Sistema Nacional de Patrimonio Brasileiro: Capacitacao 1

4,504 views

Published on

Sistema Nacional de Patrimonio

Published in: Travel, Business, Technology
1 Comment
2 Likes
Statistics
Notes
  • Soy de Peru , y estoy estudiando la maestria en Renovacion Urbana , y haciendo la investigacion de gestion del patrimonio historico de Brasil. Si me pueden enviar alguna informacion les agradeceria mucho..
       Reply 
    Are you sure you want to  Yes  No
    Your message goes here
No Downloads
Views
Total views
4,504
On SlideShare
0
From Embeds
0
Number of Embeds
1,276
Actions
Shares
0
Downloads
127
Comments
1
Likes
2
Embeds 0
No embeds

No notes for slide

Sistema Nacional de Patrimonio Brasileiro: Capacitacao 1

  1. 1. Planos de Ação para Cidades Históricas 1ª Oficina de Capacitação Experiências de Preservação do Patrimônio Cultural e Desenvolvimento Social Luiz Fernando de Almeida Brasília, 10 a 14 de agosto de 2009 Planos de Ação para Cidades Históricas – 1ª Oficina de Capacitação
  2. 2. Planos de Ação para Cidades Históricas 1ª Oficina de Capacitação Sumário 1. Redes de Proteção 2. Roteiros Nacionais de Imigração 3. Cidades Pólo – Marechal Deodoro 4. Feira de Caruaru 5. 7a Etapa de Recuperação do Centro Histórico de Salvador 6. Requalificações Urbanísticas 7. Universidades Federais 8. Recuperação de Imóveis Privados 9. Obra-escola na Igreja do Pilar em Recife 10. Samba de Roda 11. Cachoeira do Iauaretê Planos de Ação para Cidades Históricas – 1ª Oficina de Capacitação
  3. 3. Redes de Proteção Amarante - PI Piracuruca - PI Pedro II - PI Parnaíba - PI Oeiras - PI Planos de Ação para Cidades Históricas – 1ª Oficina de Capacitação
  4. 4. Redes de Proteção Redes de proteção ao patrimônio Promoção da gestão compartilhada entre o IPHAN e os governos locais, segundo a estratégia proposta pelo Sistema Nacional do Patrimônio Cultural – SNPC No Piauí O Piauí é um dos Estados onde o IPHAN desenvolve ações de proteção em rede. Em setembro de 2008 o Conselho Consultivo do IPHAN aprovou 3 tombamentos no Estado; outros 6 processos encontram-se em fase de conclusão. Amarante - PI Teresina - PI A iniciativa do IPHAN será complementada pela atuação das prefeituras e do Governo Estadual que, por ocasião da Reunião do Conselho Consultivo, assinou com o Instituto um compromisso de atuação conjunta. Parnaíba - PI Oeiras - PI Planos de Ação para Cidades Históricas – 1ª Oficina de Capacitação
  5. 5. Redes de Proteção O Centro Histórico de Parnaíba foi o primeiro núcleo urbano tombado pelo IPHAN no Piauí, e outros encontram-se em processo de tombamento: Oeiras, Piracuruca, Campo Maior, Pedro II, Amarante e Teresina. Serra da Capivara - PI Amarante - PI Os núcleos se somam aos bens já protegidos pelo IPHAN que, complementados pela ação do Estado e dos municípios, formam uma “rede” de bens representativos dos vários momentos da história da região, desde a pré-história até os dias atuais. Parnaíba - PI Parnaíba - PI Eles testemunham os diversos momentos e formas de ocupação territorial ao longo do tempo, até os dias atuais. A construção da rede de proteção no Piauí visa agregar elementos culturais para o incentivo do desenvolvimento econômico e social do Estado. Piri-Piri - PI Delta do Parnaíba - PI Planos de Ação para Cidades Históricas – 1ª Oficina de Capacitação
  6. 6. Redes de Proteção Amarante - PI Campo Maior - PI Oeiras - PI Piracuruca - PI Pedro II - PI Parnaíba - PI Planos de Ação para Cidades Históricas – 1ª Oficina de Capacitação
  7. 7. Roteiros Nacionais de Imigração Santa Catarina – Vale do Itajaí – Pomerode – Sítio Tribess Planos de Ação para Cidades Históricas – 1ª Oficina de Capacitação
