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"Fontes de indexação para periódicos científicos", Palestra de Gildenir Carolino Santos, UNIRIO, 2015

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Gildenir Carolino Santos - Palestra na UNIRIO, maio/ 2015

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"Fontes de indexação para periódicos científicos", Palestra de Gildenir Carolino Santos, UNIRIO, 2015

  1. 1. Fontes de indexação para Periódicos Científicos UNICAMP Sistema de Bibliotecas Portal de Periódicos Eletrônicos Científicos Rio de Janeiro, 30 abr. 2015
  2. 2. Sumário O Introdução Histórica O Sistema de Avaliação O Pesquisa em Periódicos de Educação O Definições e Tipologias O Novo conceito para Busca da Informação O Critérios e Benefícios da Indexação O Dicas Importantes aos Editores O Considerações finais 2
  3. 3. Introdução Histórica ODesde a criação dos primeiros periódicos em 1665... 3
  4. 4. Introdução Histórica O Le Journal des Sçavans (França) 4
  5. 5. Introdução Histórica O Philosophical Transactions (Inglaterra) 5
  6. 6. Introdução Histórica O ...Ocorreu uma grande proliferação de vários títulos de PERIÓDICOS que se propagou em diversas áreas do conhecimento, tanto na forma impressa como eletrônica, sendo essa última, a que mais cresce no momento. 6
  7. 7. O O Diretório Global de Periódicos Ulrich´s – registra desde de 1932, aproximadamente mais de 90% das publicações periódicas de todo mundo. Introdução Histórica Controle Bibliográfico 7
  8. 8. Introdução Histórica Controle Bibliográfico 1932 1981 1996 2014 96.000 165.000 +300.000 3.000 __________ Fonte: Ulrich´s Serials Global Crescimento dos periódicos no 8
  9. 9. O O Ulrich´s é um indexador (diretório) que a maioria dos editores não cita nas suas publicações por falta de desconhecimento. Introdução Histórica Controle Bibliográfico 9
  10. 10. Introdução Histórica Controle Bibliográfico O Para conter essa explosão bibliográfica, que aumentava cada vez mais, foi criado em 1971, com sede em Paris (França), o Centro Internacional do ISSN para manter um equilíbrio no controle bibliográfico das publicações periódicas. 10
  11. 11. Introdução Histórica Controle Bibliográfico O 1975 – Cria-se no Brasil, o Centro Brasileiro do ISSN, gerenciado pelo IBICT, com sede em Brasília, para cuidar das publicações periódicas brasileiras e realizar também, o controle bibliográfico. 11
  12. 12. O Bases de dados – Década de 80 O Dialog (ProQuest) O (antecessora da WWW com provedora de informações) O Outras bases O Acesso O Década de 80 - Via RENPAC (Embratel) Introdução Histórica Disseminação e Acesso 12
  13. 13. Introdução Histórica Disseminação e Acesso 13
  14. 14. O Década de 60 – Advento da INTERNET para fins militares. O Final década de 80 – Uso comercial da INTERNET. O Início da década de 90 – Uso público para as Universidades O 1990 - Surgimento dos primeiros catálogos de bibliotecas disponíveis na INTERNET O 1993 – Surgimento e implementação da WWW com interface gráfica. Introdução Histórica Internet 14
  15. 15. O Com isso, a INTERNET proporcionou o desenvolvimento de sites de informações e consequentemente o surgimento de bases de dados comerciais e de acesso aberto, intensificando cada vez mais a busca dos editores por INDEXAÇÃO dos periódicos. Introdução Histórica Internet 15
  16. 16. Introdução Histórica Área da Saúde – Base de Dados em CD-ROM • 1985 - BIREME – Criação da metodologia LILACS – Literatura Latino-americana da Área das Ciências da Saúde. • 1987 – Criação da primeira base de dados em CD- ROM da área da Saúde (LILACS). • 1999 - Criação da BVS - Biblioteca Virtual de Saúde e outras bases. 16
  17. 17. LILACS em Números 17
  18. 18. 18
  19. 19. Sistema de Avaliação Qualis (CAPES) • 1998 – Implantação do Qualis. • Sistema de Avaliação e Estratificação dos periódicos científicos brasileiros (classificação). • Instrumento de Avaliação utilizado pela Capes para qualificar os periódicos por estratos (classificação), com ligação aos programas de pós-graduação das universidades brasileiras e instituições de pesquisa. 19
  20. 20. Sistema de Avaliação Qualis (CAPES) 20
  21. 21. QUALIS/CAPES • Surgimento do Qualis impulsionou aos editores buscarem a melhoria dos periódicos por meio da INDEXAÇÃO em bases de dados, diretório, etc. • Quanto mais indexada uma publicação, melhor qualificada ela estará 21 A2A1 B1 B2 B4 B3 B5 C
  22. 22. 22
  23. 23. Pesquisa na área da Educação O Pesquisa realizada em 1998 na área da educação: O Classificou os periódicos em: O Científicos O Genéricos O Referenciais 23 Fonte: Ortega, Fávaro, Garcia (RBPE, v.79, n.193, 1998)
