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Construção de relacionamento no contexto da internet

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Material utilizado para a aula inaugural do curso de Pós-Graduação em Gestão da Comunicação Integrada do Senac Lapa Scipião.

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Construção de relacionamento no contexto da internet

  1. 1. CONSTRUÇÃO DE RELACIONAMENTO NO CONTEXTO DA INTERNET --- TAÍS OLIVEIRA
  2. 2. Relações-públicas e mestranda em Ciências Humanas e Sociais na UFABC na linha de Cultura, Comunicação e Dinâmica Social, cuja pesquisa trata de Redes Sociais na Internet e a Economia Étnica. É co-fundadora e colunista no blog Versátil RP, canal com oito anos de existência que aborda temas relacionados ao universo das relações públicas e da comunicação. Foi Agente de Governo Aberto pela Prefeitura Municipal de São Paulo no primeiro ciclo de 2017, ocasião pela qual ofereceu oficinas sobre a Lei de Acesso à Informação e sua interface com as mídias sociais. Atualmente é Coordenadora de Social Media na agência de relações públicas 2PRÓ Comunicação. @tais_so
  3. 3. CONTEXTO E EXIGÊNCIAS
  4. 4. A CONSTRUÇÃO DOS RELACIONAMENTOS “como vc é fisicamente?” Apps de paquera que facilitam o processo. Comunidades que juntam pessoas com interesses em comum.
  5. 5. O RELACIONAMENTO ACONTECE A LONGO PRAZO CRUSH “ESTAMOS FICANDO” NAMORO CONHECE A FAMÍLIA TROCAM CHAVES DAS CASAS Janeiro JunhoFevereiro Setembro Outubro Um relacionamento baseado em confiança leva tempo para acontecer...
  6. 6. O RELACIONAMENTO ACONTECE A LONGO PRAZO PUBLICIDADE&PROPAGANDA RELAÇÕES PÚBLICAS COMUNICAÇÃO INTEGRADA Curto Prazo Consumidor Final Médio e Longo Prazo Públicos Integrar os objetivos da organização alinhado às expectativas dos públicos a partir do conjunto de estratégias possíveis. Vendas Relacionamento
  7. 7. OS PÚBLICOS EXIGEM E AS ORGANIZAÇÕES ACATAM
  8. 8. OS PÚBLICOS EXIGEM E AS ORGANIZAÇÕES ACATAM  as organizações e marcas passam por um processo de humanização na forma como se apresentam na sociedade;  as pessoas são protagonistas e as marcas coadjuvantes;  os públicos prezam por honestidade e transparência, priorizam a distribuição das informações e tornam-se também produtores de conteúdo.
  9. 9. OS PÚBLICOS EXIGEM E AS ORGANIZAÇÕES ACATAM “Cabe às Relações Públicas agir junto aos centros decisórios das instituições, procurando estabelecer a harmonia entre o interesse público e o privado, contribuindo assim para amenizar as tensões resultantes das atitudes individuais” (ANDRADE, 1989). “Comunicação, e não apenas divulgação” (MESTIERI, 2004).
  10. 10. ASPECTOS PRIMORDIAS
  11. 11. O PLANEJAMENTO E PESQUISA SÃO A BASE  um ato de inteligência;  um processo sistematizado com etapas, problematizações e a partir do seu resultado deve ser base da tomada de decisão, das estratégias e da alocação de recursos ;  um processo de pesquisa profunda .
  12. 12. O MAPEAMENTO DE PÚBLICOS “Os públicos são a razão de ser da relação; determinam os diferentes modos da interação empresa-públicos.” “Precisa levar à especificação do público, objeto da relação, e explicar ainda o tipo, a temporalidade, o objetivo, as expectativas e outras características do relacionamento.” “É fundamental identificar os públicos, conhecê-los, para que, ao lidar com eles, as organizações sejam bem-sucedidas nesse relacionamento.” FRANÇA, 2012
  13. 13. O MAPEAMENTO DE PÚBLICOS FRANÇA, 2012 ORGANIZAÇÃO Colaboradores Consumidor Governo Fornecedores
  14. 14. O MAPEAMENTO DE PÚBLICOS FRANÇA, 2012 Tipo de Público Tipo de Relacionamento Objetivos da Empresa Expectativa da Empresa Expectativa dos Públicos Empregados Legal Manter a produtividade Dedicação Lealdade Reconhecimento Salário Justo Clientes Negócios Dar excelente atendimento Credibilidade Satisfação Produtos de qualidade Bom atendimento Fornecedores Negócios Fechar bons contratos Cumprimento dos contratos Pagamentos na data combinada
