Micologia

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Micologia

  1. 1. Mini Atlas de Micologia
  2. 2. ORGANIZAÇÃO: Ana Carolina Bertone, Michelle Roder, José Sérgio Possomato Vieira Elaborado pelos alunos da XXIX turma do curso de Farmácia da Universidade do Sagrado Coração para a disciplina de Micologia Clínica sob orientação da Prof a . Ms Silvana Torossian Coradi
  3. 3. Trichophyton rubrum
  4. 5. Trichophyton rubrum <ul><li>Cosmopolita antropofílica (dermatofitose); </li></ul><ul><li>TRANSMISSÃO inter-humana ou por fômites contaminados; </li></ul><ul><li>Responsável por quase todos os tipos de infecções dermatofíticas humanas (facilidade em burlar as defesas inatas do hospedeiro); </li></ul><ul><li>M.O.: hifas septadas , microconídeos delicados, regulares e piriformes, dispostos em acládio; macroconídeos (quando presentes) como clavas alongadas e com 2 a 9 septações. </li></ul>
  5. 6. Microsporum gypseum
  6. 8. Microsporum gypseum <ul><li>Desenvolvimento rápido em Agar Sabouraud; </li></ul><ul><li>Colônias purulentas,esbranquiçadas ou pardacentas; </li></ul><ul><li>Microsporum observam-se: Microconídio(parede fina)de 4 a 6 septos e Macroconidios(normalmente não se observam); </li></ul><ul><li>Fungos geofílicos; </li></ul><ul><li>Isolado normalmente em solo podendo provocar doença no homem e no animal. </li></ul>
  7. 9. <ul><li>Se diferem do M.Canis por apresentarem parede mais fina (tanto externa quanto a dos septos,bem como uma extremidade menos pontiaguda); </li></ul><ul><li>Produz poucos esporos; </li></ul><ul><li>Lesões Clinicas: geralmente encontrada em partes descobertas do corpo (Ex: couro cabeludo); </li></ul><ul><li>Cultivos velhos formam-se hifas estéreis, dando origem ao crescimento cotonoso sobre a superficie original purulenta. </li></ul>Microsporum gypseum
  8. 10. Candida albicans
  9. 12. Candida albicans <ul><li>Candida é uma levedura com cerca de 5 µm que se multiplica assexuadamente por germinação. Pode estar na forma de micélio típico com hifas ou pseudomicélio, que é a forma da colônia sem hifas verdadeiras. </li></ul><ul><li>Em determinadas condições a Candida albicans desenvolve-se como uma pseudo-hifa, que se caracteriza por uma célula alongada que se propaga por uma gemulação unipolar, apresentando um aspecto de um cordão. </li></ul><ul><li>Faz parte da microbiota humana normal, podendo, no entanto, desencadear doenças em indivíduos normais e pacientes imunodeprimidos. </li></ul>
  10. 13. <ul><li>A micose causada por esta levedura é denominada candidíase e vários fatores podem provocar o surgimento desta doença, como: antibióticos, gravidez, diabetes, infecções, deficiência imunológica e medicamentos como anticoncepcionais e corticóides. </li></ul><ul><li>Esta levedura cresce nas membranas mucosas da boca, do trato intestinal e geniturinário. Entretanto, causa principalmente a candidíase vulvovaginal, tendo como sintomas: prurido intenso, corrimento espesso amarelado e odor de mofo ou sem odor, sendo que a mucosa vaginal possui um aspecto seco e avermelhado. </li></ul>Candida albicans
  11. 14. <ul><li>É muito importante não confundir o corrimento por Candida com o corrimento por excesso de Bacilos de Doderlein, pois neste caso o tratamento é diferente. </li></ul><ul><li>O diagnóstico é clínico e laboratorial, sendo realizado através do exame de Papanicoloau, identificação microscópica da levedura de raspados da lesão e pelo isolamento da cultura. </li></ul>Candida albicans
  12. 15. Malassezia fufur
  13. 17. Malassezia furfur <ul><li>A expressão Pitiríase versicolor define uma infecção fúngica (micose) superficial caracterizada por alterações na pigmentação cutânea, que variam do branco ao marrom; </li></ul><ul><li>O distúrbio de pigmentação é devido à colonização do estrato córneo por um fungo dimórfico, lipofílico, encontrado na flora normal da pele, conhecido como Malassezia furfur . </li></ul>
