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Estudo APIS: O primeiro Ensaio Clínico de um Soro contra o Veneno de Abelhas

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Estudo APIS: O primeiro Ensaio Clínico de um Soro contra o Veneno de Abelhas

Quais são os pacientes candidatos ao Estudo APIS?


CRITÉRIOS:

1. Diagnóstico de acidente com abelhas africanizadas Apis mellifera
2. Esta abelha, ao picar, deixa o ferrão no local
3. Ser acometido por cinco ou mais picadas
4. Idade acima de 18 anos , de ambos os sexos
5. Não estar gestante
6. Concordância do voluntário ou familiar



Encaminhamento de voluntários e informações no telefone (24 horas):
(14) 99667-1717

Published in: Health & Medicine
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Estudo APIS: O primeiro Ensaio Clínico de um Soro contra o Veneno de Abelhas

  1. 1. Estudo clínico com o novo soro antiapílico contra picadas de abelhas africanizadas Estudo clínico com o novo soro antiapílico contra picadas de abelhas africanizadas SUGESTÃO DE CONDUTAS AO MÉDICO ASSISTENTE ANTES DO ENCAMINHAMENTO O estudo clínico APIS tem por objetivos avaliar a segurança e a eficácia preliminar do novo soro antiapílico em pacientes vítimas de múltiplas picadas (veja mais em http://goo.gl/oFblYI) Solicitamos a colaboração dos serviços de Pronto Atendimento para encaminhamento ao Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina de Botucatu (HC-FMB-UNESP) de possíveis participantes para o estudo APIS CRITÉRIOS: Encaminhamento de voluntários e informações no telefone (24 horas): (14) 99667-1717 Diagnóstico de acidente com abelhas africanizadas Apis mellifera. Esta abelha, ao picar, deixa o ferrão no local Ser acometido por cinco ou mais picadas Idade acima de 18 anos , de ambos os sexos Não estar gestante Concordância do voluntário ou familiar O veneno das abelhas africanizadas (Apis mellifera) causa gravidade clínica por efeito alérgico (reação anafilática) ou tóxico (lesões renais, musculares, hemorrágicas e instabilidade hemodinâmica) CONDUTA ADJUVANTE: CONDUTA SINTOMÁTICA: CONDUTA COMPLEMENTAR: 1. Reposição Volêmica: SF 0,9%, (acesso venoso adequado, pressão arterial acima de 90 x 60 mmHg); 2. Drogas Vasoativas: Dopamina e/ou noradrenalina (hipotensão refratária a volume); 3. Rabdomiólise (CPK > 5.000 U/ml ou urina escura, oligúria e/ou anúria): Correr SF 0,9%, 20 ml/kg, aberto, para atingir um volume urinário entre 2 a 3 ml/kg/hora. Repetir até três vezes, se necessário, visando atingir CPK < 1.000 U/ml; 4. Oligúria ou anúria refratária: Nefrologista -> Diálise 5. Distúrbios eletrolíticos: monitorização e correção. 1. Anti-histamínicos: prometazina 50 mg IM ou similar na admissão; repetir 6/6h se necessário; 2. Corticosteróide: hidrocortisona 200 mg IV ou similar na admissão; repetir 6/6h se necessário; 3. Analgesia: petidina 50 mg IM ou similar na admissão; repetir 6/6h se necessário; 4. Choque Anafilático: hipotensão grave ou ausência de pulso -> adrenalina aquosa 1:1.000; SC 500 microgramas (0,5ml) 5. Broncospasmo: Cateter de O2 + (salbutamol, fenoterol ou terbutalina), em doses habituais. 1. Acesso periférico de grosso calibre, ou acesso central; 2. Monitorização cardioscópica e de saturação de O2; 3. Retirar os ferrões: cuidado para evitar a inoculação do veneno neles contido. Usar pinça de Haslted aplicada rente à pele; 4. Sondagem vesical e nasogástrica quando indicada; 5. Permanganato de potássio na diluição de 1:40.000, para antissepsia; 6. Manutenção dos equilíbrios hidreletrolítico e acidobásico.

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