  8. 8. Roteiros Nacionais de Imigração Roteiros Nacionais de Imigração Projeto para proteção e valorização do patrimônio cultural da imigração, através de ações pactuadas entre Iphan, estados, municípios e demais parceiros. Ações • Inventários e proteção (em nível federal, estadual e municipal) dos principais núcleos urbanos e propriedades rurais das regiões de imigração italiana, alemã, ucraniana e polonesa (dentre outras) • Identificação e fomento das manifestações imateriais (culinária, música, dança, artesanato, línguas...) AÇÕES PROPOSTAS E EM ANDAMENTO NOS ESTADOS • Proposta de chancela da Paisagem Cultural da SC - Roteiros Nacionais de Imigração (projeto piloto) Imigração no Vale do Itajaí RS – Tombamento de Santa Tereza (imigração italiana) • Conservação e restauro dos bens tombados e do núcleo de Hamburgo Velho (imigração alemã); • Estruturação de roteiros de visitação com foco nas inventário da imigração italiana e alemã pequenas propriedades rurais ES – Estudo sobre a imigração italiana e pomerana • Fomento à atividade produtiva familiar e aos produtos tradicionais PR – Inventários da Imigração Polonesa e Ucraniana • Criação de centros de recepção e comercialização SP – Tombamento dos bens da Imigração Japonesa no dos produtos tradicionais Vale do Ribeira Planos de Ação para Cidades Históricas – 1ª Oficina de Capacitação
  9. 9. Roteiros Nacionais de Imigração Em Santa Catarina: Assinatura de Termo de Cooperação Técnica (agosto 2007) entre IPHAN, Ministério do Turismo, Ministério do Desenvolvimento Agrário, Governo de Santa Catarina, Sebrae, Prefeituras para estabelecer ações e projetos conjuntos • 61 tombamentos federais em 16 municípios • Mais de 200 tombamentos estaduais • Compromisso das prefeituras municipais no estabelecimento de legislação para preservação do patrimônio cultural e criação de fundo do patrimônio Planos de Ação para Cidades Históricas – 1ª Oficina de Capacitação
  10. 10. Roteiros Nacionais de Imigração Objetivos do Termo de Cooperação: • Garantir a preservação do patrimônio cultural, de natureza material e imaterial • Estimular a geração de renda, por meio da criação de opções que possibilitem a permanência das famílias de pequenos produtores rurais em suas propriedades • Promover parcerias institucionais para a qualificação da educação, por meio da sua relação com a cultura, e da capacitação técnica nas ações relacionadas à agricultura familiar e ao turismo cultural, em conjunto com as comunidades • Estimular formas de comercialização e de beneficiamento dos produtos tradicionais das colônias • Fortalecer o turismo nas regiões selecionadas • Ampliar a parceria entre o poder público Federal, Estadual, e Municipal • Interagir com os planos de governança local e regional estabelecidos Planos de Ação para Cidades Históricas – 1ª Oficina de Capacitação
  11. 11. Roteiros Nacionais de Imigração – Santa Catarina Regiões de estudo e inventário dos Roteiros Nacionais de Imigração em Santa Catarina Cidades inventariadas, com propostas de tombamento Federal, Estadual e Municipal Cidades inventariadas, com propostas de tombamento Estadual e Municipal Cidades percorridas (inventário de varredura), onde deve-se prosseguir o processo de reconhecimento e proteção Planos de Ação para Cidades Históricas – 1ª Oficina de Capacitação
  12. 12. Roteiros Nacionais de Imigração – Santa Catarina Planos de Ação para Cidades Históricas – 1ª Oficina de Capacitação
  13. 13. Roteiros Nacionais de Imigração – Santa Catarina Planos de Ação para Cidades Históricas – 1ª Oficina de Capacitação
  14. 14. Roteiros Nacionais de Imigração – Santa Catarina Planos de Ação para Cidades Históricas – 1ª Oficina de Capacitação
  15. 15. Cidades-pólo Convento Franciscano – Marechal Deodoro/Al Planos de Ação para Cidades Históricas – 1ª Oficina de Capacitação
