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Da formação à fixação do território

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Apoio ao estudo de História A

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Da formação à fixação do território

  1. 1. O ESPAÇO PORTUGUÊS: DA FORMAÇÃO À FIXAÇÃO DO TERRITÓRIO
  2. 2. O ESPAÇO EUROPA OCIDENTAL O TEMPO IDADE MÉDIA (395- FIM DO SÉC. XII)
  3. 3. O ESPAÇO EUROPEU CONHECEU UMA NOVA GEOGRAFIA POLÍTICA COM A FORMAÇÃO DE NOVOS REINOS. O Império Romano foi dividido em 395 e, em 476, o Império Romano do Ocidente desagregou-se com a conquista de Roma durante a 1ª vaga de invasões bárbaras. O espaço e o tempo
  4. 4. A 2ª vaga de invasões: séculos VII a IX Cavalaria muçulmana Cavaleiro húngaro
  5. 5. QUE CONSEQUÊNCIAS TROUXERAM ESTAS INVASÕES? Fuga da população das cidades para os campos Declínio e redução dos centros urbanos Enfraquecimento do comércio Desorganização da administração pública Depressão demográfica (fome, peste e guerras) Fragmentação política da Europa: reinos (senhorios e comunas) e Impérios (Sacro Império Romano- Germânico e o Império Bizantino) Instabilidade e recessão económica: Unidade na crença: a Igreja romana está forte e organizada, constituindo um fator de coesão e identidade no Ocidente
  6. 6. O que é que estava a acontecer na Península Ibérica? Século VIII Século X Século XI Século XII Século XIII Século XV Cruzadas Jihad – guerra santa
  7. 7. No quadro ibérico, a formação de Portugal insere-se no contexto da Reconquista Cristã, iniciada a partir do Norte (fundação do reino das Astúrias com Pelágio em 718). Neste processo formam-se vários reinos cristãos (Leão, Castela, Navarra e Aragão) que receberam o apoio militar de cavaleiros de outros reinos europeus. D. Henrique de Borgonha, receberá o Condado Portucalense em 1096 como recompensa pelos serviços prestados ao rei de Leão (Afonso VI).
  8. 8. D. Afonso Henriques - autonomia relativamente ao reino leonês (recusa a autoridade do seu primo Afonso VII de Leão e Castela) Luta pela independência 1143 - Conferência de Zamora 1179 – Bula Manifestis Probatum (Papa Alexandre III) Conde D. Henrique
  9. 9. Alargamento das fronteiras - Reconquista dos territórios muçulmanos até à data da sua morte (1185); Processo de avanços e recuos: In, Horizonte da História, texto Ed. Vol.II
  10. 10. D. Afonso III, O Bolonhês D. Afonso II, O Gordo D. Sancho II, O Capelo/ O Piedoso D. Sancho I, O Povoador - política guerreira, de conquista – avança até ao Algarve, depois perde as posições a sul do Tejo (exceto Évora) ; - atribuiu às ordens religiosas e militares a função de reconquistar o território; - Avança até ao Alentejo; - expansão pelo Alentejo; - A Reconquista avança até ao Algarve; (irmão de D. Sancho II) - conquistou o que restava do Algarve e termina a Reconquista;
  11. 11. In, Horizonte da História, texto Ed. Vol.II
  12. 12. A conquista do Algarve representou o fim da Reconquista, mas trouxe um conflito com o rei Afonso X, de Leão e Castela que reclamou o território. O casamento de Afonso III com D. Beatriz, filha ilegítima de Afonso X, restabelece a paz e com o Tratado de Badajoz (1267) Afonso X renuncia ao território a favor de seu neto D. Dinis, futuro rei de Portugal.
  13. 13. A consolidação definitiva das fronteiras ocorre no reinado de D. Dinis com o Tratado de Alcanises (1297) estabelecido com D. Fernando IV de Castela, no qual se definem as fronteiras dos dois reinos peninsulares. Territórios que passaram a fazer parte de Portugal pelo Tratado de Alcanises
  14. 14. A Reconquista integra-se no espírito das Cruzadas e foi apoiada pela Santa Sé que atribuiu bulas papais aos reis peninsulares que combatiam os muçulmanos, outorgando privilégios reais ou concedendo indulgências àqueles que participavam na luta. Neste processo destaca-se a ação das ordens religiosas-militares, fundadas no contexto das Cruzadas e introduzidas na Península Ibérica no séc. XII: Ordem do Templo (Templários), do Hospital (Hospitalários), de Calatrava e de Santiago (de Espada); A estabilidade das fronteiras e a paz com Castela permitiram: - internamente, o avanço no processo de centralização do poder real iniciado por D. Afonso II; - externamente, a afirmação de Portugal no quadro político da Península Ibérica;

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