas as empresas promotoras terão de ser associadas desta Agência e liquidar antecipadamente as quotas inerentes ao tempo necessário à realização do respectivo plano;5. Todas as empresas abrangidas terão de ter a sua situação regularizada perante a Segurança Social, o Turismo de Portugal e a Administração Fiscal;6. Aceitarem a fiscalização da Agência em relação às obrigações supra referidas;7. Todas as acções a desenvolver terão de promover inequivocamente a marca Alentejo;8. Declararem todos os financiamentos de que irão dispor para a realização do plano, sejam estes de natureza pública ou privada, mesmo que provenham de entidades que não tenham como actividade económica o turismo;9. Apresentarem os investimentos descriminando as acções a efectuar, nomeadamente a presença em feiras internacionais ou eventos semelhantes, a aquisição de publicidade, a produção de material promocional em idioma estrangeiro (também será considerado o Português, caso o mercado alvo tenha este como idioma oficial), acções de prospecção, organização de eventos de relevância internacional;10. Em circunstância alguma serão considerados elegíveis os investimentos feitos em serviços próprios das empresas, recursos humanos, ou aquisições de serviços que não se reportem a efectivas intervenções de promoção ou de comercialização;11. Implicarem investimentos totais compreendidos entre 1.000 € e 20.000€, para planos individuais, ou 5.000€ e 100.000€ para projectos colectivos;12. Caso o somatório dos PCV ultrapasse o disposto no n.º 1, a Direcção poderá determinar proceder ao rateio dos apoios a conceder, procurando garantir a melhor eficácia do apoio e o não comprometimento dos planos propostos;13. A comparticipação da Agência nos planos de comercialização e venda será de 50% do investimento efectuado, podendo ser em percentagem inferior caso a Direcção entenda proceder ao rateio do apoio financeiro. 22
  23. 23. 14. Para efeitos da determinação da comparticipação, as empresas remeterão à Agência os originais dos documentos de despesa e de quitação, que serão devolvidos após conferência, cópia do pagamento e extracto do débito bancário, bem como evidências da realização das acções; 15. Depois de verificada a realização da despesa, a Agência procederá à transferência das importâncias devidas nos trinta dias posteriores a cada uma das transferências do Turismo de Portugal.3 - Potenciação da Internacionalização do AlentejoO projecto de Potenciação da Internacionalização do Alentejo, enquadra-se no Sistema deIncentivos à Qualificação e Internacionalização de PME – Projectos ConjuntosInternacionalização, tendo por base a apresentação de uma plataforma comum – Plano deAcção – com dois objectivos estratégicos que se complementam: a) Contribuir de forma objectiva para a internacionalização das empresas parceiras dando-lhes visibilidade junto dos seus mercados estratégicos, a consolidar e mesmo de diversificação, utilizando esta oportunidade num contexto economicamente ainda desfavorável; b) Contribuir para a consolidação/projecção internacional da marca/destino Alentejo, dando um impulso significativo nos fluxos turísticos oriundos dos mercados externos de referência para o Alentejo (consolidando-os) e simultaneamente criar novas dinâmicas de procura, diversificando e fidelizando novos mercados ou com menor peso no cômputo dos turistas que visitam a região.A estratégia definida vai ao encontro da “Estratégia de Eficiência Colectiva” (EEC), com especialincidência nos objectivos propostos para o “Pólo de Competitividade e Tecnologia Turismo2015”, já que: a) Traduz a implementação de um conjunto de acções de promoção/internacionalização tendo por base os dois objectivos atrás referidos, conferindo a este projecto um papel de âncora na dinamização da procura turística da região em geral e das empresas parceiras em particular; b) O projecto enquadrou, à data da apresentação da candidatura, um conjunto de mais de 19 empresas – 16 PME e 3 Grandes Empresas (mais entidade promotora), número que entretanto evoluiu para mais de duas de dezenas; c) Todas estas empresas parceiras têm a sua sede social localizada no território abrangido pela NUT II Alentejo; 23
