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ATécnicas de Avaliação deInterfaces Material baseado em: ROCHA, H. V.; BARANAUSKAS, M.C. , Design e Avaliação de Interface...
Introdução • A avaliação NÃO deve ser vista como:    • uma fase única dentro do processo de design    • como sendo uma ati...
Introdução • O domínio do plano de avaliação pode estar entre:    • Um ambicioso teste de 2 anos, com múltiplas fases, de ...
Objetivos da Avaliação • Muitas questões poderiam ser objetivo de uma   avaliação    • O setor de marketing poderia estar ...
Objetivos da Avaliação • Avaliar a funcionalidade do sistema • Medir o impacto do design junto ao usuário, ou seja avaliar...
Tipos de Avaliação • Inspeção de Usabilidade    • Não envolve usuários;    • Pode ser usada em qualquer fase do desenvolvi...
Inspeção de Usabilidade • Conjunto de métodos aplicado por avaliadores que   inspecionam aspectos relacionados à usabilida...
Inspeção de Usabilidade • Métodos de inspeção de usabilidade são geralmente   melhores na detecção de problemas do que na ...
Inspeção de Usabilidade • O uso efetivo de uma lista de problemas de usabilidade irá   requerer que esses problemas sejam ...
Objetivos da Inspeção • Visa encontrar problemas de usabilidade; • Realizar a inspeção durante todas as fases de design (d...
Métodos de Inspeção • Os métodos de inspeção de usabilidade não exigem muito   esforço de quem pretende usá-los; • A maior...
Métodos de Inspeção • Dentre os métodos de inspeção existentes pode-se destacar:    • Avaliação Heurística    • Inspeção d...
Métodos de Inspeção • Avaliação Heurística    • A inspeção da interface é realizada tendo como base uma lista de      heur...
Métodos de Inspeção • Inspeção de consistência    • O avaliador verifica a consistência dentro de uma família de      inte...
Métodos de Inspeção • Percurso cognitivo    • O avaliador simula o usuário “caminhando” na interface para      executar ta...
Métodos de Inspeção • Percurso cognitivo e avaliação heurística são os precursores   dos métodos de inspeção de usabilidad...
Avaliação Heurística • Desenvolvido por Nielsen e Molich em 1993. • Inspeção sistemática da interface baseada nas   heurís...
Avaliação Heurística • É difícil de ser feita por um único avaliador, pois uma única   pessoa nunca é capaz de encontrar t...
Avaliação Heurística • A avaliação heurística é feita em um primeiro momento   individualmente • Durante a sessão de avali...
Avaliação Heurística • Depois dessa etapa inicial, as listas de problemas dos   avaliadores são consolidadas em uma só • A...
Avaliação Heurística • Mas o avaliador não pode dizer simplesmente que    • Não gosta de um determinado aspecto, tem que j...
Heurísticas de Usabilidade • Heurísticas de Usabilidade (Nielsen, 1993)   1. Visibilidade do status do sistema   2. Compat...
Heurísticas de Usabilidade   1. Visibilidade do status do sistema    • O sistema precisa manter os usuários informados sob...
Heurísticas de Usabilidade1. Visibilidade do status do sistema             Bom                       Ruim                 ...
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2. Compatibilidade do sistema com o mundo real                                                 26 Fonte: Provedor zaz (1999)
Heurísticas de Usabilidade   3. Controle do usuário e liberdade    • Usuários freqüentemente escolhem, por engano, funções...
Heurísticas de Usabilidade   4. Consistência e padrões    • Usuários não precisam adivinhar que diferentes palavras,      ...
Avaliação HeurísticaHeurísticas de Usabilidade   5. Prevenção de erros    • Melhor que uma boa mensagem de erro é um desig...
Heurísticas de Usabilidade   6. Reconhecimento ao invés de relembrança    • Tornar objetos, ações e opções visíveis    • O...
Heurísticas de Usabilidade                             31
Heurísticas de Usabilidade   7. Flexibilidade e eficiência de uso    • Usuários novatos devem se tornar peritos com o uso ...
