Successfully reported this slideshow.
We use your LinkedIn profile and activity data to personalize ads and to show you more relevant ads. You can change your ad preferences anytime.
Casa de Portugal         São PauloO SOM DE PORTUGAL      Curso breve de     História da Música             Por José Maria ...
SÉC. XVIII:     O SOM DA VAIDADE PORTUGUESA Barroco = extravagância, festa, espectáculo A Restauração de 1640, tb dos «m...
Barroco:                           a nova prática musical          Europa                                     PortugalMono...
BARROCO I O Vilancico barroco: significado, abundância e  variedade de obras, quase só em libretos, mas com  indicação de...
Folheto existente   na FLUC:   JF 8-7-52
D. JOÃO V (1689-1750), 1   Aclamado Rei, 1706   Casado com Maria Ana de Áustria, 1708   Cortejo da Embaixada em Paris17...
D. JOÃO V (1689-1750), 2 As convergências: o ouro do Brasil, o casamento com  Maria Ana de Áustria Os sonhos: Versalhes ...
D. JOÃO V (1689-1750), 3 Capela Real faz-se Colegiada de São Tomé, 1710 (6  dignidades, 12 cónegos, 18 beneficiados) Tra...
D. JOÃO V (1689-1750), 4 Seminário de Música da Patriarcal, 1713 Envio de estagiários para Roma: António Teixeira,  Fran...
D. JOÃO V (1689-1750), 5 Música religiosa: Cantochão romano substitui o tradicional português Grande estilo concertante...
Teixeira, TD 17341º and., Allegro,Início, concertato
A. Teixeira, Te Deum 1734 Sinfonia: Adagio-Andante, ob, trpte da caccia, cordas,  B.C. O salutaris: Aria S, cordas; aria...
5. O «grande TE DEUM»:                    Uma macro-forma musical                                   3                     ...
A ópera em Portugal, 1 A introdução da ópera em Portugal. Explicações possíveis de um atraso em relação à Europa:   Situ...
A ópera em Portugal, 2 Influência de Maria Ana de Áustria:    A chegada de D. Scarlatti    Serenatas na corte    O gos...
Europa                                           Portugal                    Paço da Ribeira               T. do Bairro Al...
1737,                                  1737, Guerras deCastor et                              Alecrim ePullux de          ...
Grandes nomes           Domenico Scarlatti     Compositor da Capela         Centenas de sonatas paraVivaldi,   (1685-1757)...
Frag. de Precipício de Faetonte d’O        Judeu e A. Teixeira.          P-Cug MM 876
M. Instrumental C. Seixas: Sonatas, Concerto para cravo e cordas,  Sinfonia, Abertura… D. Scarlatti: Sonatas, Essercizi ...
Josephus Antonius Carolus et Seyxas.Vixit annos 38. Obiitdie 25 Augusti 1742.Gravura em aço por       Daullé.
Italianismo confirmado, 1 D. José (1714-1777) e a paixão pela ópera, 1 Novos convites   a músicos: 1752, Chega David Pe...
Italianismo confirmado, 2 D. José e a paixão pela ópera, 2 Envio a Nápoles de compositores portugueses,   futuros compos...
Ópera, 1 Ópera do Tejo (31 de Março a 01 de Novembro de   1755)    Obra de Bibiena e sua equipa    inaugurada com pompa...
Ópera do Tejo,Jacq. Ph. Le Bas sculp   1757.Lx. Museuda Cidade
Ópera, 2 Outros locais de ópera da corte:   teatro provisório da Casa da Índia (paço da Ribeira),    1752;   Teatro per...
Ópera, 3 Ópera pública:   Teatro do Bairro Alto, 1760   Corpo da Guarda (Porto), 1760   Rua dos Condes, 1762   Rua do...
David Perez, 1711-1778Filho de pais espanhois, em Nápoles, aí aprende, mas vai trabalhar paraa Cicília, voltando mais tard...
Música instrumental, 1                    ORQUESTRA DA REAL CÂMARA«A capela da Rainha de Portugal é ainda a primeira da Eu...
Música instrumental, 2Abade António da Costa (c. 1714-p.1780).Forçado a fugir do Porto em 1750, viveu em Roma, Veneza, Par...