  24. 24. Pesquisa na área da Educação • Científicos: todas as publicações periódicas ou seriadas, direta ou indiretamente vinculadas a instituições de ensino – a maioria destas com programas de pós-graduação, ou centros de pesquisa. • Genéricos: publicações que abordam questões gerais de educação, em função dos objetivos que regem sua proposta editorial. • Referenciais: publicações editadas regularmente, que fornecem insumos sobre e para a atividade educativa, sejam elas de caráter documental, relativas a atos do Executivo ou de órgãos representativos de classe, e as relativas à produção científica. 24
  25. 25. Pesquisa na área da Educação • Fatos marcantes encontrados nessa pesqui- sa foram que... – Muitas publicações não conseguiam, em alguns casos, honrar a categoria "periódico", exatamente pela impossibilidade de manter a periodicidade definida; – Muitas publicações pecavam pela falta de informação para obtenção do ISSN; – Muitas publicações tinham o número reduzido de INDEXAÇÕES em bases de dados nacionais e internacionais. 25
  26. 26. Onde realizar a Indexação? • Nas... – Bases de dados gerais e especializadas • Nos – Diretórios gerais e especializados – Portais gerais e especializados 26
  27. 27. 27
  28. 28. Fontes de Indexação • São os tipos de recursos informacionais que indicam onde uma ou mais publicação (periódicos, revistas, jornais, etc.) encontra-se indexada de maneira manual ou automatizada. 28
  29. 29. Recursos Informacionais OBases de dados ODiretórios OPortais 29
  30. 30. O que é uma base de dados? O Bases de dados são conjuntos organizados de dados de textos editados sob características similares, entre elas: tipo de publicação, área de conhecimento e público-alvo. São recursos informacionais cuja função é facilitar a recuperação de informações para a geração de novos conteúdos. O Podem ser impressas ou automatizadas (bases eletrônicas). O Podem ser apenas referenciais (apenas referencias) ou fontes (completas). O Muitas possuem acesso limitado por assinatura, compra ou cessão de direitos de uso! 30
  31. 31. Bases de Dados 31
  32. 32. O que são diretórios? – Listas que registram novos títulos; mudanças de título; títulos a serem lançados; fusões de valores descritivos; e outras características relevantes para os periódicos científicos. – Instrumentos de divulgação técnico-científico e cultural que são publicados em vários países. Também são denominados muitas vezes como Repositórios. – Formatos: • Formulário • Dinâmico (mecanismo de busca) 32
  33. 33. Diretórios 33
  34. 34. O que são portais de indexação? O Os portais de indexação diferem das bases de dados, mas às vezes se confundem com os diretórios. São sites na Internet que funcionam como centros distribuidores de conteúdo para uma série de outros sites ou subsites dentro, e também fora, do domínio ou subdomínio de uma instituição ou empresa gestora do portal. O Na sua estrutura mais comum, os portais constam de um motor de busca e um diretório, podendo incluir ainda outros tipos de conteúdos. 34
  35. 35. Portais de Indexação podem ser: OAbertos OFechados 35
  36. 36. O São aqueles de domínio aberto por uma instituição ou empresa que o administra em que o editor pode submeter sua publicação para indexação com ou sem análise. 36 Portais de Indexação Abertos
  37. 37. Portais de Indexação Fechados O São aqueles de domínio exclusivo de uma instituição ou empresa que o administra. A intenção apenas é de indexar publicações editadas na própria instituição ou por meio de uma rede cooperativa específica. 37
  38. 38. Exemplos de Portais de Indexação O Abertos... O Fechados... 38
  39. 39. Tipos de Fontes de Indexação O Fontes de indexação privadas ou proprietárias O Fontes de indexação públicas / não governamentais O Fontes de indexação autônomas 39 BD BD BD BD BD BD
  40. 40. • Fontes de indexação privadas ou proprietárias – São fontes registradas e administradas por uma empresa que comercializam os seus produtos, visando a disseminação de uma ou mais áreas do conhecimento. – Exemplos: 40 Tipos de Fontes de Indexação
  41. 41. • Fontes de indexação públicas – São fontes administradas por uma entidade pública ou não governamental (ONG), visando a expansão e disseminação da informação de uma determinada área de atuação, não almejando fins lucrativos. – Exemplos: 41 Tipos de Fontes de Indexação
  42. 42. • Fontes de indexação autônomas – São fontes administradas por uma equipe autônoma sem fins lucrativos, visando a disseminação da informação de todas áreas do conhecimento de acesso aberto. – Exemplos: 42 Tipos de Fontes de Indexação
