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ComunicaçãO F2 F E Mediatizadapttr

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Trabalho efectuado no âmbito da cadeira de Comunicação Educacional do Mestrado de Pedagogia do e-learning da Universidade Aberta

Texto base:

How Do Communication and Technology
Researchers Study the Internet?

By Joseph B. Walther, Geri Gay, and Jeffrey T. Hancock

Published in: Education
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ComunicaçãO F2 F E Mediatizadapttr

  1. 1. Comunicação F2F e Mediatizada Second Life : 2009-06-22 Joaquim Lopes; Jorge Penso; Rui Guimarães; Teresa Rafael
  2. 2. Comunicação Educacional <ul><li>Porque devem os investigadores da comunicação estudar a Internet? </li></ul>Joaquim Lopes; Jorge Penso; Rui Guimarães; Teresa Rafael
  3. 3. Investigações mais recentes sobre CMC <ul><li>mostram que a comunicação electrónica : </li></ul><ul><ul><ul><li>pode promover comunicação relacional muito rica. </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>pode ser efectiva na: </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><ul><ul><li>resolução de problemas </li></ul></ul></ul></ul></ul><ul><li>obtenção de resultados </li></ul><ul><ul><ul><li>consecução de objectivos </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>tarefas realizadas à distância . </li></ul></ul></ul>Joaquim Lopes; Jorge Penso; Rui Guimarães; Teresa Rafael
  4. 4. Compreensão destes processos <ul><li>Implica: </li></ul><ul><ul><ul><li>Análises detalhadas de variáveis : </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><ul><ul><li>dos processos de comunicação nos grupos </li></ul></ul></ul></ul></ul><ul><ul><ul><ul><ul><li>da utilização diferencial dos “canais” de comunicação verbais e não verbais em contextos face-a-face e em contextos virtuais. </li></ul></ul></ul></ul></ul><ul><ul><ul><ul><ul><li>da construção social , em contextos mediatizados, de processos de conexão, ligação e criação de proximidade psicológica . </li></ul></ul></ul></ul></ul>Joaquim Lopes; Jorge Penso; Rui Guimarães; Teresa Rafael
  5. 5. Porquê estudar a Internet? <ul><li>Em 1996, John Newhagen e Sheizaf Rafaeli consideraram que os investigadores da comunicação deviam estudar a internet. </li></ul><ul><li>Para Rafaeli, a investigação devia procurar as dimensões da comunicação que a Internet nos proporciona. </li></ul>Joaquim Lopes; Jorge Penso; Rui Guimarães; Teresa Rafael
  6. 6. Cinco qualidades definidoras da Internet <ul><li>Os autores definem que mereciam ser estudadas : </li></ul><ul><ul><ul><ul><li>Multimédia </li></ul></ul></ul></ul><ul><ul><ul><ul><li>Hipertextualidade </li></ul></ul></ul></ul><ul><ul><ul><ul><li>Comutação de pacotes </li></ul></ul></ul></ul><ul><ul><ul><ul><li>Sincronismo </li></ul></ul></ul></ul><ul><ul><ul><ul><li>Interactividade . </li></ul></ul></ul></ul>Joaquim Lopes; Jorge Penso; Rui Guimarães; Teresa Rafael
  7. 7. Mas porquê? <ul><li>os principais problemas que acompanham o crescimento da utilização e da investigação da Internet são: </li></ul><ul><ul><ul><li>A ausência de múltiplos códigos de comunicação , </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>os efeitos dessa ausência . </li></ul></ul></ul>Joaquim Lopes; Jorge Penso; Rui Guimarães; Teresa Rafael
  8. 8. Multimédia <ul><li>O documento moderno é, frequentemente, um documento multimédia . </li></ul><ul><li>Numerosos estudos defendem as vantagens da informação visual nos media instrucionais. </li></ul><ul><li>Os efeitos das imagens são, geralmente, superiores ao texto sem imagens nas mensagens instrucionais que envolvam aspectos visuais . </li></ul>Joaquim Lopes; Jorge Penso; Rui Guimarães; Teresa Rafael