Heurísticas de Usabilidade                                                 2. Flexibilidade e                             ...
Heurísticas de Usabilidade   8. Estética e design minimalista    • Diálogos não devem conter informação irrelevante ou rar...
Heurísticas de Usabilidade               8. Estética e Design minimalista;  www.altavista.com (março,2000)                ...
Heurísticas de Usabilidade   9. Ajudar os usuários a reconhecer, diagnosticar e corrigir   erros    • Mensagens de erro de...
Heurísticas de UsabilidadeTentativa de excluir um arquivoque está em uso.Não há usuário que não seconfunda: o que tem a ve...
Heurísticas de Usabilidade   10. Help e documentação    • Embora seja melhor um sistema que possa ser usado sem      docum...
Avaliação Heurística • Com esses exemplos pode-se perceber que o diagnóstico de   um problema associado com as heurísticas...
Avaliação Heurística • Uma possibilidade para estender o método de avaliação   heurística, de forma a prover efetivas solu...
Avaliação Heurística • Avaliação heurística tem se mostrado um bom método para   determinar tanto problemas graves como pr...
Avaliação Heurística • Outro ponto que fortalece a existência dessa reunião é que   nela podem ser levantados os aspectos ...
Avaliação Heurística • Os principais componentes de uma avaliação heurística podem   ser resumidos da seguinte forma:    •...
Graus de Severidade • Combinação de 3 fatores    • frequência        • Comum ou raro?    • impacto        • Fácil ou difíc...
Graus de Severidade • A severidade dos problemas de usabilidade pode ser definida   através da seguinte escala (adaptado d...
Como conduzir? • Recomendação: 3 a 5 avaliadores (individualmente) • Duração de uma sessão de avaliação - ~2horas • Durant...
Resultados da Avaliação • Lista de problemas de usabilidade da interface com referência   aos princípios de usabilidade qu...
Conclusões • A utilização da avaliação heurística    • Não somente melhora a interface sob análise    • Também beneficia f...
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Aula 9. Técnicas de avaliação de interface

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Aula 9. Técnicas de avaliação de interface

  1. 1. ATécnicas de Avaliação deInterfaces Material baseado em: ROCHA, H. V.; BARANAUSKAS, M.C. , Design e Avaliação de Interfaces Humano-Computador. Campinas: NIED/ UNICAMP, 2003 1
  2. 2. Introdução • A avaliação NÃO deve ser vista como: • uma fase única dentro do processo de design • como sendo uma atividade a ser feita somente no final do projeto. • A avaliação deve ocorrer durante o ciclo de vida do design e seus resultados utilizados para melhorias gradativas na Interface 2MC71404-Interface Humano-Máquina : Prof. Dra. Sílvia Dotta
  3. 3. Introdução • O domínio do plano de avaliação pode estar entre: • Um ambicioso teste de 2 anos, com múltiplas fases, de um sistema de controle de tráfego aéreo ou, • Um discreto teste de 3 dias com 6 usuários de um sistema interno de contabilidade 3MC71404-Interface Humano-Máquina : Prof. Dra. Sílvia Dotta
  4. 4. Objetivos da Avaliação • Muitas questões poderiam ser objetivo de uma avaliação • O setor de marketing poderia estar interessado em saber como o produto de sua empresa se compara com produtos de outros competidores do mercado; • Um exemplo seria se a funcionalidade e a aceitação do produto é melhor, ou pelo menos igual, à do principal competidor; • Produtos também podem ser avaliados no sentido de verificar se estão de acordo com padrões específicos, como as normas ISO 9241 por exemplo (www.iso.org). • São necessárias para responder dúvidas durante o processo de design 4MC71404-Interface Humano-Máquina : Prof. Dra. Sílvia Dotta
