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Atualização PCDT HIV Aids 2017

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Atualização PCDT HIV Aids 2017

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Atualização PCDT HIV Aids 2017

  1. 1. Alexandre Naime Barbosa MD, PhD Professor Doutor - Infectologia Discussão Científica Jansen Piracicaba - Botucatu - Bauru/SP - Ago/2017
  2. 2. Declaro ter recebido incentivos na forma de inscrições de eventos científicos e/ou; viagens aéreas e terrestres e/ou; gastos com alimentação, hospedagem e translados e/ou; patrocínio para a realização de congressos; pagamentos por serviços prestados e/ou consultorias das seguintes empresas ou instituições nos últimos 12 meses: - Abbvie - Bristol-Myers Squibb - CNPq - DECIT - FAMESP - FAPESP - Gilead - GSK-ViiV - Jansen - MRG - DISTAH - Ministério da Saúde - Merck Sharp and Dohme - Prefeitura de Botucatu - SMS - Sanofi Pasteur - Sociedade Brasileira de Infectologia - UNESP
  3. 3. O material que se segue faz parte do projeto didático do Prof. Dr. Alexandre Naime Barbosa Objetivos 1. Ensino: Treinamento de Estudantes e Profissionais da Área de Saúde; 2. Extensão: Facilitar o Contato da População em Geral com Conceitos Científicos; 3. Científico: Fomentar a Discussão Científica e Compartilhar Material Didático. Autoria e Cessão 1. Conteúdo: Os dados contidos estão referenciados, em respeito ao autor original; 2. Uso: Está permitido o uso do material, desde que citada a fonte; 3. Contato: fale com o autor e conheça o seu projeto didático em:
  4. 4. Brasil, Ministério da Saúde - 2017 2015 2017
  5. 5. Preferidos Alternativos Não recomendados/ Não disponíveis/Situações especiais * Testar HLA-B*5701 ** Não usar em pacientes com doença ou risco de doença óssea ou renal GUIDELINES Dupla ITRNs ITRNNs INIs IPs ABC/3TC AZT/3TC TAF/FTC TDF/XTC EFV NVP RPV DTG EVG RAL ATV DRV LPV IAS (2016) * ** DHHS (2016) * ** EACS (2016) * ** WHO (2016) Brasil (2015) * ** Brasil (2017) * **
  6. 6. Esquema Preferencial - 2 ITRN + INI - ITRN: TDF + 3TC - ITRNN: DTG Esquema Alternativo Preferencial - 2ITRN + ITRNN - ITRN: 1. ABC, 2. AZT - ITRNN: 1. EFZ Esquema Alternativo Secundário - 2 ITRN + IP/r - IP: 1. ATV/r, 2. DRV/r Esquema Excepcional - 2 ITRN + INI - INI: 1. RAL Brasil, Ministério da Saúde - 2017
  7. 7. Brasil, Ministério da Saúde - 2017
  8. 8. Brasil, Ministério da Saúde - 2017
  9. 9. Tenofovir: Toxicidade Renal (reversível) -> Potencializada por IP/r
  10. 10. Tenofovir: Cuidado em TFG < 60 -> Principalmente com IP/r -> Opções: ABC/AZT/Simplificação
  11. 11. Tenofovir: Cuidado em TFG < 60 -> Evitar em TFG < 50 -> Opções: ABC/AZT/Simplificação
  12. 12. Tenofovir: Cuidado em TFG < 60 -> Evitar em TFG < 50 -> Opções: ABC/AZT/Simplificação
  13. 13. Tenofovir: Cuidado em TFG < 60 -> Evitar em TFG < 50 -> Opções: ABC/AZT/Simplificação
  14. 14. Tenofovir: toxicidade óssea -> evitar em osteopenias e osteoporose
  15. 15. Tenofovir: evitar em doença óssea -> Opções: ABC/AZT/Simplificação
  16. 16. Tenofovir: evitar em doença óssea -> Opções: ABC/AZT/Simplificação
  17. 17. Tenofovir: evitar em doença óssea -> Opções: ABC/AZT/Simplificação
  18. 18. Tenofovir: melhor perfil de lípides vs -> ABC e TAF
  19. 19. Abacavir: Hipersensibilidade Geneticamente imunomediada HLA-B*5701
  20. 20. Abacavir: realizar HLA-B*5701 -> interromper se suspeita de RHS Opções: TDF/AZT/Simplificação
  21. 21. Abacavir: Risco de IAM?
  22. 22. Abacavir: Risco de IAM?
  23. 23. Abacavir: Risco de IAM? Abacavir: Risco de IAM menor que o anteriormente apontado
  24. 24. Diaz R, 2013 Zidovudina: Toxicidade Mitocondrial
  25. 25. Zidovudina: Toxicidade Medular
  26. 26. Dupla de ITRN
  27. 27. Dolutegravir: RHS ocasionais -> Efeitos Neuro-Psiquiátricos em avaliação
  28. 28. Dolutegravir: Efeitos Neuro-Psiquiátricos ??? -> Estudos Observacionais
  29. 29. Dolutegravir: Efeitos Neuro-Psiquiátricos ???