  9. 9. Definição de multimédia <ul><li>Pode ter diferentes significados dependendo de: </li></ul><ul><ul><ul><li>Nível de desenvolvimento tecnológico </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><ul><li>Da própria WEB </li></ul></ul></ul></ul><ul><li>Três níveis: </li></ul><ul><ul><li>É possível juntar gráficos a texto, reproduzir som e vídeo incorporados num documento ou ligados entre si através da net </li></ul></ul><ul><ul><li>É possível exibir e transmitir sinais de TV, filmes, música e outros formatos de som graças à digitalização, facilidade de armazenamento e manipulação. </li></ul></ul><ul><ul><li>É possível integrar elementos físicos da linguagem humana : voz e mensagens corporais. </li></ul></ul>Joaquim Lopes; Jorge Penso; Rui Guimarães; Teresa Rafael
  10. 10. Estudos desenvolvidos <ul><li>Destacam: </li></ul><ul><ul><li>informação visual é uma mais valia em processos educativos /instrutórios. </li></ul></ul><ul><ul><li>materiais com imagem, áudio e vídeo revelam maior eficácia na aquisição de certo tipo de saberes </li></ul></ul>Joaquim Lopes; Jorge Penso; Rui Guimarães; Teresa Rafael
  11. 11. Recursos <ul><li>Podem ser disponibilizados aos utilizadores </li></ul><ul><ul><ul><li>na perspectiva de estes actuarem sobre eles </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>De estes serem apenas observadores. </li></ul></ul></ul><ul><li>Por isso: </li></ul><ul><ul><ul><li>já é comum no ensino à distância ou como complemento a outros modelos de ensino </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>A difusão de materiais multimédia e de outras técnicas de instrução, baseadas nos computadores através da Web </li></ul></ul></ul>Joaquim Lopes; Jorge Penso; Rui Guimarães; Teresa Rafael
  12. 12. CMC - Comunicação Mediada por Computador <ul><li>Complexidades da Comunicação Mediada por Computador </li></ul><ul><li>Reflectem-se na diversidade dos modelos teóricos que tentam explicar os processos de comunicação implicados na comunicação electrónica </li></ul>Joaquim Lopes; Jorge Penso; Rui Guimarães; Teresa Rafael
  13. 13. CMC- Comunicação Mediada por Computador <ul><li>Estudos iniciais tendiam a ver esta forma de comunicação como </li></ul><ul><ul><li>impessoal e muito limitada para expressar emoções e interacções sociais complexas. </li></ul></ul><ul><li>Investigações mais recentes </li></ul><ul><ul><li>mostram que a comunicação electrónica pode promover comunicação relacional muito rica . </li></ul></ul>Joaquim Lopes; Jorge Penso; Rui Guimarães; Teresa Rafael
  14. 14. CMC- Comunicação Mediada por Computador <ul><li>Um dos aspectos complexos da CMC diz respeito à necessidade ou não  de aí incluir - para a ocorrência de uma comunicação eficiente - os sinais de “presença social ”. </li></ul><ul><li>Teóricos estão ainda longe de um consenso e esgrimem os seus argumentos quanto à necessidade ou não de usarem a totalidade de “largura de banda”, ou seja a inclusão da presença física. </li></ul>Joaquim Lopes; Jorge Penso; Rui Guimarães; Teresa Rafael
  15. 15. CMC- Principais teorias <ul><li>evidenciam-se duas posições: </li></ul><ul><ul><li>A teoria da Presença Social , segundo a qual as funções comunicativas estão indissoluvelmente ligadas a certos sinais da comunicação face a face (FaF). </li></ul></ul><ul><ul><ul><ul><ul><li>quanto menor for a largura de banda maior será a falta de deixas do contexto social   e os aspectos da comunicação começam a divergir, levando ao declínio do civismo, da coordenação, da empatia e da simpatia. </li></ul></ul></ul></ul></ul><ul><ul><ul><ul><ul><li>o estudo da tecnologia de colaboração se deve centrar em quando se deve ou não utilizar e nas consequências das boas ou más escolhas </li></ul></ul></ul></ul></ul>Joaquim Lopes; Jorge Penso; Rui Guimarães; Teresa Rafael
  16. 16. CMC- Principais teorias <ul><ul><li>A teoria da Riqueza dos Media procura demonstrar a possibilidade de representar a linguagem e as deixas não verbais através de intercâmbios de certos sinais </li></ul></ul><ul><ul><ul><ul><ul><li>considera que o grau da largura de banda é um bom contraponto para os equívocos ou incertezas nas mensagens de forma que a eficiência e a eficácia são possíveis em diferentes níveis. </li></ul></ul></ul></ul></ul><ul><ul><ul><ul><ul><li>está mais empenhada em prescrever usos ideais dos media do que incidir sobre a dinâmica do grupo ou comportamento interpessoal </li></ul></ul></ul></ul></ul>Joaquim Lopes; Jorge Penso; Rui Guimarães; Teresa Rafael