  16. 16. Cidades-pólo O que é? • Parceria entre MinC, IPHAN, BNDES e Prefeituras com o objetivo de focar investimentos na preservação do patrimônio cultural de modo a promover o desenvolvimento sustentável em cidades pólo de turismo • Destina-se à viabilizar projetos de recuperação de monumentos tombados em nível federal que sejam de uso público • Os projetos são aprovados pelo MinC, no âmbito da Lei Rouanet, e encaminhados ao BNDES, que pode financiá-los diretamente ou atuar como articulador, procurando empresas que banquem o investimento • As cidades-pólo são escolhidas bienalmente pelos órgãos envolvidos. Para o Biênio 2005-2007, foram escolhidas as cidades de Olinda/PE, Ouro Preto/MG e Rio de Janeiro/RJ. Para o Biênio 2007- 2009, foram escolhidas Laguna/SC, Marechal Deodoro/AL e Salvador/BA • Reuniões entre BNDES, IPHAN e Prefeituras definem os projetos que serão financiados, avaliando-os pela viabilidade e sustentabilidade econômica, pelo atendimento às necessidades da população e pelo potencial de gerar desenvolvimento local Planos de Ação para Cidades Históricas – 1ª Oficina de Capacitação
  17. 17. Cidades-pólo Objetivo Geral Estabelecer um planejamento integrado de médio prazo, com o intuito de agregar valor às atividades decorrentes da preservação patrimonial, gerando emprego, renda e oportunidades econômicas Contexto • Abordagem integrada • Enfoque setorial subordinado ao enfoque territorial, no contexto do planejamento urbano e regional e da articulação entre as políticas públicas Planos de Ação para Cidades Históricas – 1ª Oficina de Capacitação
  18. 18. Cidades-pólo Marechal Deodoro / AL A experiência de Marechal Deodoro/AL Lagoa da Manguaba Resultados Valorização do patrimônio cultural como importante fomentador econômico regional Investimentos de fomento à sustentabilidade da economia local baseado em aspectos culturais relevantes Palácio Provincial Sistemas integrados de pólos culturais voltados ao cotidiano da cidade e ao saber fazer da comunidade, agregados ao potencial turístico do território de Marechal Deodoro Criação de um modelo equilibrado de convívio do homem com o meio natural Conjunto do Carmo Planos de Ação para Cidades Históricas – 1ª Oficina de Capacitação
  19. 19. Cidades-pólo Marechal Deodoro / AL Planejamento das ações • Projetos de Fomento (ATIVIDADES ECONÔMICO-CULTURAIS) Criação de um roteiro de turismo cultural Pólo Pescador (Mercado do peixe, Capela de São Pedro, Casa Tavares Bastos, Orla Lagunar) Pólo dos Músicos (Conservatório de Música); Pólo Rendeiras (Mercado das Rendas e Novo Mercado Público) • Projetos Estruturantes Largo do Carmo Largo de Taperaguá Adro do Convento e Centro Comercial Mudança do trânsito Cais e lancha do horário • Projetos para Planejamento de Desenvolvimento Integrado Cocadeiras Orla do Francês Desassoreamento da lagoa Lancha do horário Rede Elétrica Subterrânea Duplicação da AL 101 sul (Rodovia Divaldo Suruagy) Georeferenciamento do Muncípio (imagem satélite) Planos de Ação para Cidades Históricas – 1ª Oficina de Capacitação
  20. 20. Cidades-pólo Marechal Deodoro / AL Roteiro turístico-cultural Mercado das Rendas Igreja do Carmo Igreja Matriz Orla Lagunar Igreja Senhor do Bonfim Planos de Ação para Cidades Históricas – 1ª Oficina de Capacitação
  21. 21. Cidades-pólo Marechal Deodoro / AL Cais e Lancha do Horário Planos de Ação para Cidades Históricas – 1ª Oficina de Capacitação
  22. 22. Cidades-pólo Marechal Deodoro / AL Desassoreamento da Lagoa da Manguaba Planos de Ação para Cidades Históricas – 1ª Oficina de Capacitação
  23. 23. Cidades-pólo Marechal Deodoro / AL Duplicação da Rodovia AL-101 Planos de Ação para Cidades Históricas – 1ª Oficina de Capacitação
  24. 24. Feira de Caruaru Feira na Rua da Conceição Feira de Caruaru - Década de 1970 Planos de Ação para Cidades Históricas – 1ª Oficina de Capacitação
  25. 25. Feira de Caruaru A Feira e a cidade de Caruaru •No séc. XVIII, a Fazenda Caruaru tornou-se ponto de apoio para boiadeiros, tropeiros e mascates, propiciando o florescimento da feira •O povoado formou-se ao longo do caminho das boiadas (Rua da Frente) e ao redor da capela de N. Sra. da Conceição, a qual foi edificada em 1781 e seu adro transformou-se em epicentro da feira •A Feira é a principal responsável pelo surgimento e crescimento da cidade e permanente e pólo de desenvolvimento da região Feira de Gado A Feira •Desde seu início, feira e cidade se confundem e se complementam • Em 1969 iniciou-se a transferência gradual da Feira para o Parque 18 de Maio (antigo Campo de Monta) • A Feira torna-se permanente e divide-se informalmente em três setores: Feira de Gado, Feira de Artesanato e Feira Livre Artesanato de Caruaru Planos de Ação para Cidades Históricas – 1ª Oficina de Capacitação