  24. 24. d) Encontrar-se em perfeita sintonia com o Programa de Acção da EEC Pólo de Competitividade e Tecnologia Turismo 2015, visto enquadrar-se no Eixo III – Reforço da Atractividade do Destino Portugal, já que as acções irão contribuir claramente para o reforço da procura num contexto de cada vez maior sofisticação das ofertas concorrenciais, através do aumento da projecção internacional de Portugal e das suas marcas regionais, no caso o Alentejo. e) Este projecto irá assim contribuir para alavancar a procura turística e concorrer directamente para crescimento do n.º de turistas, aumento do volume de receitas turísticas das empresas parceiras (assim como de forma indirecta de todas as empresas ligadas ao sector), reforçar/consolidar a imagem deste território como detentor de uma imensa variedade de produtos.O âmbito desta componente vem na continuidade do projecto de internacionalização dePME’s iniciado em 2011, será a potenciação do trabalho já iniciado e considera os seguintesmercados e acções:- Mercados Estratégicos - Espanhol, Francês, Alemão e Inglês- Mercados a consolidar - Benelux, a Suécia, a Dinamarca e o Brasil- Acções: - Participação nos principais certames turísticos a nível internacional; - Desenvolvimento / Lançamento de campanhas publicitárias; - Organização de visitas educacionais com jornalistas / opinion makers; - Organização de visitas de prospecção e de familiarização; - Organização de workshops e famtrips&press com media e trade; - Monitorização da actividade turística na região do Alentejo; - Concepção/desenvolvimento de suportes promocionais do destino e das empresas (guias, brochuras e filmes).Com esta candidatura procurar-se-á atingir as seguintes metas nas empresas parceiras: OBJECTIVO 1: Aumento de hóspedes estrangeiros INDICADOR: Aumento de 3% de hóspedes estrangeiros, aferido ao ano de 2013 e face a 2010 (Superação: 3,5%; Meta: 3%; Tolerância: 2,5%) OBJECTIVO 2: Aumento dormidas de estrangeiros INDICADOR: Aumento de 4% de dormidas de estrangeiros considerando os valores alcançados em 2010, com perspectivas de concretização em 2013 (Superação: 4,5%; Meta: 4%; Tolerância: 3,5%) OBJECTIVO 3: Aumento dos Proveitos Globais dos E. Alojamento 24
  25. 25. INDICADOR: Alcance de 4,5%, valor aferido tendo por base os resultados alcançados em 2010 e as previsões para 2013 (Superação: 5%; Meta: 4,5%; Tolerância: 4%)O Plano de Acção assenta num vasto conjunto de iniciativas, que se apresentam em sintoniacom as melhores práticas de promoção turística e apresentando um carácter diferenciadorface ás tradicionais formas de abordar os mercados emissores. A título de exemplo tem-se: - Campanhas Publicitárias em Espanha (em anúncios em outdoors, mini outdoors, autocarros, painéis e muppies nas estações de metro em diferentes cidades, campanhas de spots na rádio), tendo como objectivo a divulgação do destino e das empresas turísticas da região. - Apresentações junto dos meios de comunicação social, do trade e de uma malha de contactos, nomeadamente junto das Embaixadas. Estas acções terão igualmente um papel preponderante na promoção do produto Gastronomia e Vinhos. - Organização de delegações e missões de prospecção nas seguintes feiras: FITUR Madrid 2012 [Espanha]; FERPALIA – Galiza 2012 [Espanha]; IBTM – Barcelona 2012 [Espanha]; MAP Paris 2012 [França]; Salon Mahana Lyon 2012 [França]; Salon Bedouk Paris 2012 [França];Vakantiebeurs-Utrecht 2012 [Holanda]; Salão de Antuérpia 2012 [Bélgica]; ITB Berlim 2012; IMEX Frankfurt 2012; WTM Londres 2012 e British Birdwatching Fair 2012 - Roadshow - Brasil 