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Rafaela Gonçalves de Grande
Sabrina Rafaela Bueno
Tiago Trindade Ribeiro
Docente: Dra. Josiane Marques Felcar
9º Semestre ...
Câncer - Definição
O câncer infantil corresponde a um grupo de várias
doenças que têm em comum a proliferação
descontrolad...
Câncer - Definição
Assim como em países desenvolvidos, no Brasil, o
câncer já representa a primeira causa de morte
(7% do ...
Câncer - Incidência
 Estima-se que ocorrerão cerca de 12.600 casos
novos do câncer em crianças no Brasil por ano em
2016 ...
Câncer - Etiologia
 Vários fatores genéticos e ambientais têm sido
associados com risco aumentado de câncer em
crianças;
...
Câncer - Etiologia
 Certos cânceres pediátricos podem ter tanto a
forma hereditária como a forma não hereditária.
Câncer – Sinais e Sintomas
 A posição do pediatra geral frente
ao reconhecimento dos sinais e
sintomas do câncer infantil...
Tipos de Câncer – Tumores
encefálicos
 Os tumores encefálicos são formas mais comum de
tumores sólidos em crianças e a se...
Tipos de Câncer – Tumores
encefálicos
 Os sinais e sintomas de tumores encefálicos em
crianças variam bastante, de acordo...
Tipos de Câncer – Tumores
encefálicos
 Meduloblastoma: os meduloblastomas
abragem de 10 a 20% dos tumores
primários do SN...
Tipos de Câncer – Tumores
encefálicos
 Astrocitoma: duas formas primárias de astrocitoma
podem ocorrer na infância, inclu...
Tipos de Câncer – Tumores
encefálicos
 Ependimomas: contribuem com
10% dos tumores primários do SNC,
ocorrendo à fossa po...
Tipos de Câncer – Tumores
encefálicos
 Gliomas do tronco encefálico: os
gliomas do tronco encefálicos contribuem
com 10 a...
Tipos de Câncer – Tumores
encefálicos
 Craniofaringeomas: craniofaringeomas são tumores
histologicamente benignos que con...
Tipos de Câncer - Linfomas
 O linfoma não Hodgkin (LNH) é uma neoplasia
maligna sistêmica, constituída por células linfoi...
Tipos de Câncer – Linfomas
 As células do LNH se
multiplicam rapidamente e o
tumor pode duplicar seu
tamanho em 24 a 48 h...
Tipos de Câncer - Linfomas
 O diagnóstico do LNH deve ser realizado de forma
precisa e urgente, tendo em vista a velocida...
Tipos de Câncer - Neuroblastoma
 O neuroblastoma é um tumor que se origina
das células indiferenciadas da crista neural,
...
Tipos de Câncer - Neuroblastoma
 O tratamento do neuroblastoma depende de sua
classificação de risco e estadiamento, pode...
Tipos de Câncer – Tumor de Wilms
 É o principal tumor renal na
infância e ocorre em mesma
frequência entre os sexos e em
...
Tipos de Câncer – Tumor de Wilms
 A presença do Tumor de Wilms
deve ser suspeitada em qualquer
criança pequena que aprese...
Tipos de Câncer - Nefroma Mesoblástico
 Estes tumores geralmente aparecem nos primeiros
meses de vida;
 As crianças são ...
Tipos de Câncer - Sarcoma de células
claras de rim
 Estes tumores são muito mais propensos a se
disseminarem para outras ...
Tipos de Câncer - Tumor Rabdoide
de rim
 Estes tumores ocorrem mais frequentemente
em crianças e bebês;
 Eles tendem a s...
Tipos de Câncer - Carcinomas de
células renais
 Este é o tipo mais comum de câncer de rim
em adultos, mas também contribu...
Tipos de Câncer – Tumores ósseos
 Os tumores ósseos primários representam cerca de
10% das neoplasias malignas que acomet...
Tipos de Câncer – Tumores ósseos
 OSTEOSSARCOMA: é um tumor primário dos
ossos, derivado do mesênquima primitivo,
constit...
Tipos de Câncer – Tumores ósseos
 Um fator causador do osteossarcoma bem
documentado é a exposição à irradiação;
 Ocorre...
Tipos de Câncer – Tumores ósseos
 SARCOMA DE EWING: é um
tumor ósseo que surge mais
frequentemente na coluna
óssea;
 Ele...