  43. 43. 43
  44. 44. 44
  45. 45. Garimpo Informacional Especializado O Processo de exploração de informações que visa localizar em áreas remotas na Internet em que recursos informacionais (bases de dados, diretórios e portais, etc.) as publicações periódicas científicas estão indexadas. 45
  46. 46. Serviço de Garimpo Informacional Especializado • O bibliotecário é profissional especializado para a realização desse tipo de serviço. • Também, o editor poderá realizar na Internet pelos mecanismos de busca (Google, Altavista, etc.), a garimpagem de sua publicação para identificar se a mesma consta indexada ou não em determinada base, diretório ou portal de indexação. • O editor pode contar ainda com a colaboração do bibliotecário de sua instituição para aperfeiçoar essa garimpagem, o qual poderá ajudá-lo na distinção indexadores e não indexadores. 46
  47. 47. 47
  48. 48. Critérios para Indexação em Bases de Dados O É fundamental a escolha das fontes para indexação de acordo com as áreas do conhecimento. 48
  49. 49. Critérios para Indexação em Bases de Dados O Pontualidade e periodicidade da publicação. O Informação bibliográfica no idioma inglês. O Representatividade do corpo editorial. O Evitar endogenia institucional. O Abrangência nacional/internacional dos autores e da bibliografia citada. O Qualidade de seus artigos. O Transparência na avaliação pelos pares. O Adoção de normas técnicas. O Estimular trabalhos multidisciplinares. 49
  50. 50. Benefícios da Indexação O Padronizar dados de uma coleção. O Reunir assuntos semelhantes de uma área. O Recuperar a informação especializada. O Facilitar o acesso às informações registradas. O Divulgar a produção científica. O Manter o usuário permanentemente focado na sua área de interesse em um único local especializado. O Promover a visibilidade nacional/internacional do conteúdo da publicação. O Agregar valor a publicação periódica. 50
  51. 51. Responsabilidade ODe quem é a responsabilidade em indexar o periódico? ODo membro editorial que o compõe, geralmente do Editor Chefe do periódico, e não do bibliotecário. OO bibliotecário auxiliará na indexação. 51
  52. 52. 52
  53. 53. Não são considerados INDEXADORES – Catálogos de bibliotecas e redes cooperativas: • Exemplos: Acervus; Dedalus; BN; CCN; WorldCat. – Bibliotecas digitais e virtuais: • Exemplos: Biblioteca Digital UNICAMP; Biblioteca Digital USP e outras... – Indicadores de visibilidade/rank: • Exemplo: SCImago Journal Et Country Rank – Sistema de Avaliação: • Exemplo: Qualis – Sites de instituições: • Exemplo: Portal do MEC, etc. 53
  54. 54. DIVULGADORES O Catálogos, Bibliotecas Virtuais, Indicadores, etc. podem ser agregados na publicação em uma lista separada dos Indexadores como apenas Divulgadores. 54
  55. 55. Exemplo 55
  56. 56. Como proceder para indexar seu periódico? O identificar as fontes que indexam o assunto coberto por sua publicação; O verificar as exigências de cada base de dados; O informar-se como submeter seu periódico para apreciação; O efetuar contato com o editor; O encaminhar sua publicação para avaliação. 56
  57. 57. Manual de Boas Práticas de Orientação de Publicações RedALyC O Manual elaborado pela base de dados RedALyC para orientar os editores nos critérios de padronização de uma publicação periódica científica, de acordo com a língua e normalização adotada. 57
  58. 58. Manual de Boas Práticas de Orientação de Publicações RedALyC 58
  59. 59. Criar o perfil no Google Scholar Visibilidade das Indexações 59
  60. 60. Considerações Finais 60 O “A indexação, em particular de periódicos, é parte integral do fluxo da comunicação científica, controle bibliográfico, preservação, bibliometria, ciencio- mentria.” (PACKER, 2014). O Os periódicos com base no cumprimento dos padrões básicos de comunicação científica e nas linhas prioritárias de profissionalização, internacionalização e sustentabilidade garantirão com certeza de forma imediata a indexação dessas publicações nas principais bases e diretórios importantes. O Deve haver constante parceria entre o editor e o bibliotecário para promover e qualificar a publicação da instituição.
  61. 61. Contato! 61 Gildenir Carolino Santos Coordenador Portal de Periódico Eletrônicos Científicos Sistema de Bibliotecas Universidade Estadual de Campinas E-mail: ppec@unicamp.br Site: http://periodicos.bc.unicamp.br/ojs Docente da Content Mind: Site:http://www.contentmind.com.br/docentes/

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