  17. 17. CMC- Principais teorias <ul><li>Posições mais moderadas estão a surgir. </li></ul><ul><ul><ul><li>Uma das posições mais recentes defende que existem ainda determinadas funções e benefícios da interacção FaF que ainda não estão suficientemente compreendidas para serem substituídas por sinais que lhes permitam funcionar sem proximidade . </li></ul></ul></ul><ul><li>Existem pesquisas que apontam para: </li></ul><ul><ul><ul><li>as vantagens na comunicação na ausência de sinais multimédia na conversação, como factor de redução de distracções e de conflitos. Outras apontam na direcção contrária. </li></ul></ul></ul>Joaquim Lopes; Jorge Penso; Rui Guimarães; Teresa Rafael
  18. 18. CMC- Investigação mais recente <ul><li>Sugere que a informação visual partilhada sobre os objectos melhora o processo de compreensão . </li></ul><ul><li>Os participantes executam as tarefas mais rapidamente e com maior precisão quando há informação visual partilhada disponível sobre o espaço de trabalho. </li></ul>Joaquim Lopes; Jorge Penso; Rui Guimarães; Teresa Rafael
  19. 19. CMC - Comunicação Mediada por Computador <ul><li>A CMC pode ser determinante </li></ul><ul><ul><ul><li>na resolução de problemas </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>na obtenção de resultados </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>na consecução de objectivos respeitantes a tarefas realizadas à distância. </li></ul></ul></ul><ul><li>A compreensão desses processos de comunicação passa pela análise: </li></ul><ul><ul><li>Dos processos de comunicação nos grupos. </li></ul></ul><ul><ul><li>Da utilização diferencial dos “canais” de comunicação verbais e não verbais em contextos face-a-face e em contextos virtuais. </li></ul></ul><ul><ul><li>Da construção social , em contextos mediatizados, de processos de conexão, ligação e criação de proximidade psicológica. </li></ul></ul>Joaquim Lopes; Jorge Penso; Rui Guimarães; Teresa Rafael
  20. 20. Hipertextualidade <ul><li>Não se tornou um foco de investigação em comunicação tão importante como os outros. </li></ul><ul><li>a interligação da informação através do hipertexto teria um efeito dramático na estrutura cognitiva das pessoas (previsão de Bolter em 1991). </li></ul>Joaquim Lopes; Jorge Penso; Rui Guimarães; Teresa Rafael
  21. 21. Definição de Hipertexto <ul><li>sistemas de informação baseados em computador que se caracterizam pela: </li></ul><ul><ul><ul><li>Mutabilidade </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>capacidade de reestruturação ao longo de diferentes dimensões, propósitos e tempos. </li></ul></ul></ul><ul><li>Distingue-se dos media convencionais (impressos) porque: </li></ul><ul><ul><ul><li>tem capacidade de proporcionar explorações não lineares e multidimensionais dos conteúdos </li></ul></ul></ul>Joaquim Lopes; Jorge Penso; Rui Guimarães; Teresa Rafael
  22. 22. Capacidades do hipertexto <ul><li>Resumidas por C. Dede e D. Palumbo em 4 pontos fundamentais: </li></ul><ul><ul><ul><li>a sua natureza associativa e não linear, </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>o facto de minimizar a carga cognitiva dos utilizadores </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>a sua arquitectura distribuída e coordenada </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>a sua estrutura que poderá facilitar a captura e comunicação de conhecimento. </li></ul></ul></ul><ul><li>Estas características não garantem , per se , eficácia no âmbito do ensino e da aprendizagem. </li></ul>Joaquim Lopes; Jorge Penso; Rui Guimarães; Teresa Rafael