  26. 26. Feira de Caruaru 19 7 17 18 31 7 10 7 39 12 7 21 32 37 5 36 35 7 16 8 2 7 7 11 7 1 3 LEGENDA DE CORES: LEGENDA - DIVISÕES DA FEIRA DE CARUARU: 1 Feira da sulanca Animais/carne 2 Feira de calçados Bolos/goma/farinha/queijos 3 Feira do Paraguai Frutas/verduras/cereais 5 Feira de artesanato Lanchonetes/refeições 7 Feira de frutas e verduras Flores 8 Mercado de carne Artesanato 10 Feira de cereais Latas/utensílios demésticos 12 Feira de confecções Roupas/calçados 14 Feira de flores Redes/cama, mesa e banho 16 Calçados 18 de maio Ervas/Raízes 17 Feira de bijuterias e miudezas Produtos importados 18 Lanches 18 de maio Estacionamento 19 Ferragens e utilidades Rio Ipojuca 21 Feira de Ervas 31 Mercado de farinha 32 Casa dos pobres (exterior) 35 Lanche 18 de maio L2 36 Lanche 18 de maio L3 37 Feira de massas 39 Mercado farinha (exterior) Obs.: Divisão numérica feita pelo Depto. de Feiras e Mercados/ PMC Planos de Ação para Cidades Históricas – 1ª Oficina de Capacitação
  27. 27. Feira de Caruaru Referências Culturais da Feira de Caruaru • A feira concentra atividades e práticas diversas relacionadas à produção, à comercialização e ao consumo • Nela se desenvolvem formas de sociabilidade e convivência, e se constituem relações de trabalho e de apoio mútuo • É um espaço complexo que congrega ofícios e modos de fazer; que abriga ou suscita organizações espaciais, soluções construtivas e de design freqüentemente originais • Testemunho vivo da história urbana e regional, a feira é também lugar de memória da população de Caruaru Planos de Ação para Cidades Históricas – 1ª Oficina de Capacitação
  28. 28. Feira de Caruaru Problemas identificados durante o Processo de Registro • Conflitos em relação à infra-estrutura, aos usos e às apropriações dos espaços •Consequente uso de espaços da feira para depósito. • Sujeira, poluição e produção de dejetos • Divergências quanto à localização das barracas, aos pontos de entrada e saída, e à ocupação do estacionamento • Necessidade de reordenamento espacial entre as atividades da feira e o comercio formal Feira do “troca-troca” Planos de Ação para Cidades Históricas – 1ª Oficina de Capacitação
  29. 29. Feira de Caruaru Propostas de salvaguarda do bem cultural e seu papel para o desenvolvimento econômico e social do município. •Estabelecimento de um sistema integrado de planejamento, gestão, controle e fiscalização para a feira •Proteção dos conhecimentos tradicionais, dos direitos autorais e de imagem • Criação de programas de apoio ao artesão e pequeno produtor Ações em andamento •Estudos para identificação das dificuldades para a sustentabilidade da Feira e propostas para a solução dos problemas recorrentes •Lançamento do Programa de Incentivo à Produção de Guloseimas Artesanais, em parceria com a Secretaria de Turismo de Caruaru •Levantamento preliminar da Diretoria de Turismo sobre as referências culturais do município ameaçadas de desaparecimento Planos de Ação para Cidades Históricas – 1ª Oficina de Capacitação
  30. 30. Feira de Caruaru Planos de Ação para Cidades Históricas – 1ª Oficina de Capacitação
  31. 31. 7ª Etapa de Recuperação Centro Histórico de Salvador – BA Área da 7ª Etapa Planos de Ação para Cidades Históricas – 1ª Oficina de Capacitação