2012 - Campanhas promocionais por Produto Turístico PENT, designadamente campanhas direccionadas para o produto Resort Integrados e a presença com campanhas promocionais em eventos internacionais de Golfe. - Fam Trips & Press Trips (sobretudo em mercados como Alemanha, Dinamarca e Suécia)Á data da apresentação da candidatura, a parceria estabelecida implicou a adesão dasseguintes empresas:ÉVORAHOTEL – INVESTIMENTOS TURÍSTICOS S.A.; DESFRUTAR A NATUREZA, LDA.; TRILHOSINÉDITOS, LDA.; SOCIEDADE DO AREZ S.A.; CHT-CASINO HOTEL DE TROIA S.A.; TRÓIARESORT –INVESTIMENTOS TURÍSTICOS S.A.; TRÓIAVERDE – EXPLORAÇÃO HOTELEIRA E IMOBILIÁRIA,S.A.; NAUTIALQUEVA – SERVIÇOS NÁUTICOS, LDA.; QBE, LDA.; SEVER EMPREENDIMENTOSTURÍSTICOS, LDA.; JB SOCIEDADE IMOBILIARIA, LDA.; ANTÓNIO JOSÉ QUARESMA, LDA.; TOURIL– AGROTURISMO LDA.; WYNANDUS MARIA ALBERTUS RIEMSLAG; PENSÃO RESIDENCIALSANTA BÁRBARA, LDA.; SPPTH, S.A.; CABEÇO DA SENHORA DO CARMO HOTEL RURAL, LDA.;MULTIPARQUES A CÉU ABERTO S.A.; MONTE DO TREVO, LDA. 25
  26. 26. De acordo com o já explicitado, a estratégia de actuação tem como objectivo odesenvolvimento de acções em 4 Mercados Estratégicos/Prioritários: Espanha, França,Alemanha e Reino Unido. O investimento em acções nestes mercados é de 361.450 euros,representando, do total de investimento elegível, um peso de 58,8%.O investimento em acções a desenvolver em Mercados a Consolidar (Benelux, Suécia,Dinamarca, e Brasil) corresponderá a 202.850 euros, representando 33% do total elegível.A intervenção por parte das empresas focará unicamente a componente comercial, tendocomo objecto a optimização das receitas e o incremento/ consolidação/diversificação demercados prioritários externos, cabendo a ARPT – Turismo do Alentejo definir o conjunto deacções conjuntas a serem levadas a cabo.No Anexo I – Potenciação da Internacionalização do Alentejo - SIQI/QREN, apresentamostodas as acções que integram este plano de acção específico, bem como a respectiva dotaçãofinanceira.4 - Intensificação da Promoção Turística Internacional em Mercados de Elevado PotencialA presente componente do Plano de Acção Alentejo 2012 suporta-se na candidatura da“Intensificação da Promoção Turística Internacional em Mercados de Elevado Potencial”elaborada por iniciativa da Agência Regional de Promoção Turística do Alentejo aoRegulamento Especifico da Promoção e Capacitação Institucional, entretanto aprovada.Este projecto visa intensificar a procura turística em mercados de elevado potencial comosejam o Reino Unido, a Alemanha, a Holanda e França, tem um valor de € 1 230 000 (com IVAincluído) e contempla em concreto a realização de campanhas de promoção nos mercadossupra referidos.O trabalho de prospecção efectuado em parceria com a ANA – Aeroportos de Portugal,permitiu concluir pela existência de um forte potencial de crescimento da procura turísticaproveniente destes mercados, todos eles de extrema importância e onde a imagem dePortugal se encontra bastante presente, enquanto a do Alentejo permanece genericamentedesconhecida.Assim, as campanhas serão compostas por diversas acções e iniciativas promocionaiscoerentes e complementares entre si e que concorram para o aumento do número de turistasassim como para o aumento da visibilidade turística do Alentejo. De entre as diversas acçõesque poderão ser apresentadas pelos futuros prestadores (empresas que vierem a apresentar a 26
