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CiberEduc :  construção e desenvolvimento de uma comunidade virtual  de aprendizagem colaborativa das TICs, aplicadas ao f...
Comunidades Virtuais de Aprendizagem Colaborativa  CVACs e   Comunidades de Práticas  CoPs como  e  por  quê  construí-las...
1. PROXIMIDADE   2. COESÃO 3. PRESERVAÇÃO VÍNCULOS C O M U N I D A D E
1.  PROXIMIDADE :   mesmo tempo, mesmo espaço, mesmo lugar V I R T U A I S 2. COESÃO:  cultura, características, interesse...
Interação humana mediatizada Interação síncrona e assíncrona Controle volitivo da participação  Motivação pessoal de  cada...
TAXONOMIA DAS COMUNIDADES VIRTUAIS      Panitz (1996) – colaborativa  X cooperativa    colaborativa = característica pes...
Comunidades Virtuais de relacionamento sem qualquer compromisso com aprendizagem Agregação por interesses comuns E-mails –...
Alguns conceitos básicos sobre Comunidades Virtuais de  Aprendizagem: CVACs  e CoPs
<ul><li>CVACs  </li></ul><ul><li>Comunidades Virtuais de  Aprendizagem  </li></ul><ul><li>C o l a b o r a t i v a   </li><...
2. CoPs Comunidades  de Práticas desenvolvimento de idéias,  projetos, práticas de interesse da instituição
1. Comunidades Virtuais de Aprendizagem Colaborativa os membros da CVAC CONSTROEM   o conteúdo  mediante postagem de suas ...
Enviado: segunda-feira, 12 de junho de 2006 10:46:28 De:  miguel@ibict.br  Para: bib_virtual@ibict.br  Assunto: [Bib_virtu...
CVACs de bibliotecários oportunizam: <ul><li>em tempos de livre acesso, a disseminação  </li></ul><ul><li>em larga escala ...
CVACs de bibliotecários oportunizam: b) Reflexão sobre  a importância das comunidades virtuais  para o desenvolvimento,  a...
CVACs de bibliotecários oportunizam: c) possibilidade de  “ estarem juntos virtualmente”, compartilhando conhecimento:  os...
CVACs de bibliotecários oportunizam: d) depois de construídas, estarem bem estruturadas  e estabelecidas,  duas CVACs pode...
A capacitação de capacitadores (docentes) terá um efeito multiplicador exponencial  se feita  on-line , através de comunid...
As CVACs temáticas poderão ser soluções, viáveis e a curto prazo,  para capacitação de profissionais, em exercício e/ou em...
CiberEduc –  inscrições abertas   apoio:  IBICT -  http://teleduc.ibict.br
2. CoPs Comunidades  de Práticas
  CoPs : comunidades de práticas virtuais e/ou presenciais interação alinhada aos objetivos da biblioteca  ou universidade...
Há três elementos na definição  de comunidades de prática.  Um é o domínio: tem de haver um assunto  sobre o qual a comuni...
O segundo é a própria  comunidade :  as pessoas têm de  interagir e construir  relações entre si em torno do domínio.  Uma...
O terceiro é a  prática : tem de existir uma  prática  e  não apenas um interesse que as pessoas partilham.  Elas aprendem...
CoP  Fonte: Tekné digital - http://www.teknedigital.com.br/tekne/solucoes/gecon/
Para que uma  comunidade virtual de prática  possa surgir,  devem ser considerados os seguintes requisitos:  1)  a  partic...
Uma CoP é um grupo que partilha um interesse e que se junta para criar  uma prática  em torno desse tópico  (Etienne Wenge...
As comunidades de prática bem sucedidas são, geralmente, aquelas importantes tanto para o  indivíduo  como para a  organiz...
 
http://www.portalsbgc.org.br/sbgc/foruns
 
 
 
Alguns fatores críticos de sucesso = Comunidades Virtuais de  Aprendizagem
Fatores críticos  de sucesso a) TEMÁTICAS bem focadas em   interesses específicos
Fatores críticos  de sucesso b) SOFTWARE  LIVRE continuidade não pode depender de verbas
Fatores críticos  de sucesso c) TUTORES - MEMBROS o sucesso depende  das PESSOAS  (e não das tecnologias)
“ [...]  é irônico que pela primeira vez na história as tecnologias da informação criaram a possibilidade da comunidade gl...
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CVACs e CoPs: como e porque construi-las para profissionais da informacao

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Palestra apresentada no IV Simpósio de Diretores de Bibliotecas Universitárias da América Latina e do Caribe – XIV SNBU (Seminário Nacional de Bibliotecas Universitárias) - UFBA - Local: Fiesta Convention Center, Salvador, BA - Duração: 30 minutos – Dia: 24 out. 2006.