Tipos de Câncer – Tumores ósseos
 É visto principalmente em
indivíduos entre 10 e 25
anos de idade, afetando
mais comumen...
Tipos de Câncer - Rabdomiossarcoma
 É a neoplasia de partes moles mais frequente na
infância;
 Pode surgir em qualquer s...
Tipos de Câncer - Rabdomiossarcoma
 Aproximadamente 25% das crianças apresentam
doença metastática ao diagnóstico, e os p...
Tipos de Câncer - Retinoblastoma
 É o tumor oftalmológico maligno mais
comum na população pediátrica.
 A sobrevida exced...
Tipos de Câncer - Tumores do
Mediastino
 Os tumores mediastinais na criança compreendem
um grupo de lesões com origem em ...
Tipos de Câncer - Tumores do
Mediastino
 As manifestações clínicas dessas lesões são inespecíficas e,
geralmente, origina...
Tipos de Câncer - Tumores de
Testículos
 Os tumores de testículo são exemplos de neoplasias que
apresentam padrão bimodal...
Tipos de Câncer - Tumores de
Testículos
 São divididos em duas categorias principais:
tumores de células germinativas (TC...
Tratamento Médico
 As primeiras formas de tratamento médico
utilizadas para crianças com câncer incluem a
cirurgia, a qui...
Tratamento Médico
 CIRURGIA: A cirurgia para crianças
com tumores sólidos é feita para
erradicar o tumor mediante a remoç...
Tratamento Médico
 QUIMIOTERAPIA: são
substancias químicas usadas
sozinhas ou combinadas, para
controlar ou aliviar o pro...
Tratamento Médico
Os objetivos da quimioterapia incluem:
 Diminuição pré-operatória do tumor;
 Terapia curativa;
 Terap...
Tratamento Médico
 RADIOTERAPIA: atinge diretamente o mecanismo de
divisão celular, tornando-se bastante eficiente nas
cé...
Tratamento Médico
Os objetivos da radioterapia incluem:
 Redução pré-operatória do tamanho do tumor;
 Destruição pós-ope...
Tratamento Médico
 TRANSPLANTE DE MEDULA ÓSSEA: As altas doses
de quimioterapia e irradiação necessárias para
matar as cé...
Tratamento Médico
 A medula do doador é, então, disseminada no
osso do paciente e, se não for rejeitada, começa a
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Tratamento Fisioterapêutico
 A fisioterapia oncológica vem
conquistando cada vez mais espaço,
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Tratamento Fisioterapêutico
 O tratamento fisioterapêutico é eficaz no pré e pós-
cirurgico, quimio e/ou radioterapia, po...
Tratamento Fisioterapêutico
A fisioterapia se faz presente nas diferentes fases de
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Tratamento Fisioterapêutico
INTERVENÇÃO FISIOTERAPÊUTICA NO CÂNCER ÓSSEO
 As sessões de fisioterapia pré-operatória inclu...
Tratamento Fisioterapêutico
O tratamento fisioterapêutico de amputados no pós-
operatório inclui exercícios de:
 ADM;
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Tratamento Fisioterapêutico
INTERVENÇÃO FISIOTERAPÊUTICA EM TUMORES DO SNC
 A fisioterapia para crianças com tumores no S...
Tratamento Fisioterapêutico
Os fisioterapeutas dever ser requisitados para, iniciar
um programa terapêutico, ainda no leit...
Tratamento Fisioterapêutico
As sequelas neurológicas mais comuns de tumores do
SNC, em pacientes cirúrgicos ou não, inclue...
Tratamento Fisioterapêutico
 O tratamento fisioterapêutico de pacientes com
hemiparesia decorrente de um tumor deve inclu...
Tratamento Fisioterapêutico
 Para pacientes com ataxia e dismetria, o
tratamento fisioterapêutico deve incluir atividades...
Tratamento Fisioterapêutico
Fisioterapia nos distúrbios do equilíbrio, a incorporação
de tarefas funcionais nas atividades...
Referencias
 Câncer infantil [homepage na Internet]. São Paulo: Instituto nacional de câncer José
Alencar Gomes da Silva ...
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Tumores em pediatria (ppt)

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Tumores em pediatria (ppt)

  1. 1. Rafaela Gonçalves de Grande Sabrina Rafaela Bueno Tiago Trindade Ribeiro Docente: Dra. Josiane Marques Felcar 9º Semestre – Fisioterapia – Estágio Hospital Infantil
  2. 2. Câncer - Definição O câncer infantil corresponde a um grupo de várias doenças que têm em comum a proliferação descontrolada de células anormais e que pode ocorrer em qualquer local do organismo. Os tumores mais frequentes na infância e na adolescência são os do sistema nervoso central e linfomas (sistema linfático).
