Produção gráfica

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Apresentação da disciplina de Produção Gráfica ministrada pelo professor Sergio Ollandezos no curso de graduação da Faculdade Social da Bahia

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  • A definição de 'relevo seco' está trocada com a de 'relevo americano'.
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  • E ai Sérgio! Foi mais fácil fazer o upload por essa rede social? rsrs!! :D

    Já estou divulgando!! rsrsrsrsr!!!

    Natty Regis
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Produção gráfica

  1. 1. PRODUÇÃO GRÁFICA Sergio Ollandezos
  2. 2. PRODUÇÃO GRÁFICA <ul><li>Plano de Curso </li></ul>
  3. 3. Mini-curriculum do Professor <ul><li>Pós-graduado em Agentes de Inovação e Difusão Tecnológica – UNEB / BA </li></ul><ul><li>Licenciatura em Formação Pedagógica para Formadores de Educação Profissional – UNISUL / SC </li></ul><ul><li>Tecnólogo em Processamento de Dados – Faculdade Rui Barbosa </li></ul><ul><li>Professor Universitário na FSBA – Faculdade Social da Bahia </li></ul><ul><li>Professor de Pós-Graduação em Design Gráfico pela UNIFACS </li></ul><ul><li>Professor de Pós-Graduação em cursos como: MBA em Gestão empresarial, MBA em Gestão de Pessoas, MBA em Gestão de Tecnologia da Informação, Secretariado Executivo e Comunicação, Gestão de Logística, Engenharia da Produção e Gestão Escolar: Coordenação Pedagógica </li></ul><ul><li>Atua como Diretor Comercial da Gráfica Santa Bárbara e como Coordenador da Qualidade na Camaçari Embalagens </li></ul><ul><li>Atuou 10 anos como Coordenador Técnico da Área Gráfica – SENAI / FIEB </li></ul>
  4. 4. PRODUÇÃO GRÁFICA <ul><li>Conceitos </li></ul><ul><li>O que é? </li></ul><ul><li>Para que serve? </li></ul><ul><li>Quando iremos utilizar? </li></ul>
  5. 5. PRODUÇÃO GRÁFICA <ul><li>A importância da Produção Gráfica na Agência </li></ul><ul><ul><li>Interação </li></ul></ul><ul><ul><li>O papel do Produtor Gráfico </li></ul></ul><ul><ul><li>O conceito da produção no antigo e novo modelo de concepção de agência </li></ul></ul>
  6. 6. Histórico: de Gutenberg aos dias atuais <ul><li>Primeiros passos: desenvolvimento do alfabeto pelos fenícios por volta de 2.000 AC. </li></ul><ul><li>Manuscrito iluminista: únicos, caros e difíceis de se ler. Os livros produzidos pela Igreja Celta na Irlanda no século 18 representam o máximo da arte dos escribas. </li></ul><ul><li>Prensa: Gutenberg publicou em 1455 a Bíblia de 42 linhas como marco do nascimento da imprensa moderna. </li></ul>
  7. 7. Histórico: de Gutenberg aos dias atuais <ul><li>Fotocomposição: cada caractere é guardado num filme e arranjado em tiras que eram projetadas num papel fotossensível. </li></ul><ul><li>Impressora rotativa: por volta de 1850 substituíram as prensas planas a vapor para atender a crescente demanda. </li></ul><ul><li>Meio-tom: explora ilusão ótica. Pontos de diferentes tamanhos numa trama fina induzem os olhos a ver sombras cinzas </li></ul>
  8. 8. Meio-Tom
