Apresentação SENAI e FATEC

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  • A indústria têxtil e de confecção brasileira está entre as atividades econômicas de maior relevância em um país cuja economia econtra-se em processo de consolidação como uma das maiores do mundo. Sua capacidade de gerar e distribuir renda ao longo de uma cadeia produtiva que vai do campo à passarela, que está presente em todos os estados da federação e que atinge todos os níveis da pirâmide social brasileira, desde uma costureira até um engenheiro, não tem paralelos. Entrentato, o setor têxtil brasileiro, uma atividade cuja origem remonta os tempos do nosso império, uma das bases da industrialização do nosso país e berço de empresas e grupos industriais que formam uma parte significativa da riqueza do nosso país, encontra-se francamente ameaçado. Nossas exportações tem pouca relevância no cenário internacional e as importações, especialmente a de produtos confeccionados, cresce de forma descontrolada. O crescimento do nosso mercado interno é atendido pela enxurrada de produtos asiáticos. Existe um descompasso claro entre a inserção do Brasil no mercado internacional e as condições que são oferecidas à nossa indústria. Estamos gerando riquezas em outros países em função da falta de isonomia nos fatores sistêmicos de competitividade: câmbio, carga tributária, infraestrutura, juros e complacência comercial.
  • Estima-se que nos próximos 5 anos, o comércio têxtil e de confecção no mundo alcance a cifra de US$ 856 Bilhões.
  • No Brasil, o incremento da renda e estabilidade da economia nos permitem afirmar que nos próximos 5 anos deveremos ver o consumo no nosso País aumentar mais de 50%, alcançando cerca de 20 quilos por habitante / ano. Isso pode significar mais atividade na indústria, no comércio, nos serviços, nos investimento em bens de capitais, na qualificação e educação e, principalmente, na geração de emprego e renda para a população brasileira.
  • Nenhum setor da industria de transformação, em função do aumento da produção, tem maior capacidade de gerar empregos do que o setor têxtil e de confecção, segundo o BNDES.
  • Nenhuma política de redução de desigualdades é mais efetiva e pode contribuir mais para o crescimento de um país do que uma atividade que seja capaz de distribuir renda por meio do emprego. O Setor Têxtil é fonte de renda, direta e indireta, para mais de 8 milhões de brasileiros, sendo uma das indústrias que mais incentiva e proporciona o primeiro emprego entre os jovens e o principal gerador de emprego para as mulheres “chefes de família”. Os trabalhadores da Industria Têxtil passam por todos os níveis da pirâmide social, da costureira ao engenheiro. Entre todos os segmentos industriais, a setor têxtil e de confecções é o que demanda a menor quantidade de investimentos para geração de novos postos de trabalho.
  • Nenhuma política de redução de desigualdades é mais efetiva e pode contribuir mais para o crescimento de um país do que uma atividade que seja capaz de distribuir renda por meio do emprego. O Setor Têxtil é fonte de renda, direta e indireta, para mais de 8 milhões de brasileiros, sendo uma das indústrias que mais incentiva e proporciona o primeiro emprego entre os jovens e o principal gerador de emprego para as mulheres “chefes de família”. Os trabalhadores da Industria Têxtil passam por todos os níveis da pirâmide social, da costureira ao engenheiro. Entre todos os segmentos industriais, a setor têxtil e de confecções é o que demanda a menor quantidade de investimentos para geração de novos postos de trabalho.
  • Em uma perspectiva mais ampliada, vemos que a importação de tecidos na última década projeta um aumento superior a sete vezes, enquanto que a importação de vestuário, que destrói toda a cadeia produtiva do setor têxtil, aumentou mais de 16 vezes.