  14. 18. <ul><li>Encontrado normalmente no tronco, pescoço, couro cabeludo, rosto e conduto auditivo externo; </li></ul><ul><li>O diagnóstico baseia-se no aspecto clínico das lesões. O exame micológico direto é positivo para pseudo-hifas, mas a cultura para fungos em meio enriquecido com óleo de oliva não é feita com rotina. </li></ul>Malassezia furfur
  15. 19. Microsporum canis
  16. 21. Microsporum canis <ul><li>É um dermatófito zoofílico transmitido ao homem por diversos animais domésticos, tendo em nosso meio como principal reservatório os felinos jovens. Clinicamente é responsável por lesões do couro cabeludo,fluorescentes a lâmpada de Wood, caracterizada por grandes placas de alopecia, principalmente em criança. Entretanto pode causar epidermofitíases e mais raramente onicomicoses; </li></ul><ul><li>De crescimento moderadamente rápido em meio de Sabouraud, mostra um maturação das colônias com 6 a 10 dias. O aspecto superficial da colônia apresenta uma textura algodonosa, com discreto relevo umbilicado e radiado, de tonalidade branca. O reverso apresenta-se de coloração amarelo limão, e ao envelhecer ,observa-se uma discreta tendência de difusão desse pigmento no meio, que pode tornar-se castanho. </li></ul>
  17. 22. <ul><li>O pleomorfismo muitas vezes é evidenciado com rapidez, apresentando-se nessas situações como colônias algodonosas altas; </li></ul><ul><li>A microscopia direta da colônia, na maioria das vezes, mostra grande quantidade de macroconídios fusiformes verrucosos, de paredes grossas e com numerosas septações, que variam de 5 a 7; entretanto em algumas ocasiões podem ser observadas ate 15 septações. Os microconídios, quando presentes são sésseis, em numero variado e sem nenhum valor diagnóstico. Podem ainda ser observados clamidoconidios, órgãos nodulares e hifas pectinadas. </li></ul>Microsporum canis
  18. 23. Trichophyton verrucosum
  19. 25. <ul><li>CARACTERÍSTICAS </li></ul><ul><li>Antiga denominação: T. ochraceum </li></ul><ul><li>Fungo dermatófito </li></ul><ul><li>Cosmopolita </li></ul><ul><li>É causadora da tricofitose bovina (parasita de bovinos)‏ </li></ul><ul><li>Não produz enzima urease </li></ul><ul><li>Maioria das cepas necessitam de tiamina e outras de inositol para crescimento. </li></ul>Fonte:http://www.mycology.adelaide.edu.au/Fungal_Descriptions/Dermatophytes/Trichophyton/verrucosum.html Trichophyton verrucosum
  20. 26. <ul><li>CARACTERÍSTICAS DA COLÔNIA </li></ul><ul><li>Crescimento bastante lento em ágar Saboraud – dextrose. </li></ul><ul><li>Período de maturação da colônia: 13-25 dias. </li></ul>Trichophyton verrucosum
  21. 27. <ul><li>ANÁLISE MACROSCÓPICA </li></ul><ul><li>Colônia aveludada </li></ul><ul><li>Apresenta relevo rugoso ou cerebriforme </li></ul><ul><li>Pigmentação de verso: Branco ao amarelo ocre </li></ul><ul><li>Reverso: tons de amarelo, com pigmento não difusível no meio. </li></ul>Trichophyton verrucosum
  22. 28. <ul><li>ANALISE MICROSCÓPICA </li></ul><ul><li>Ausência de macroconídios e microconídios </li></ul><ul><li>Presença de grandes cadeias de clamidoconídeos grandes (vesículas terminais)‏ </li></ul>Trichophyton verrucosum
  23. 29. <ul><li>ASPECTOS CLÍNICOS DA DOENÇA </li></ul><ul><li>Lesões inflamatórias </li></ul><ul><li>Afetam : Couro cabeludo, pele, glabra, barba e bigode. </li></ul>Trichophyton verrucosum
  24. 30. Phialophora verrucosa
  25. 32. Phialophofa verrucosa <ul><ul><li>Colonias negras, elevadas, ligeiramente veludosas, micélios castanho, com filamentos espessos. </li></ul></ul><ul><ul><li>As hifas férteis terminam em conidióforos sob a forma de taça, em cujo interior se originam conídios longos e largos que ficam aglomerado em massas (4 – 20 elementos); formam o que Redaelli e Ciferri (1942) denominam de ``spermazio`` os quais são dominantes e exclusivos na cultura. </li></ul></ul>
  26. 33. Fonsecaea pedrosoi
  27. 35. Fonsecaea pedrosoi <ul><ul><li>É um dos agentes causadores de cromomicose. </li></ul></ul><ul><ul><li>Causa infecção crônica, granulomatosa, caracterizada por lesões nodulares, verrucosas, papilomatosas, por vezes ulceradas, localizadas, preferencialmente nos membros inferiores. </li></ul></ul><ul><ul><li>A principal via de contágio se faz através de solução de continuidade produzida na pele por fragmentos de vegetais ou madeira contaminados. </li></ul></ul>