  3. 3. Câncer - Definição Assim como em países desenvolvidos, no Brasil, o câncer já representa a primeira causa de morte (7% do total) por doença entre crianças e adolescentes de 1 a 19 anos, para todas as regiões.
  4. 4. Câncer - Incidência  Estima-se que ocorrerão cerca de 12.600 casos novos do câncer em crianças no Brasil por ano em 2016 e em 2017;  As regiões sudeste e nordeste apresentarão os maiores números de casos novos, 6.050 e 2.750, respectivamente, seguidas pela região sul 1.320, centro oeste 1.270 e norte 1.210.
  5. 5. Câncer - Etiologia  Vários fatores genéticos e ambientais têm sido associados com risco aumentado de câncer em crianças;  Um fator ambiental é a radiação ionizante a exposição à radiação na infância pode ser o resultado de explosões de bombas atômicas, de precipitação radioativa nuclear ou, mais comumente, o uso de irradiação para tratamento médico;
  6. 6. Câncer - Etiologia  Certos cânceres pediátricos podem ter tanto a forma hereditária como a forma não hereditária.
  7. 7. Câncer – Sinais e Sintomas  A posição do pediatra geral frente ao reconhecimento dos sinais e sintomas do câncer infantil;  É frequente que aos primeiros sinais do câncer a criança não se mostre tão severamente doente o que pode atrasar o seu diagnóstico;  O pediatra geral será, provavelmente, o primeiro médico procurado pela família desta criança e um dos responsáveis pelo diagnóstico precoce.
  8. 8. Tipos de Câncer – Tumores encefálicos  Os tumores encefálicos são formas mais comum de tumores sólidos em crianças e a segunda forma mais comum e câncer pediátrico no geral;  Os tumores encefálico algumas vezes são congênitos, ocorrendo mais frequentemente em crianças com idade entre 1 e 10 anos.
  9. 9. Tipos de Câncer – Tumores encefálicos  Os sinais e sintomas de tumores encefálicos em crianças variam bastante, de acordo com o tamanho e com a localização do tumor;  Sintomas comuns incluem cefaleias, náuseas, vômitos, irritabilidade, distúrbios de equilíbrio, ataxia, hemiparesia e problemas visuais;
  10. 10. Tipos de Câncer – Tumores encefálicos  Meduloblastoma: os meduloblastomas abragem de 10 a 20% dos tumores primários do SNC predominantemente no cerebelo;  Os sinais precoces são os mesmos sinais de aumento da pressão intracraniana, assim como ataxia. Os tratamentos incluem dissecção cirúrgica (se possível), seguido de irradiação, pois o meduloblastoma é muito radiossensíveis;  Metástases podem ocorrer por meios das meninges e áreas envolvidas fora do SNC.
  11. 11. Tipos de Câncer – Tumores encefálicos  Astrocitoma: duas formas primárias de astrocitoma podem ocorrer na infância, incluindo os astrocitomas cerebelares e os astrocitomas subratentoriais;  Os astrociomas cerebelares contribuem com 10 a 20% dos tumores do SNC na infância, e os sintomas mais comuns são os associados ao aumento da pressão intracraniana e também a ataxia;  O tratamento primário é cirúrgico com o objetivo de ressecção total.
  12. 12. Tipos de Câncer – Tumores encefálicos  Ependimomas: contribuem com 10% dos tumores primários do SNC, ocorrendo à fossa posterior e no hemisfério cerebral;  Os sinais e sintomas iniciais relacionam-se ao aumento da pressão intracraniana e incluem convulsões e déficits cerebelares focais nos tumores supratentoriais o tratamento inclui ressecção cirúrgica, se possível, seguida por irradiação.
  13. 13. Tipos de Câncer – Tumores encefálicos  Gliomas do tronco encefálico: os gliomas do tronco encefálicos contribuem com 10 a 20% dos tumores do SNC em crianças com sinais e sintomas que inclui disfunção progressiva do nervo encefálico e alteração na marcha;  O tratamento médico primário para gliomas do tronco encefálico é a irradiação, porque a cirurgia é arriscada devido à localização do tumor e a quimioterapia não é considerada benéfica. O tratamento é geralmente paleativo, pois o prognóstico geral para esses tumores é desfavorável.