  32. 32. 7ª Etapa de Recuperação Centro Histórico de Salvador – BA A intervenção A intervenção do Monumenta em Salvador se concentrou na 7ª. Etapa de Recuperação do Centro Histórico, permitindo a preservação do patrimônio cultural com a permanência de moradores e comerciantes locais A intervenção prevê a recuperação de 76 casarões desapropriados pelo Governo do Estado e as restaurações do Rua 7 de Novembro, 24/26 anexo do Liceu de Artes e Ofícios, da Casa dos 7 Candeeiros e dos imóveis da Rua do Tesouro para a instalação do Museu de Cultura Afro-Brasileira. Os casarões recuperados terão 330 apartamentos e 45 lojas, sendo 103 deles para a habitação de interesse social. O custo total desse investimento é da ordem de R$ 23,9 milhões. Rua 28 de Setembro, 33 Planos de Ação para Cidades Históricas – 1ª Oficina de Capacitação
  33. 33. 7ª Etapa de Recuperação Centro Histórico de Salvador – BA Operacionalização •Assinatura de um Termo de Ajustamento de Conduta – TAC junto ao Ministério Público Estadual, como ação reparatória frente a remoção de moradores e comerciantes locais •Compromisso em garantir a recuperação do patrimônio cultural com inclusão social •Atores envolvidos Ministério da Cultura/ IPHAN Rua 28 de Setembro, 17 Ministério das Cidades Governo do Estado da Bahia Ministério Público Estadual (BA) AMACH – Associação dos Moradores do Centro Histórico •Os 21 casarões destinados à habitação social serão recuperados com recursos do Ministério das Cidades (Programa de Habitação Social – PHIS) e do Governo do Estado da Bahia •Os demais 55 imóveis serão reformados com recursos do Monumenta e do Governo do Estado, por meio do Rua Saldanha da Gama, 6 PROHABIT – Programa de Habitação dos Servidores Públicos Planos de Ação para Cidades Históricas – 1ª Oficina de Capacitação
  34. 34. 7ª Etapa de Recuperação Centro Histórico de Salvador – BA Legenda Planos de Ação para Cidades Históricas – 1ª Oficina de Capacitação
  35. 35. 7ª Etapa de Recuperação Centro Histórico de Salvador – BA Rua 28 de Setembro, 10 esquina com Rua Saldanha da Gama (PHIS 2) 8 unidades habitacionais 4 unidades comerciais Área total = 560,27 m2 Valor total investido R$ 575 mil reais Planos de Ação para Cidades Históricas – 1ª Oficina de Capacitação
  36. 36. 7ª Etapa de Intervenção Centro Histórico de Salvador – BA Rua 3 de Maio, 21 esquina com Rua São Francisco (PHIS 2) 3 unidades habitacionais Área total = 144,46 m2 Valor total investido = 176 mil reais Planos de Ação para Cidades Históricas – 1ª Oficina de Capacitação
  37. 37. 7ª Etapa de Recuperação Centro Histórico de Salvador – BA Rua São Francisco, 10 Rua São Francisco, 12 Rua São Francisco, 14 PHIS 1 PHIS 1 PHIS 1 2 unidades habitacionais 2 unidades habitacionais 5 unidades habitacionais 1 unidade comercial Área total = 138,85 m2 Área total = 294,52 m2 Área total = 114,43 m2 Planos de Ação para Cidades Históricas – 1ª Oficina de Capacitação
  38. 38. 7ª Etapa de Recuperação Centro Histórico de Salvador – BA Rua São Francisco, 10 / 12 / 14 – durante as obras PROHABIT 1 Planos de Ação para Cidades Históricas – 1ª Oficina de Capacitação
  39. 39. Requalificação Urbanística Lençóis/BA Requalificação da orla da Avenida Sr. dos Passos Planos de Ação para Cidades Históricas – 1ª Oficina de Capacitação
  40. 40. Requalificação Urbanística Requalificação urbanística •Projetos integrados de requalificação urbanística (praças, orlas, escadarias, parques, etc) associados à preservação e valorização do patrimônio cultural •implementação e melhorias de equipamentos públicos, mobiliário urbano, iluminação, embutimento de fiação etc •Promoção da intensificação do uso destes espaços pela população Lençóis/BA – Requalificação da orla da Avenida Sr. dos Passos Planos de Ação para Cidades Históricas – 1ª Oficina de Capacitação
  41. 41. Requalificação Urbanística Urbanização e paisagismo do Porto Geral e alargamento da calçada do casario Corumbá – MS antes das obras depois das obras – concluídas em fevereiro/2006 Planos de Ação para Cidades Históricas – 1ª Oficina de Capacitação
  42. 42. Requalificação Urbanística Urbanização e paisagismo do Porto Geral e alargamento da calçada do casario Corumbá – MS •Construção e recuperação dos sistema sanitário da Área Portuária •Instalação subterrânea das redes elétricas e telefônicas •Construção do muro de arrimo no Porto Geral •Iluminação pública •Mobiliário Urbano •Calçamento Valor total investido = 1,7 milhão de reais Planos de Ação para Cidades Históricas – 1ª Oficina de Capacitação
