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  1. 1. Universidade Federal do Piauí A falta de auto-estima e a indisciplina: situações problemas da escola Orientando: Professora Maria César Picos, Maio de 2011
  2. 2. PROBLEMA CENTRAL <ul><li>Os problemas aqui apresentados requerem através de estudos a apresentação de soluções urgentes. Tendo em vista a problemática, ousamos investigar: de que forma a Unidade Escolar Antônio Rodrigues Filho pode contribuir para que haja interesse dos alunos em estudar e melhorar a indisciplina? </li></ul>
  3. 3. QUESTÕES NORTEADORAS <ul><li>a) De que forma a gestão escolar pode contribuir para a elevação da auto-estima dos alunos? </li></ul><ul><li>b) Que estratégias devem ser utilizadas no combate à indisciplina escolar? </li></ul>
  4. 4. OBJETIVO GERAL <ul><li>Discutir o que leva aos alunos a terem uma baixa auto-estima e a indisciplina em sala de aula, buscando as soluções cabíveis que envolva a comunidade escolar num processo de ações que contribuem para a formação de cidadãos críticos e responsáveis dos seus direitos e deveres </li></ul>
  5. 5. OBJETIVOS ESPECÍFICOS <ul><li>Identificar causas do desinteresse dos alunos pelas aulas ministradas na escola; </li></ul><ul><li>Refletir sobre causas e consequências da indisciplina na escola; </li></ul><ul><li>Investigar estratégias que possam ser desenvolvidas na escola na prevenção e combate à indisciplina. </li></ul>
  6. 6. TEÓRICOS <ul><li>TIBA, Içami . Disciplina, limite na medida certa. 19.ed. São Paulo.Gente, 1996 </li></ul><ul><li>SILVA, Maria Laura Fernandes. Indisciplina na aula: um problema dos nossos dias.Cadernos Pedagógicos, 1999. </li></ul><ul><li>CURY, Augusto. Filhos Brilhantes, alunos fascinantes . Editora Planeta Brasil,2007. </li></ul><ul><li>DEMO, Pedro. Indisciplina </li></ul>
  7. 7. Metodologia da Pesquisa <ul><li>Reunião com a equipe escolar, pais e comunidade em geral para apontamento dos problemas de indisciplina; Elaboração e aplicação de questionário para diagnosticar o que o aluno deseja e espera da escola; Sistematização dos dados da pesquisa; Reunião para averiguação dos dados e definição de metas; Conversas individualizadas com alunos de comportamentos e atitudes irregulares; Palestras sobre autoestima; Planejamento e organização de projetos que envolveram os discentes e comunidade em geral, alguns foram: </li></ul><ul><li>Projeto de leitura dança e teatro com a finalidade de desenvolver o envolvimento dos estudantes a fim de amenizar a indisciplina; </li></ul><ul><li>Palestra cujo tema é autoestima, respeito e cidadania, levando assim os alunos a refletirem sobre seus atos e ações na unidade escolar e fora dela; </li></ul><ul><li>Organização de feira cultural com a participação de pais, alunos, comunidade e todos envolvidos no processo educativo. </li></ul><ul><li>Realização dos jogos escolares envolvendo professores, alunos e alunas. </li></ul>
  8. 8. RESULTADOS <ul><li>Diante da pesquisa de campo realizada e dos dados coletados nos questionários, notou-se que os questionados apresentaram respostas em comum quanto a visão do aluno indisciplinado. Todos os entrevistados concordaram em relação a contribuição das mudanças ocorridas no período da adolescência para desencadear a indisciplina, o que entra em contato com o pensamento de Netto (1976, p.95), o qual discorre sobre o tema, dizendo que o adolescente está em um período emocional em que o comportamento sofre alterações podendo entrar em conflitos, problema e desajustes diante de novas situações tornando-os sujeitos a frustrações. Além disso, fatores ambientais também estão inclusos na possível causa da indisciplina, uma vez que esses jovens se encontram em uma passagem da infância para a vida adulta. Apesar das reclamações procederem mais por parte da escola, como professores e coordenadores, Klotz (2005) diz que os pais também encontram dificuldades em lidar com essa situação imposta a seus