  27. 27. melhores propostas no âmbito dos procedimentos a desenvolver, nos termos do Código daContratação Pública), constarão: Campanha de imprensa com conteúdos editoriais e publicitários em meios de referência e revistas temáticas; Campanha online, newsletters e e-mail marketing; Publicidade de referência para o Alentejo; Presença em brochuras de operadores turísticos ; Campanhas de outdoors; Road shows, etc.As campanhas de promoção terão de contribuir para um evidente aumento da visibilidade dodestino “Alentejo”, por um lado e aumentar no curto e médio prazo o número de turistasestrangeiros no Alentejo. Maior visibilidade do Alentejo nos mercados antes referidos; Capacitação institucional da ARPTA e das suas associadas, no que diz respeito à produção e distribuição de conteúdos promocionais; Maior número de dormidas de turistas estrangeiros no Alentejo, dando resposta aos objectivos definidos pelo Turismo de Portugal e da contribuição do Alentejo para esse crescimento; Aumento do número de turistas e da permanência média nos estabelecimentos turísticos; Aumento das receitas dos estabelecimentos turísticos; Aumento das receitas das empresas fornecedoras dos estabelecimentos turísticos; Manutenção do emprego, de uma forma generalizada e do sector do turismo em particular; Reforço da notoriedade e do reconhecimento do destino Alentejo; e Incremento do efeito de repeat visitors.O concurso para a campanha do Reino Unido foi lançada nas plataformas próprias tendo o jurípara tal nomeado, à presente data, já elaborado o respectivo relatório final, enquanto que osprocedimentos para os restantes mercados serão lançados nos próximos meses.Para obter os maiores benefícios com as campanhas (aumento do número de noites deturistas estrangeiros e aumento da visibilidade turística do Alentejo), foi utilizado o seguinteracional de valorização das propostas entretanto recebidas em cada um dos concursos: 27
  28. 28. • Estratégia (20%) – área que dará relevância ao grau de compreensão da campanha e à sustentação objectiva da estratégia; • Plano de Meios (40%) – área onde se procurará identificar a melhor adequação de plano de meios a utilizar e capacidade do plano de meios, ou seja, o número de indivíduos impactados pela campanha de promoção; • Preço (40%) – dá importância ao critério da proposta economicamente mais vantajosa.A programação financeira da operação desenvolve-se ao longo do ano de 2012 e acontrapartida local será assegurada com receitas próprias da Agência, não se utilizando paraeste efeito a verba contratualizada com o Turismo de Portugal.A operação de Intensificação da Promoção Turística Internacional em Mercados de ElevadoPotencial é transversal a todo o território e está alinhada com os diversos planos dedesenvolvimento regional, em particular no Plano Regional de Inovação do Alentejo e noPrograma Operacional Regional do Alentejo.5 – Colaboração com outras entidadesInscrevem-se nessa linha as acções a desenvolver com a ANA – Aeroportos de Portugal, com asEntidades Regionais de Turismo, ou com empresas associadas, a pedido destas e visandoobjectivos muito específicos que, ainda que concorram para a afirmação turística do Alentejono seu todo, focalizam de forma particular um determinado produto, território ou tema.Perante eventuais solicitações, à semelhança do verificado em 2011, com a celebração de umprotocolo entre a Agência e duas empresas do universo SONAE, que concertou a actividadepromocional destas com a do Alentejo e compensou financeiramente a Agência pelo avolumarde trabalho que daí resultou, entendemos ser de garantir respostas positivas, na certeza deque estas formas de colaboração poderão vir a reforçar a capacidade de intervenção daAgência e a aproximação aos diferentes atores do universo turístico regional. 28
  29. 29. 6. ORÇAMENTO 29
  30. 30. 6.1 – INVESTIMENTO 01 Contratualização Calendarização (Trim.)Cod. Mercado Instrumento Promocional Euros 1ºT 2ºT 3ºT 4ºT 011 Espanha0111 Publicidade 120.000,00 x x x x0112 Acções com Imprensa 38.000,00 x x x x0113 Feiras 12.000,00 x x TOTAL 170.000,00 012 Holanda / Bélgica0121 Acções com Imprensa 25.500,00 x x x x0122 Acções com Agentes do Sector 40.500,00 x x x x0123 Feiras 14.000,00 x TOTAL 80.000,00 013 França0131 Acções com Imprensa 29.500,00 x x x x0132 Acções com Agentes do Sector 43.500,00 x x x x0133 Feiras 27.000,00 x x TOTAL 100.000,00 014 Reino Unido0141 Acções com Imprensa 26.500,00 x x x x0142 Acções com Agentes do Sector 40.500,00 x x x x0143 Feiras 13.000,00 x x TOTAL 80.000,00 015 Alemanha0151 Acções com Imprensa 25.500,00 x x x x0152 Acções com Agentes do Sector 40.500,00 x x x x0153 Feiras 14.000,00 x TOTAL 80.000,00 016 Multimercados0161 Canais On Line 23.000,00 x x x x TOTAL 23.000,00 017 Planos de Comercialização e Venda Planos de Comercialização e Venda 266.500,00 x x x x TOTAL 266.500,00 TOTAL CONTRATUALIZAÇÃO 799.500,00 30