  5. 5. Objetivos da Avaliação • Avaliar a funcionalidade do sistema • Medir o impacto do design junto ao usuário, ou seja avaliar sua usabilidade • Identificar problemas específicos com o design 5MC71404-Interface Humano-Máquina : Prof. Dra. Sílvia Dotta
  6. 6. Tipos de Avaliação • Inspeção de Usabilidade • Não envolve usuários; • Pode ser usada em qualquer fase do desenvolvimento de um sistema (implementado ou não); • Teste de Usabilidade • Métodos de avaliação centrados no usuário; • Para usar esse método é necessária a existência de uma implementação real do sistema em algum formato que pode ser desde uma simulação da capacidade interativa do sistema, sem nenhuma funcionalidade, um protótipo básico implementado, ou até a implementação completa; 6MC71404-Interface Humano-Máquina : Prof. Dra. Sílvia Dotta
  7. 7. Inspeção de Usabilidade • Conjunto de métodos aplicado por avaliadores que inspecionam aspectos relacionados à usabilidade de uma interface; • Os avaliadores podem ser: • Especialistas em usabilidade; • Consultores de desenvolvimento de software; • Especialistas em um determinado padrão de interface, etc. 7MC71404-Interface Humano-Máquina : Prof. Dra. Sílvia Dotta
  8. 8. Inspeção de Usabilidade • Métodos de inspeção de usabilidade são geralmente melhores na detecção de problemas do que na direção de como melhorar a interface; • Relatórios gerados a partir dos métodos contêm sugestões para redesign; • Em muitos casos, conhecendo sobre o problema de usabilidade, é clara a maneira de corrigí-lo; • Inspeções de usabilidade são feitas em um estágio onde a interface está sendo gerada e a sua usabilidade necessita ser avaliada; 8MC71404-Interface Humano-Máquina : Prof. Dra. Sílvia Dotta
  9. 9. Inspeção de Usabilidade • O uso efetivo de uma lista de problemas de usabilidade irá requerer que esses problemas sejam priorizados com relação à gravidade de cada problema; • Prioridades são necessárias para não se dispender esforços desproporcionais corrigindo problemas que não irão alterar em muito a interação do usuário com a interface; 9MC71404-Interface Humano-Máquina : Prof. Dra. Sílvia Dotta
  10. 10. Objetivos da Inspeção • Visa encontrar problemas de usabilidade; • Realizar a inspeção durante todas as fases de design (de início ao fim); • Fazer recomendações no sentido de eliminar os problemas e melhorar a usabilidade; • Gerar um relatório formal dos problemas identificados com recomendações para mudanças. 10MC71404-Interface Humano-Máquina : Prof. Dra. Sílvia Dotta
  11. 11. Métodos de Inspeção • Os métodos de inspeção de usabilidade não exigem muito esforço de quem pretende usá-los; • A maioria dos métodos de inspeção terão efeito significativo na interface final somente se forem usados durante o ciclo de vida do projeto; 11MC71404-Interface Humano-Máquina : Prof. Dra. Sílvia Dotta
  12. 12. Métodos de Inspeção • Dentre os métodos de inspeção existentes pode-se destacar: • Avaliação Heurística • Inspeção de Consistência • Percurso Cognitivo 12MC71404-Interface Humano-Máquina : Prof. Dra. Sílvia Dotta
  13. 13. Métodos de Inspeção • Avaliação Heurística • A inspeção da interface é realizada tendo como base uma lista de heurísticas de usabilidade (esse método será detalhado posteriormente) 13MC71404-Interface Humano-Máquina : Prof. Dra. Sílvia Dotta
  14. 14. Métodos de Inspeção • Inspeção de consistência • O avaliador verifica a consistência dentro de uma família de interfaces, quanto à terminologia, cores, layout, formatos de entrada e saída, dentro da interface 14MC71404-Interface Humano-Máquina : Prof. Dra. Sílvia Dotta