  43. 43. Requalificação Urbanística Recuperação e tratamento paisagístico do Horto Botânico e do Vale dos Contos Ouro Preto – MG Vale dos Contos – antes das obras Planos de Ação para Cidades Históricas – 1ª Oficina de Capacitação
  44. 44. Requalificação Urbanística Recuperação e tratamento paisagístico do Horto Botânico e do Vale dos Contos Ouro Preto – MG Ponte sobre o Vale dos Contos •Criação de novo equipamento de lazer para a população no Vale dos Contos e criação de um novo circuito de pedestres ligando •Passeios e calçamento •Mobiliário urbano •Drenagem de águas pluviais •Tratamento paisagístico •Sinalização indicativa Valor total investido = 4 milhões de reais Planos de Ação para Cidades Históricas – 1ª Oficina de Capacitação
  45. 45. Requalificação Urbanística Recuperação e tratamento paisagístico do Horto Botânico e do Vale dos Contos Ouro Preto – MG Horto Botânico e Vale dos Contos – depois das obras - implantação de parque público Planos de Ação para Cidades Históricas – 1ª Oficina de Capacitação
  46. 46. Universidades Federais Antes Universidade Federal do Sergipe - Laranjeiras/SE Planos de Ação para Cidades Históricas – 1ª Oficina de Capacitação
  47. 47. Universidades Federais Cachoeira – BA Universidade Federal do Recôncavo Baiano - UFRB • Adaptação do Quarteirão Leite Alves, em Cachoeira, para receber o Centro de Artes, Humanidades e Letras – CAHL da UFRB • 6 cursos de graduação em funcionamento: Ciências Sociais, Cinema e Audiovisual, Jornalismo, História, Museologia e Serviço Social • 52 professores, 12 funcionários e mais de 500 estudantes • Inserção de um equipamento educacional de grandes proporções dinamiza a cidade e traz um impacto positivo na economia do município • Aquecimento da economia com a introdução da atividade acadêmica, ampliando a demanda por comércio e serviços na cidade •Parceria Ministério da Cultura/ IPHAN e Ministério da Educação Antes •Investimento R$ 8 milhões no Programa Monumenta Planos de Ação para Cidades Históricas – 1ª Oficina de Capacitação
  48. 48. Universidades Federais Cachoeira – BA Durante Planos de Ação para Cidades Históricas – 1ª Oficina de Capacitação
  49. 49. Universidades Federais Cachoeira – BA Depois Planos de Ação para Cidades Históricas – 1ª Oficina de Capacitação
  50. 50. Universidades Federais Laranjeiras – SE Universidade Federal de Sergipe - UFSE • Adaptação do Quarteirão dos Trapiches para receber o campus Laranjeiras da UFSE. Trata-se do mais importante conjunto arquitetônico da cidade, datado do séc. XIX e composto por 7 prédios • 5 cursos de graduação em funcionamento: arqueologia, arquitetura e urbanismo, dança, museologia e teatro, com cerca de 750 alunos matriculados • A instalação do campus atende à estratégia do Programa Monumenta/Iphan para resgatar a paisagem urbana e restaurar prédios históricos • Aquecimento da economia com a introdução da atividade acadêmica, ampliando a demanda por comércio e serviços na cidade • Parceria Ministério da Cultura/ IPHAN e Ministério da Educação Antes • Investimento de R$ 2,8 milhões no Programa Monumenta Planos de Ação para Cidades Históricas – 1ª Oficina de Capacitação
  51. 51. Universidades Federais Laranjeiras – SE Durante Planos de Ação para Cidades Históricas – 1ª Oficina de Capacitação
  52. 52. Universidades Federais Laranjeiras – SE Depois Planos de Ação para Cidades Históricas – 1ª Oficina de Capacitação
  53. 53. Recuperação de Imóveis Privados Antes Depois Imóvel à Pç. da Aclamação, 2 – Cachoeira/BA Planos de Ação para Cidades Históricas – 1ª Oficina de Capacitação