  9. 9. Alto Contraste e Meio Tom <ul><li>Contraste é uma grande diferença entre tons, coisas, pessoas e etc. </li></ul><ul><li>Imagens alto contrastadas perdem profundidade e por consequência definição. </li></ul><ul><li>Meio-tom é um método de impressão de imagens (que naturalmente têm uma escala contínua de tons) usando um pouco de tinta para cada cor, variando somente o tamanho e/ou densidade de pontos de tinta ou toner. O meio-tom causa uma ilusão de óptica provocada pelo contraste entre o tom da tinta e o tom do fundo do papel. O efeito tem seus limites, e quando os pontos (ou espaços negativos) ficam muito pequenos ou muito espaçados, a ilusão fica menos perceptível e o cérebro pode começar a perceber pontos individuais de novo. Um meio-tom, então, é basicamente uma reprodução para impressão de uma imagem de tom contínuo. A reprodução simula a ilusão de tom contínuo reproduzindo seus muitos pontos num tamanho não facilmente perceptível por quem observa. Estes pontos são geralmente impressos num tamanho pouco abaixo da acuidade visual de um observador olhando de uma distância comum. Essa ilusão de óptica é importante porque compensa a inabilidade das impressões e tintas para crier escalas de tons que vão do sólido (geralmente black) ao tom de um papel sem tinta (geralmente branco). </li></ul>Extraído da Wikipédia
  10. 10. Alto Contraste e Meio Tom Color - Cores Midtone – Meio Tom Black & White – Preto e Branco em Alto Contraste
  11. 11. Da pré-impressão à pós-impressão <ul><li>Pré-Impressão: É a fase produtiva responsável pela concretização das idéias de um artista gráfico em um arquivo digital que possa ser reproduzido em sistemas de impressão em escala industrial. Pode envolver também a gravação de fotolitos, assim como de chapas planográficas, no caso de impressão off-set, ou similar. </li></ul>
  12. 12. Da pré-impressão à pós-impressão <ul><li>Impressão: Pode ser realizada por diversos processos (offset, rotogravura, serigrafia, flexografia, litogravura e etc...) onde se transfere para um suporte (papel, plástico, metal e etc...) a imagem do trabalho gráfico através da aplicação de pigmentos de diversas naturezas (tintas, toner, verniz e etc...). </li></ul>
  13. 13. Da pré-impressão à pós-impressão <ul><li>Pós-Impressão: Também conhecida como Acabamento, essa fase de finalização do trabalho possibilita desde um simples corte final do impresso até finalizações mais complexas como dobras, relevos, vinco, verniz e etc... </li></ul>
  14. 14. Da pré-impressão à pós-impressão <ul><li>Pós-Impressão: Também conhecida como Acabamento, essa fase de finalização do trabalho possibilita desde um simples corte final do impresso até finalizações mais complexas como dobras, relevos, vinco, verniz e etc... </li></ul>
  15. 15. TEORIA DAS CORES
  16. 16. Cor <ul><li>É a sensação subjetiva causada pela luz e percebida pelo cérebro humano através dos olhos </li></ul>Teoria das Cores
  17. 17. Comprimentos de Onda da Luz Teoria das Cores 700nm 400nm 600nm 500nm
  18. 18. <ul><li>Síntese aditiva </li></ul><ul><li>Síntese subtrativa </li></ul>Teoria das Cores Teoria das Cores
  19. 19. RGB Sistemas de Representação da Cor Teoria das Cores
  20. 20. Sistemas de Representação da Cor CMY Teoria das Cores
  21. 21. O Porque do Uso do Preto (K) REAL IDEAL Teoria das Cores
  22. 22. O Porque do Uso do Preto (K) Teoria das Cores
  23. 23. Profundidade das Imagens CMY <ul><li>P&B (Bitmap): 1 bit/pixel </li></ul><ul><li>Grayscale: 8 bits/pixel </li></ul><ul><li>RGB: 24 bits/pixel </li></ul><ul><li>CMYK: 32 bits/pixel </li></ul>Teoria das Cores
  24. 24. Produção:Princípios de Pré-Impressão
  25. 25. Criação – Preparação do original <ul><li>Montagem </li></ul><ul><li>O evento PostScript </li></ul><ul><li>Editoração Eletrônica </li></ul><ul><li>Originais digitais </li></ul><ul><ul><li>Abertos X Fechados </li></ul></ul><ul><li>Tipografia </li></ul><ul><li>Linotipia </li></ul><ul><li>FotoComposição </li></ul><ul><li>Fotografia </li></ul><ul><li>Fotomecânica </li></ul><ul><ul><li>Seleção de cores </li></ul></ul>