Música instrumental, 3João Pedro de Almeida Mota (1744 - 1817 )             Lisboa, cantor da capela real;Braga (1761, ao ...
Teoria, InstrumentosA teoria musical:Francisco Ignacio de Solano, Nova instrução musical ou theorica pratica    da musica ...
A grande música religiosaoratória La passione di Gesu Christo de J. P. Almeida Mota; Isacco    figura del Redentore, de So...
3 dia   cópia
3 dia   cópia
3 dia   cópia
3 dia   cópia
3 dia   cópia
3 dia   cópia
3 dia   cópia
3 dia   cópia
Upcoming SlideShare
Loading in …5
×

3 dia cópia

1,136 views

Published on

Published in: Travel, Business
  • Be the first to like this

3 dia cópia

  1. 1. Casa de Portugal São PauloO SOM DE PORTUGAL Curso breve de História da Música Por José Maria Pedrosa Cardoso
  2. 2. SÉC. XVIII: O SOM DA VAIDADE PORTUGUESA Barroco = extravagância, festa, espectáculo A Restauração de 1640, tb dos «momos» e «seraos de Portugal tão falados no mundo»? Mais que o Império, D. João V promove o nome de Portugal O teatro. Imagem e cenário da fé e diversão Música-espectáculo
  3. 3. Barroco: a nova prática musical Europa PortugalMonodia Monteverdi Tonos humanos A. Marques Lésbio (1639-1709) , Schütz, Manuel Machado (c. 1590-1646)acompanhada Lully, Fr. Manuel Correia (+ 1655) Purcell, A.Estilo Scarlatti, Concertados Santa Cruz de Coimbra: A. Vivaldi, D. Teotónio da Cruz (+1653),concertante Música policoral D. A. da Madre de Deus (+1656)… J.S. Bach, Haendel J. Lourenço Rebelo (1610-1661) D. Pedro da Esperança (c.1598- 1660)Cantata Cantatas profanas André da Costa (+1722), F. José Coutinho (1680-1724), J. de la Té y Sagau (c. 1680-1736), E. d’Astorga (1680-1757?)M. dramática: Vilancico barroco Gaspar Fernandes (+1629) Fr. Manuel Correia (+1655)ópera e oratória Fr. Francisco de Santiago (+1644) Francisco Martins (c.1620-1680) Pedro Vaz Rego (1673-1736) Fr. F. da Madre de Deus (c.1630- 1690)
  4. 4. BARROCO I O Vilancico barroco: significado, abundância e variedade de obras, quase só em libretos, mas com indicação de compositores: Francisco José Coutinho, André da Costa, Francisco Costa e Silva, Fr. Manuel dos Santos, Fr. Antão de Santo Elias. O fim do vilancico (1723?) Cantata profana («tono humano»), como outra singularidade ibérica: Jayme de la Te y Sagau, Emmanuel d’Astorga…
  5. 5. Folheto existente na FLUC: JF 8-7-52
  6. 6. D. JOÃO V (1689-1750), 1 Aclamado Rei, 1706 Casado com Maria Ana de Áustria, 1708 Cortejo da Embaixada em Paris1715 Id em Roma, 1716 e 1718 Primeira pedra do Convento de Mafra, 1717 Chegada de artistas: Juvara, 19; Nasoni, 25; Quillard 26; Canevari, 27; Mardel 33; Giusti, 47… Execução d’O Judeu, 1739 Hemiplegia do Rei, 1742 Título de “Fidelíssimo”, 1748 Morte, 1750
  7. 7. D. JOÃO V (1689-1750), 2 As convergências: o ouro do Brasil, o casamento com Maria Ana de Áustria Os sonhos: Versalhes e Roma Afirmação do poder pela Música: na corte, em Mafra A italianização da música portuguesa Um rei deliciado com a «ópera ao divino».
