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Sistema Integrado de Transporte de Goiânia - Brasil - José Carlos Xavier - noviembre de 2012 - CMTC - Goiânia

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Sistema Integrado de Transporte de Goiânia - Brasil - José Carlos Xavier - noviembre de 2012 - CMTC - Goiânia

  1. 1. Eixo Eixo Corredores Anhanguera Norte-SulPreferenciais
  2. 2. • Capital do Estado de Goiás• 200km a Sudoeste de Brasília • Fundada em 1933 • 1,4 milhões de habitantes • Mais de 30 parques
  3. 3. Em Goiânia há uma única rede de serviços que  Inhumas atende a todos os deslocamentos por modo Nova Veneza público coletivo. Não há o conceito de serviços Brazabrantes Nerópolis Terezópolis municipais e intermunicipais. de Goiás Caturaí Santo Antônio de Goiás Goianira Goianápolis Leopoldo Essa rede unificada é denominada Sta Bárbara de Bulhões Bonfinópolis Rede Metropolitana de Transportes Coletivos de Goiás Trindade Goiânia RMTC. Senador Canedo Caldazinha Abadia Está instituída pela Lei Complementar do Estado Campestre de Goiás de Goiás Aparecida de Goiânia de Goiás de n° 34, de 03/10/2001. Guapó Bela Vista de Goiás Aragoiânia Hidrolândia Varjão A RMTC atende a:18 municípios, dos quais 13 pertencem a RMG e 5 Legenda Goiânia à Região de Desenvolvimento Integrado RMG RDIG
  4. 4. “Falar sobre o transportecoletivo em Goiânia é falarsobre o transporte coletivo detoda a região atendida pelaRMTC.”
  5. 5. Reunidas e RA Cootego e RA Metrobus • Contratos de concessão firmados em 2008 / 11 • Prazo de 20 anos • 5 Operadoras: 1 Pública e 4 Privadas HP e RA
  6. 6. A natureza dos problemas que se quer resolver: Cada vez menos a população usa o transporte coletivo na RMG, em especial em Goiânia Evolução dos passageiros transportados 300,0 Milhões 280,0 260,0 CrisePassageiros transportados sem os isentos 240,0 alternativo Período recente 220,0 200,0 180,0 160,0 140,0 120,0 100,0 80,0 60,0 40,0 20,0 ,0 1999 2001 2003 1977 1978 1979 1980 1981 1982 1983 1984 1985 1986 1987 1988 1989 1990 1991 1992 1993 1994 1995 1996 1997 1998 2000 2002 2004 2005 2006 2007 2008 2009 2010
  7. 7. A natureza dos problemas que se quer resolver:Ano População Taxa anual Passageiros Transportados Taxa anual Viagem / hab./ dia Taxa anual1980 887.613 162.980.175 0,511991 1.272.963 3,33% 267.081.189 4,59% 0,58 1,22%2000 1.695.070 3,23% 220.173.163 -2,12% 0,36 -5,19%2010 2.120.124 2,26% 205.201.160 -0,70% 0,27 -2,90% 300 Número Índice (1980 = 100) 250 Em 30 anos, a 200 população cresceu 139% contra um 150 crescimento de 26% 100 dos passageiros 50 0 1980 1991 2000 2010 População Passageiros Transportados Viagem/hab./dia
  8. 8. A natureza dos problemas que se quer resolver:Cada vez mais a frota de veículos motorizados de Goiâniauso individual aumenta em razão do crescimento 1200000,0econômico e das facilidades para a aquisição de 1000000,0automóveis e motocicletas. 800000,0 600000,0 Automóveis + 61% 400000,0 Motocicletas + 120% 200000,0 Veículos Motorizados + 75% ,0 ago-01ago-02 ago-03 ago-04 ago-05ago-06ago-07 ago-08 ago-09 ago-10 População + 19% Soma de TOTAL Soma de AUTOMOVEL Soma de MOTOCICLETA 1,4000 Em 2000: 3,75 hab./automóveis Milhões 1,2000 1,000 Em 2010: 2,78 hab./automóveis ,8000 ,6000 ,4000 35% de crescimento na motorização ,2000 ,000 2010 2000 População Autos e Motos
  9. 9. A natureza dos problemas que se quer resolver: R.M. Goiânia 1200000,0 1000000,0 800000,0 Automóveis + 79% Motocicletas + 170% 600000,0 Veículos Motorizados + 101% 400000,0 População + 25% 200000,0 ,0 ago-01 ago-02 ago-03 ago-04 ago-05 ago-06 ago-07 ago-08 ago-09 ago-10 Soma de TOTAL Soma de AUTOMOVEL Soma de MOTOCICLETA Em 2000: 5,24 hab./automóveis 2,5000 Milhões Em 2010: 3,66 hab./automóveis 2,000 43% de crescimento na motorização 1,5000 1,000 ,5000 ,000 2010 2000 População Autos e Motos
  10. 10. O que se quer dos projetos:• Prioriade da circulação do serviço de transporte coletivo no sistema viário • Redução dos tempos de viagem, maior regularidade e economia para a prestação do serviço.• Estruturação dos eixos e corredores de transporte adequados à demanda projetada • Projeção de uma imagem para afirmação do transporte coletivo como modo preferencial de deslocamento motorizado na região.• Configuração de uma rede de corredores estruturados de transporte coletivo independente dasolução funcional e tecnológica• Adequada integração entre as soluções adotadas, formando um conjunto harmônico de intervenções.