  30. 30. Dolutegravir: intolerância ou interações? -> EFZ -> ATV/r -> DRV/r (Não precisa de Autorização da Câmara Técnica)
  31. 31. Raltegravir: segurança bem estabelecida; posologia 12/12h
  32. 32. Raltegravir: segurança bem estabelecida
  33. 33. Qual é a melhor 3ª Droga?
  34. 34. Qual é a melhor 3ª Droga?
  35. 35. Inibidores de Integrase
  36. 36. Efavirenz: toxicidade neuro-psiquiátrica -> Maior descontinuação e suicidabilidade
  37. 37. Efavirenz: toxicidade neuro-psiquiátrica -> Metabolização e concentração sérica University of Washington, 2013
  38. 38. Efavirenz: toxicidade neuro-psiquiátrica -> Metabolização e concentração sérica
  39. 39. ITRNNs (Efavirenz)
  40. 40. Atazanavir/r: ↑ bilirrubina; toxicidade renal Interação com IBPs
  41. 41. Darunavir/r: Toxicidade RTV Posologia 12/12h (em bula)
  42. 42. Darunavir/r: toxicidade RTV -> ↑ Risco de Evento Cardio-Vascular (?)
  43. 43. Darunavir/r: dose única diária, ↓ RTV OFF-LABEL DRV 600 2cp + RTV 100 1 cp 1x/dia
  44. 44. Lopinavir/r: Diarreia; Dislipidemias Posologia 2cps 12/12h
  45. 45. Lopinavir/r: switch para DRV/r toxicidade
  46. 46. Lopinavir/r: switch para ATV/r ou DRV/r
  47. 47. Lopinavir/r: switch para ATV/r ou DRV/r Brasil, Ministério da Saúde - 2017
  48. 48. IPs: Risco de Evento Cárdio-Vascular (?)
  49. 49. IPs: Switch de IPs por INIs se ↑ RCV ACTG 5257
  50. 50. IPs: Inibidores de Protease
  51. 51.  HAART: CV indetectável  Supressão em virgens ou não  Grande redução da mortalidade  Taxas próximas do normal Hzdaz, KF - NEJM - 2009
  52. 52. Vírus resistentes Nível de droga Insuficiente Razões pessoais/sociais Regime Toxicidades Potência inadequada Dose errada Absorção Farmacocinética das drogas Resistência transmitida Interações medicamentosas Adesão inadequada Replicação viral na presença de drogas
  53. 53. Brasil, Ministério da Saúde - 2017
  54. 54. Brasil, Ministério da Saúde - 2017
  55. 55. Brasil, Ministério da Saúde - 2017
  56. 56. Brasil, Ministério da Saúde - 2017
  57. 57. Brasil, Ministério da Saúde - 2017
  58. 58. - Supressão Virológica: manutenção da CV HIV abaixo dos limites de detecção - Falha Virológica: Inabilidade em atingir ou manter a supressão da CV HIV abaixo dos limites de detecção - Resposta Virológica Incompleta: duas detecções de CV HIV > 200 cp/ml, após 24 semanas (seis meses), em uso de TARV sem resistência documentada prévia. Em algumas situações, a supressão virológica pode demorar um pouco mais. - Recidiva Virológica: CV HIV > 200 cp/ml confirmada após supressão virológica - Blip Virológico: após a supressão virológica, CV HIV detectável isolada (e baixa), seguida de retorno da CV abaixo dos limites de detecção
  59. 59. Brasil - Ministério da Saúde - BEP HIV/Aids, 2015 50.000 Falhados
  60. 60. Ainda há um considerável “gap” entre a prescrição de ARVs e CV Supressa Sustentada nos EUA
  61. 61. Brasil, Ministério da Saúde - 2017
  62. 62. Brasil, Ministério da Saúde - 2017
  63. 63. Brasil, Ministério da Saúde - 2017
  64. 64. Brasil, Ministério da Saúde - 2017
  65. 65. Brasil, Ministério da Saúde - 2017
  66. 66. Brasil, Ministério da Saúde - 2017
  67. 67. Brasil, Ministério da Saúde - 2017
  68. 68. Barbosa AN, 2010
  69. 69. Valdez M, 2016
  70. 70. Barbosa AN, 2017 IP sem Mutações de Peso IP com Mutações de Peso BO + IP/r + 1 Droga Ativa BO + IP/r + 2 Drogas Ativas
  71. 71. - Um comprimido dia - Eventos Adversos Mínimos - Alta Barreira Genética - Poucas Interações Medicamentosas - Baixo Custo
  72. 72. - CV Suprimida: evitar causas de falha - Reconhecimento e Manejo da Falha: deve ser precoce - Não existe mais cenário para aceitar CV > limite de detecção - Possibilidade de atingir CV Indetectável na maioria dos casos - Paciente com Falha às 3 Classes: Problema atual - Analisar cuidadosamente o perfil de resistência - Discussão e compartilhamento dos casos difíceis
  73. 73. Obrigado pela Atenção! SAE de Infectologia HC UNESP Botucatu Faculdade de Medicina UNESP

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