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Operação Urbana Porto Maravilha

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Operação Urbana Porto Maravilha.
Reurbanização e desenvolvimento socioeconômico.
Rio de Janeiro, 2013
A Lei Municipal nº 101/2009 criou a Operação Urbana Consorciada da Área de Especial Interesse Urbanístico da Região Portuária do Rio de Janeiro. Sua finalidade é promover a reestruturação local, por meio da ampliação, articulação e requalificação dos espaços públicos da região, visando à melhoria da qualidade de vida de seus atuais e futuros moradores e à sustentabilidade ambiental e socioeconômica da área. O projeto abrange uma área de 5 milhões de metros quadrados, que tem como limites as Avenidas Presidente Vargas, Rodrigues Alves, Rio Branco, e Francisco Bicalho.
Baixado de http://www.portomaravilha.com.br

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Operação Urbana Porto Maravilha

  1. 1. Operação Urbana Porto MaravilhaReurbanização e desenvolvimento socioeconômico Rio de Janeiro, 2013
  2. 2. RIO: MOMENTO ÚNICO 450 anos da cidade do Rio de Janeiro Rio + 202011 2012 2013 2014 2015 2016
  3. 3. LOCALIZAÇÃO Aeroporto Internacional Tom Jobim 11 km Oceano Atlântico 2 km Aeroporto Maracanã 5 km Santos Dumont 7 km 6 km Petrópolis Corcovado Pão de 8 km Açúcar Angra Búzios dos Reis CopacabanaParaty Rio de Janeiro
  4. 4. CARACTERÍSTICAS DA REGIÃO•Área total: ~5 milhões de m²•População: ~32 mil habitantes (2012)•IDH (índice de desenvolvimento humano): 0,775•PEA (população economicamente ativa): ~12 mil trabalhadores•Trabalhadores na região: ~30 mil•Pequenos e médios negócios: ~10 mil•Escolas de ensino fundamental / Creches: 7/5•Escolas de ensino médio: 2•Postos de Saúde/Hospitais: 3/1
  5. 5. ÁREA EM 1850 5
  6. 6. ÁREA ATUALMENTE 6 6
  7. 7. GRANDE RELEVÂNCIA HISTÓRICA Largo de São Francisco Da Prainha Armazém do Sal Rua da Prainha (Acre) 1817 Edifício “A Noite” Estação de Passageiros Arsenal da Marinha Praça Mauá Cais da Gamboa Palacete D. João VI 1930 Edifício Rio Branco 1Avenida Perimetral Polícia Federal Píer Mauá 2002
  8. 8. GRANDE RELEVÂNCIA HISTÓRICACais do Valongo Jardim do Valongo Igreja São Francisco Pedra do Sal da Prainha
  9. 9. ISOLAMENTO E DEGRADAÇÅOBaixa taxa de áreas verdes (2,5%) Lançamento de esgotos na redePontos crônicos de alagamento Patrimônio Arquitetônico degradador de drenagem, nos rios e no canalPontos de acumulo de lixo do mangue
  10. 10. PORTO MARAVILHA: QUEBRA DE PARADIGMASMudança do eixo de desenvolvimento imobiliário para o centro da cidade Mudança da visão de centro da cidade Melhorar a Aumentar o qualidade de Valorizar o Melhorar o número devida dos atuais Patrimônio meio ambiente moradores moradores
  11. 11. PORTO MARAVILHA: QUEBRA DE PARADIGMASA Operação UrbanaPorto Maravilhaarticula diversosinstrumentosjurídico-institucionais paraviabilizar atransformação daRegião Portuária doRio de Janeiro
  12. 12. CDURP: MISSÃO E PAPEL Missão Papel Gestora da Poder Agência de OperaçãoConcedente Desenvolvimento Urbana Indutora do Gestora da Presta contas à dinamismo Concessão (PPP) CVM econômico e social da região Articula Participa da aprovação dos Responsável pela Concessionária empreendimentos disponibilização de e demais órgãos em conjunto com a parte dos terrenos públicos SMU para o mercado
  13. 13. MODELAGEM INSTITUCIONAL E FINANCEIRA INÉDITAOperação Urbana Consorciada como instrumento de financiamentoFundo de Investimento Imobiliário para fazer relação com mercado Incentivos fiscais nos primeiros anos da Operação Urbana Empresa de Economia Mista para gestão da Operação Urbana Requalificação Urbana via Concessão Administrativa – PPP
  14. 14. MODELAGEM INSTITUCIONAL - FINANCEIRA