  23. 23. Hipertextualidade <ul><li>A interligação da informação </li></ul><ul><ul><li>teve um impacto dramático em actividades que envolvem o processamento da informação ( Tal como Malone, Yates e Benjamin previram em 1987) </li></ul></ul><ul><li>Agrupamento de informação ( chunking ) e visionamento no contexto de informação política ( t em havido algum trabalho em níveis de hipertextualidade) </li></ul><ul><li>Diferenças na interface do hipertexto podem levar a diferentes percepções de um site. </li></ul>Joaquim Lopes; Jorge Penso; Rui Guimarães; Teresa Rafael
  24. 24. Chunking <ul><li>Chunking termo sem tradução podendo ser entendido como sendo um &quot;pedaço de dados&quot;. </li></ul><ul><li>data chunking - criação de chunks (pedaços) que permitam o reconhecimento ou recolha de dados presentes na memória de trabalho. </li></ul><ul><li>interface - o que o utilizador vê do hiperdocumento. </li></ul><ul><ul><li>faculta todo o processo de interacção entre aquele e a informação disponível no documento </li></ul></ul><ul><ul><li>permite ao utilizador a construção de um modelo mental </li></ul></ul>Joaquim Lopes; Jorge Penso; Rui Guimarães; Teresa Rafael
  25. 25. Interactividade <ul><li>Os observadores dos meios de comunicação de massa consideram que: </li></ul><ul><ul><li>A comunicação via Internet é mais interactiva do que as formas tradicionais da comunicação ( pela capacidade de influenciar rapidamente a apresentação do conteúdo e do retorno ( feedback ) às fontes) </li></ul></ul><ul><ul><li>A interacção entre um emissor e um receptor é uma dinâmica muito recente.  </li></ul></ul><ul><li>Os investigadores da comunicação interpessoal da comunicação presencial, consideram: </li></ul><ul><ul><li>a interactividade um estado nativo e que a mediação provoca atrasos , (são de opinião que a Internet oferece menos interactividade que o padrão tradicional.) </li></ul></ul>Joaquim Lopes; Jorge Penso; Rui Guimarães; Teresa Rafael
  26. 26. Interactividade <ul><li>A interactividade nos novos media tem sido referida como </li></ul><ul><ul><li>o grau em que a fonte e o receptor constituem papéis intermutáveis . </li></ul></ul><ul><li>em sentido lato </li></ul><ul><ul><li>quando se comparam os novos meios de comunicação com os antigos . </li></ul></ul><ul><li>A interacção rápida entre um emissor e um receptor </li></ul><ul><ul><li>dinâmica muito recente na perspectiva da comunicação de massas. </li></ul></ul>Joaquim Lopes; Jorge Penso; Rui Guimarães; Teresa Rafael
  27. 27. Interactividade <ul><li>Está a fundir-se com a multimédia de formas muito originais e positivas. </li></ul><ul><li>Em 2004 foi feito um estudo sobre serviços de saúde interactivos </li></ul><ul><ul><ul><li>características dos utilizadores provocavam a aparição de diferentes personagens. </li></ul></ul></ul><ul><li>Foram alcançados resultados positivos com este método </li></ul><ul><ul><ul><li>aumento da aprendizagem e da influência social. </li></ul></ul></ul>Joaquim Lopes; Jorge Penso; Rui Guimarães; Teresa Rafael
  28. 28. Comutação de Pacotes <ul><li>Mecanismo através do qual os bits digitais enviados codificados com metainformação, são encaminhados através da Internet . </li></ul><ul><ul><li>É um obstáculo à implementação de políticas locais reguladoras. </li></ul></ul><ul><ul><li>Facilita a crescente partilha de ficheiros multimédia. </li></ul></ul><ul><ul><li>É o aspecto que recebeu menos atenção da pesquisa da comunicação humana . </li></ul></ul>Joaquim Lopes; Jorge Penso; Rui Guimarães; Teresa Rafael
  29. 29. Sincronicidade <ul><li>Qual o grau em que a comunicação na Internet é síncrona ou assíncrona . </li></ul><ul><ul><li>os estudantes preferiram a comunicação síncrona ( estudo realizado por Honeycutt em 2001) </li></ul></ul><ul><ul><li>qualidade do trabalho sugeriu que o modo síncrono era inferior ao assíncrono . </li></ul></ul><ul><li>Conclusões idênticas - estudo realizado por Walther </li></ul>Joaquim Lopes; Jorge Penso; Rui Guimarães; Teresa Rafael