  28. 36. <ul><li>DIAGNÓSTICO </li></ul><ul><li>Exame direto: Observa-se células arredondadas de contornos bem nítidos, acastanhados, algumas se mostrando em processo de reprodução binária (células escleróticas). </li></ul><ul><li>Colônias inicialmente brancas, depois esverdeadas ou acinzentadas, de superfície mamelonada e radiada. </li></ul><ul><li>Presença de hifas septadas hialinas, e posteriormente tornam-se esverdeadas. </li></ul><ul><li>Numerosos conidióforos do tipo Hormodendrum e Acrotheca , sendo raros do tipo Phiaolophora </li></ul>Fonsecaea pedrosoi
  29. 37. Sporothrix schenckii
  30. 39. <ul><li>É uma micose subcutânea; </li></ul><ul><li>Causador da esporotricose gomosa; </li></ul><ul><li>Fungo dimórfico; </li></ul><ul><li>Fungo saprofítico de solos e vegetais; </li></ul><ul><li>Transmissão ocorre por traumatismo da derme; </li></ul>Sporothrix schenckii
  31. 40. <ul><li>A doença em humanos começa com um nódulo (pode ulcerar) no local onde a pele foi aberta. A infecção pode permanecer local ou se espalhar pelos ductos linfáticos; </li></ul><ul><li>O Diagnóstico é feito através de biópsia da ferida, citologia, ou cultura de fungo; </li></ul><ul><li>O tratamento é o iodeto de potássio por via oral, em doses crescentes e a anfotericina B; </li></ul><ul><li>INICIO forma colônia branco-amarelado, achatada, úmida e de aspecto membranoso, sendo suas hifas finas e septadas. Conídios individuais ligados a um conidióforo comum formando uma margarida. Em poucos dias a colônia torna-se escura. </li></ul>Sporothrix schenckii
  32. 41. Aspergilus sp.
  33. 42. Aspergillus sp.
  34. 43. <ul><li>Aspergillus  é um gênero de fungos que apresenta coloração branca amarelada com formação de pedúnculos e uma ponta colorida. </li></ul><ul><li>São importantes agentes decompositores de alimentos. </li></ul><ul><li>As espécies de Aspergillus são aeróbicas e encontradas em ambientes ricos em oxigênio, geralmente crescem na superfície onde vivem. </li></ul><ul><li>Contaminam restos de comidas (como pães e batatas), e crescem em muitas plantas e árvores. </li></ul>Aspergillus sp.
  35. 44. <ul><li>Alguma espécies de Aspergillus produzem uma toxina chamada aflatoxina, que pode encontrar-se também no leite de animais que consumam alimentos afetados, bem como em amendoins contaminados. </li></ul><ul><li>A exposição a altas concentrações de aflatoxinas produz graves danos no fígado, tais como necrose, cirrose hepática, carcinoma ou edema </li></ul><ul><li>O fungo Aspergillus possui hifas septadas e ramificadas </li></ul><ul><li>Ocasiona micose cutâneas, sub-cutâneas e profundas no homem </li></ul>Aspergillus sp.
  36. 45. Cladosporium sp.
  37. 46. <ul><li>CARACTERÍSTICAS GERAIS </li></ul><ul><li>As colônias de Cladosporium sp. apresentam um crescimento lento, demorado, sendo seu “ pico ideal ” ao redor de 21 dias de cultivo * , para se tornarem maduras. </li></ul><ul><li>Seu representante principal é o fungo Cladosporium carrionii . </li></ul><ul><li>As colônias se apresentam como sendo aveludadas (textura veludosa), de tom verde oliva escuro ou negro, podendo também apresentar uma textura algodonosa e de pigmentação acinzentada, com reverso das colônias em tom negro. </li></ul>* em temperaturas não superiores a 37º C. Cladosporium sp.
  38. 47. <ul><li>CARACTERÍSTICAS GERAIS </li></ul><ul><li>Atacam vegetais, causando sérios danos aos mesmos e conseqüentemente grandes prejuízos, principalmente para a agricultura. </li></ul><ul><li>Evidencia-se grande quantidade de filamentos septados, com conidióforos curtos ou longos, mostrando em sua extremidade conídios em cadeia. </li></ul><ul><li>Podem se apresentar lisos ou verrucosos, elipsóides ou globosos, apresentando uma cicatriz hilar pigmentada característica do gênero. </li></ul>Cladosporium sp.
  39. 48. Cladosporium sp.
  40. 49. Fonte: ??????????? Alternaria sp.