  15. 15. OPERAÇÃO URBANA PORTO MARAVILHA Mudança de uso e aumento do potencial construtivo dos terrenos; Cobrança de contribuição para o uso do novo potencial construtivo via Certificados de Potencial Adicional de Construção - CEPACs; $ arrecadado com IAT > 1 CEPAC para Obras com IAT ≤ e Serviços cobrança livre de urbanos de CEPAC cobrançaLegendaCEPAC – Certificado de PotencialAdicional de ConstruçãoIAT – Índice de Aproveitamento doTerreno (área do terreno que pode seredificada de acordo com a legislação)
  16. 16. MODELAGEM INSTITUCIONAL - FINANCEIRA Município RJ FGTS CEPACs R$ 3,5 BI Retorno do Imóveis Investimento CEPACs CEPACs Fundo de Imóveis Imóveis Mercado CDURP Investimento Imobiliário Demais despesas da Imobiliário Operação (R$ 400 MM) Ganhos com valorização Poder imobiliária Concedente Obrigações PPP Concessionária Contraprestação PPP(obras e serviços) Porto Novo (R$ 7,6 BI)
  17. 17. ESTRATÉGIARequalificação Desenvolvimento Urbana Imobiliário Desenvolvimento Socioeconômico
  18. 18. REQUALIFICAÇÃO URBANA Parceria Público-Privada (PPP) na modalidade de Concessão Administrativa para realização de Serviços e Obras: Experiência inovadora de gestão do espaço público; Prestação de diferentes serviços, o que exige diferentes especialidades; Responsabilidade sobre a qualidade, em função dos impactos sobre custos e remuneração sujeita ao desempenho; Concessionário financia as obras; Permite ao Município / CDURP obter ganhos com a valorização da região;
  19. 19. REQUALIFICAÇÃO URBANA E GANHOS AMBIENTAISInfraestrura urbanaUrbanizaçãoMobilidadeServiços urbanosReaproveitamento de materiaisRegistro e valorização da arqueologia urbana
  20. 20. SERVIÇOSConservação e Manutenção da infraestrutura viária,passeios, áreas verdes e praçasIluminação públicaServiços de limpeza urbana e Coleta de lixo domiciliarManutenção da rede de Drenagem e galerias universaisSuporte à rede de transporteInstalação e operação de bicicletáriosSinalização e manutenção de pontos históricos eCulturaisAtendimento ao cidadão
  21. 21. INFRAESTRUTURA
  22. 22. INFRAESTRUTURA66 km de redes de drenagem85 km de redes de esgotos120 km de redes de água
  23. 23. URBANIZAÇÃOPlantio de 15.000 árvores ~ 3 Km de vias para pedestres Execução de 650.000 m² de calçadas
  24. 24. MOBILIDADE – NOVO SISTEMA VIÁRIO
  25. 25. MOBILIDADE – NOVO SISTEMA VIÁRIO Construção de 4 Km de túneis Execução de 70 Km de viasTúnel da Saúde Via Binário do Porto
  26. 26. MOBILIDADE – NOVO SISTEMA VIÁRIO Implantação de 17 km de Ciclovias
  27. 27. MOBILIDADE – NOVO SISTEMA VIÁRIO Veículo Leve sobre Trilhos - VLT
  28. 28. OBRAS EM ANDAMENTO – fevereiro 2013 Alça de ligação com o Via B1 – R. Silv. Via Binário - R. Souza Museu do Viaduto do Gasômetro Montenegro e Túnel Saúde e Silva e Antonio Lage Amanhã Túnel da Saúde Via Binário 1º de Março Galpões da Gamboa Terminal provisório Via Binária - Praça Mauá 3 Túnel Morro 11 10 9 8 12 Via C3 da Providência 7 Via B1 13 5 4 19 18 6 14 17 2 24 23 15 Sede CDURP 1 R. Equador Escola do 22 Olhar 16 Cento Cultural 21 20 José Bonifácio Reserv. Morro doRua Gal Luiz M. Pinto Rua Mendonça Moraes Via D1
  29. 29. CRONOGRAMA DE OBRAS 2011 2012 2013 2014 2015 2016Binário doPortoTúnel da ViaExpressaDemolição daPerimetralNovainfraestruturaurbana e novosistema viárioUrbanizaçãodos morros
  30. 30. DESENVOLVIMENTO IMOBILIÁRIO Mercado do Rio em expansãoTaxa de ocupação de imóveis comerciais acima de 90%Empreendimentos residenciais no Centro e entorno vendidos em tempo recorde Déficit de pelo menos 8 mil quartos dehotel para atender a demanda da Copa e Olimpíadas
  31. 31. LUGAR DE OPORTUNIDADES Área sem CEPACs (APAC SAGAS Preservação) Área com CEPACs~3,8 milhões m² - cerca ~ 1,2 milhão m², sobre os quais de 1,5 mil imóveis foram acrescidos + 4 milhões m² passíveis de retrofit (maior parte pertencente (maioria privados) à Companhia Docas)
  32. 32. PATRIMÔNIO AUMENTA ATRATIVIDADEBens tombados como oportunidades de emprego e negócios
