Successfully reported this slideshow.
We use your LinkedIn profile and activity data to personalize ads and to show you more relevant ads. You can change your ad preferences anytime.

Influenza lib 2018

47 views

Published on

Gripe (Influenza)

Como identificar os casos graves e evitar a histeria

Published in: Health & Medicine
  • Login to see the comments

  • Be the first to like this

Influenza lib 2018

  1. 1. Alexandre Naime Barbosa MD, PhD Professor Doutor - Infectologia Liga de Infectologia de Botucatu FMB UNESP Maio/2018 - Botucatu - SP - Brasil
  2. 2. O material que se segue faz parte do projeto didático do Prof. Dr. Alexandre Naime Barbosa Objetivos 1. Ensino: Treinamento de Estudantes e Profissionais da Área de Saúde; 2. Extensão: Facilitar o Contato da População em Geral com Conceitos Científicos; 3. Científico: Fomentar a Discussão Científica e Compartilhar Material Didático. Autoria e Cessão 1. Conteúdo: Os dados contidos estão referenciados, em respeito ao autor original; 2. Uso: Está permitido o uso do material, desde que citada a fonte; 3. Contato: fale com o autor e conheça o seu projeto didático em:
  3. 3. Pandemia = Disseminação global e elevada mortalidade. Casos: HxNy Imunidade na população Epidêmico Endêmico ou Sazonal Casos: HtNz Endêmico ou Sazonal
  4. 4. Brasil - Ministério da Saúde - 2018
  5. 5. Brasil - Ministério da Saúde - 2018
  6. 6. Brasil - Ministério da Saúde - 2018
  7. 7. Brasil - Ministério da Saúde - 2018
  8. 8. Portal G1 - 2016
  9. 9. Adultos 1. Febre de início súbito, mesmo que referida, e 2. Tosse ou dor de garganta, e: 3. Cefaleia, ou; 4. Mialgia, ou; 5. Artralgia 6. Ausência de outro diagnóstico específico
  10. 10. Adultos 1. Síndrome Gripal e Dispneia, e: 2. Saturação de SpO2 < 95% em ar ambiente, e; 3. Sinais de desconforto respiratório ou aumento da frequência respiratória avaliada de acordo com a idade, e; 4. Piora nas condições clínicas de doença de base, e; 5. Hipotensão em relação à pressão arterial habitual do paciente. 6. Ou, quadro de Insuficiência Respiratória Aguda, durante período sazonal.
  11. 11. Brasil - Ministério da Saúde - 2016 Mediana de Início de Uso: 4º dia Recomendado: até 48 horas
  12. 12. Adultos 1. Internação do paciente; 2. Iniciar tratamento com oseltamivir; 3. Notificar ao Núcleo Hospitalar de Epidemiologia (NHE); 4. Coleta de swab (NHE); 5. Tratamento empírico para PCAs, se suspeição positiva; 6. Suporte Básico e Avançado de Vida.
  13. 13. 1. Trabalhadores de saúde, não vacinados ou vacinados há menos de 15 dias, e que estiveram envolvidos na realização de procedimentos invasivos geradores de aerossóis ou na manipulação de secreções de caso suspeito ou confirmado de influenza sem o uso adequado de EPI. 2. Pessoas com risco elevado de complicações, não vacinadas ou vacinadas há menos de duas semanas, após exposição a caso suspeito ou confirmado de influenza; 3. Menores de 9 anos de idade, primovacinadas, necessitam de segunda dose da vacina com intervalo de um mês para serem consideradas vacinadas. Aquelas com condições ou fatores de risco, que foram expostas a caso suspeito ou confirmado no intervalo entre a primeira e a segunda dose ou com menos de duas semanas após a segunda dose, deverão receber quimioprofilaxia se tiverem comorbidades.
  14. 14. 4. Graves deficiências imunológicas (exemplos: pessoas que usam medicamentos imunossupressores; pessoas com aids com imunodepressão avançada) ou outros fatores que possam interferir na resposta à vacinação contra a influenza, após contato com pessoa com infecção 5. Profissionais de laboratório, não vacinados ou vacinados a menos de 15 dias, que tenham manipulado amostras clínicas de origem respiratória que contenham o vírus influenza sem uso adequado de EPI. 6. Residentes de alto risco em instituições fechadas e hospitais de longa permanência, durante surtos na instituição.
  15. 15. 1. Adultos: mínimo de 7 dias após início dos sintomas. Caso o paciente continue sintomático, o isolamento deverá continuar até 24h após o desaparecimento da febre e dos sintomas respiratórios; 2. Crianças <10 anos e imunossuprimidos: 14 dias após início dos sintomas. Caso o paciente continue sintomático, o isolamento deverá continuar até 24h após o desaparecimento da febre e dos sintomas respiratórios; 3. Pacientes em uso de ventilação mecânica: isolamento mínimo por 14 dias.
  16. 16. 1. Intubação e extubação (somente durante o procedimento, não no período que permaneça com intubação); 2. Broncoscopia; 3. Reanimação cardio-pulmonar; 4. Coleta de escarro induzido; 5. Aspiração aberta de vias aéreas; 6. Autópsia; 7. Nebulização.
  17. 17. Morejon K - 2016 Efetividade: após 2 - 3 semanas Duração: 8 a 10 meses
  18. 18. Morejon K - 2016
  19. 19. “A ignorância perambula nos períodos de epidemia” Molina, RJ - 2015
  20. 20. Obrigado pela Atenção! SAE de Infectologia HC UNESP Botucatu Faculdade de Medicina UNESP

×