  31. 31. 02 SIQI - PMEs QREN Calendarização (Trim.)Cod. Mercado Potenciação da Internacionalização do Alentejo Euros 1ºT 2ºT 3ºT 4ºT 021 Espanha0211 Acções Distribuíveis 122.850,00 x x x x0212 Acções Individuais (Empresas) 3.000,00 x x x TOTAL 125.850,00 022 França0221 Acções Distribuíveis 16.650,00 x x x x0222 Acções Individuais (Empresas) 3.400,00 x x TOTAL 20.050,00 023 Benelux0231 Acções Distribuíveis 63.300,00 x x x x0232 Acções Individuais (Empresas) 18.350,00 x x x x TOTAL 81.650,00 024 Alemanha0241 Acções Distribuíveis 128.150,00 x x x x0242 Acções Individuais (Empresas) 12.900,00 x x x x TOTAL 141.050,00 025 Reino Unido0251 Acções Distribuíveis 72.500,00 x x x x0252 Acções Individuais (Empresas) 6.900,00 x x TOTAL 79.400,00 026 Brasil0261 Acções Distribuíveis 39.600,00 x x x x TOTAL 39.600,00 027 Dinamarca0271 Acções Distribuíveis 36.000,00 x x x x0272 Acções Individuais (Empresas) 1.000,00 x x x x TOTAL 37.000,00 028 Suécia0281 Acções Distribuíveis 38.700,00 x x x x0282 Acções Individuais (Empresas) 1.000,00 x x x x TOTAL 39.700,00 029 Multimercados Custos Indivisíveis0291 Disseminação 22.000,00 x x x x0292 Divulgação 12.183,00 x x x x0293 Encargos Agência 16.317,00 x x x x TOTAL 50.500,00 TOTAL SIQI PMEs – QREN 614.800,00 31
  32. 32. 03 PCI - QREN Intensificação da Promoção Turística Internacional Calendarização (Trim.)Cod. Mercado Mercados de Elevado Potencial Euros 1ºT 2ºT 3ºT 4ºT 031 Reino Unido Campanha Especial de Promoção 565.800,00 x x x x TOTAL 565.800,00 032 Outros Mercados (Alemanha, Holanda, França) Campanha Especial de Promoção 664.200,00 x x x x TOTAL 664.200,00 TOTAL PCI – QREN 1.230.000,00 04 Estrutura Calendarização (Trim.)Cod. Estrutura 2012 Euros 1ºT 2ºT 3ºT 4ºT 041 Estrutura0411 Instalações 7.200,00 x x x x0412 Consumos Correntes 2.040,00 x x x x0413 Vencimentos e Encargos 126.483,04 x x x x0414 Seguros 1.540,00 x x x x TOTAL 137.263,04 x x x x TOTAL ESTRUTURA 137.263,04 32
  33. 33. 6.2 – RECEITA SIQI PMEs PCI Meios deCod. ORÇAMENTO 2011 - RECEITA (em euros) Contratualização QREN QREN Actuação TOTAL011 Contratualização - Comparticipação Pública 133.250,00012 Contratualização - Investimento Privado 133.250,00013 Contratualização - Turismo de Portugal 533.000,00021 SIQI Despesas Indivisíveis - Autofinanciamento 4.329,66022 SIQI - Incentivo QREN 315.373,11023 SIQI - Financiamento Empresas 286.801,89024 SIQI - Outros 8.295,34031 Promoção e Capacitação Institucional - QREN 984.000,00032 Promoção e Capacitação Institucional - Autofinanciamento / Outros 246.000,00041 Estrutura – Autofinanciamento / Quotização e P. Serviços 137.263,04 TOTAL 799.500,00 614.800,00 1.230.000,00 137.263,04 2.781.563,04 33
  34. 34. III. ANEXOS 34
  35. 35. Anexo I – Potenciação da Internacionalização do Alentejo - SIQI/QREN (Sem acções individuais) PLANO DE ACÇÃO ACÇÕES CONJUNTAS CUSTOS DISTRIBUÍVEISMerc Identificação Valor N.