  33. 33. SETORES COM POTENCIAL ADICIONAL DE CONSTRUÇÃO Custo com Cepac Residencial Hotelaria < Comercial
  34. 34. DESENVOLVIMENTO IMOBILIÁRIO E SUSTENTABILIDADE Regras para novas edificações na Região Portuária:Parâmetros específicos de afastamentoe recuo / ventilação e iluminação naturalEconomia de consumo ereaproveitamento de águaEconomia e /ou geração local deenergias limpas / telhados verdesUso de materiais com certificaçãoambientalFacilitação de acesso e uso de bicicletas
  35. 35. MAIS DE 70 PROJETOS EM ANÁLISE OU APROVADOS Fevereiro 2013 JPL Porto Atlântico Estácio de SáPorto Olímpico
  36. 36. DESENVOLVIMENTO E INCLUSÃO SOCIOPRODUTIVA Estratégia para inclusão social e produtivaTomar o processo de transformação em curso para promover a valorização do patrimônio e a inclusão sócio produtiva dos atuais moradores e dospequenos e micro empresários da região em particular e para a população em geralEstabelecer parcerias para:Mapear oportunidadesQualificar trabalhadores, pequeno e micro empresários para as novas epotenciais oportunidades de emprego e negóciosIncentivar recuperação do patrimônio imobiliário na área preservadaViabilizar políticas e instrumentos de incentivo
  37. 37. DESENVOLVIMENTO SOCIOECONÔMICO Melhorias Habitacionais em parceria com SMH  Reassentamento de famílias afetadas na própria região ou entorno  Incentivo para recuperação e produção de moradias Geração de Emprego em parceira com SMTE e empresas  Prioridade para mão de obra da região (15% dos trabalhadores da Porto Novo são da região) Capacitação e Requalificação Profissional  Implantação de cursos de qualificação profissional tendo em conta as tendências atuais e futuras da economia da região
  38. 38. DESENVOLVIMENTO SOCIOECONÔMICO Fortalecimento dos pequenos e micro empresários da região em parceria com Sebrae  Rodadas de negócios entre grandes e pequenas empresas  Análise das tendências de evolução da economia da região  Apoio técnico aos empreendedores  Focos: gênero, etnia, cultura e industria criativa Participação e Educação para a Cidadania  Canais de diálogo com a população para adequação das intervenções e mitigação dos impactos Produção e Difusão de Conhecimento  Apoio a pesquisa em Parceria com Universidades
  39. 39. DESENVOLVIMENTO SOCIOECONÔMICO Valorização do Patrimônio Material e Imaterial como potenciais geradores de emprego e renda Galpões da Gamboa Restauro e qualificação de bens tombados e preservados  Jardim Suspenso do Valongo  Galpões da Marítima, na Gamboa  CC José Bonifácio  Igreja de São Francisco da Prainha Centro Cultural José Bonifácio  Palacete D. João VI (Museu de Arte do Rio)
  40. 40. DESENVOLVIMENTO SOCIOECONÔMICO Criação de circuitos históricos e culturais  Herança Africana  Igrejas  Arquitetura Cais do Valongo  Arqueologia Urbana Apoio a iniciativas de grupos e organizações culturais Projetos especiais  Museu do Amanhã Museu do Amanhã
  41. 41. ESPAÇO URBANO INTEGRADO E INCLUSIVOCentro como opção de moradia e referência de espaço urbano saudável
  42. 42. ESPAÇO URBANO INTEGRADO E INCLUSIVOAumento da área verde de 2,5 para 10% da regiãoRedução da poluição das águas, sonora e do arPrioridade para para pedestres, ciclistas e transporte público nãopoluenteValorização do Patrimônio material e imaterialIntegração dos atuais moradores na nova economiaAumento da população e das oportunidades de negócios
  43. 43. CÍRCULO VIRTUOSO Melhoria Melhores condições constante da urbanísticas,qualidade de vida ambientais e sociais DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL Maior volume Maior interesse de recursos dos investidores arrecadados
  44. 44. TRANSFORMAR É PRECISO! www.portomaravilha.com.br@portomaravilha.com cdurp@cdurp.com.brfacebook.com/portomaravilha blogportomaravilha.com

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