  8. 8. D. JOÃO V (1689-1750), 3 Capela Real faz-se Colegiada de São Tomé, 1710 (6 dignidades, 12 cónegos, 18 beneficiados) Transforma-se em Igreja Metropolitana e Patriarcal, em 1716. Divida Lisboa em duas dioceses, a Patriarcal é A sede do Bispado de Lisboa Ocidental, 1716, com o Capelão-mor designado Patriarca (com insígnias papais, Cardeal desde 1737, com uma verdadeira corte eclesiástica)
  9. 9. D. JOÃO V (1689-1750), 4 Seminário de Música da Patriarcal, 1713 Envio de estagiários para Roma: António Teixeira, Francisco António de Almeida, João Rodrigues Esteves. Chegada de músicos italianos: até 1720, 14; até 1734, 36. Domenico Scarlatti chega em 29.11.1719; Giovanni Giorgi, 1725. Escola de cantochão para Mafra
  10. 10. D. JOÃO V (1689-1750), 5 Música religiosa: Cantochão romano substitui o tradicional português Grande estilo concertante, nas missas, nos ofícios litúrgicos, nos grandes Te Deum Composições notáveis de Almeida, Esteves, Teixeira e Carlos Seixas
  11. 11. Teixeira, TD 17341º and., Allegro,Início, concertato
  12. 12. A. Teixeira, Te Deum 1734 Sinfonia: Adagio-Andante, ob, trpte da caccia, cordas, B.C. O salutaris: Aria S, cordas; aria A, cordas; coro a 5; Amen do Tantum ergo Te Deum: 16 andamentos Tantum ergo com um Amen muito especial, i.e., destacado do hino eucarístico.
  13. 13. 5. O «grande TE DEUM»: Uma macro-forma musical 3 2 TE 4 O salutaris DEUM Tantum ergo 1Sinfonia/Abertura Conclusão Introdução
  14. 14. A ópera em Portugal, 1 A introdução da ópera em Portugal. Explicações possíveis de um atraso em relação à Europa:  Situação político-económica  Prática de géneros intermédios: vilancicos, tonos humanos, zarzuelas
  15. 15. A ópera em Portugal, 2 Influência de Maria Ana de Áustria:  A chegada de D. Scarlatti  Serenatas na corte  O gosto italiano, trazido de Viena pela Rainha e despertado na embaixada de Portugal em Roma (obras em música dedicadas a portugueses por A. e D. Scarlatti, Nicola Porpora, A. Bononcini e Francesco Grillo, entre 1713 e 1721)
  16. 16. Europa Portugal Paço da Ribeira T. do Bairro Alto Ac. da Trindade e T. (marionetas, em da Rua dos Condes port.)1728, The 1728, Il Don Chischotte de laBeggar’s Mancha, intermédios com músicaOpera de de D. SacarlattiJohn Gay1733, La 1733, La pazienza di Socrate¸ 1733, Vida do grande D.serva dramma comico da cantarsi, de Quichote de la Mancha,padrona de Alexandre de Gusmão e Francisco de António José da Silva,Pergolesi A. de Almeida, «O Judeu» 1734 Il Don Chischotte de la 1734, Esopaida, id. e Mancha, intermédios com música música de António de D. Sacarlatti Teixeira 1735, La finta pazza, dramma per 1735, Os encantos de 1735, 1º espectáculo musica, de Francisco A. de Medeia, id, id. público de ópera, pelas Almeida Paquetas, na Academia da Trindade com Farnace¸ de Gaetano M. Schiassi 1736 La risa di Dimocrito 1736, Anfitrião e O labirinto de Creta, id.
  17. 17. 1737, 1737, Guerras deCastor et Alecrim ePullux de Manjerona e AsRameau variedades de Proteu, id. 1738 Lasilo dAmore, 1738, Precipício 1738, Teatro da serenata de Faetonte., id. Rua dos Condes. Só até 1742: 25 óperas sérias dos autores em voga. 1739, La Spinalba ovvero il vechio matto, dramma comico da rappresentarsi in musica, de Francisco A. de Almeida. 1740, Madama Ciana, dramma per musica 1742, proibição dos espectáculos teatrais, devido à doença do Rei
  18. 18. Grandes nomes Domenico Scarlatti Compositor da Capela Centenas de sonatas paraVivaldi, (1685-1757) Patriarcal, Mestre de cravo, algumas óperas e Bach, Música da Corte: Infanta abundante música sacra:Haendel … Maria Bárbara e D. algumas peças apenas em António. fonte portuguesa. Francisco A. de Organista da Capela Três óperas. Duas oratórias: Almeida (c.1702-1755) Patriarcal La Giuditta, estreada em Roma em 1726, motetos… João Rodrigues Mestre de capela da Sé de Missa a 8, Magnificat, salmos, Esteves (1700-1755?) Lisboa responsórios, motetos António Teixeira Cantor na Patriarcal Óperas em português para o (1707-p.1770) Teatro do Bairro Alto. Te Deum a 20 vv Carlos Seixas Vice-mestre e organista da Abertura, Sinfonia em Si (1704-1742) Capela Patriarcal bemol e Concerto para cravo e orquestra. 105 sonatas para cravo. Missa a 4, salmos e motetos.