  11. 11. 3 Problemas,3 Escalas diferentes, 3 Projetos. BRT Norte – Sul 22 km (R$ 285 milhões) $ VLT Anhanguera $ 13,6 km $ (R$ 1,3 bilhão) Corredores Preferenciais 102 km $ (R$ 250 milhões)
  12. 12. • Promove a ligação entre o Terminal Cruzeiro e o Terminal Recanto do Bosque, localizados nas regiões Sudoeste e Noroeste de Goiânia, com extensão total de 21,80 km;• A concepção geométrica do Eixo contempla uma via exclusiva para o transporte coletivo de passageiros segregada fisicamente do sistema viário local; •R$ 285 mi – Prefeitura de Goiânia / Governo Federal •Projeto Básico Pronto •Audiência Pública Realizada •Edital em Processo de Revisão •Assinatura de Convênios com o Ministério das Cidades e CAIXA em setembro / 2012 •Licitação
  13. 13. Padre Pelágio Pq. Novo Mundo Capuava Vila Bandeirantes José Hermno Praça da Bíblia Anicuns Universitária DERGO Campinas Lago das Rosas Jockey Clube Praça A Palmito Rua 20 677 m Goiás HGG 1.281m 640 m 1.177m 656m 837m 1.063m 609m 1.074m 952m 766m 889m 679m 739m 545m 694m PPP – R$ 715mi públicos e R$ 585mi Privados Extensão: 13,2 km Solução de segregação mista PMI – Projeto Funcional Estações: 16 com trechos em elevado Revisão pelo Governo de Goiás em Processo Terminais: 5 e trechos em superfície GT Prefeitura de Goiânia
  14. 14. Corredor Universitário 3km R$ 6 mi Prefeitura de Goiânia 22 de junho de 2012
  15. 15. o Princípios – Artigo 5º o Acessibilidade universal o Desenvolvimento sustentável das cidades o Equidade no uso do espaço público de circulação o Participação e controle social o Justa distribuição dos benefícios e ônus decorrentes dos meios de transporte o Eficiência e eficácia na prestação dos serviços de transporte urbano
  16. 16. o Estabelecer diretrizes e instrumentos para que os municípios possam executar uma política de mobilidade urbana que promova o acesso universal à cidade e contribua para o desenvolvimento urbano sustentável o Modernizar o marco regulatório dos serviços de transportes públicos o Defender os interesses dos usuários dos serviços de transporte coletivo o Consolidar a gestão democrática das políticas públicas o Estabelecer as bases para uma agenda federativa compartilhada
  17. 17. o Exigência de que todos os municípios com população superior a 20 mil habitantes elaborem seus planos de mobilidade urbana, instrumento de efetivação da política – Artigos 22 e 24 o O Estatuto da Cidade definia a elaboração desse plano como obrigatória apenas para os municípios com população superior a 500 mil habitantes o Os municípios terão um prazo de até 3 anos – contados a partir da promulgação da Lei – para elaborarem os seus planos, sob pena de não receberem recursos orçamentários federais destinados à Mobilidade Urbana o Com a nova Lei, o número de municípios a terem um plano de mobilidade passa de 38 para 1.663
  18. 18. o Atribuições da União – Artigo 16 o Assistência técnica e financeira aos municípios o Capacitação e formação de pessoal o Organização e disponibilização de informações nacionais o Fomento a projetos de grande e média capacidades o Apoio à gestão compartilhada nas regiões metropolitanas e aglomerações urbanas, inclusive nas cidades gêmeas localizadas em regiões de fronteira com outros países
  19. 19. o Diretrizes – Artigo 6º o Integração com as políticas de uso do solo, habitação e saneamento o Prioridade dos modos de transporte não-motorizados sobre os motorizados e dos serviços de transporte coletivo sobre o transporte individual motorizado o Complementaridade e integração entre os modos de transporte o Mitigação dos custos ambientais dos deslocamentos de pessoas e cargas na cidade o Incentivo ao desenvolvimento tecnológico e ao uso de energias renováveis e não poluentes
  20. 20. o Disponibilização de instrumentos de racionalização do uso dos automóveis – Artigo 23 o Restrição e controle de acesso e circulação em locais e horários predeterminados o Controle de estacionamentos, inclusive com pagamento pela sua utilização do espaço público o Aplicação de tributos sobre a utilização da infraestrutura viária, visando desestimular o uso de determinados modos, vinculando a receita à aplicação exclusiva no transporte público coletivo
  21. 21. Companhia Metropolitana de Transportes Urbanos CMTC Eng. José Carlos Xavier Presidente jcgrafite@uol.com.br +55 62 3524 1840

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