"O processo de auto-avaliação no contexto do Agrupamento"

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"O processo de auto-avaliação no contexto do Agrupamento"

  1. 1. O processo de auto-avaliação no contexto do Agrupamento A formanda: Isabel Alves
  2. 2. A BE… …no passado: espaço que oferecia um conjunto de equipamentos e recursos de informação a que os utilizadores podiam aceder; serviços desligados dos objectivos programáticos e curriculares; invisibilidade do professor coordenador; avaliação apenas respeitante à gestão dos recursos.
  3. 3. A BE… …hoje: núcleo de trabalho e aprendizagem ao serviço da escola; recurso essencial para o ensino e aprendizagem, ligado ao currículo e com impacto no sucesso educativo dos alunos; espaço de trabalho centrado na acção e no trabalho colaborativo com a direcção da escola e docentes; o aluno é encarado como actor activo, construtor do seu próprio conhecimento; a auto-avaliação é feita com base no impacto no sucesso educativo.
  4. 4. Auto-avaliação da BE Porquê? a BE está a contribuir para as aprendizagens dos alunos?; de que forma a BE pode ajudar os alunos a aprender?; a BE detém os recursos e equipamentos necessários e adequados às necessidades dos utilizadores?; qual o grau de eficiência dos serviços prestados e de satisfação dos utilizadores?; quais as práticas que têm sucesso e que deverão continuar e quais os pontos fracos que importa melhorar?; que valor reconhecemos à BE, à sua importância no contexto escolar?.
  5. 5. Organização do processo Auto-avaliação Processo pedagógico e regulador, inerente à gestão e procura de uma melhoria contínua da BE. A escola deverá encarar este Espera-se que o processo de auto- processo como uma necessidade avaliação seja um processo própria e não como algo que lhe é imposto do exterior, já que todos irão participativo, mobilize toda a escola beneficiar com a análise e reflexão (Direcção, alunos, pais, realizadas. professores), melhorando, através da acção colectiva, as possibilidades oferecidas pela BE.
  6. 6. Organização do processo Papel do professor bibliotecário deverá discutir com a Direcção a necessidade do processo de avaliação e a importância que ele terá; deverá propor, de forma fundamentada, o domínio a avaliar; deve ser capaz de fazer compreender à comunidade a importância da BE; deverá sensibilizar todos os intervenientes para a importância da auto-avaliação; deverá conseguir mobilizar todos os agentes educativos e gerir todo o processo; deverá revelar espírito de liderança e ser um estratega de modo a reconhecer e tirar partido das oportunidades.
  7. 7. Processo 1. Escolha do domínio a avaliar 2. Recolha de evidências 3. Gestão e interpretação da informação 4. Gestão das evidências ao nível de escola
  8. 8. Processo 1. Escolha do domínio a avaliar Deve partir do coordenador da equipa da BE Deve ser discutida com a Direcção Em função das prioridades definidas pela escola (resultado, por ex., de uma avaliação anterior)
  9. 9. Processo 2. Recolha de evidências definir as evidências a recolher em função do problema identificado; recolher evidências de diferentes tipos e relevantes em função do indicador; recolher evidências que incidam sobre os vários níveis de escolaridade existentes na escola; proceder à recolha de dados de forma sistemática, ao longo do ano lectivo, e não apenas num momento determinado.
  10. 10. Processo 3. Gestão e interpretação da informação Confrontar o resultado da análise dos dados recolhidos com perfis de desempenho para cada um dos domínios, no sentido de verificar em que nível se situará a biblioteca escolar. Ajuizar e retirar consequências: identificação mais clara dos pontos fracos e fortes; redefinir objectivos e prioridades; elaboração de novo plano de desenvolvimento (plano de melhoria).
  11. 11. Processo 4. Gestão das evidências ao nível de escola Comunicação dos resultados através dos diferentes canais de comunicação da BE com o exterior; Discussão e aprovação do relatório e dos respectivos planos de melhoria em Conselho Pedagógico; Integração da síntese da avaliação da BE no relatório de avaliação da escola.
  12. 12. Impacto da Auto- avaliação da BE os professores: a BE: • poderão compreender os pontos • pode melhorar práticas de fortes da BE e reconhecer o seu trabalho, tornando o trabalho da valor; equipa mais eficaz de acordo com os objectivos definidos; • poderão melhorar a planificação e concretização das aulas e outras • pode identificar aspectos onde actividades, sugerindo formas de a escola: é necessário maior apoio e maior como o trabalho da BE pode ser investimento. orientado e trabalhando em • pode ver mais facilmente articulação com a equipa. concretizados os objectivos do Projecto Educativo; • pode dispor de uma mais-valia na avaliação externa da escola
  13. 13. Integração dos resultados na auto-avaliação da escola Os resultados da auto-avaliação da BE devem integrar auto-avaliação da escola porque a BE é parte integrante da escola; os objectivos da BE reflectem as preocupações da escola: melhorar a qualidade do ensino e aprendizagem; o trabalho desenvolvido na e pela BE tem impacto no sucesso escolar dos alunos e, por conseguinte, no cumprimento dos objectivos definidos no Projecto Educativo; a avaliação da BE contribui para uma auto-consciência mais integradora e completa da escola que temos; a melhoria das práticas a desenvolver na e pela BE, resultantes da sua auto- avaliação, conduz à melhoria do trabalho que se faz na escola e a melhores resultados na avaliação externa; o impacto da BE na escola é avaliado pela inspecção.
  14. 14. Perfis de desempenho
  15. 15. Natureza das evidências instrumentos especificamente construídos para recolher informação no âmbito da avaliação da BE (registos de observação, questionários, entrevistas, etc.); actas / registos escritos de todas as reuniões/contactos de trabalho realizados pela professora bibliotecária ou equipa da BE; documentos já existentes e que regulam a actividade da escola (PE, PC do Agrupamento, etc.) ou da BE (Plano de Actividades, regulamento, etc.); cont.
  16. 16. Natureza das evidências registos diversos (relatórios de actividades, por exemplo); materiais produzidos pela BE ou em colaboração com docentes (planos de trabalho, planificações para sessões na BE, documentos de apoio ao trabalho na BE, material de promoção, etc.); estatísticas produzidas pelo sistema da BE (requisições, etc.); trabalhos realizados pelos alunos (no âmbito de actividades da BE, em trabalho colaborativo, etc.)

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