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Infecção HIV Aids 2017

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Infecção HIV Aids 2017

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Infecção HIV Aids 2017

  1. 1. Alexandre Naime Barbosa MD, PhD Professor Doutor - Infectologia Doenças Transmitidas pelo Sangue PG P&D Biotecnologia Médica Ago 2017 - Botucatu - SP - Brasil
  2. 2. O material que se segue faz parte do projeto didático do Prof. Dr. Alexandre Naime Barbosa Objetivos 1. Ensino: Treinamento de Estudantes e Profissionais da Área de Saúde; 2. Extensão: Facilitar o Contato da População em Geral com Conceitos Científicos; 3. Científico: Fomentar a Discussão Científica e Compartilhar Material Didático. Autoria e Cessão 1. Conteúdo: Os dados contidos estão referenciados, em respeito ao autor original; 2. Uso: Está permitido o uso do material, desde que citada a fonte; 3. Contato: fale com o autor e conheça o seu projeto didático em:
  3. 3. Unaids - Aids Epidemic Update, 2017 1981-2016: 76,1 milhões de casos 1981-2016: 40 milhões de mortes 2016: 36,7 milhões de PVHA 2016: 19,5 milhões de PVHA em TARV 2016: 1,8 milhões de casos novos 2016: 1,0 milhões de mortes
  4. 4. Brasil, MS - 2016 Prevalência Absoluta: 850 mil [700 mil – 1 milhão] de PVHA Prevalência Relativa: 0,4 a 0,7 % da população em geral Incidência Absoluta: 48.000 casos novos Mortalidade: 12.500 de óbitos em PVHA
  5. 5. Brasil - Ministério da Saúde - BEP HIV/Aids, 2016
  6. 6. Brasil - Ministério da Saúde - BEP HIV/Aids, 2016
  7. 7. Slide cedido pelo dr. Fábio Mesquita - Epidemia presente em todas as segmentos - Concentrada em populações vulneráveis
  8. 8. Brasil - Ministério da Saúde - BEP HIV/Aids, 2016
  9. 9. A JH K I G F E D C B
  10. 10.  Mucosa ou Epitélio  Vascularização  Rede Linfática  Área de Exposição  DSTs ou Lesões de Órgãos
  11. 11.  Lesões por Atrito  Lubrificação  Retenção fluídos  Fluídos Sexuais  Muco anal  Sangue
  12. 12.  Uso de Drogas  Uso de Álcool
  13. 13.  Festas Barebacking  Saunas e Casas de Banho  Casas de Swing  Gang Bang, Roleta Russa  Transmissão Intencional
  14. 14. Brasil, Ministério da Saúde - Pesquisa de Conhecimentos, Atitudes e Práticas na População Brasileira (PCAP), 2014
  15. 15. Brasil - Ministério da Saúde - BEP HIV/Aids, 2015
  16. 16. Dados Científicos até Setembro de 2016 - Não há relato de transmissão do HIV de fonte virologicamente suprimida
  17. 17. Brasil - Ministério da Saúde - BEP HIV/Aids, 2015
  18. 18. Brasil - Ministério da Saúde - BEP HIV/Aids, 2015
  19. 19.  RNA: 2 moléculas  Capsídeo Protéico (p17, p24)  Envelope (gp41, gp120)  Enzimas: TR, PT, IT, RNAse  Células Alvo: Receptores CD4 (LT)  Co-receptores: CCR5, CXCR4 RT: transcriptase reversa; PT: protease; IT: integrase www.drbarbosa.org
  20. 20. < 72h, chance de impedir a formação de pró-vírus, ARVs impedem a perpetuação da infecção Infecção crônica pelo HIV, ARVs controlam replicação, mas não esterilizam as células www.drbarbosa.org
  21. 21. www.drbarbosa.org
  22. 22. www.drbarbosa.org
  23. 23. Linfócito T CD4 www.drbarbosa.org
  24. 24. www.drbarbosa.org
  25. 25. www.drbarbosa.org
  26. 26. Sintomas ou não Teste HIV pode ser negativo Elevada Carga Viral www.drbarbosa.org
  27. 27. Oligo ou Assintomático Teste HIV Positivo Carga Viral Alta www.drbarbosa.org
  28. 28. Doenças Oportunistas Teste HIV Positivo Carga Viral Alta www.drbarbosa.org
  29. 29. www.drbarbosa.org
  30. 30. Brasil, Ministério da Saúde - 2015
  31. 31. Brasil, Ministério da Saúde - 2015
  32. 32. Brasil, Ministério da Saúde - 2015
  33. 33. 2017: 28 drogas , DTV www.drbarbosa.org
  34. 34. Brasil, Ministério da Saúde - 2017
  35. 35.  HAART: CV indetectável  Supressão em virgens ou não  Grande redução da mortalidade  Taxas próximas do normal Objetivo da TARV Tempo Carga Viral 4 - 6 semanas ↓ 1 log 4 meses ↓ 2 log 6 meses Indetectável À longo prazo Indetectável
  36. 36.  Doença Cardiovascular (IAM, AVE)  Câncer (Não-Aids)  Osteopenias e Fraturas  Disfunção Ventricular Esquerda  Insuficiência Hepática  Insuficiência Renal  Distúrbios Neuro-Cognitivos  “Síndrome da Fragilidade”  Imunossenescência Weber et al. HIV Med 2013; 14:195 HIV+ HIV+ HIV+ HIV -
  37. 37. ↑ Comorbidades Contágio na 3ª Idade Aumento da Sobrevida Inflamação Crônica Hábitos de Vida Toxicidade dos ARVs
  38. 38. Deeks, 2011
  39. 39. Carl W. Dieffenbach, 2013 Limite de Detecção
  40. 40. Carl W. Dieffenbach, 2013 Santuários Reservatórios
  41. 41. Stop HAART Carl W. Dieffenbach, 2013
  42. 42. Diaz R, 2014
  43. 43. Hutter G, et al N Engl J Med, 2009.
  44. 44. Prova de Conceito que a Cura do HIV é Possível!
  45. 45. Diaz R, 2014
  46. 46. Slide cedido pelo dr. Fábio Mesquita
  47. 47. PEP: O que é? - Proteção Pós Exposição de Risco - Funciona até 72 horas - Exposição Sexual Consentida - Violência Sexual - Exposição Ocupacional - 3 cps, 1 x/dia, por 28 dias - Altíssima Eficácia, Urgência Médica - 451 Locais no Estado de São Paulo: www3.crt.saude.sp.gov.br/profilaxia/hotsite
  48. 48. < 72h, chance de impedir a formação de pró-vírus, ARVs impedem a perpetuação da infecção Infecção crônica pelo HIV, ARVs controlam replicação, mas não esterilizam as células
  49. 49. PrEP: O que é? - Proteção Pré Exposição de Risco - Populações ↑ Vulnerabilidade - 1 cp, 1 x/dia, uso contínuo - Altíssima eficácia - Aprovado nos EUA e Europa - Em Estudo Clínico no Brasil - Ainda não aprovado pela ANVISA (Set/2016)
  50. 50.  HIV/Aids: um dos mais graves problemas de saúde global  Brasil: desperdício oportunidades, mais infecções e mortes  Importante otimizar ferramentas disponíveis, sem banalizar  Referenciar sempre que tiver dúvidas  Divulgar em grupos mais vulneráveis  Promover sempre o uso do preservativo  Oferecer sempre a possibilidade de PEP  PrEP: janela de oportunidades  Testar e Tratar Sempre
  51. 51. Obrigado pela Atenção! SAE de Infectologia HC UNESP Botucatu Faculdade de Medicina UNESP

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