  30. 30. Sincronicidade <ul><li>o uso do chat síncrono vai-se instalando nas organizações </li></ul><ul><ul><li>À medida que o Instant Messenger cresce em popularidade,. </li></ul></ul><ul><li>o uso de écrans de IM abertos </li></ul><ul><ul><li>ajudam a manter um sentimento de presença entre colegas distantes (consideram alguns investigadores) </li></ul></ul><ul><li>trabalho melhor </li></ul><ul><ul><li>quando os estudantes , nas aulas, utilizam o chat para falar sobre o assunto das mesmas </li></ul></ul><ul><ul><li>visitam sites relacionados com o que está a ser leccionado, </li></ul></ul>Joaquim Lopes; Jorge Penso; Rui Guimarães; Teresa Rafael
  31. 31. Porquê então estudar a Internet? <ul><li>Resposta convencional : </li></ul><ul><ul><ul><li>para desenvolver a teoria . </li></ul></ul></ul><ul><li>Há pouca inovação teórica </li></ul><ul><ul><ul><li>curta história da pesquisa da comunicação na Internet </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>propriedades da tecnologia - aspectos centrais de algumas teorias. </li></ul></ul></ul><ul><li>Teorias existentes </li></ul><ul><ul><ul><li>suplantadas por perspectivas menos centradas nos media. </li></ul></ul></ul>Joaquim Lopes; Jorge Penso; Rui Guimarães; Teresa Rafael
  32. 32. Em jeito de conclusão… <ul><ul><ul><li>Nos estudos de diversos investigadores dos media sobre o impacto da Internet na opinião pública encontramos a Internet conceptualmente não diferenciada , considerada apenas um outro meio. </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>“ A Internet” pode envolver actividades muito diferentes , com efeitos divergentes , ou mesmo conflituosos , dos fenómenos humanos sob investigação. </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>O uso da Internet é uma categoria demasiado ampla para avaliar sistemática ou sensivelmente os potenciais impactos dos vários canais de comunicação para os quais a Internet é o condutor </li></ul></ul></ul>Joaquim Lopes; Jorge Penso; Rui Guimarães; Teresa Rafael
  33. 33. Em jeito de conclusão… <ul><ul><ul><li>A multi-mediação, </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>a interactividade, </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>a hipertextualidade, </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>a comutação de pacotes </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>a sincronicidade </li></ul></ul></ul><ul><li>são fenómenos e tópicos de organização interessantes para relacionar numa pesquisa de comunicação sobre a tecnologia </li></ul>Joaquim Lopes; Jorge Penso; Rui Guimarães; Teresa Rafael
  34. 34. Em jeito de conclusão… <ul><li>Contudo </li></ul><ul><ul><li>estas não são razões suficientes para que os investigadores de comunicação estudem a Internet . </li></ul></ul><ul><ul><li>Internet e as tecnologias relacionadas têm: </li></ul></ul><ul><ul><ul><ul><li>como outros meios tiveram no passado (ex: televisão e o telefone) </li></ul></ul></ul></ul><ul><ul><li>o potencial de ter um grande impacto nas interacções : </li></ul></ul><ul><ul><ul><ul><li>sociais </li></ul></ul></ul></ul><ul><ul><ul><ul><li>organizacionais </li></ul></ul></ul></ul><ul><ul><ul><ul><li>políticas </li></ul></ul></ul></ul><ul><ul><ul><ul><li>relacionamentos do dia-a-dia, </li></ul></ul></ul></ul>Joaquim Lopes; Jorge Penso; Rui Guimarães; Teresa Rafael
  35. 35. Em jeito de conclusão… <ul><li>A pesquisa da tecnologia de comunicação tem o potencial de </li></ul><ul><ul><ul><li>abrir refrescar as nossas opiniões e compreensões sobre as maneiras básicas como as pessoas interagem umas com as outras . </li></ul></ul></ul>Joaquim Lopes; Jorge Penso; Rui Guimarães; Teresa Rafael
  36. 36. Em jeito de conclusão… <ul><li>Mais do que ajudar-nos a compreender os nossos novos comportamentos tecnológicos </li></ul><ul><ul><ul><li>pesquisas utilizando a Internet ajudam-nos a compreender </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><ul><ul><li>a condição humana , </li></ul></ul></ul></ul></ul><ul><ul><ul><ul><ul><li>a maneira como nós somos e sempre seremos , como criaturas de troca de mensagens criadoras de sentido </li></ul></ul></ul></ul></ul>… e isso por si só garante a nossa atenção. Joaquim Lopes; Jorge Penso; Rui Guimarães; Teresa Rafael

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