º Tipo de Acção Data Descrição/Justificativo da Acção Despesasado da Acção [sem IVA] Ordem Estadia 3 noites 5.000,00 € 1 Divulgação da Marca Alentejo e das Empresas (1 pessoa por empresa) participantes na iniciativa. Captação do mercado Participação FITUR Madrid Jan-12 Espanhol por forma a aumentar a quota deste em Feiras mercado junto das empresas participantes e do Alentejo em geral. Custos com viagens 2.500,00 € 2 (1 pessoa por empresa) Campanha Campanha do destino e das empresas turísticas Publicitária do Alentejo concretizada em anúncios em Contratação de Serviços Promoção e offline e rádio Mai-12 outdoors, mini outdoors, autocarros, spots rádio, Especializados 71.850,00 € 3 Marketing [Madrid, painéis e muppies nas estações de metro nas e Custos com Campanha Barcelona e cidades de Madrid, Barcelona e Bilbao. Bilbao] Estadia 3 noites 2.000,00 € 4 Divulgação da Marca Alentejo e das Empresas (1 pessoa por empresa) participantes na iniciativa. Captação do mercado FERPALIA Set-12 Espanhol por forma a aumentar a quota deste Galiza mercado junto das empresas participantes e do Alentejo em geral. Custos com viagens 1.000,00 € 5 (1 pessoa por empresa) ESPANHA Participação em Feiras Estadia 3 noites 2.000,00 € 6 Divulgação da Marca Alentejo e das Empresas (1 pessoa por empresa) participantes na iniciativa. Captação do mercado IBTM Nov-12 Espanhol por forma a aumentar a quota deste Barcelona mercado junto das empresas participantes e do Alentejo em geral. Custos com viagens 1.000,00 € 7 (1 pessoa por empresa) Estadia 3 noites 3.000,00 € 8 (1 pessoa por empresa) Evento de apresentação do destino Alentejo, a Imprensa e Operadores. Acção de perfil inovador pois pretende atravês da sua relização em Custos com viagens Campanha - 1.500,00 € 9 Promoção e edificios como as embaixadas (com todas as mais (1 pessoa por empresa) Embaixada Abr-12 Marketing valias que tal situação representa, desde logo a Madrid exclusividade) promover o Alentejo (produtos como a gastronomia e vinhos) e as empresas parceiras. Contratação de Serviços Especializados 3.000,00 € 10 [Custos com Assessoria] 35
  36. 36. Estadia 2 noites 2.000,00 € 11 Divulgação da Marca Alentejo e das Empresas (1 pessoa por empresa) participantes na iniciativa. Captação do mercado MAP Paris Mar-12 Francês por forma a aumentar a quota deste mercado junto das empresas que actuam no Destino. Custos com viagens 1.250,00 € 12 (1 pessoa por empresa) Estadia 2 noites 800,00 € 13 Divulgação da Marca Alentejo e das Empresas (1 pessoa por empresa) participantes na iniciativa. Captação do mercado Participação Salon Mahana Fev-12 Francês por forma a aumentar a quota deste em Feiras Lyon mercado junto das empresas participantes e do Alentejo em geral. Custos com viagens 600,00 € 14 (1 pessoa por empresa) Estadia 3 noites 2.400,00 € 15FRANÇA (1 pessoa por empresa) Divulgação da Marca Alentejo e das Empresas Salon Bedouk Fev-12 participantes na iniciativa. Captação do mercado Paris Francês no segmento MI Custos com viagens 1.200,00 € 16 (1 pessoa por empresa) Estadia 3 noites 3.600,00 € 17 (1 pessoa por empresa) Evento de apresentação do destino Alentejo, Imprensa e Operadores. Acção de perfil inovador pois pretende atravês da sua relização em Custos com viagens Campanha - 1.800,00 € 18 Promoção e edificios como as embaixadas (com todas as mais (1 pessoa por empresa) Embaixada Jun-12 Marketing valias que tal situação representa, desde logo a Paris exclusividade) promover o Alentejo (produtos como a gastronomia e vinhos) e as empresas parceiras. Contratação de Serviços Especializados 3.000,00 € 19 [Custos com Assessoria] Estadia 2 noites 4.500,00 € 20 (1 pessoa por empresa) Divulgação da Marca Alentejo e das Empresas Vakantiebeurs participantes na iniciativa. Captação do mercado -Utrecht Jan-12 Holandês por forma a aumentar a quota deste [Holanda] mercado. Custos com viagens 3.150,00 € 21 (1 pessoa por empresa)BENELUX Participação em Feiras Estadia 2 noites 2.400,00 € 22 Divulgação da Marca Alentejo e das Empresas (1 pessoa por empresa) Vakantiesalon participantes na iniciativa. Captação do mercado Salão de Jan-12 Belga por forma a aumentar a quota deste Antuérpia mercado junto das empresas participantes e do [Bélgica] Alentejo em geral. Custos com viagens 2.100,00 € 23 (1 pessoa por empresa) 36

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