  14. 14. Tipos de Câncer – Tumores encefálicos  Craniofaringeomas: craniofaringeomas são tumores histologicamente benignos que contribuem com 6 a 9% dos tumores primários do SNC em crianças. Eles ocorrem principalmente na região da linha média supra-selar;  Os sinais e sintomas incluem distúrbios visuais, cefaleia, vômitos e distúrbios endócrinos. O tratamento de craniofaringeomas inclui a ressecção cirúrgica total ou subtotal com irradiação e a ressecção total não for possível. .
  15. 15. Tipos de Câncer - Linfomas  O linfoma não Hodgkin (LNH) é uma neoplasia maligna sistêmica, constituída por células linfoides. Este tumor compromete pacientes com idade entre 5 e 15 anos e as localizações mais frequentes são abdome (52%), cabeça e pescoço (24%) e tórax (13%).
  16. 16. Tipos de Câncer – Linfomas  As células do LNH se multiplicam rapidamente e o tumor pode duplicar seu tamanho em 24 a 48 horas;  Consequentemente, o tempo de história é curto, a DHL elevada e as crianças geralmente apresentam grandes massas abdominais ao diagnóstico;
  17. 17. Tipos de Câncer - Linfomas  O diagnóstico do LNH deve ser realizado de forma precisa e urgente, tendo em vista a velocidade de crescimento deste tumor;  O exame anatomopatológico do material, obtido através de biópsia do tumor ou de linfonodo suspeito elucida o diagnóstico;  A pesquisa de células neoplásicas no líquido ascítico ou pleural é uma alternativa para evitar a biópsia cirúrgica e deve ser utilizada sempre que possível. O tratamento do LNH consiste em quimioterapia e o prognóstico é excelente .
  18. 18. Tipos de Câncer - Neuroblastoma  O neuroblastoma é um tumor que se origina das células indiferenciadas da crista neural, podendo ocorrer no mediastino posterior, região paravertebral, cervical e retroperitoneal;  A faixa etária é de 19 meses, sendo que 89% têm menos de cinco anos de idade ao diagnóstico;  A queixa de dor e distensão abdominal é frequente. Outros sinais e sintomas, causados por metástases, podem ocorrer, tais como: dor óssea, febre, irritabilidade, perda de peso, proptose, equimose ao redor dos olhos;
  19. 19. Tipos de Câncer - Neuroblastoma  O tratamento do neuroblastoma depende de sua classificação de risco e estadiamento, podendo variar desde cirurgia até cirurgia e/ou quimioterapia, radioterapia e transplante de medula óssea.
  20. 20. Tipos de Câncer – Tumor de Wilms  É o principal tumor renal na infância e ocorre em mesma frequência entre os sexos e em todas as raças;  A idade média de diagnóstico nos tumores que atingem um dos rins é de três anos de idade;  O sinal mais frequente é uma massa no abdome, lisa e firme, não dolorosa;
  21. 21. Tipos de Câncer – Tumor de Wilms  A presença do Tumor de Wilms deve ser suspeitada em qualquer criança pequena que apresente uma massa abdominal;  Em 10-25% dos casos, sangue na urina é um indicativo de tumor;  O tratamento imediato para tumores que atingem um único rim é a sua retirada, mesmo se houver presença de metástase pulmonar.
  22. 22. Tipos de Câncer - Nefroma Mesoblástico  Estes tumores geralmente aparecem nos primeiros meses de vida;  As crianças são geralmente curadas com cirurgia, mas, algumas vezes, é administrada também a quimioterapia;  As crianças que tiveram estes tumores precisam ser acompanhadas de perto durante o primeiro ano após o tratamento.
  23. 23. Tipos de Câncer - Sarcoma de células claras de rim  Estes tumores são muito mais propensos a se disseminarem para outras partes do corpo do que os tumores de Wilms, e são mais difíceis de serem curados;  Como esses tumores são raros, o tratamento muitas vezes é realizado como parte de um estudo clínico;  Geralmente é similar ao tratamento intensivo dos tumores de Wilms.
  24. 24. Tipos de Câncer - Tumor Rabdoide de rim  Estes tumores ocorrem mais frequentemente em crianças e bebês;  Eles tendem a se espalhar para outras partes do corpo rapidamente, e na maioria dos casos já está disseminado quando diagnosticado, o que torna difícil sua cura;  Como esses tumores são raros, o tratamento pode ser realizado como parte de um estudo clínico, geralmente incluindo quimioterapia com vários medicamentos diferentes.
