Gripe h1 n1

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Palestra sobre H1N1 feita por Robson Oliveira Lopes.

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Gripe h1 n1

  1. 1. INFLUENZA DVS/VIG. EPIDEM. PMSA - 2009
  2. 2. Influenza humana (sazonal) .
  3. 3. Influenza Sazonal (gripe) • Doença viral aguda • Início súbito • Transmitida por meio de secreções respiratórias (Tosse e espirro) • 10%-20% da população mundial é infectada anualmente • Estima-se mais de 500 mil óbitos/ano
  4. 4. GRIPE é diferente de RESFRIADO COMUM
  5. 5. O que é Influenza A(H1N1) de origem suína? Novo subtipo viral
  6. 6. • Influenza A/H1N1 refere-se à infecção humana pelo vírus Influenza A (H1N1), um novo subtipo viral, resultante da recombinação genética do vírus suíno, aviário e humano, com potencial de disseminação global. A/California/04/2009 A (H1N1)
  7. 7. Influenza A(H1N1) • Transmissão Gotículas de saliva (tosse/espirros) 1 dia antes dos sintomas Crianças: 14 dias; Demais : 1 a 7 dias Sinais e sintomas (espectro variável): Febre, tosse, alguns casos podem evoluir com dor de garganta, coriza, vômitos e diarréia.
  8. 8. Influenza A(H1N1) • Grupos de risco: - Crianças menores de 2 anos - Adultos maiores de 60 anos - Grávidas, HIV, doenças crônicas.
  9. 9. Influenza – e o vírus ?
  10. 10. Influenza – e o vírus ? • Vírus RNA, 8 fitas simples • Influenza A: vários subtipos virais • Infectam várias espécies animais • Aves aquáticas migratórias reservatórios naturais
  11. 11. Fases de Alerta (OMS) Sem novos subtipos em Fase 1 humanos Novo subtipo em animais Fase 2 Risco de transmissão a humanos Novo subtipo atinge humanos Fase 3 Transmissão pessoa a pessoa nula ou rara.
  12. 12. Fases de Alerta (OMS) Transmissão pessoa a pessoa Fase 4 capaz de ocasionar surtos comunitários Transmissão pessoa a pessoa Fase 5 em pelo menos 2 países de um continente Pandemia – Epidemias sustentadas em pelo menos Fase 6 mais um país de outro continente
  13. 13. Vigilância epidemiológica da Influenza A/H1N1
  14. 14. Vigilância Integrada da Flu ESTRATÉGIAS ► Vigilância de DRAG; ►Investigação de surtos de SG; ►Monitoramento das internações e da mortalidade por influenza e pneumonia; ►Vigilância de SG em unidades sentinelas
  15. 15. DEFINIÇÃO DE CASO SUSPEITO DOENÇA RESPIRATÓRIA AGUDA GRAVE: DRAG/IRAG Indivíduo de qualquer idade com doença respiratória aguda caracterizada por febre elevada, acompanhada de tosse, acompanhado ou não de manifestações gastrointestinais, E dispnéia ou outro sinal de gravidade, por exemplo, ausculta compatível com pneumonia ou quadro clínico, laboratorial ou radiológico compatível com pneumonia. Notificação: SinanWeb, até 24 h.
  16. 16. *Contato próximo: cuidar, conviver ou ter contato direto com secreções respiratórias ou fluidos corporais de um caso suspeito Fonte: Protocolo de Manejo dos Casos - SVS/MS // 8/7/09.
  17. 17. Diagnóstico laboratorial • Nos casos suspeitos de infecção humana pelo vírus influenza A/H1N1, recomenda-se: - Aspirado de nasofaringe; - Swab combinado (oral e nasal).
  18. 18. Influenza A/H1N1 -Tratamento Oseltamivir (Tamiflu®) Indicação: Casos graves ou fatores de risco para complicações Atua Inibindo a replicação viral. Concorre com os receptores celulares.
  19. 19. • Utilizar até 48 horas do início dos sintomas. • Crianças de 1 a 12 anos: - Suspensão oral, dose relaciona- se com o peso. • Nos adultos, a partir de 13 anos: - Cápsula de 75 mg, duas vezes ao dia, durante cinco dias.
  20. 20. Definição de caso de SG “Indivíduo com doença aguda (com duração máxima de cinco dias), apresentando febre (ainda que referida) acompanhada de tosse ou dor de garganta, na ausência de outros diagnósticos.”
  21. 21. Definição de surto de SG Será definido como surto de síndrome gripal a ocorrência de, pelo menos, 3 (três) casos de SG em ambientes fechados/restritos, com intervalo de até cinco dias entre as datas de início de sintomas.
  22. 22. SURTO DE INFLUENZA(Gripe) ( 3 ou mais casos - 5 dias) NOTIFICAÇÃO À VIGILÂNCIA. INVESTIGAÇÃO DO SURTO. MEDIDAS DE CONTROLE.
  23. 23. INFLUENZA A - H1 N 1 Residente Não Residente Total Notificados 282 187 469 Confirmados 123 86 209 Descartados 142 77 219 Em Andamento 4 8 12 Óbitos 12 8 20 Feminino Totais Confirmados Masculino Totais Confimados 122 87
  24. 24. INFLUENZA A - H1 N 1 Residente Não Residente Total Notificados 282 187 469 Confirmados 123 86 209 Descartados 142 77 219 Em Andamento 4 8 12 Óbitos 12 8 20 Feminino Totais Confirmados Masculino Totais Confimados 122 87
  25. 25. Medidas de Distanciamento Social • Suspensão temporária de atividades: SURTOS • Instituições,como escolas, creches, universidades e locais de trabalho. • Vigilância Local: NOTIFICAÇÃO Investigação/Recomendações
  26. 26. SURTO INSTITUCIONAL(escola) IDENTIFICAÇÃO DOS CASOS. NOTIFICAÇÃO –VIGILÂNCIA. ORIENTAÇÃO AOS PAIS. AÇÕES EDUCATIVAS.
  27. 27. IMPORTANTE!!! Cabe à vigilância analisar a situação para confirmar ou descartar a existência do surto e adotar as medidas de controle cabíveis.
  28. 28. No ambiente escolar, educadores, funcionários e estudantes devem incentivar as medidas de higiene e etiqueta respiratória:
  29. 29. Cobrir sempre o nariz e a boca quando espirrar ou tossir. Utilizar lenços descartáveis e disponibilizar local adequado para seu descarte imediatamente após o uso. Lavar as mãos com freqüência com água e sabão, especialmente ao tossir, espirrar e limpar o nariz .
  30. 30. Evitar tocar ou levar as mãos à boca ou aos olhos. Evitar aglomerações ou locais pouco arejados. Manter uma boa alimentação e hábitos saudáveis.
  31. 31. AO IDENTIFICAR ALGUÉM COM SINTOMAS GRIPAIS:
  32. 32. Recomendar que fique em casa, evitando ir ao trabalho ou à escola durante 7 (sete) dias após o início dos sintomas. Reservar um local que evite contato com outras pessoas, para não infectá-las,enquanto aguarda ser encaminhado ao seu domicílio ou à unidade de saúde.
  33. 33. Orientar os pais e familiares quanto a necessidade de cumprir as medidas relativas ao isolamento domiciliar dos casos suspeitos e confirmados, no sentido de evitar a disseminação da doença. Acompanhar o número de atestados, o absenteísmo diário, e alunos com sintomas de gripe.
  34. 34. Colaborar com as autoridades de saúde pública de sua região notificando estes eventos, divulgando e incentivando ações de vigilância, prevenção de doenças infecciosas e promoção de saúde.

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