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Telemoveis

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História dos telemóveis

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Telemoveis

  1. 1. E Comunicação Os telemóveis
  2. 2. OS TELEMÓVEIS <ul><li>Os telemóveis tornaram-se parte integrante do nosso quotidiano. Hoje em dia, é difícil concebermos o mundo sem eles. O impacto dos telemóveis na sociedade actual é portanto inegável, as suas implicações em termos de transformação da vida social são inseparáveis. </li></ul>
  3. 3. O USO DOS TELEMÓVEIS <ul><li>O primeiro telemóvel a ser lançado foi em 1973 pela marca “Motorola” , chama-se “Dyna-tac”. Pesava 2,5 kilos, tinha um tempo de conversação de 35 minutos. As suas características de funcionamento eram apenas conversação. </li></ul><ul><li>O uso dos telemóveis pelos portugueses: </li></ul><ul><li>Em média 74% dos portugueses utiliza os telemóveis e pelo menos cada um desses possui um telemóvel. Os restante de 11,3% tem mais de um telemóvel. </li></ul><ul><li>Tendo em conta esta elevada taxa de penetração, vejamos as diferenças no interior dos grupos etários . </li></ul>
  4. 4. O USO DOS TELEMÓVEIS <ul><li>No grupo de adultos entre os 25 e os 44 anos, 40% possui um telemóvel contra 10% dos mesmos, que não tem. Acima dos 65 anos 8,5% tem um telemóvel, contra 45% que não tem, esta relação é inversamente proporcional no que respeita à posse de telefone fixo. </li></ul><ul><li>A relação da posse do telemóvel com a escolaridade dos adultos é directamente proporcional: quanto mais escolaridade se tem, maior é o número de pessoas com telemóvel com 91,1%, de entre os que não sabem ler nem escrever, apenas 1% têm telemóvel. Telemóveis já não são símbolos de &quot;status&quot; social. Hoje em dia são bens comuns e de grande utilidade para muitos. Não são propriamente baratos mas também não são muito dispendiosos. Isto no caso dos modelos de gamas baixas e médias, os topos de gama são extremamente mais caros, mas muitos deles fazem e têm as mesmas funções que de gama média e média/alta. </li></ul>
  5. 5. O uso dos telemóveis <ul><li>Crianças: usam o telemóvel para jogos. </li></ul><ul><li>Jovens/adolescentes: utilizam o telemóvel para escrever mensagens, para ouvir musica e conversar. </li></ul><ul><li>Adultos: necessitam do telemóvel para comunicar através de voz e mensagens. </li></ul><ul><li>Idosos: limitam-se atender e efectuar chamadas. </li></ul>
  6. 6. A práticas Sociais <ul><li>Telemóveis, media e sociabilidades </li></ul><ul><li>Quem possui telemóvel, assiste com mais frequência a filmes, passa mais tempo a ouvir rádio, lê jornais por mais de duas horas por dia (práticas de consumo de media e forte intensidade) </li></ul><ul><li>O telemóvel na sociedade portuguesa é um instrumento essencialmente utilizado e percepcionado como facilitador da gestão da vida pessoal, familiar e social – 60% utiliza-o para saber como estão amigos e familiares. </li></ul><ul><li>A maioria dos utilizadores de telemóvel desconhece os níveis de radiação do seu aparelho, preocupando-se mais com questões estéticas ou tecnológica quando tem de escolher um modelo. </li></ul><ul><li>O alerta é mais perigoso quando estão em causa as crianças, aconselhando a moderação no uso do telemóvel &quot;porque a parte cerebral e as defesas imunitárias ainda estão a desenvolver-se&quot;. </li></ul>
  7. 7. Evoluções futuras no uso dos telemóveis e as suas consequências. <ul><li>Das inúmeras investigações até hoje divulgadas relativamente aos perigos dos telemóveis, não obstante os seus resultados por vezes contraditórios, retira-se uma conclusão importante, ainda não existem provas cabais das consequências do uso dos telemóveis na saúde humana, não porque estas não existam, mas porque só depois de 10 anos de utilização, começam a registar-se eventuais danos no organismo humano. No entanto, há um ponto em que parece que todos os cientistas estão de acordo, as crianças e jovens com menos de 20 anos correm perigo imediato por causa das perturbações causadas ao desenvolvimento normal. </li></ul><ul><li>As lesões podem vir a ser ainda mais frequentes no futuro, quando uma nova geração de viciados em aparelhos electrónicos chegar à idade adulta. Os jovens, que hoje passam várias horas a escrever SMS, têm uma grande facilidade em recuperar de problemas físicas, mas o mesmo não vai acontecer quando ficarem mais velhos porque vai se notar uma maior fragilidade no corpo humano. </li></ul>