  25. 25. Tipos de Câncer - Carcinomas de células renais  Este é o tipo mais comum de câncer de rim em adultos, mas também contribui para um pequeno número de tumores renais em crianças;  É raro em crianças pequenas, mas na verdade é mais comum do que o tumor de Wilms em adolescentes;  O tratamento e o prognóstico para este tipo de câncer dependem do estadiamento no momento do diagnóstico, se pode ser completamente retirado cirurgicamente.
  26. 26. Tipos de Câncer – Tumores ósseos  Os tumores ósseos primários representam cerca de 10% das neoplasias malignas que acometem crianças e adolescentes;  Entre esses tumores, duas variedades se destacam por representarem mais de 95% dos casos: o osteossarcoma e o sarcoma de Ewing.
  27. 27. Tipos de Câncer – Tumores ósseos  OSTEOSSARCOMA: é um tumor primário dos ossos, derivado do mesênquima primitivo, constituído por células fusiformes malignas proliferantes do estroma, que produzem tecido osteóide ou osso imaturo;  É raro antes dos cinco anos de idade;  O pico de incidência ocorre na segunda década de vida, com prevalência aos 16 anos nas meninas e aos 18 anos nos meninos, fase coincidente com o crescimento ósseo intenso da adolescência;
  28. 28. Tipos de Câncer – Tumores ósseos  Um fator causador do osteossarcoma bem documentado é a exposição à irradiação;  Ocorre também, a longo prazo, em sobreviventes de câncer que foram tratados com radioterapia.
  29. 29. Tipos de Câncer – Tumores ósseos  SARCOMA DE EWING: é um tumor ósseo que surge mais frequentemente na coluna óssea;  Ele pode originar-se de ossos longos, como o fêmur e o úmero, mas também pode ser encontrado nas costelas e na pelve;
  30. 30. Tipos de Câncer – Tumores ósseos  É visto principalmente em indivíduos entre 10 e 25 anos de idade, afetando mais comumente adolescentes;  Os sintomas incluem dor, edema, febre, calafrios e fraqueza. Locais comuns de metástase incluem o pulmão e outros ossos.
  31. 31. Tipos de Câncer - Rabdomiossarcoma  É a neoplasia de partes moles mais frequente na infância;  Pode surgir em qualquer sítio do organismo, mas 35% dos casos ocorrem nas regiões de cabeça e pescoço, sendo a órbita o sítio primário mais comum;
  32. 32. Tipos de Câncer - Rabdomiossarcoma  Aproximadamente 25% das crianças apresentam doença metastática ao diagnóstico, e os principais locais de acometimento são pulmões, medula óssea, ossos e linfonodos.
  33. 33. Tipos de Câncer - Retinoblastoma  É o tumor oftalmológico maligno mais comum na população pediátrica.  A sobrevida excede 90%, sendo, assim, uma das neoplasias da infância com a maior taxa de cura, 75% dos casos são unilaterais, com uma frequência ligeiramente maior em meninos, especialmente naqueles com doença bilateral;  A maioria dos casos é esporádica, no entanto alguns são hereditários, seguindo um padrão de penetrância alto, como um traço autossômico dominante.
  34. 34. Tipos de Câncer - Tumores do Mediastino  Os tumores mediastinais na criança compreendem um grupo de lesões com origem em diversos tecidos embrionários;  Eles podem apresentar-se como desde cistos benignos até lesões malignas de alta agressividade, embora raros esses tumores são responsáveis por grande morbimortalidade em crianças e adolescentes;
  35. 35. Tipos de Câncer - Tumores do Mediastino  As manifestações clínicas dessas lesões são inespecíficas e, geralmente, originadas do crescimento de uma massa em local limitado, ocasionando compressão das estruturas adjacentes;  As manifestações respiratórias mais comuns são tosse, dispneia, hemoptise e infecções respiratórias recorrentes. Outros sintomas que podem ocorrer são disfagia, dor torácica e febre;  A cirurgia tem papel fundamental, para ressecção curativa da lesão, ou para realizar biópsia e diagnóstico etiológico do tumor.