filhos. Assim, destaca-se a importante presença dos pais em conjunto ao ambiente escolar, pois sabendo de suas facilidades e dificuldades, poderão ajudá-los em tais casos. Os professores questionados entram em acordo ao responderem algumas questões relacionadas ao psicólogo escolar, avaliando como importante a sua presença dentro da instituição e atuação sobre a indisciplina escolar, conjuntamente, com a motivação dos alunos. No tocante a atribuição da responsabilidade sobre a indisciplina, os questionados responderam positivamente a um fator externo a escola, não culpando o professor e tampouco o próprio aluno. Um professor responde que a indisciplina é de responsabilidade dos alunos e também dos professores, já outro professor afirma que a indisciplina é de total e única responsabilidade do aluno. </li></ul><ul><li>Os pais questionados dizem que a indisciplina é uma fase da adolescência e são unânimes quando dizem que a família deve participar da vida da escolar do filho e contribuir com a escola para acabar com a indisciplina. </li></ul><ul><li>Os alunos falam de alguns fatores: indecisões nas suas escolhas, dificuldades de aprendizagem, problemas na família e algumas aulas monótonas. </li></ul>
  9. 9. CONSIDERAÇÕES FINAIS <ul><li>Após desenvolver o projeto de intervenção para atenuar a indisciplina, a escola em si está, digamos, mais sociável. Alunos que antes apresentavam um comportamento irregular que atrapalhava e dificultava o trabalho do professor e consequentemente sua a aprendizagem e a do colega, apresenta um comportamento amenizado que precisa estar melhorando para que a porcentagem chegue a 100% que é a meta do projeto de intervenção. Foram desenvolvidas ações como: Projeto de leitura, dança e teatro com a finalidade de desenvolver o envolvimento dos estudantes e de amenizar a indisciplina; desenvolvidas Palestra cujo tema foi autoestima, respeito e cidadania, levando assim os alunos a refletirem sobre seus atos e ações na unidade escolar e fora dela; Organização de feira cultural com a participação de pais, alunos, comunidade e todos envolvidos no processo educativo; Realização dos jogos escolares envolvendo professores, alunos e alunas. </li></ul><ul><li>Com atitudes e projetos pode-se perceber um avanço no comportamento dos alunos, a participação dos pais poderia ser melhor em números e propostas, mas foi um começo que progredirá com mais inovações e persistência até que família, comunidade, professores se conscientizem de que a luta não é fácil, mas quando se pode reverter e conseguir bons resultados é gratificante. </li></ul><ul><li>Durante todo o processo de intervenção percebeu - se que quando se dá um pouco mais de atenção a esses alunos “problemáticos” é como se estivesse dando todo o carinho que lhes falta, pois, esse é um dos principais motivos de tanta inquietação de crianças que vivem em um mundo cheio de transformações e novidades que para eles não importa, o que realmente importa é saber que existe alguém que se preocupe e se importe com ele. A família está muita falha em todos os sentidos, falta acompanhamento, falta carinho, amor, atenção e isso gera indisciplina, gera insatisfação nos jovens que a liberam na escola, gera o pessimismo, onde possam chamar atenção para si, para que alguém perceba sua fraqueza e possa lhe ajudar. Após aplicar as metodologias mencionadas no relatório o ambiente escolar melhorou e tanto professores quanto os próprios alunos se sentiram mais próximos e compreenderam que a indisciplina só atrapalha, com os alunos pensando e agindo de maneira exemplar a escola se tornou um lugar onde a aprendizagem acontece. </li></ul><ul><li>Conseguimos melhorar a indisciplina e o trabalho continuará para que cheguem aos 100%, a escola, os profissionais da educação jamais desistirão de seus alunos que é o principal objetivo de seu trabalho e realização profissional. </li></ul>

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