  54. 54. Recuperação de Imóveis Privados Financiamento para recuperação de imóveis privados situados nos centros históricos • Crédito a baixo custo, incentiva o uso residencial e a presença da população na área protegida • Estimula a adesão dos moradores às políticas de preservação • Parceria entre IPHAN, MONUMENTA, CAIXA, Estados e Prefeituras • Pagamentos compõem o Fundo Municipal de Preservação, gerido por comitê formado por representantes do poder Antes público e da sociedade civil Dados Gerais • 75 editais lançados em 25 cidades de 17 Estados • 1.688 propostas recebidas, no valor de R$ 108 milhões • 323 recuperações contratadas e 235 concluídas até julho de 2009 Depois • 435 propostas em análise e 33 em fase de contratação no valor R$ 34 milhões Proprietário: Genilson José O. Silvestre • R$ 18 milhões em contratos assinados até julho de 2009 Valor: 18.488,69 Planos de Ação para Cidades Históricas – 1ª Oficina de Capacitação
  55. 55. Recuperação de Imóveis Privados Condições de Financiamento • Taxa de juro zero e correção monetária anual pelo INPC • Carência de seis meses após o término da obra • Prazos de pagamento: até 10 anos para imóveis comerciais até 15 anos para imóveis residenciais 20 anos para imóveis cujos proprietários tenham renda inferior a 3 salários mínimos • Itens financiáveis Antes projetos recuperação de fachadas e coberturas estabilização e consolidação estrutural melhorias em instalações elétricas placa de obra registro em cartório • Para famílias com até renda 3 salários adiantamento de recurso do financiamento financiamento de obras de instalações sanitárias e de adequação para geração de renda Depois Proprietário: Milton Kanashiro Valor: R$ 143.774,85 Planos de Ação para Cidades Históricas – 1ª Oficina de Capacitação
  56. 56. Recuperação de Imóveis Privados São Francisco do Sul – SC Antes Depois Proprietário: Clube XXIV de Janeiro Mapa-chave Valor: R$ 558.918,23 Planos de Ação para Cidades Históricas – 1ª Oficina de Capacitação
  57. 57. Recuperação de Imóveis Privados Icó – CE Antes Depois Proprietário: Genilson José Oliveira Silvestre Mapa-chave Valor: 18.488,69 Planos de Ação para Cidades Históricas – 1ª Oficina de Capacitação
  58. 58. Recuperação de Imóveis Privados Natividade – TO Antes Depois Proprietário: Domingas Patrício Valor: R$ 12.000,00 Mapa-chave Depoimento Planos de Ação para Cidades Históricas – 1ª Oficina de Capacitação
  59. 59. Obra-escola do Pilar em Recife Comunidade do Pilar na Ilha do Recife/PE Planos de Ação para Cidades Históricas – 1ª Oficina de Capacitação
  60. 60. Obra-escola do Pilar em Recife Histórico • A Igreja do Pilar foi construída entre 1680 e 1683 e reformada em 1899 Igreja do Pilar na década de 1920 • No início do séc. XX, a região recebeu edificações de grande porte, de uso industrial e de estocagem • A partir da década de 1980, o entorno da Igreja foi ocupado por moradores de baixa renda, formando a Comunidade do Pilar (Favela do Rato) • A Comunidade do Pilar tem o menor IDH do Recife • O monumento foi abandonado pela Arquidiocese e entrou em Entorno da igreja na década de 1980 processo de degradação, arruinamento; ocorreram também saques e depredações • Em 2001 o IPHAN retirou o acervo de bens móveis e entaipou a edificação, o que não impediu novos saques e depredações ocorridos em 2006 e 2007 Igreja do Pilar na década de 2000 Planos de Ação para Cidades Históricas – 1ª Oficina de Capacitação
  61. 61. Obra-escola do Pilar em Recife Comunidade do Pilar Ações Propostas • Restaurar a Igreja do Pilar e devolvê-la à população para uso religioso e comunitário • Sensibilizar os moradores da Comunidade do Pilar para a importância da preservação do patrimônio cultural, em especial da Igreja do Pilar • Profissionalizar jovens para atuar na conservação de bens imóveis e na restauração da igreja Convênio Cooperação entre IPHAN - 5a SR, Prefeitura do Recife e Centro de Trabalho e Cultura – CTC Atividades previstas Curso de formação de mão-de-obra para o restauro da Igreja, oficina de fotografia com 70 jovens da comunidade, tapume da obra utilizado para mobilizar, informar e divulgar a obra-escola Igreja do Pilar na década de 2000 Planos de Ação para Cidades Históricas – 1ª Oficina de Capacitação