  8. 8. Diferentes formas do uso da língua e respectivos símbolos e códigos nas tecnologias de informação e comunicação. <ul><li>O telemóvel é agenda; lista de contactos; arquivo de ficheiros; rádio; despertador; calculadora; relógio e consola de jogos. O impacto dos telemóveis na sociedade actual é portanto inegável. </li></ul><ul><li>O escrevente juvenil passou a utilizar entre eles um código que investe em sinais e risonhos, que considera de maior prestigio no acto de comunicar, entre as quais, frequentemente, a informação que domina a língua que esta omnipresente nas suas actividades preferidas, o inglês, ex. Amigos 4 ever. </li></ul><ul><li>A prática comunicativa através do telemóvel é influenciada pelo contexto social em que é utilizado, ao poder ser activado em qualquer parte do mundo (roaming) e a qualquer momento, o telemóvel passou a assumir um papel social activo. </li></ul><ul><li>Deixou de ser um dispositivo que permite comunicar, par se tornar numa ferramenta de interacção social. </li></ul>
  9. 9. Usando as várias linguagens dos meios tecnológicos com os telemóveis. Estas são formas coloquiais, certo, mas é justamente para representar estas formas que as Línguas-de-Telemóvel foram e estão a ser inventadas, como escrita alternativa. A palavra-chave aqui é “alternativa”. O Português-de-Telemóvel representa um tipo de escrita para um tipo de oralidade. Também aqui não se trata da “Língua”, trata-se de uma forma específica dela com área de uso delimitada. Cada registo de língua tem a sua gíria própria e as suas regras gramaticais, factos bem documentados tanto para a oralidade como para a escrita. Novos códigos de escrita como este estão a ser alvo de interesse e investigação científica, gerados pelo que possam vir a revelar-nos sobre intuições de seres humanos alfabetizados à cerca de formas escritas de línguas.
  10. 10. Os componentes principais de um telemóvel. <ul><li>O telemóvel e constituído por cabos de dados, antena, bateria, displays, cartão sim, leds, carcaça, teclado, auricular, entre outros componentes como também carregador e memoria ,ecrã de cristais líquidos e também placa de circuitos integrados. </li></ul>
  11. 11. Os componentes principais do telemóvel GSM <ul><li>Originalmente, Groupe Special Mobile é uma tecnologia móvel e o padrão mais popular para telefones celular do mundo. Telefones GSM são usados por mais de um bilião de pessoas em mais de 200 países. A omnipresença do sistema GSM faz com que o roaming internacional seja muito comum através de &quot;acordos de roaming &quot; entre operadoras de telefonia móvel. O GSM diferencia-se muito dos seus antecessores sendo que o sinal e os canais de voz são digitais, o que significa que o GSM é visto como um sistema de telefone celular de segunda geração (2G). O GSM possui uma série de características que o distinguem dentro do universo das comunicações móveis. Nascido nos anos 80 e fruto de uma cooperação sem precedentes dentro da Europa, o sistema partilha elementos comuns com outras tecnologias utilizadas em telemóveis, como a transmissão ser feita de forma digital e a utilizar células (como funciona um telemóvel).Do ponto de vista do consumidor, a vantagem-chave do GSM são os serviços novos com baixos custos. Por exemplo, a troca de mensagens de texto foi originalmente desenvolvida para o GSM. A performance dos celulares é muito similar, mas apesar disso o sistema GSM tem mantido compatibilidade com os telefones GSM originais. No mesmo tempo, o sistema GSM continua a desenvolver-se com o lançamento do sistema GPS. </li></ul>
