Estudo de caso cloves ramos

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Estudo de caso cloves ramos

  1. 1. Estudo de caso SUELEN SANTANA BENDINELLI MARTINS
  2. 2. Cláudia Gisele Alves
  3. 3. Dados de Admissão no HSL em 14/04/2013 Cláudia Gisele Alves, 37 anos, sexo feminino, cor parda,separada, tem 2 filhos,religião Católica, cursou ensino médio completo, trabalha como técnica em enfermagem no próprio hospital em que está internada, (São Lucas) reside em casa de alvenaria, com saneamento básico no bairro Jucutuquara, município de Vitória. Deu entrada no Hospital São Lucas no dia 14/04/2013 devido a picada de mosquito no MIE onde houve uma infecção.Nega diabetes, hipertensão e alergias à medicamentos. Relata não ter vícios. História familiar de mãe e avó materna com Hipertensão Arterial.
  4. 4. Exames Laboratoriais  Hemograma;  Sódio;  Potássio;  Magnésio;  TAP+INR tempo de atividade protrombinica;  PTTK-tempo de tromboplastina parcial ativado;  Hemocultura autorizada para germes inespecíficos;  Glicose;  Uréia;
  5. 5. Erisipela
  6. 6. Exame Físico Lúcida, orientada, acordada, verbalizando, acuidade visual preservada, abertura ocular espontânea, pupílas isocóricas, mucosas oculares normocoradas. Acuidade auditiva preservada. Sono preservado. Em ar ambiente, mantendo frequência respiratória de 21 RPM, eupineico, do tipo abdominal, ausência de murmúrios vesiculares. FC 69 BPM, BCNF 2T, PA: 110/70mmHg, TAX: 36,2º. Abdome flácido, apresentando som timpânico. Aceitando bem dieta oral oferecida. Diurese e fezes presentes.
  7. 7. Pele hidratada,turgor e elasticidade preservados , presença de Erisipela em MIE, tíbia e fíbula com 8 cm de extensão, apresentando edema, sem odor,presença de bolhas com conteúdo seroso, pulsos pediosos palpáveis,boa perfusão capilar no pé esquerdo, com edema de tornozelo e pé,mantendo acesso venoso periférico em MSD.
  8. 8. Diagnóstico de enfermagem  Mobilidade física e no leito prejudicada relacionada a restrição de movimentos, relacionada a doença atual;  Fadiga relacionado a condição física debilitada, evidenciado por aumento das queixas físicas;  Integridade da pele prejudicada relacionado a disfunção metabólica secundária a infecção, evidenciado por drenagem serosa ou sanguinolenta;
  9. 9.  Risco para quedas relacionado a diminuição de movimentos em membro inferior;  Risco para trombose relacionado a mobilidade no leito;  Risco para infecção relacionado a presença de vias invasivas e defesas primárias inadequadas secundárias a pele rompida;  Déficit no autocuidado para vestir-se/arrumar-se relacionado ao desconforto e dor,evidenciado por incapacidade de colocar roupas na parte inferior do corpo.
  10. 10. Prescrição de Enfermagem  Aferir sinais vitais de 6/6 horas;  Encaminhar paciente ao banho de aspersão;  Manter MMII elevados 30º;  Puncionar acesso venoso periférico a cada 72 hrs;  Datar e assinar punção venosa;  Observar e registrar sinais de flebite;
  11. 11.  Realizar curativo em MIE, com S.F 0.9% (limpeza) e AGE(uso tópico) às 8 horas e anotar evolução da ferida (enfermeiro);  Avaliar exames laboratoriais (enfermeiro), para saber da evolução do paciente.

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