  15. 15. Métodos de Inspeção • Percurso cognitivo • O avaliador simula o usuário “caminhando” na interface para executar tarefas típicas • Tarefas mais freqüentes são o ponto inicial de análise, mas tarefas críticas, tais como recuperação de erro, também são percorridas • Esse método foi desenvolvido para interfaces que podem ser aprendidas de forma exploratória, mas também são úteis em interfaces que exigem muito treinamento 15MC71404-Interface Humano-Máquina : Prof. Dra. Sílvia Dotta
  16. 16. Métodos de Inspeção • Percurso cognitivo e avaliação heurística são os precursores dos métodos de inspeção de usabilidade e geralmente não exigem uma grande experiência ou longo treinamento para que possam ser utilizados 16MC71404-Interface Humano-Máquina : Prof. Dra. Sílvia Dotta
  17. 17. Avaliação Heurística • Desenvolvido por Nielsen e Molich em 1993. • Inspeção sistemática da interface baseada nas heurísticas de usabilidade realizada por avaliadores (3 a 5 avaliadores); • 10 heurísticas de avaliação; • O Resultado da avaliação é uma lista de problemas de usabilidade, com os princípios violados e a gravidade de cada problema; • Pode ser utilizado em qualquer etapa do desenvolvimento, mesmo com protótipo em papel. 17MC71404-Interface Humano-Máquina : Prof. Dra. Sílvia Dotta
  18. 18. Avaliação Heurística • É difícil de ser feita por um único avaliador, pois uma única pessoa nunca é capaz de encontrar todos os problemas de usabilidade de uma interface • A experiência tem mostrado que diferentes pessoas encontram diferentes problemas, e portanto, se melhora significativamente os resultados da avaliação heurística 18MC71404-Interface Humano-Máquina : Prof. Dra. Sílvia Dotta
  19. 19. Avaliação Heurística • A avaliação heurística é feita em um primeiro momento individualmente • Durante a sessão de avaliação, cada avaliador percorre a interface diversas vezes inspecionando os diferentes componentes do diálogo e ao detectar problemas os relata associando-os com as heurísticas de usabilidade que foram violadas 19MC71404-Interface Humano-Máquina : Prof. Dra. Sílvia Dotta
  20. 20. Avaliação Heurística • Depois dessa etapa inicial, as listas de problemas dos avaliadores são consolidadas em uma só • Assim, o resultado de uma avaliação heurística é uma lista de problemas de usabilidade da interface com referências aos princípios de usabilidade que foram violados 20MC71404-Interface Humano-Máquina : Prof. Dra. Sílvia Dotta
  21. 21. Avaliação Heurística • Mas o avaliador não pode dizer simplesmente que • Não gosta de um determinado aspecto, tem que justificar com base nas heurísticas; • Também tem que ser o mais específico possível e listar cada problema encontrado separadamente 21MC71404-Interface Humano-Máquina : Prof. Dra. Sílvia Dotta
  22. 22. Heurísticas de Usabilidade • Heurísticas de Usabilidade (Nielsen, 1993) 1. Visibilidade do status do sistema 2. Compatibilidade do sistema com o mundo real 3. Controle do usuário e liberdade 4. Consistência e padrões 5. Prevenção de erros 6. Reconhecimento ao invés de relembrança 7. Flexibilidade e eficiência de uso 8. Estética e design minimalista 9. Ajudar os usuários a reconhecer, diagnosticar e corrigir erros 10. Help e documentação 22MC71404-Interface Humano-Máquina : Prof. Dra. Sílvia Dotta
  23. 23. Heurísticas de Usabilidade 1. Visibilidade do status do sistema • O sistema precisa manter os usuários informados sobre o que está acontecendo, fornecendo um feedback adequado dentro de um tempo razoável 23MC71404-Interface Humano-Máquina : Prof. Dra. Sílvia Dotta
  24. 24. Heurísticas de Usabilidade1. Visibilidade do status do sistema Bom Ruim 24 Barbosa e Silva 2010
  25. 25. Heurísticas de Usabilidade 2. Compatibilidade do sistema com o mundo real • O sistema precisa falar a linguagem do usuário, com palavras, frases e conceitos familiares ao usuário, ao invés de termos orientados ao sistema 25MC71404-Interface Humano-Máquina : Prof. Dra. Sílvia Dotta
