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Cafezinho com mídia_na_puc_dia_24_de_agosto

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Apresentação feita pela Professora Ilana Eleá no curso de Educação e Mídia da PUC-Rio

Published in: Education
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Cafezinho com mídia_na_puc_dia_24_de_agosto

  1. 2. <ul><li>Entre anos 30 e 60 </li></ul><ul><li>Grã-Bretanha e EUA </li></ul><ul><li>Teoria Crítica (Escola de Frankfurt) </li></ul><ul><li>Distinção entre alta e baixa cultura </li></ul><ul><li>Teoria da agulha hipodérmica </li></ul><ul><li>Homogeneização do gosto </li></ul><ul><li>ME como proteção contra os perigos da mídia </li></ul>
  2. 3. <ul><li>Anos 60 </li></ul><ul><li>França e Inglaterra </li></ul><ul><li>Movimento das Artes Populares </li></ul><ul><li>“ Cahiers du Cinéma” e Screen </li></ul><ul><li>Política de autor ( cinema) </li></ul><ul><li>Semiótica </li></ul><ul><li>ME voltada para apenas algumas mídias </li></ul>
  3. 4. <ul><li>Anos 70 e 80 </li></ul><ul><li>Realidade sul-americana </li></ul><ul><li>Estudos culturais britânicos: Stuart Hall </li></ul><ul><li>Mídias não são janelas para o mundo </li></ul><ul><li>Leitura do espectador como resultado semiótico </li></ul><ul><li>Althusser e Gramsci (aparelhos ideológicos do Estado) </li></ul><ul><li>Assimetria entre intentio auctoris e intentio lectoris </li></ul><ul><li>ME: Desconstruir, desmistificar ideologias,reconhecer os traços da cultura hegemônica, possibilidade de resistência </li></ul>
  4. 5. <ul><li>Anos 60 </li></ul><ul><li>França e Inglaterra </li></ul><ul><li>Movimento das Artes Populares </li></ul><ul><li>“ Cahiers du Cinéma” e Screen </li></ul><ul><li>Política de autor ( cinema) </li></ul><ul><li>Semiótica </li></ul><ul><li>ME voltada para apenas algumas mídias </li></ul>
  5. 6. <ul><li>A partir dos anos 80 </li></ul><ul><li>Estudos Culturais </li></ul><ul><li>Papel ativo do usuário </li></ul><ul><li>Estudo das relações entre mídia e outras instâncias sociais </li></ul><ul><li>ME: Integração didática entre os Estudos da Semiótica; da Ideologia; da Análise de Consumo. </li></ul>
  6. 7. <ul><li>Lógicas de Produção </li></ul>Comunicação Cultura Política MATRIZES CULTURAIS FORMATOS INDUSTRIAIS Competências de Recepção (consumo) socialidade Ritualidade Institucionalidade Tecnicidade
  7. 8. “ Contextos e pedagogias em ME” (Rivoltella, 2002, p.65) Contexto Educação Mídia como Pedagogia Objetivo Tecnológico “ com” as mídias Meio Instrumental Construtivista Psico-Social Apoiar o ensino-aprendizagem Produzir consciência colaborativa Refletir sobre a relação entre a mídia e fenômenos sociais
  8. 10. “ Contextos e pedagogias em ME” (Rivoltella, 2002, p.65) Contexto Educação Mídia como Pedagogia Objetivo Crítico “ para” as mídias Suporte; objeto Moral; inoculatório Leitura crítica Ideológica Ciências Sociais Defender os sujeitos Cultivar o gosto Tornar os sujeitos conscientes Tornar os sujeitos reflexivos
  9. 11. <ul><li>A preocupação com as fotos “sensuais” </li></ul><ul><li>De onde vem a influência para isso? </li></ul>
  10. 14. BRITNEY SPEA RS
  11. 15. Beyonce e Ri hanna
  12. 16. Pussycat Dolls
  13. 18. “ Contextos e pedagogias em ME” (Rivoltella, 2002, p.65) Contexto Educação Mídia como Pedagogia Objetivo Produtivo “ através” das mídias Linguagem Funcional Alfabética Expressiva Permitir interação com a mídia Promover a consciência das linguagens Uso criativo da mídia
  14. 19. “ Contextos e pedagogias em ME” (Rivoltella, 2002, p.65) Contexto Educação Mídia como Pedagogia Objetivo Produtivo “ através” das mídias Linguagem Funcional Alfabética Expressiva Permitir interação com a mídia Promover a consciência das linguagens Uso criativo da mídia
  15. 21. <ul><li>Olhar em superfície: </li></ul><ul><li>especificar a estrutura global do programa, inscrição de gênero </li></ul><ul><li>Analisar os seguintes códigos: </li></ul><ul><li>Esfera visual : </li></ul><ul><li>luz, enquadramentos, cores, ângulos; </li></ul><ul><li>Esfera áudio : </li></ul><ul><li>códigos verbais – vozes, informações relativas ao produto, redundância verbal, slogan </li></ul><ul><li>códigos sonoros – músicas, silêncios e rumores </li></ul><ul><li>códigos sintáticos – regras e montagem </li></ul><ul><li>Narração: personsagens, eventos, transformações. Investigar os perfis e papéis dos personagens </li></ul><ul><li>Avaliação : as promessas e os pedidos (de ativação de competências) do programa ao público </li></ul>