  • CARGA TRIBUTÁRIA: Carga tributária 59% na indústria de transformação INCENTIVO FISCAL PARA IMPORTADOS : Produtor paga até 18% de ICMS e importador menos de 4% JUROS : A maior taxa e o maior spread do mundo ENERGIA ELÉTRICA : Em 15 anos subiu 442% atualmente custa o dobro dos EUA LOGÍSTICA : Asia-Brasil é mais barato que SE-NE Crescimento das importações :Real valorizou 43% e Yuan 18% em 7 anos LOGÍSTICA Asia-Brasil é mais barato que SE-NE
  • Apresentação SENAI e FATEC

    1. 1. Cenário Atual ePerspectivas do SetorTêxtil e de Confecção Brasileiro PRESIDENTE DO SINDITÊXTIL -SP ALFREDO BONDUKI SÃO PAULO, 18 DE ABRIL DE 2012
    2. 2. PERFIL DO SETORTÊXTIL E DECONFECÇÃO
    3. 3. Grandes Números do Setor Brasil São Paulo 30.924 mil indústrias 9.057 mil indústrias 1,7 milhão de empregos 510 mil empregos IEMI 2,2 milhões tons / ano1 2010 779 mil tons / ano1 9,8 bilhões peças / ano¹ 2,8 bilhões peças / ano¹ R$ 99,7 bilhões em vendas R$ 27,7 bilhões em vendas US$ 1,1 bilhão investido2 R$ 760 milhões investidos2 (1) – volume de produção (2) – em máquinasFonte: (Instituto de Estudos e Marketing Industrial) - IEMI 3
    4. 4. Perfil do Setorepresenta 3,4% do faturamento da Indústria Transformação0 mil empresas no Brasil,7 milhão de empregos diretos - 8 milhões indiretos + diretosº maior empregador da indústria transformaçãonvestiu US$15 bilhões nos últimos 10 anosº maior produtor mundial de denimº maior produtor mundial de malha 4
    5. 5. Destaques 2009 2010 2011 Faturamento US$ 47,6 bi US$ 60 bi US$ 63 bi* Exportações** US$ 1,2 bi US$ 1,4 bi US$ 1,4 bi Importações** US$ 3,4 bi US$ 5,0 bi US$ 6,5 bi Déficit da Balança** US$ 2 bi US$ 3,5 bi US$ 4,7 bi Geração Empregos – Caged 11.844 63.261 -12.422 Investimentos do Setor US$ 867mil US$ 2 bi US$ 2,5 bi(*) Estimativa ABIT(**) sem fibra de algodão
    6. 6. Ranking da Cadeia Têxtil Brasileira. Utilizando-se como referência o pessoal ocupado % sobre Pessoal Ocupado em todos os elos da cadeia produtiva, São Paulo é o principal estado produtor do país 1,65 milhão de empregos 1o. São Paulo 30% 2o. Santa Catarina 17% 3o. Minas Gerais 11% 4o. Paraná 9% 5o. Ceará 7% 6o. Rio de Janeiro 6% 7o. Rio Grande Sul 3% 8o. Rio Grande Norte 3% Outros 14% 6
    7. 7. RELEVÂNCIA DO SETOR TÊXTIL E DE CONFECÇÃO
    8. 8. Produção Mundial Produção Mundial de Têxteis (Ton.) Produção Mundial de Vestuário (Ton.) Têxteis Part. % Vestuário Part. % China 33.231.000 48,78 China 19.709.000 48,96 Índia 5.500.000 8,07 Índia 2.819.000 7,00 Estados Unidos 3.620.000 5,31 Paquistão 1.535.000 3,81 Paquistão 2.660.000 3,90 Brasil 1.169.000 2,90 Brasil 2.089.000 3,07 Turquia 1.070.000 2,66 Indonésia 1.853.000 2,72 Coréia do Sul 968.000 2,40 Taiwan 1.682.000 2,47 Itália 968.000 2,40 Coréia do Sul 1.327.000 1,95 México 951.000 2,36 Turquia 1.283.000 1,88 Malásia 651.000 1,62 Tailândia 874.000 1,28 Polônia 622.000 1,55 México 739.000 1,08 Taiwan 578.000 1,44 Itália 732.000 1,07 Romênia 518.000 1,29 Blangadesh 618.000 0,91 Tailândia 453.000 1,13 Rússia 475.000 0,70 Sri Lanka 450.000 1,12 Alemanha 466.000 0,68 Indonésia 445.000 1,11 Outros 10.979.000 16,12 Outros 32.906.000 81,74 Total 68.128.000 100,00 Total 40.258.000 100,00Fonte: IEMI 2011 com base em dados de 2009
    9. 9. CRESCIMENTO DO COMÉRCIO MUNDIAL DE TÊXTEIS Estima-se que em 2014, o comércio têxtil e de confecção no mundo alcance a cifra de US$ 856 Bilhões. O Brasil participa com 0,6% deste valor.Fonte: Werner Internacional 9
    10. 10. AUMENTO DO CONSUMO DE TÊXTEIS NO BRASIL O incremento da renda e estabilidade da economia nos permitem afirmar que nos próximos 5 anos deveremos ver o consumo no nosso País aumentar mais de 50%.Fonte: Relatório Setorial da Indústria Têxtil Brasileira 2009 – IEMI; 2014*: Projeção da Área dePlanejamento e Gestão da Cedro 10