  41. 50. Alternaria Fonte: http://www.mycology.adelaide.edu.au/images/Alternariq.gif
  42. 51. <ul><li>Gênero: Ascomiceto </li></ul><ul><li>Comum em humanos e plantas </li></ul><ul><li>Causam infecções oportunistas em pessoas imunodeprimidas (AIDS)‏ </li></ul>Alternaria
  43. 52. <ul><li>Formam colônias espessa,geralmente preto ou cinza </li></ul><ul><li>Crescem na pele e mucosas, inclusive sobre o globo ocular e no aparelho respiratório </li></ul><ul><li>Espécie patogênica ao homem: Alternaria alternata </li></ul>Alternaria
  44. 53. Cryptococcus neoformans
  45. 54. Cryptococcus neoformans
  46. 55. <ul><li>Um fungo oportunista, encontra-se na forma de levedura, sendo cosmopolita. </li></ul><ul><li>Incidência: maior em homens acima de trinta anos. </li></ul><ul><li>É um fungo encontrado no sistema digestório de aves, sendo que apresenta-se em duas variedades: Gatti e Neoformans . </li></ul>Cryptococcus neoformans
  47. 56. <ul><li>Variedade Gatti apresenta melhor prognostico e é encontrado em solo, vegetais e suco de frutas. </li></ul><ul><li>Já a variedade Neoformans é mais virulenta e encontra-se em fezes de pombo. </li></ul><ul><li>Causa uma doença chamada Criptococose, mais conhecida como Blastomicose européia, ou também Granulomatose criptocócica. </li></ul>Cryptococcus neoformans
  48. 57. <ul><li>Contaminação se dá por inalação de leveduras que a partir dos alvéolos pulmonares pode se disseminar. </li></ul><ul><li>Causa micose profunda que atinge órgãos como pulmão, fígado, rins, pele e o miocárdio, quando atinge o sistema nervoso central pode causar meningite e encefalite. </li></ul><ul><li>Inicialmente há formação de granulomas, sua disseminação é por via linfática e sanguínea. </li></ul>Cryptococcus neoformans
  49. 58. <ul><li>Pulmão </li></ul><ul><ul><li>Início: Assintomática </li></ul></ul><ul><ul><li>A lesão causa tosse, febre, dispnéia, dor torácica e expectoração. </li></ul></ul><ul><li>Sistema Nervoso Central </li></ul><ul><li>Causa febre, dor na nuca, vômito e cefaléia, indo para sintomas mais graves como cegueira, confusão mental, delírio, perda de memória até o coma. </li></ul>Cryptococcus neoformans
  50. 59. <ul><li>Cultura em ágar Sabouraud- dextrose, numa temperatura ideal de 25° a 37°C. </li></ul><ul><li>O crescimento é rápido, sendo colônia leveduriforme, ou seja, cremosa, úmida e cor creme. </li></ul>Cryptococcus neoformans
  51. 60. Paracoccidioides brasiliensis
  52. 61. Paracoccidioides brasiliensis Imagem disponível em http://www.broadinstitute.org/annotation/genome/paracoccidioides_brasiliensis/MultiHome.html
  53. 62. <ul><li>Fungo dimórfico </li></ul><ul><li>Zonas rurais do Brasil, terras que contém seus esporos </li></ul><ul><li>Infecção pela inalação </li></ul><ul><li>Maior incidência em Homens </li></ul>Paracoccidioides brasiliensis
  54. 63. <ul><li>Maior incidência em Homens </li></ul><ul><li>Sintomas: febre, suores, tosse, expectoração e falta de ar </li></ul><ul><li>Pode haver disseminação </li></ul><ul><li>Infecção de órgãos e formação de granulomas levando a úlceras vermelhas na pele e mucosas, particularmente na boca e nariz </li></ul>Paracoccidioides brasiliensis
  55. 64. Inalação dos esporos Pulmão São fagocitados pelos macrófagos Normalmente assintomático Sistema Imune destrói o invasor Frequentemente formação de granuloma Paracoccidioides brasiliensis
  56. 65. REFERENCIAS <ul><li>SIDRIM J. J. C. , MOREIRA J. L. B. Fundamentos clínicos e laboratoriais da micologia médica . Rio de Janeiro: Guanabara Koogan,pag.125, 1999. </li></ul><ul><li>MORAES, R. G. et al. Parasitologia e micologia humana. Cultura medica ltda, Rio de Janeiro 1982. </li></ul><ul><li>LACAZ S.C. Micologia médica- fungos, actinomicetos e algas de interesse médico. 6. ed. São Paulo: Sarvier, 1977 </li></ul><ul><li>Apostila de Micologia. Disponível em: < http://74.125.113.132/search?q=cache:VmMjvICJnekJ:www.portalbrasil.net/downloads/micoses.pdf+micologia&cd=1&hl=pt-BR&ct=clnk&gl=br&lr=lang_pt > Acesso: 28 de out de 2009 </li></ul>

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