  19. 19. Frag. de Precipício de Faetonte d’O Judeu e A. Teixeira. P-Cug MM 876
  20. 20. M. Instrumental C. Seixas: Sonatas, Concerto para cravo e cordas, Sinfonia, Abertura… D. Scarlatti: Sonatas, Essercizi per gravicembalo… (Londres, 1738), dedicado a D. João V. Outros: José António Oliveira (minuetes em P-Cug MM 64), António Pereira da Costa (c. 1697-1770), na Sè do Funchal, com 12 Concertos Grossos Com doys violins e Violão de Concertinho Obrigados… (Londres, c. 1741) e XX Serenatas for the Guitar.
  21. 21. Josephus Antonius Carolus et Seyxas.Vixit annos 38. Obiitdie 25 Augusti 1742.Gravura em aço por Daullé.
  22. 22. Italianismo confirmado, 1 D. José (1714-1777) e a paixão pela ópera, 1 Novos convites  a músicos: 1752, Chega David Perez, mestre de capela e director musical da corte. Chegam também grandes cantores: Gizziello, Raaf, Caffarelli..  e artistas italianos: 1752, Chega Giovani Carlo Galli-Bibiena, arquitecto e desenhador da corte, com uma equipa de pintores e decoradores
  23. 23. Italianismo confirmado, 2 D. José e a paixão pela ópera, 2 Envio a Nápoles de compositores portugueses, futuros compositores de ópera:  João Cordeiro da Silva, 1760?  João de Sousa Carvalho, 1761  Jerónimo Francisco de Lima, 1761  Brás Francisco de Lima, 1761 Contrato com Nicolò Jomelli, 1769: 400 sequins por ano
  24. 24. Ópera, 1 Ópera do Tejo (31 de Março a 01 de Novembro de 1755)  Obra de Bibiena e sua equipa  inaugurada com pompa e circunst., em 31-03-1755, com cenários magníficos de Berardi, Dorneua e Monteux. Para a inauguração, Alessandro nellIndie Metastasio e David Perez  Depoimentos:
  25. 25. Ópera do Tejo,Jacq. Ph. Le Bas sculp 1757.Lx. Museuda Cidade
  26. 26. Ópera, 2 Outros locais de ópera da corte:  teatro provisório da Casa da Índia (paço da Ribeira), 1752;  Teatro permanente do palácio de Salvaterra de Magos, 1753;  Teatro da Ajuda, 1756;  Teatro de Queluz, ?  Cabo Espichel, p. 1770
  27. 27. Ópera, 3 Ópera pública:  Teatro do Bairro Alto, 1760  Corpo da Guarda (Porto), 1760  Rua dos Condes, 1762  Rua do Salitre, 1782  Teatro de São Carlos, 1793  Teatro de São João, 1798
  28. 28. David Perez, 1711-1778Filho de pais espanhois, em Nápoles, aí aprende, mas vai trabalhar paraa Cicília, voltando mais tarde a Nápoles e sendo disputado por todas ascidades italianas, é convidado por D. José para mestre dos seus filhos e compositor da corte. Chega a Lisboa em 1752, não sem antes ter enviado um partitura, que existe autógrafa na P-La. Compõe óperas para o tetatro montado na Casa da Índia e compõe Alessandro nellIndia, para a inauguração da Ópera do Tejo (em que tomou parte uma falange de 400 homens de cavalaria, figurando os macedónios.)Na P-La, existem várias partituras autógrafas:, óperas, missas, motetos, Te Deum (na Sé); grande Te Deum em P-Cug MM 27 Teve grande influência nos músicos dos seu tempo, incluindo Luisa Todi, Sousa Carvalho, Marcos Portugal…