    11. 11. CAPACIDADE DE GERAÇÃO DE EMPREGOS Segundo o BNDES, nenhum setor da Indústria de Transformação tem maior potencial de gerar empregos do que o Setor Têxtil e de Confecção.Fonte: BNDES 11
    12. 12. SETOR DE GRANDE CONCORRÊNCIA = ÂNCORA DA INFLAÇÃOFonte: IBGE/FIPE/Macrodados 12
    13. 13. GERADOR DE EMPREGOS A geração e distribuição de renda é a contribuição mais significativa do Setor Têxtil e de Confecção para a melhoria das condições de vida da população brasileiraFonte: Associação Brasileira da Industria Têxtil e de Confecção 13
    14. 14. SETOR TÊXTIL E DE CONFECÇÃVOCAÇÃO E PATRIMÔNIO NACIONAL A capacidade competitiva das 30 mil empresas dosetor e os empregos diretos e indiretos de mais de 8 milhões de famílias estão sob forte ameaça 14
    15. 15. CONJUNTURA ATUAL
    16. 16. Mercado Interno – Produção - Vendas no Varejo Brasil Base: Comparado ao ano anterior Jan-Fev 2008 2009 2010 2011 2012 -1,89% -6,38% 4,33% -14,88% -7,76% Têxteis 3,46% -7,86% 7,17% -4,4% -19,55%Vestuário 4,84% -2,72% 10,62% 3,58% -0,89% VarejoFonte: IBGE/ABIT
    17. 17. SALDO DE EMPREGOS: Saldo = Admissões - Demissões Jan-Mar Jan-Mar BRASIL 2008 2009 2010 2011 2011 2012 Ind. de 178.675 10.885 536.073 218.138 144.357 57.757 Transformação Têxtil e 22.009 11.844 63.165 -11.729 12.779 7.808 confecção Abr.10 a Mar.11 : 41.934 Abr.11 a Mar.12 : -16.719Fonte: MTE-CAGED 17
    18. 18. Investimentos 2008: US$ 1,47 bi* 2009: US$ 867 mi** 2010: US$ 2 bi 2011: US$ 2,4 bi Importação de BNDES Máquinas Máquinas Têxtil Confecção Cadeia de costura 2008 R$ 954 mi R$ 394 mi 2008 US$ 730 mi US$ 165 mi 2009 R$ 381 mi R$ 265 mi 2009 US$ 544 mi US$ 106 mi 2010 R$ 1.558,1 mi R$ 592,1 mi 2010 US$ 731 mi US$ 200 mi 2011 R$ 1.544,7 mi R$ 1.011,3 mi 2011 US$ 913 mi US$ 228 miNota: *câmbio médio de 2008 – R$ 1,83 / **câmbio médio de 2009 – R$ 1,99/câmbio médio de 2010- R$1,70 e2011: 1,67
    19. 19. COMERCIAL BRASILEIRA DO SETOR TÊXTIL E DE CONFECÇÃO (EXCLUÍDOS VALORES DE FIBRAS DE ALGODÃO) Milhões de US$ 10.000 2,93 3,00 7.670 8.000 2,43 6.171 2,50 6.000 2,18 4.968 1,95 1,99 3.776 3.460 4.000 2.881 1,76 1,75 1,80 2,00 1.671 1.768 2.041 1,84 2.000 1.260 1.476 1.766 1.854 1.724 1,50 1.206 1.443 1.422 1.450 0 292 411 (275) -2.000 1,00 (1.027) (2.052) (2.254) -4.000 0,50 (3.524) -6.000 (4.749) (6.220) -8.000 - 2004 2005 2006 2007 2008 2009 2010 2011 2012* Exportação Importação Saldo Taxa de câmbio**Fonte: ALICEWEB/MDIC * Projeção 19
    20. 20. CENÁRIO DE AMEAÇA EBARREIRAS À COMPETITIVIDADE
    21. 21. CRESCIMENTO DAS IMPORTAÇÕES DE VESTUÁRIO16 xA importação de vestuário, que mata toda a cadeia produtiva do SetorTêxtil e de Confecção, aumentou 16 vezes em menos de uma década.Fonte: MDIC/ALICEWEB * Projeção ABIT 21
    22. 22. Situação da Indústria O Problema > DesindustrializaçãoOcasionado > Primarização Importações Predatórias Exportações Práticas Desleais Guerra Fiscal Câmbio Perda de Competitividade de Comércio A redução do ICMS na importação já diminui a capacidade do país de gerar 771 mil empregos desde 2010. Cumulatividade Demais Câmbio Juros Carga Tributária Assimetrias E o PIB deixou de crescer R$ 18,9 bilhões.
    23. 23. A tarifa de energia elétrica para a indústria no Brasil é uma das mais caras do mundo Tarifa de energia elétrica para a indústria (US$/MWh) O Canadá é o pais que tem a matriz de energia mais semelhante à do Brasil, mas sua tarifa é 64% menorFonte: EIA – Energy Information Administration.Elaboração: DECOMTEC/FIESP 23
    24. 24. LIMITADORES DA COMPETITIVIDADE BRASILEIRA CRESCIMENTO DESORDENADO DAS IMPORTAÇÕES 24
    25. 25. MEDIDAS URGENTES
    26. 26. AGENDA PRIORITÁRIA DO SETOR TÊXTIL E DE CONFECÇÃO 26
    27. 27. PRECISAMOS DE 1,3 MILHÃO DE ASSINATURAS! 27
    28. 28. OBRIGADO

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