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UNIVERSIDADEFEDERALDESANTACATARINA
PROGRAMADEPÓS-GRADUAÇÃOEMENGENHARIAEGESTÃODO
CONHECIMENTO
Professor: Hugo Hoelsch
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“As pessoas estão
ganhando muito dinheiro
sem cobrar nada. Não
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 Século XX
 O caso da Gelatina Jell-O
 http://en.wikipedia.org/wiki/Jell-O
 King Gillette
 http://pt.wikipedia.org/wi...
 Átomos – bits.
 Contradições...
 Geração Google.
 Antes >Dar uma coisa para criar demanda por
outra: grátis não signi...
 Economia do grátis (tecnologias digitais)
 Processadores, largura de banda e
armazenagem
Grátis: uma introdução
A história do grátis
A psicologia do grátis
 “Subsídios cruzados”:
 Produtos pagos subsidiando produtos grátis;
 Pagar mais tarde subsidiando o Grátis agora;
 Pag...
 O outro lado da pirataria...
 Caso da China
 De onde vem a idéia de que “tudo tem um
preço”?
 Cobrar pelas coisas é uma forma de que estas
continuem a serem produzi...
 Problema da fome
 Milho
 Plástico (cultura do descartável)
 Abundância não requer escolha.
 Custos ambientais
 Sensação do consumo
 “Será que vale a pena?”
 Quem paga a propaganda
 Tempo/dinheiro
 O pirata poderá ser um cliente...
 Barato demais para fazer a diferença
 “A informação quer ser grátis”
 Competindo com o grátis
 Desmonetização
 Os no...
 No mundo digital não há fatores externos
negativos, pois o que se produz em
abundância são bits.
 Origem da queda de pr...
 “A informação abundante quer ser grátis; a
informação escassa quer ser cara”.
 Caso Yahoo x Google
 Grátis: filosofia ...
 “Aquele que recebe de mim uma idéia tem
aumentada sua instrução sem que eu tenha
diminuído a minha. Como aquele que acen...
 Economias não monetárias
 O desperdício (algumas vezes) é bom
 Mundo grátis (Brasil e China)
 Imaginando a abundância...
 “Agora é a hora de os empreendedores
inovarem, não somente com produtos novos ,
mas também com novos modelos de
negócios...
(p. 245)
 Táticas freemium
 Modelos de negócios com base no grátis
 ANDERSON, Chris. Free: Grátis: o futuro dos
preços. Rio de Janeiro: Elsevier, 2009.
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Apresentação feita pela aluna Luciana Kornatzki sobre o livro de Chris Anderson na disciplina Sociedade da Informação no dia 26-11-2010.

Published in: Technology, News & Politics
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FREE - O futuro dos preços

  1. 1. UNIVERSIDADEFEDERALDESANTACATARINA PROGRAMADEPÓS-GRADUAÇÃOEMENGENHARIAEGESTÃODO CONHECIMENTO Professor: Hugo Hoelsch Aluna: Luciana kornatzki Novembro/2010
  2. 2. “As pessoas estão ganhando muito dinheiro sem cobrar nada. Não nada por tudo, mas nada pelo suficiente para criarmos uma economia tão grande quanto a de um país de tamanho razoável a um preço em torno de $0,00. como isso aconteceu e para onde nos levará?”
  3. 3.  Século XX  O caso da Gelatina Jell-O  http://en.wikipedia.org/wiki/Jell-O  King Gillette  http://pt.wikipedia.org/wiki/King_Camp_Gillette
  4. 4.  Átomos – bits.  Contradições...  Geração Google.  Antes >Dar uma coisa para criar demanda por outra: grátis não significa lucro zero.  Hoje > reduzir custos até próximo a zero.
  5. 5.  Economia do grátis (tecnologias digitais)  Processadores, largura de banda e armazenagem
  6. 6. Grátis: uma introdução A história do grátis A psicologia do grátis
  7. 7.  “Subsídios cruzados”:  Produtos pagos subsidiando produtos grátis;  Pagar mais tarde subsidiando o Grátis agora;  Pagantes subsidiando não pagantes.  Grátis 1: subsídios cruzados diretos.  Grátis 2: o mercado de três participantes.  Grátis 3: freemium.  Grátis 4: mercados não monetários.  Exemplo, p. 30.
  8. 8.  O outro lado da pirataria...  Caso da China
  9. 9.  De onde vem a idéia de que “tudo tem um preço”?  Cobrar pelas coisas é uma forma de que estas continuem a serem produzidas.  No século XX o grátis ressurgiu, tornou-se um artifício de vendas.
  10. 10.  Problema da fome  Milho  Plástico (cultura do descartável)  Abundância não requer escolha.  Custos ambientais
  11. 11.  Sensação do consumo  “Será que vale a pena?”  Quem paga a propaganda  Tempo/dinheiro  O pirata poderá ser um cliente pagante!
  12. 12.  Barato demais para fazer a diferença  “A informação quer ser grátis”  Competindo com o grátis  Desmonetização  Os novos modelos da mídia  Qual é o tamanho da economia grátis?
  13. 13.  No mundo digital não há fatores externos negativos, pois o que se produz em abundância são bits.  Origem da queda de preço  Gmail > armazenamento barato demais
  14. 14.  “A informação abundante quer ser grátis; a informação escassa quer ser cara”.  Caso Yahoo x Google  Grátis: filosofia do Google  Quanto menor o custo da informação, mais o Google ganha dinheiro.
  15. 15.  “Aquele que recebe de mim uma idéia tem aumentada sua instrução sem que eu tenha diminuído a minha. Como aquele que acende sua vela na minha luz sem apagar a minha vela” (p. 85)
  16. 16.  Economias não monetárias  O desperdício (algumas vezes) é bom  Mundo grátis (Brasil e China)  Imaginando a abundância (Wall-E)  “A internet trouxe o fim da escasses de informações”  Você recebe pelo que paga (dúvidas...)
  17. 17.  “Agora é a hora de os empreendedores inovarem, não somente com produtos novos , mas também com novos modelos de negócios”  O grátis por si só não basta, ele precisa da contraparte do Pago. Ele pode ser o melhor preço, mas não pode ser o único.
  18. 18. (p. 245)
  19. 19.  Táticas freemium  Modelos de negócios com base no grátis
  20. 20.  ANDERSON, Chris. Free: Grátis: o futuro dos preços. Rio de Janeiro: Elsevier, 2009.

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