  15. 15. RELACIONAMENTO COM A IMPRENSA  queda dos impressos;  enxugamento das redações;  velocidade dos acontecimentos;  variedade de produtores de conteúdo.
  16. 16. PREVENÇÃO E GESTÃO DE RISCO  mapear temas para gestão de risco;  preparar respostas para possíveis questionamento e problemáticas;  alinhamento da equipe e das pessoas que representam a organização;  prevenção de crise ≠ gestão de crise.
  17. 17. A QUESTÃO DA DIVERSIDADE “A publicidade brasileira não acompanha as mudanças sociais, e os debates em torno de temas mais profundos são comumente resumidos a polêmica, ou o famoso jargão “mimimi”[...] temas que necessitam de profunda reflexão para a assimilação das novas conjunturas da sociedade são negligenciados por não serem considerados pertinentes aos negócios e estratégia de valorização da marca” (MOURA, 2016).
  18. 18. A QUESTÃO DA DIVERSIDADE  não existe diversidade nos postos de trabalho relacionados à comunicação;  como exigir diversidade na entrega dos serviços de comunicação se existe um ponto cego nesse processo?  a inserção de diversidade é um caminho de “aprendizado”.
  19. 19. OS INFLUENCIADORES  pessoas públicas que podem colaborar na propagação de uma mensagem relacionada à marca;  recentemente cresce a profissionalização da área;  uma preocupação das plataformas em valorizar os produtores de conteúdo, afinal é um ciclo comercial e financeiro já estabelecido;  interação e capacidade de engajamento, menções espontâneas, perfil de seguidores/fãs, potencial de disseminação e evidência em veículos.
  20. 20. OS INFLUENCIADORES
  21. 21. OS INFLUENCIADORES E MICROINFLUENCIADORES
  22. 22. FORMATOS E APELOS
  23. 23. O PROFISSIONAL VERSÁTIL  o profissional de relações públicas precisa ser especialista e generalista;  não basta apenas ser muito bom na área que você trabalha, é preciso ir além;  conhecimento da lógica de cada área, ferramentas, teóricos, e dos processos;  enriquece currículos e conhecimento adquirido nunca é demais;  o que o mercado quer.
  24. 24. O DIALOGISMO: ACADEMIA E MERCADO  são áreas dialógicas e complementares;  mantenha contato com profissionais de mercado e da academia, melhor ainda com aqueles que conseguem estar em ambas ao mesmo tempo [seja esse profissional].
  25. 25. OUTROS ASSUNTOS IMPORTANTES  ano de eleição;  vigilância e privacidade;  crimes virtuais;  fake news;  e-gov, dados abertos e LAI;  copa do mundo e segunda tela;  análise de imagem e vídeo;  marco civil, teles e regulamentação;  monitoramento, dados e inteligência artificial.
  26. 26. BIBLIOGRAFIA E REFERÊNCIAS
  27. 27. _ B i b l i o g r a f i a s u g e r i d a
  28. 28. _ B i b l i o g r a f i a s u g e r i d a
  29. 29. _ B i b l i o g r a f i a s u g e r i d a
  30. 30. _ B i b l i o g r a f i a s u g e r i d a A bibliografia completa vai estar em: versatilrp.com.br/blog
  31. 31. _ B i b l i o g r a f i a s u g e r i d a O objetivo desse conteúdo é apresentar o processo, conceitos e algumas ferramentas de forma simplificada.
  32. 32. _ B i b l i o g r a f i a | L i n k s S u g e r i d o s Blog Insightee Blog da Martha Gabriel Blog do Tarcízio Silva Blog do IBPAD Tips4Planners Mashable Blog Essa Tal Rede Social Biblioteca Internet Lab Blog da Raquel Recuero Blog da Carol Terra Guia de imagens, vídeos e mídias para as redes sociais Sobek minerador de texto Comitê Gestor da Internet Artigo 19 Data7 Data&Society Social Media Week AbCiber Intercom Lab404 LabLivre Labic Museu de Memes O profissional de inteligência de mídias sociais no Brasil (2017) BLOGS, SITES E FERRAMENTAS
  33. 33. OBRIGADA!  tais.oliveira@versatilrp.com.br contato@taisoliveira.me

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