  12. 12. O TELEMÓVEL <ul><li>GPRS: </li></ul><ul><li>O GPRS - General Packet Rádio Serviço é uma tecnologia que aumenta as taxas de transferência de dados nas redes GSM existentes. Esta permite o transporte de dados por pacotes (Comutação por pacotes). Sendo assim, o GPRS oferece uma taxa de transferência de dados muito mais elevada que as taxas de transferência das tecnologias anteriores, que usavam comutação por circuito, que eram em torno de 12kbps. Já o GPRS, em situações ideais, pode ultrapassar a marca dos 170kbps. No entanto na prática, essa taxa está em torno dos 40 kbps. </li></ul><ul><li>  </li></ul>
  13. 13. O TELEMÓVEL 3G <ul><li>Terceira geração de padrões e tecnologias de telefonia móvel, substituindo o 2G. As tecnologias 3G permitem às operadoras da rede oferecerem a seus usuários uma ampla gama dos mais avançados serviços, já que possuem uma capacidade de rede maior por causa de uma melhora na eficiência espectral. Entre os serviços, há a telefonia por voz e a transmissão de dados a longas distâncias, tudo em um ambiente móvel. Normalmente, são fornecidos serviços com taxas de 5 a 10 Megabits por segundo. As redes 3G permitem telefonia móvel de longo alcance e evoluíram para incorporar redes de acesso à Internet em alta velocidade e video-telefonia. A característica mais importante da tecnologia móvel 3G é suportar um número maior de clientes de voz e dados, especialmente em áreas urbanas, além de maiores taxas de dados a um custo incremental menor que na 2G.Ela utiliza o espectro de radiofrequência em bandas identificadas, fornecidas pela UTI para a Terceira Geração de serviços móveis IMT-2000, e depois licenciadas para as operadoras. Permite a transmissão de 384 kbits/s para sistemas móveis e 2 Megabits/s para sistemas estacionários. Espera-se que tenha uma maior capacidade de usuários e uma maior eficiência espectral, de forma que os consumidores possam dispor de roaming global entre diferentes redes 3G . </li></ul>
  14. 14. PRESENÇA DE ONDAS ELECTROMAGNÉTICAS <ul><li>São ondas formadas por campos eléctricos e magnéticos oscilantes que se propagam na velocidade da luz. </li></ul><ul><li> No aspecto electromagnético podemos ter desde ondas mais curtas (bastante energéticas) até as mais longas (pouco energéticas). </li></ul><ul><li>A radiação electromagnética ocorre naturalmente no Universo e, como tal, sempre esteve presente na Terra. </li></ul><ul><li>O nosso Sol, por exemplo, é a fonte (natural) de radiação electromagnética mais intensa a que estamos expostos. Por outro lado, o crescimento tecnológico, as mudanças no comportamento social e nos hábitos de trabalho (próprios de uma sociedade em evolução) criaram um ambiente crescentemente exposto a outras fontes de radiação electromagnética. Estas fontes foram criadas artificialmente pelo homem e são, por exemplo, as antenas dos sistemas de telecomunicações, a linhas de alta tensão, os aparelhos eléctricos etc . </li></ul>
  15. 15. Características gerias das ondas electromagnéticas velocidade, frequência e amplitude. <ul><li>O campo eléctrico está representado com cor azul, e o campo magnético com cor vermelha. Estes campos evoluem no espaço como uma onda, daí a designação de “onda electromagnética”. </li></ul><ul><li>Uma onda electromagnética pode ser criada por uma corrente eléctrica variável no tempo. </li></ul><ul><li>Comprimento de onda, e frequência: </li></ul><ul><li>A onda electromagnética apresenta um padrão que se repete enquanto se propaga. O comprimento desse padrão de repetição no espaço designa-se por comprimento de onda, medindo-se em metros [m]. </li></ul>
  16. 16. Características gerias das ondas electromagnéticas velocidade, frequência e amplitude <ul><li>A frequência representa o número de ciclos da onda num ponto do espaço em cada segundo, medindo-se em Hertz [Hz]. </li></ul><ul><li>O comprimento de onda e a frequência estão interligados entre si, através da velocidade de propagação da luz. </li></ul><ul><li>Amplitude </li></ul><ul><li>A amplitude dá uma medida da intensidade dos campos, medindo-se no caso do campo eléctrico em Volt por metro [V/m], e do campo magnético em Ampère por metro [A/m]. A densidade de potência vem expressa em Watt por metro quadrado [W/m 2 ], medindo a potência transportada pela onda por unidade de área. </li></ul>