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CVACs e CoPs: como e porque construi-las para profissionais da informacao

  1. 1. Suely de Brito Clemente Soares Mestre em Educação, Ciência e Tecnologia Cibertecária – BRC [email_address] Biblioteca Digital do Campus de Rio Claro UNESP [email_address] MSN: [email_address] SKYPE: suelybcs
  2. 2. CiberEduc : construção e desenvolvimento de uma comunidade virtual de aprendizagem colaborativa das TICs, aplicadas ao fazer diário de bibliotecários de referência de universidades brasileiras DF e 12 Estados representados 14 Estados não representados 120 inscritos 2º semestre/2003 Dissertação disponível em: http://libdigi.unicamp.br/ document/?code=vtls000384508
  3. 3. Comunidades Virtuais de Aprendizagem Colaborativa CVACs e Comunidades de Práticas CoPs como e por quê construí-las para profissionais da informação
  4. 4. 1. PROXIMIDADE 2. COESÃO 3. PRESERVAÇÃO VÍNCULOS C O M U N I D A D E
  5. 5. 1. PROXIMIDADE : mesmo tempo, mesmo espaço, mesmo lugar V I R T U A I S 2. COESÃO: cultura, características, interesses comuns 3. PRESERVAÇÃO: conquista de objetivos coletivos 1. PROXIMIDADE : 2. COESÃO : 3. PRESERVAÇÃO : TICs - tempo - espaço - on-line - conexão Cibercultura: hipertexto - língua - símbolos - ética interação pela escolha - motivação pessoal C O M U N I D A D E S
  6. 6. Interação humana mediatizada Interação síncrona e assíncrona Controle volitivo da participação Motivação pessoal de cada membro Comunidades Virtuais
  7. 7. TAXONOMIA DAS COMUNIDADES VIRTUAIS  Panitz (1996) – colaborativa X cooperativa  colaborativa = característica pessoal  voluntária – motivação pessoal - desobrigação Howard Rheingold (1993)  abertas: chat - bloggers  restritas: MSN – Orkut - Multiply  moderadas (ou não): listas de discussão  Etienne Wenger ( 1998)  Community of Practices – objetivos da empresa  educação corporativa – universidade corporativa CVs DE RELACIONAMENTOS CVs DE APRENDIZAGEM CVAC - Aprendizagem Colaborativa CoP - Aprendizagem Cooperativa
  8. 8. Comunidades Virtuais de relacionamento sem qualquer compromisso com aprendizagem Agregação por interesses comuns E-mails – Listas de discussão – MSN – Orkut - Blog
  9. 9. Alguns conceitos básicos sobre Comunidades Virtuais de Aprendizagem: CVACs e CoPs
  10. 10. <ul><li>CVACs </li></ul><ul><li>Comunidades Virtuais de Aprendizagem </li></ul><ul><li>C o l a b o r a t i v a </li></ul>desenvolvimento pessoal contextualizado
  11. 11. 2. CoPs Comunidades de Práticas desenvolvimento de idéias, projetos, práticas de interesse da instituição
  12. 12. 1. Comunidades Virtuais de Aprendizagem Colaborativa os membros da CVAC CONSTROEM o conteúdo mediante postagem de suas dúvidas e/ou necessidades de aprendizagem ênfase está na colaboração voluntária interesse e motivação estão no desenvolvimento pessoal avaliação pela participação
  13. 13. Enviado: segunda-feira, 12 de junho de 2006 10:46:28 De:  miguel@ibict.br Para: bib_virtual@ibict.br Assunto: [Bib_virtual] BIBNEWS: Aprendendo com colegas Talk to the people you work with everyday, but not just other librarians. Talk to your IT staff and your part-timers too. You can learn a lot about what is hot technologically from your computer lab attendants and your shelvers. You can also learn from the colleagues that you don’t see every day, and even from colleagues you don’t know! Blogs, wikis, chat, IM, even e-mail, can help you learn about new trends and developments that are headed your way. There are some interesting and fun library technology blogs out there and we should take advantage of them. Check out things like the Library Journal Tech Blog (http://www.libraryjournal.com/blog/670000067.html), ALA’s TechSource (http://www.techsource.ala.org/), Tame the Web (http://www.tametheweb.com/ttwblog/), The Shifted Librarian (http://www.theshiftedlibrarian.com/), Liblog (http://www.rcpl.info/services/liblog.html). Remember to take advantage of the time savers that are available to us today like RSS feeds, digests, and database alerts. FONTE: LIRT News, June 2006 Comunidade Virtual de Aprendizagem Colaborativa
  14. 14. CVACs de bibliotecários oportunizam: <ul><li>em tempos de livre acesso, a disseminação </li></ul><ul><li>em larga escala </li></ul><ul><li>do conhecimento adquirido </li></ul><ul><li>por uma minoria </li></ul><ul><li>de profissionais, </li></ul><ul><li>em tempo real, sem custo </li></ul><ul><li>e durante o expediente </li></ul><ul><li>normal de trabalho; </li></ul>