  29. 29. Música instrumental, 1 ORQUESTRA DA REAL CÂMARA«A capela da Rainha de Portugal é ainda a primeira da Europa; pelo quese refere a excelência vocal e instrumental, nenhuma outra instituição dogénero, incluindo a do próprio Papa, se pode gabar de possuir uma tal colecçãode admiráveis músicos. Para onde sua Majestade vá eles seguem-na; quandovai caçar o falcão para Salvaterra, ou caçar saúde para os banhos das Caldas.Mesmo nestes rochedos e montes selvagens [de Sintra] ela está rodeada de umséquito de delicados cantores, gordos como codornizes e melodiosos comorouxinóis. Os violinistas e violoncelistas às ordens de Sua Majestade sãotodos de primeira categoria, e em flautistas e oboistas a sua ménagerie nãotem rival» In William Beckford The History of the Caliph Vathek and European Travels.Londres: Ward, Lock anda Cº 1891, p. 353)«A corte portuguesa, rica pelo seu império e o seu comércio colonial, e para aqual a música era o divertimento favorito, quase uma religião, assegurava aestes músicos notáveis um estilo de vida e um nível social sem rival… Lisboabeneficiava de uma vida musical muito intensa… Não seria exageradodesignar a Lisboa do século XVIII como o paraíso dos músicos» InScherpereel, p. 118.
  30. 30. Música instrumental, 2Abade António da Costa (c. 1714-p.1780).Forçado a fugir do Porto em 1750, viveu em Roma, Veneza, Paris eViena, onde conviveu com o futuro Duque de Lafões e com Gluck.Burney chama-o de «a kind of Rousseau, but still more original». A suamúsica mereceu a atenção de Tartini, que compôs uma Sonata à Violinosolo, e Basso … sopra lo stile che suona Il Prette dalla chitarraportoghese. Amigo do Pe. Martini.Pedro António Avondano (1714-1782), que recebeu na sua casa aAssembleia das Nações estrangeiras, publicou em Londres trêscolecções de minuetes para dois violinos e BC, autor de duas sinfoniaspara orq. de cordas, três concertos para vlc, e orquestra e várias sonataspara cravo e vlc. e BC, a ópera Il mondo de la luna.Outros membros da família… João Baptisa André Avondano (+1800)
  31. 31. Música instrumental, 3João Pedro de Almeida Mota (1744 - 1817 ) Lisboa, cantor da capela real;Braga (1761, ao serviço do Infante D. Gaspar - 1771), Santiago de Compostela (1771 - 1772); Mondonhedo (1772 - 1774); Lugo (1774 - 1779); Astorga (1783-88) ; Madrid (1793-1817). Obra: 104 composições de música sacra (19 missas, 2 Requiem, 12 Vésperas, 24 salmos, 22 lamentações, 18 hinos, etc); 65 de música religiosa (63 vilancicos,1 oratória e 1 moteto); 35 peças de música profana (19 com voz acompanhada e 16 quartetos).
  32. 32. Teoria, InstrumentosA teoria musical:Francisco Ignacio de Solano, Nova instrução musical ou theorica pratica da musica rythmica…Lisboa, 1764…;Manuel da Paixão Ribeiro, Nova arte da viola…Coimbra, 1789;António da Silva Leite, Um estudo de guitarra…Porto 1795, tendo publicado em 1792 Seis sonatas de guitarra com acompanhamento de um violino ou duas trompas ad libitum ),Construtores de instrumentos:Manuel e Joaquim José Antunes - cravos, clavicórdios e fortepianosAntónio Machado e Cerveira – órgãos (Mafra, etc)
  33. 33. A grande música religiosaoratória La passione di Gesu Christo de J. P. Almeida Mota; Isacco figura del Redentore, de Sousa Carvalho; Esther, de Leal Moreira…) emúsica litúrgica (documentada nos arquivos de todo o Portugal; caso dos Mattutini dei morti (1774) de David Perez, o Requiem de Jomelli (citados por Beckford), os grandes Te Deum de Sousa Carvalho e outros, ETC…

×