  16. 22. <ul><li>Story (História) </li></ul><ul><li>O que acontece no início, meio, fim? </li></ul><ul><li>Qual o acontecimento mais importante? </li></ul><ul><li>Essa história lembra a outras? Quais? </li></ul><ul><li>O que pode ter acontecido antes do início e depois do fim? </li></ul><ul><li>Como você terminaria a história? </li></ul><ul><li>  </li></ul><ul><li>Setting (Cenários) </li></ul><ul><li>Como você identifica em que lugar está ambientada a história? </li></ul><ul><li>Seria diferente se a história acontecesse em outro cenário? Por quê? </li></ul><ul><li>  </li></ul><ul><li>Sound (Sons) </li></ul><ul><li>  Quando você escuta a música sem a imagem você pode imaginar o que está acontecendo? </li></ul><ul><li>Quantos diferentes sons são percebidos (silêncio, música, vozes e efeitos sonoros)? </li></ul><ul><li>Por que e quando são utilizados? Como interferem na narrativa? </li></ul><ul><li>  </li></ul>
  17. 23. <ul><li>Colour (Cores) </li></ul><ul><li>Quais são as cores principais usadas no filme? </li></ul><ul><li>As cores mudam quando os cenários e/ou temas mudam? </li></ul><ul><li>Alguma cor está associada a algum personagem? Em caso positivo, qual e por que? </li></ul><ul><li>  </li></ul><ul><li>Character (Personagens) </li></ul><ul><li>Há um personagem principal? Quais são suas características? </li></ul><ul><li>Como podem ser descritos os personagens da animação? </li></ul><ul><li>As características mudam ao longo do filme? Como? </li></ul><ul><li>Definir cada personagem a partir da sua roupa; musica que lhe for associada; expressões </li></ul><ul><li>  </li></ul><ul><li>Camera (Câmera) </li></ul><ul><li>  Quais movimentos de câmera percebidos? </li></ul><ul><li>Por que são usados? </li></ul><ul><li>Como se relacionam com a história e com os personagens? </li></ul><ul><li>  </li></ul><ul><li>(Audiência) </li></ul><ul><li>Pra qual audiência o filme se destina? </li></ul><ul><li>  </li></ul>
  18. 24. <ul><li>Resgate da cronologia da obra (período de produção e de lançamento) </li></ul><ul><li>Verificação e comparação da versão da película (no caso de existirem mais versões). </li></ul><ul><li>Verificação se a obra foi baseada diretamente na literatura, histórias em quadrinhos, teatro ou outra expressão artística. </li></ul><ul><li>Alterações realizadas pela censura ou pelo Estado. </li></ul><ul><li>Custos de produção, fontes financiadoras </li></ul><ul><li>Biografia dos produtores, diretores e roteiristas (classe social que pertencem, tipos de filme que já realizaram, outras produções que fizeram parte). </li></ul><ul><li>Elementos estéticos: estilo artístico de cada obra; caráter subjetivo dos modelos estéticos; linguagem cinematográfica (movimentos da câmara, planos, enquadramentos, iluminação, sonoplastia). </li></ul><ul><li>Estilo de produção: o filme histórico tradicional (hollywoodiano), por exemplo, enfatiza a emoção em detrimento ao aspecto racional da trama (a noção de espetáculo). </li></ul><ul><li>Análise do cartaz e da propaganda do filme ou sua veiculação pela mídia: muitos estereótipos são propagados diretamente pelos cartazes, ou então, pela seleção de algumas cenas específicas do filme. Também a escolha de certos personagens ou situações do filme nos cartazes podem revelar ideologias específicas dos produtores ou dos patrocinadores. </li></ul>
  19. 25. <ul><li>Conteúdo objetivo (sentido mais geral ou o que é percebido de forma mais direta): diálogos, indumentária, gestos, enredo, estrutura arquitetônica e cenários. A análise do roteiro original pode ser um excelente documento, além das críticas cinematográficas (geralmente realizadas na época de lançamento dos títulos, em jornais e revistas). </li></ul><ul><li>Conteúdo implícito : o que está presente de maneira implícita (conteúdo existente nas entrelinhas), “tudo aquilo que os produtores queriam que chegasse ao espectador, mas não o fizeram, por algum motivo particular, direta e claramente” (NOVA: 5). </li></ul>
  20. 26. <ul><li>Plano: imagem entre dois cortes, é a menor unidade narrativa de um roteiro. </li></ul><ul><li>Cena: conjunto de planos </li></ul><ul><li>Seqüência: conjunto de cenas . </li></ul>