  36. 36. Tipos de Câncer - Tumores de Testículos  Os tumores de testículo são exemplos de neoplasias que apresentam padrão bimodal de incidência, com um pico em crianças e outro em adolescentes;  Os tumores de testículo são raros e correspondem, no sexo masculino, a 1-2% dos tumores sólidos pediátricos;  Embora raros esses tumores possuem características clínicas, epidemiológicas, histológicas e comportamento biológico distintos nas diferentes faixas etárias;
  37. 37. Tipos de Câncer - Tumores de Testículos  São divididos em duas categorias principais: tumores de células germinativas (TCGs) e tumores não germinativos, derivados do estroma ou cordão espermático.
  38. 38. Tratamento Médico  As primeiras formas de tratamento médico utilizadas para crianças com câncer incluem a cirurgia, a quimioterapia e a irradiação;  Esses tratamentos podem ser usados individualmente ou em combinação, dependendo do tipo de câncer e de sua localidade no corpo.
  39. 39. Tratamento Médico  CIRURGIA: A cirurgia para crianças com tumores sólidos é feita para erradicar o tumor mediante a remoção do máximo possível de células cancerosas e pré-cancerosas;  Uma grande margem de tecido normal ao redor da borda do tumor também pode ser retirada em função da possibilidade de haver células transicionais.
  40. 40. Tratamento Médico  QUIMIOTERAPIA: são substancias químicas usadas sozinhas ou combinadas, para controlar ou aliviar o processo de câncer;  Esses agentes rompem com a capacidade reprodutiva das células em diferentes estágios do ciclo celular.
  41. 41. Tratamento Médico Os objetivos da quimioterapia incluem:  Diminuição pré-operatória do tumor;  Terapia curativa;  Terapia adjuvante para tratar tumores residuais ou metástases;  Terapia paliativa para alívio dos sintomas.
  42. 42. Tratamento Médico  RADIOTERAPIA: atinge diretamente o mecanismo de divisão celular, tornando-se bastante eficiente nas células cancerosas devido a sua característica de crescimento desordenado;  Em crianças apesar dos tumores apresentarem maior velocidade de crescimento, proliferando-se mais rapidamente e tornando-se assim mais sensível à radiação, as células normais também estão em processo de reprodução contínuo, por estar em fase de desenvolvimento.
  43. 43. Tratamento Médico Os objetivos da radioterapia incluem:  Redução pré-operatória do tamanho do tumor;  Destruição pós-operatória de tumor residual;  Destruição de tumor que não pode ser removido cirurgicamente;  Diminuição do tamanho do tumor para alivio paliativo dos sintomas.
  44. 44. Tratamento Médico  TRANSPLANTE DE MEDULA ÓSSEA: As altas doses de quimioterapia e irradiação necessárias para matar as células cancerosas também provocam a morte de células da medula óssea;  Assim, novas células de medula óssea não-expostas à poderosa terapia devem ser providenciadas, isso é conseguido colhendo-se células saudáveis de um doador histocompatível e transfundindo-as ao paciente afetado;
  45. 45. Tratamento Médico  A medula do doador é, então, disseminada no osso do paciente e, se não for rejeitada, começa a produzir células sanguíneas saudáveis novamente;  Os principais tipos de transplante de medula óssea incluem: Autólogo e Alogênico.
  46. 46. Tratamento Fisioterapêutico  A fisioterapia oncológica vem conquistando cada vez mais espaço, tendo em vista a sua importante ação na preservação, manutenção, desenvolvimento e restauração da integridade física dos pacientes;  O paciente com câncer é um paciente diferenciado, pois além de estar debilitado pela doença em si, os tratamentos oncológicos adotados podem ocasionar sequelas temporárias ou definitivas, onde é papel da fisioterapia atuar de forma a minimizá-las ou erradicá-las;
  47. 47. Tratamento Fisioterapêutico  O tratamento fisioterapêutico é eficaz no pré e pós- cirurgico, quimio e/ou radioterapia, poderão deixar sequelas sensitivas, motoras, vasculares ou respiratórias importantes, além de ocasionar edemas, disfunções ventilatórias, e restrição de movimentos.
  48. 48. Tratamento Fisioterapêutico A fisioterapia se faz presente nas diferentes fases de intervenção do tratamento oncológico:  No pré-operatório seu principal objetivo é o preparo para o procedimento cirúrgico e redução de complicações;  Durante o período de internação, a fisioterapia atua prevenindo, minimizando e tratando as complicações respiratórias, motoras e circulatórias provenientes do posicionamento prolongado no leito;  Por fim, existe a assistência ambulatorial, que deve ser prestada de forma contínua e enquanto o paciente dela necessitar.