  17. 17. Características gerias das ondas electromagnéticas velocidade, frequência e amplitude . <ul><li>Direcção e velocidade de propagação: </li></ul><ul><li>Em espaço aberto, as ondas electromagnéticas propagam-se em linha recta com velocidade c próxima de 300 000 km/s. Na vizinhança de obstáculos, como o relevo do terreno, espelhos de água, construções, etc.. a direcção de propagação pode ser alterada por reflexão, ou por difracção </li></ul><ul><li>A reflexão ou a difracção sofridas por uma onda electromagnética, em geral modificam também a sua amplitude, mas não alteram a frequência. Modificam ainda a polarização da onda. </li></ul><ul><li>Polarização: </li></ul><ul><li>O campo eléctrico oscila sobre uma direcção vertical, designada por polarização vertical (PV); em alternativa, é possível escolher convenientemente a orientação da fonte de forma a ter o campo eléctrico a oscilar sobre uma direcção horizontal, designada por polarização horizontal (PH). A esta orientação espacial dos campos electromagnéticos dá-se o nome de polarização. </li></ul><ul><li>  </li></ul><ul><li>  </li></ul>
  18. 18. CARACTERÍSTICAS DAS PRINCIPAIS RADIAÇÕES <ul><li>&quot;Ondas de rádio&quot; é a denominação dada às ondas desde frequências muito pequenas, até 1012 Hz , acima da qual estão os raios infravermelhos. </li></ul><ul><li>As ondas de rádio são geradas por osciladores electrónicos instalados geralmente num lugar alto, para atingir uma maior região. Logo o nome &quot;ondas de rádio&quot; inclui as microondas, as ondas de TV, as ondas curtas, as ondas longas e as próprias bandas de AM e FM. Ondas de rádio propriamente ditas :As ondas de rádio propriamente ditas, que vão de 104 Hz a 107 Hz, têm comprimento de onda grande, o que permite que elas sejam reflectidas pelas camadas ionizadas da atmosfera superior (ionosfera)*. </li></ul>Ondas de Rádio
  19. 19. <ul><li>Os raios X foram descobertos, em 1895, pelo físico alemão Wilhelm Röntgen. Os raios X têm frequência alta e possuem muita energia. São capazes de atravessar muitas substâncias embora sejam detidos por outras, principalmente pelo chumbo. </li></ul><ul><li>Esses raios são produzidos sempre que um feixe de electrões dotados de energia incide sobre um obstáculo material. A energia cinética do feixe incidente é parcialmente transformada em energia electromagnética, dando origem aos raios X. </li></ul><ul><li>Os raios X são capazes de impressionar uma chapa fotográfica e são muito utilizados em radiografias, já que conseguem atravessar a pele e os músculos da pessoa, mas são retidos pelos ossos. </li></ul>Raios X Os raios X são também bastante utilizados no tratamento de doenças como o câncer. Têm ainda outras aplicações: na pesquisa da estrutura da matéria, em Química, em Mineralogia e outros ramos.
  20. 20. Raios Gama <ul><li>As ondas electromagnéticas com frequência acima da dos raios X recebem o nome de raios gama (g). </li></ul><ul><li>Os raios g são produzidos por desintegração natural ou artificial de elementos radioactivos. </li></ul><ul><li>Um material radioactivo pode emitir raios g durante muito tempo, até atingir uma forma mais estável. </li></ul><ul><li>Raios g de alta energia podem ser observados também nos raios cósmicos que atingem a alta atmosfera terrestre em grande quantidade por segundo. </li></ul>Os raios g podem causar graves danos às células, de modo que os cientistas que trabalham em laboratório de radiação devem desenvolver métodos especiais de detecção e protecção contra doses excessivas desses raios.
  21. 21. TRABALHO REALIZADO POR: Ana Marques e Rui Ferreira 13 de Maio 2009

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