  26. 26. 2. Compatibilidade do sistema com o mundo real 26 Fonte: Provedor zaz (1999)
  27. 27. Heurísticas de Usabilidade 3. Controle do usuário e liberdade • Usuários freqüentemente escolhem, por engano, funções do sistema e precisam ter claras saídas de emergência para sair do estado indesejado sem ter que percorrer um extenso diálogo 27MC71404-Interface Humano-Máquina : Prof. Dra. Sílvia Dotta
  28. 28. Heurísticas de Usabilidade 4. Consistência e padrões • Usuários não precisam adivinhar que diferentes palavras, situações ou ações significam a mesma coisa 28MC71404-Interface Humano-Máquina : Prof. Dra. Sílvia Dotta
  29. 29. Avaliação HeurísticaHeurísticas de Usabilidade 5. Prevenção de erros • Melhor que uma boa mensagem de erro é um design cuidadoso o qual previne o erro antes dele acontecer 29MC71404-Interface Humano-Máquina : Prof. Dra. Sílvia Dotta
  30. 30. Heurísticas de Usabilidade 6. Reconhecimento ao invés de relembrança • Tornar objetos, ações e opções visíveis • O usuário não deve ter que lembrar informação de uma para outra parte do diálogo • Instruções para uso do sistema devem estar visíveis e facilmente recuperáveis quando necessário 30MC71404-Interface Humano-Máquina : Prof. Dra. Sílvia Dotta
  31. 31. Heurísticas de Usabilidade 31
  32. 32. Heurísticas de Usabilidade 7. Flexibilidade e eficiência de uso • Usuários novatos devem se tornar peritos com o uso • Prover aceleradores de forma a aumentar a velocidade da interação • Permitir a usuários experientes “cortar caminho” em ações freqüentes 32MC71404-Interface Humano-Máquina : Prof. Dra. Sílvia Dotta
  33. 33. Heurísticas de Usabilidade 2. Flexibilidade e eficiência de uso Visualização do documento no browser. Muito utilizado por desenvolvedores. 33 Netscape Versão 4.7MC71404-Interface Humano-Máquina : Prof. Dra. Sílvia Dotta
  34. 34. Heurísticas de Usabilidade 8. Estética e design minimalista • Diálogos não devem conter informação irrelevante ou raramente necessária • Qualquer unidade de informação, fora o diálogo, irá competir com unidades relevantes de informação e diminuir sua visibilidade relativa 34MC71404-Interface Humano-Máquina : Prof. Dra. Sílvia Dotta
  35. 35. Heurísticas de Usabilidade 8. Estética e Design minimalista; www.altavista.com (março,2000) 35Redundância de links para a função busca. Todos conduzem ao mesmoresultado. MC71404-Interface Humano-Máquina : Prof. Dra. Sílvia Dotta
  36. 36. Heurísticas de Usabilidade 9. Ajudar os usuários a reconhecer, diagnosticar e corrigir erros • Mensagens de erro devem ser expressas em linguagem clara (sem códigos) indicando precisamente o problema e construtivamente sugerindo uma solução 36MC71404-Interface Humano-Máquina : Prof. Dra. Sílvia Dotta
  37. 37. Heurísticas de UsabilidadeTentativa de excluir um arquivoque está em uso.Não há usuário que não seconfunda: o que tem a ver discocheio com excluir um Arquivo!9. Ajudar os usuários a reconhecer, diagnosticar e corrigir erros 37 Barbosa e Silva 2010
  38. 38. Heurísticas de Usabilidade 10. Help e documentação • Embora seja melhor um sistema que possa ser usado sem documentação, é necessário prover help e documentação • Essas informações devem ser fáceis de encontrar, focalizadas na tarefa do usuário e não muito extensas 38MC71404-Interface Humano-Máquina : Prof. Dra. Sílvia Dotta
  39. 39. Avaliação Heurística • Com esses exemplos pode-se perceber que o diagnóstico de um problema associado com as heurísticas que foram consideradas fonte do problema, efetivamente, traz possibilidades concretas de redesign, apesar desse não ser o objetivo da avaliação 39MC71404-Interface Humano-Máquina : Prof. Dra. Sílvia Dotta