  15. 15. CVACs de bibliotecários oportunizam: b) Reflexão sobre a importância das comunidades virtuais para o desenvolvimento, a curto prazo, da competência informacional requerida dos profissionais em exercício nas bibliotecas universitárias brasileiras
  16. 16. CVACs de bibliotecários oportunizam: c) possibilidade de “ estarem juntos virtualmente”, compartilhando conhecimento: os profissionais em exercício, docentes e alunos dos cursos de graduação e pós-graduação em Biblioteconomia e correlatos.
  17. 17. CVACs de bibliotecários oportunizam: d) depois de construídas, estarem bem estruturadas e estabelecidas, duas CVACs poderão criar vínculos entre si, ampliando a rede OU uma CVAC poderá se subdividir em duas, restringindo o tema e a rede
  18. 18. A capacitação de capacitadores (docentes) terá um efeito multiplicador exponencial se feita on-line , através de comunidades virtuais de aprendizagem colaborativa que incluam alunos e profissionais em exercício Profissionais em exercício têm um papel educacional a desempenhar, o de serem agentes que atuem na construção do conhecimento dos profissionais que estão em formação
  19. 19. As CVACs temáticas poderão ser soluções, viáveis e a curto prazo, para capacitação de profissionais, em exercício e/ou em formação, se viabilizadas por docentes vinculados às IES e/ou Associações, CRBs, com ampla divulgação pelos mesmos
  20. 20. CiberEduc – inscrições abertas apoio: IBICT - http://teleduc.ibict.br
  21. 21. 2. CoPs Comunidades de Práticas
  22. 22.   CoPs : comunidades de práticas virtuais e/ou presenciais interação alinhada aos objetivos da biblioteca ou universidade construir ou melhorar produtos criar ou implantar novos procedimentos
  23. 23. Há três elementos na definição de comunidades de prática. Um é o domínio: tem de haver um assunto sobre o qual a comunidade fala . (Etienne Wenger)
  24. 24. O segundo é a própria comunidade : as pessoas têm de interagir e construir relações entre si em torno do domínio. Uma página na web não é uma CoP. Ou, se houver sessenta gestores que nunca se falam, eles não são uma CoP - ainda que desempenhem as mesmas funções. Tem de haver uma comunidade. (Etienne Wenger)
  25. 25. O terceiro é a prática : tem de existir uma prática e não apenas um interesse que as pessoas partilham. Elas aprendem juntas como fazer as coisas pelas quais se interessam. (Etienne Wenger)
  26. 26. CoP Fonte: Tekné digital - http://www.teknedigital.com.br/tekne/solucoes/gecon/
  27. 27. Para que uma comunidade virtual de prática possa surgir, devem ser considerados os seguintes requisitos: 1) a participação dos seus membros; 2) benefícios claros para os seus membros e 3) interesse do conteúdo (Etienne Wenger)
  28. 28. Uma CoP é um grupo que partilha um interesse e que se junta para criar uma prática em torno desse tópico (Etienne Wenger) Comunidades de Práticas - CoPs algumas CoPs brasileiras: Bireme - Embrapa - Petrobrás - Camargo Corrêa - Serpro Siemens – Votorantim ... Grupos de pessoas que compartilham um interesse, um conjunto de problemas, ou uma paixão sobre um tema e que aprofundam sua compreensão e conhecimento da área através de interação regular . (Wenger, McDermott, and Snyder)
  29. 29. As comunidades de prática bem sucedidas são, geralmente, aquelas importantes tanto para o indivíduo como para a organização . Além disso, para um profissional, é essencial pertencer a uma CoP porque é muito difícil saber tudo: é necessário ter colegas, pessoas com quem falar sobre os problemas, a quem pedir ajuda e informação. Há muito para ler, muitas conferências para assistir... É impossível uma pessoa saber tudo . Fonte: entrevista com Etienne Wenger http://www.kmol.online.pt/pessoas/WengerE/entrev_1.htm
  30. 31. http://www.portalsbgc.org.br/sbgc/foruns
  31. 35. Alguns fatores críticos de sucesso = Comunidades Virtuais de Aprendizagem
  32. 36. Fatores críticos de sucesso a) TEMÁTICAS bem focadas em interesses específicos
  33. 37. Fatores críticos de sucesso b) SOFTWARE LIVRE continuidade não pode depender de verbas
  34. 38. Fatores críticos de sucesso c) TUTORES - MEMBROS o sucesso depende das PESSOAS (e não das tecnologias)
  35. 39. “ [...] é irônico que pela primeira vez na história as tecnologias da informação criaram a possibilidade da comunidade global, mas fazê-la acontecer, de fato, exige atos do c o r a ç ã o humano” (Richard McDermott - Knowing in community )   SKYPE: suelybcs Grata pela atenção! [email_address]

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