  49. 49. Tratamento Fisioterapêutico INTERVENÇÃO FISIOTERAPÊUTICA NO CÂNCER ÓSSEO  As sessões de fisioterapia pré-operatória incluem instruções sobre a deambulação com dispositivos de apoio, assim como exercícios para serem indicados imediatamente após a cirurgia;  Imediatamente após a cirurgia em caso de amputação, uma prótese inicial é colocada no membro residual ainda na sala de cirurgia;  O treino de marcha é iniciado geralmente um ou dois dias após a cirurgia.
  50. 50. Tratamento Fisioterapêutico O tratamento fisioterapêutico de amputados no pós- operatório inclui exercícios de:  ADM;  Programa de posicionamento do membro;  Treino de marcha;  Exercícios posturais.
  51. 51. Tratamento Fisioterapêutico INTERVENÇÃO FISIOTERAPÊUTICA EM TUMORES DO SNC  A fisioterapia para crianças com tumores no SNC é extremamente amplo devido à grande variedade de sinais e sintomas que podem ocorrer, dependendo do tamanho e da localidade do tumor e do tratamento médico utilizado;  A maioria dos pacientes com tumores encefálicos submete-se inicialmente a uma ressecção cirúrgica.
  52. 52. Tratamento Fisioterapêutico Os fisioterapeutas dever ser requisitados para, iniciar um programa terapêutico, ainda no leito de:  ADM passiva;  Exercícios respiratórios;  Posicionamento.
  53. 53. Tratamento Fisioterapêutico As sequelas neurológicas mais comuns de tumores do SNC, em pacientes cirúrgicos ou não, incluem:  Hemiparesia;  Ataxia;  Dismetria;  Distúrbios do equilibro.
  54. 54. Tratamento Fisioterapêutico  O tratamento fisioterapêutico de pacientes com hemiparesia decorrente de um tumor deve incluir atividades para manter o estado musculoesquelético do lado afetado, incluindo:  ADM passiva;  Posicionamento;  Educação sensorial.
  55. 55. Tratamento Fisioterapêutico  Para pacientes com ataxia e dismetria, o tratamento fisioterapêutico deve incluir atividades que estimulem o sistema neuromuscular;  A provisão de apoio manual, de aproximação e de resistência, assim como a adição de pesos no tronco ou nas extremidades, pode aumentar a resposta proprioceptiva e melhorar a estabilidade proximal, resultando em movimentos distais mais harmônicos.
  56. 56. Tratamento Fisioterapêutico Fisioterapia nos distúrbios do equilíbrio, a incorporação de tarefas funcionais nas atividades de equilíbrio pode resultar na melhora do desempenho do paciente entre elas:  Balanças de equilíbrio;  Pranchas inclinadas; São frequentemente utilizadas para a promoção das habilidades de equilíbrio da criança.
  57. 57. Referencias  Câncer infantil [homepage na Internet]. São Paulo: Instituto nacional de câncer José Alencar Gomes da Silva [atualizada em 2016 Mar 18: acesso em 2016 Abr 1]. Disponível em: http://www2.inca.gov.br /tiposdecancer/site/home/infantil/  Morgan CR. Oncologia pediátrica. In: Fridman F, Hhan ST, editores. Fisioterapia Pediátrica. 3ª ed. São Paulo: Artemed; 2002. p. 290-309.  Rodrigues M, Camargo B. diagnóstico precoce do câncer infantil: Responsabilidade de todos. Rev Assoc Med Bras. 2003 Ago 10;49(1):29-4.  Takamatu. Tumor de wilms: características clínicas e cirúrgicas [dissertação]. Porto Alegre: Universidade Federal do Rio Grande do Sul; 2006.  Fraga JC, Komlós M, Takamatu E, Camargo L, Contelli F, Brunetto A, Antunes C. Tumores do mediastino em crianças. J Pneumol. 2003 Set/Out;29(5):253-7.  Nogueira Neto FB, Petrilli AS, Macedo CRPD, Caran EMM. Tumores de testículos em crianças e adolescentes. J Pediatr. 2012 Mai 26;88(1):87-2.
  58. 58. DISCENTES: Rafaela Gonçalves de Grande Sabrina Rafaela Bueno Tiago Trindade Ribeiro

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