  40. 40. Avaliação Heurística • Uma possibilidade para estender o método de avaliação heurística, de forma a prover efetivas soluções de redesign, é fazer uma sessão de discussão final envolvendo a equipe de avaliadores e representantes da equipe de desenvolvimento 40MC71404-Interface Humano-Máquina : Prof. Dra. Sílvia Dotta
  41. 41. Avaliação Heurística • Avaliação heurística tem se mostrado um bom método para determinar tanto problemas graves como problemas menores de usabilidade 41MC71404-Interface Humano-Máquina : Prof. Dra. Sílvia Dotta
  42. 42. Avaliação Heurística • Outro ponto que fortalece a existência dessa reunião é que nela podem ser levantados os aspectos positivos do design, pois a avaliação heurística não trata desse importante aspecto 42MC71404-Interface Humano-Máquina : Prof. Dra. Sílvia Dotta
  43. 43. Avaliação Heurística • Os principais componentes de uma avaliação heurística podem ser resumidos da seguinte forma: • Os avaliadores devem percorrer a interface pelo menos duas vezes • Na primeira focalizar no fluxo e na segunda nas componentes individuais do diálogo • Inspecionar a interface com base na lista de princípios de usabilidade - justificar e detalhar ao máximo todos os problemas detectados • Combinar os problemas encontrados por 3 a 5 avaliadores e fazer com que trabalhem individualmente (sem que um influencie o outro) • Reunião Final de discussão • Coletar graus de severidade 43MC71404-Interface Humano-Máquina : Prof. Dra. Sílvia Dotta
  44. 44. Graus de Severidade • Combinação de 3 fatores • frequência • Comum ou raro? • impacto • Fácil ou difícil para o usuário superá-lo? • persistência • Problema de uma única vez que o usuário pode superar desde que saiba que ele existe ou os usuários serão repetidamente incomodados por ele? • Impacto do problema no mercado • Popularidade do produto 44MC71404-Interface Humano-Máquina : Prof. Dra. Sílvia Dotta
  45. 45. Graus de Severidade • A severidade dos problemas de usabilidade pode ser definida através da seguinte escala (adaptado de Nielsen, 1994): 1. eu não concordo que isso é um problema de usabilidade; 2. é um problema cosmético somente – precisa ser corrigido somente se sobrar algum tempo no projeto; 3. problema de usabilidade menor – corrigi-lo deve ter prioridade baixa; 4. problema de usabilidade grave – importante corrigi-lo, deve ser dada alta prioridade; 5. catástrofe de usabilidade – a sua correção é imperativa antes de o produto ser liberado. 45MC71404-Interface Humano-Máquina : Prof. Dra. Sílvia Dotta
  46. 46. Como conduzir? • Recomendação: 3 a 5 avaliadores (individualmente) • Duração de uma sessão de avaliação - ~2horas • Durante a sessão de avaliação o avaliador percorre a interface diversas vezes inspecionando os diferentes componentes do diálogo e comparando-as com a lista de princípios de usabilidade (heurísticas) • O avaliador decide como conduzir a avaliação • Percorrer a interface pelo menos duas vezes 46MC71404-Interface Humano-Máquina : Prof. Dra. Sílvia Dotta
  47. 47. Resultados da Avaliação • Lista de problemas de usabilidade da interface com referência aos princípios de usabilidade que foram violados • Avaliação heurística não objetiva prover meios de corrigir os problemas em um redesign e não levanta os aspectos positivos do design 47MC71404-Interface Humano-Máquina : Prof. Dra. Sílvia Dotta
  48. 48. Conclusões • A utilização da avaliação heurística • Não somente melhora a interface sob análise • Também beneficia futuros projetos, o que é um efeito colateral da inspeção que se julga extremamente importante! • Observar e analisar as características de design do ambiente cotidiano é um modo de desenvolver uma sensibilidade ao mundo desenhado em que vivemos e trabalhamos 48MC71404-Interface Humano-Máquina : Prof. Dra. Sílvia Dotta

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