  62. 62. Obra-escola do Pilar em Recife Modelo 3D dos conjuntos habitacionais Requalificação urbanística para inclusão social da comunidade do Pilar • Convênio PAC/Prefeitura do Recife, com investimento de R$ 30 milhões • Urbanização da área através da construção de 320 unidades habitacionais para as famílias da Comunidade do Pilar • Construção de equipamentos coletivos: mercado, escola, posto de saúde e creche • Criação de espaços públicos e áreas de lazer Planos de Ação para Cidades Históricas – 1ª Oficina de Capacitação
  63. 63. Obra-escola do Pilar em Recife Oficina de Fotografia Tapume informativo Oficina de Capacitação Planos de Ação para Cidades Históricas – 1ª Oficina de Capacitação
  64. 64. Samba de Roda Planos de Ação para Cidades Históricas – 1ª Oficina de Capacitação
  65. 65. Samba de Roda O Samba de Roda do Recôncavo Baiano é um expressão musical, coreográfica, poética e festiva que ocorre em todo o Estado da Bahia e está mais mas fortemente presente na região do Recôncavo Planos de Ação para Cidades Históricas – 1ª Oficina de Capacitação
  66. 66. Samba de Roda Ações desenvolvidas •Pesquisa para o Registro como Patrimônio Cultural do Brasil, realizada em 21 municípios e 33 localidades do Recôncavo, que também favoreceu a candidatura desta forma de expressão como Obra-Prima do Patrimônio Oral e Imaterial da Humanidade, pela UNESCO •Constituição da Associação dos Sambadores e Sambadeiras do Estado da Bahia (ASSEBA), a qual congrega mais de 90 grupos do Recôncavo Baiano •Investimento de R$1,5 milhão no restauro do Solar de Araújo Pinho, em Santo Amaro da Purificação, para a instalação do Centro de Referência e do Pontão de Cultura do Samba de Roda •Implementação de comitê gestor formado pelo IPHAN, ASSEBA e Prefeitura de Santo Amaro para o planejamento e execução de ações de salvaguarda. A ampliação do comitê incluirá a UFBA e o Governo do Estado Solar Araújo Pinho após restauro Planos de Ação para Cidades Históricas – 1ª Oficina de Capacitação
  67. 67. Samba de Roda O exemplo do Samba de Roda do Recôncavo Baiano mostra como comunidades antes dispersas, podem se articular, obter benefícios e melhorar suas condições de vida Planos de Ação para Cidades Históricas – 1ª Oficina de Capacitação
  68. 68. Cachoeira de Iauaretê Lugar sagrado dos povos indígenas dos Rios Uaupés e Papuri (AM) Planos de Ação para Cidades Históricas – 1ª Oficina de Capacitação
  69. 69. Cachoeira de Iauaretê A Cachoeira de Iauaretê, lugar mítico de origem dos grupos étnicos que convivem na região do Alto Rio Negro – AM, é o ponto focal que articula práticas, saberes, vivências, nos planos coletivo e individual Este exemplo remete- nos às inúmeras ações e iniciativas promovidas pelas comunidades, as quais – partindo dos bens e valores culturais que são referência para esses grupos – resultaram em vantagens, benefícios e conquistas em diversos âmbitos da vida social Planos de Ação para Cidades Históricas – 1ª Oficina de Capacitação
  70. 70. Cachoeira de Iauaretê O fortalecimento político, econômico e social das comunidades locais é fruto desse empenho conjunto e sistemático, agregando e articulando esforços e iniciativas as mais diversas O pedido de Registro da Cachoeira de Iauaretê foi uma dessas iniciativas empreendidas no sentido de recuperar, revitalizar e valorizar práticas e saberes integrantes da tradição cultural das quatro etnias que coabitam esta região Planos de Ação para Cidades Históricas – 1ª Oficina de Capacitação
  71. 71. Cachoeira de Iauaretê Ações já desenvolvidas •Criação do centro de revitalização da cultura Koivathe •Criação de um Pontão de Cultura Planos de Ação para Cidades Históricas – 1ª Oficina de Capacitação
  72. 72. Cachoeira de Iauaretê Ações já desenvolvidas Recuperação e repatriação de ornamentos sagrados da cultura tradicional das etnias locais, como objetos de culto e práticas ancestrais, assim como a reconstrução de espaços sagrados Planos de Ação para Cidades Históricas – 1ª Oficina de Capacitação

×