  21. 27. <ul><li>Particular: um objeto ocupa todo o enquadramento </li></ul><ul><li>Plano detalhe: mostra uma parte do corpo ou objetos por exemplo, um olho, uma boca, o galho de uma arvore o ponteiro de um relógio (mostrar apenas uma boca pode sugerir que o personagem é tagarela). </li></ul><ul><li>Superclose: Close fechado no rosto do ator, enquadrando queixo e o limite da cabeça </li></ul><ul><li>Close ou primeiríssimo plano: mostra o rosto inteiro de uma pessoa, do ombro pra cima </li></ul><ul><li>Primeiro plano ou Plano próximo : mostra uma pessoa do busto para cima </li></ul><ul><li>Plano médio: personagem enquadrado da cintura pra cima </li></ul><ul><li>Plano americano: mostra uma pessoa do joelho à cabeça </li></ul><ul><li>Plano inteiro: Personagem enquadrado da cabeça aos pés, deixando um pequeno pedaço acima da cabeça e abaixo dos pés </li></ul><ul><li>Plano geral fechado : mostra ação do ator em relação ao espaço cênico </li></ul><ul><li>Plano geral aberto: mostra cenas em exteriores ou interiores amplos </li></ul><ul><li>Plano geral ou de conjunto: mostra o prédio ou casa onde ação se desenvolve </li></ul><ul><li>Grande plano geral: planos bastante abertos, situa cidade . </li></ul>
  22. 28. <ul><li>Plano relâmpago : dura não mais que poucos segundos, correspondendo quase a um piscar de olhos. </li></ul><ul><li>Plano-sequência : é tão longo, que se pode dizer que corresponde a uma seqüência inteira do filme. Observe que entre os dois pólos aqui apresentados (plano relâmpago e plano seqüência) pode haver planos das mais variadas durações. </li></ul><ul><li>Plano de conjunto fechado : dois atores com a mesma função dramática </li></ul><ul><li>Plano de conjunto aberto : três ou mais atores </li></ul>
  23. 29. <ul><li>Plongée : esta palavra, em francês, significa “mergulho”. Neste plano, o espectador vê a cena de cima para baixo. </li></ul><ul><li>Contraplongée: em oposição ao anterior, o espectador vê a cena de baixo para cima. </li></ul><ul><li>Perfil: o personagem é visto de lado. </li></ul><ul><li>Frente: o personagem é visto de frente. </li></ul><ul><li>Câmera sobre o ombro ( over sholder) </li></ul><ul><li>Câmera subjetiva: espectador ou ator tem o ponto de vista da câmera </li></ul>
  24. 30. <ul><li>interno : a câmera é fixa, mas há movimento dentro da cena. </li></ul><ul><li>externo : a câmera se move. Note-se que pode haver simultaneamente movimento interno e externo, quando, por exemplo, uma câmera acompanha um maratonista. </li></ul><ul><li>zoom : é a aproximação (zoom in) ou afastamento (zoom out) em relação ao que é filmado, com o auxílio das lentes da câmera. </li></ul><ul><li>travelling : é outro nome para movimento externo. Pode-se chamá-lo centrífugo, quando a câmera fica fixa em um ponto e gira sobre o próprio eixo, ou centrípeto, quando ocorre o inverso, ou seja, a câmera faz um movimento giratório em torno de um ponto. </li></ul>
  25. 31. <ul><li>Dividam-se em duplas </li></ul><ul><li>Escolham um material audiovisual de mídia na Rede </li></ul><ul><li>Descreva e contextualize o produto </li></ul><ul><li>Selecione informações complementares no site Simple Box </li></ul><ul><li>Analise o produto. Levem em consideração os planos, iluminação, caracterização dos personagens, cenário, cores e objetos cênicos. </li></ul><ul><li>Após descrição do material contem porque escolheram este material e o que a narrativa dessas imagens em movimento sugerem? </li></ul>
  26. 32. <ul><li>LANGER, Johnni. METODOLOGIA PARA ANÁLISE DE ESTEREÓTIPOS EM FILMES HISTÓRICOS. Disponível em: http://www.anpuh.uepg.br/historia-hoje/vol2n5/johnni.htm Acessado em 20 ago 2009. </li></ul><ul><li>JOLY, Martine. Introdução à análise da imagem.SP : Papirus,1996. </li></ul><ul><li>FANTIN, Monica. </li></ul><ul><li>RODRIGUES, Cris. O cinema e a produção. </li></ul><ul><li>RIVOLTELLA, Pier Cesare. Media education: modelli, esperienze, profilo disciplinare . Roma:Carrocci, 2001. </li></ul><ul><li>BFI. Starting stories. A film and literacy resource for three-to-seven years old . London:BFI Education, 2003. </li></ul><ul><li>MARTIN-BARBERO, Jesus. Dos meios às mediações: comunicação, cultura e hegemonia . RJ: Ed.UFRJ, 2003,2. ed. </li></ul><ul><li>SANTIAGO, Ilana Eleá. </li></ul>
  27. 33. <ul><li>Ilana Eleá </li></ul><ul><li>[email_address] </li></ul><ul><li>(21) 8197-4188 </li></ul><ul><li>Camila Leite </li></ul><ul><li>[email_address] </li></ul><ul><li>(21) 96088363 </li></ul><ul><li>www.grupem.pro.br </li></ul><ul><li>www.midiaedu.com.br </li></ul><ul><li>www.midiaedu.ning.com </li></ul>

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