  26. 26. Criação – Preparação do original <ul><li>Composição Manual </li></ul>
  27. 27. Criação – Preparação do original <ul><li>Digitalização de imagens </li></ul>
  28. 28. Criação – Preparação do original <ul><li>Montagem de Fotolitos </li></ul>
  29. 29. Criação CMY <ul><li>Arte-Final </li></ul><ul><li>Original digital </li></ul>
  30. 30. Criação do Arquivo <ul><li>Imagens Bitmap; </li></ul><ul><li>Imagens Vetoriais; </li></ul><ul><li>Diagramação ou Paginação; </li></ul><ul><li>Maneira de cada programa trabalhar; </li></ul><ul><li>Fontes. </li></ul>
  31. 31. Imagem Bitmap <ul><li>Originais: </li></ul><ul><ul><li>Opaco X Transparente; </li></ul></ul><ul><ul><li>Impresso; </li></ul></ul><ul><ul><li>Digital; </li></ul></ul>
  32. 35. Imagem Bitmap <ul><li>Importância do Scanner: </li></ul><ul><ul><li>Resolução Ótica; </li></ul></ul><ul><ul><li>Profundidade de cores; </li></ul></ul><ul><ul><li>Nitidez; </li></ul></ul><ul><ul><li>Configuração de Perfis. </li></ul></ul>
  33. 36. Imagem Bitmap <ul><li>Formatos: Tiff ou Eps; </li></ul><ul><li>Tamanho real; </li></ul><ul><li>Modo de Cores; </li></ul><ul><li>Resolução. </li></ul>
  34. 37. Imagem Bitmap <ul><li>Resolução; </li></ul><ul><ul><li>Imagem Impressa; </li></ul></ul><ul><ul><li>Imagem Digital; </li></ul></ul><ul><ul><li>DPI x PPI </li></ul></ul><ul><ul><li>Escala x Qualidade </li></ul></ul><ul><ul><li>Interpolação </li></ul></ul>
  35. 38. Vetores <ul><li>Formatos: Eps ou Tiff; </li></ul><ul><li>Texto: Não converter em curva; </li></ul><ul><li>Cuidados ao utilizar efeitos. </li></ul>
  36. 39. Fontes <ul><li>True Type; </li></ul><ul><li>Post Script; </li></ul><ul><li>Open Type; </li></ul><ul><li>Cuidados ao adquirir as fontes. </li></ul>
  37. 40. Comunicação Agência x Bureau ou Gráfica <ul><li>Impresso; </li></ul><ul><li>Digital </li></ul><ul><ul><li>Aberto; </li></ul></ul><ul><ul><li>Fechado. </li></ul></ul>
  38. 41. Arquivo Aberto x Fechado <ul><li>Arquivo Aberto </li></ul><ul><ul><li>Arquivo original (layout); </li></ul></ul><ul><ul><li>Vínculos (imagens); </li></ul></ul><ul><ul><li>Fontes. </li></ul></ul>
  39. 42. Arquivo Aberto x Fechado <ul><li>Arquivo fechado </li></ul><ul><ul><li>Arquivo Único </li></ul></ul><ul><ul><ul><li>Já inclui original, fontes e vínculos; </li></ul></ul></ul><ul><ul><li>Pronto para ser impresso; </li></ul></ul><ul><ul><li>Mais confiável. </li></ul></ul>
  40. 43. Arquivo Aberto x Fechado <ul><li>Vantagens </li></ul><ul><ul><li>Aberto </li></ul></ul><ul><ul><ul><li>Pode ser alterado; </li></ul></ul></ul><ul><ul><li>Fechado </li></ul></ul><ul><ul><ul><li>Arquivo único; </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>Rapidez; </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>Desconto; </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>Segurança; Garante o processo. </li></ul></ul></ul>
  41. 44. Arquivo Aberto x Fechado <ul><li>Desvantagens </li></ul><ul><ul><li>Aberto </li></ul></ul><ul><ul><ul><li>Lentidão; </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>Custo; </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>Falta de segurança. </li></ul></ul></ul><ul><ul><li>Fechado </li></ul></ul><ul><ul><ul><li>Não pode ser alterado. </li></ul></ul></ul>
  42. 45. Fechando o arquivo <ul><li>Arquivos criados </li></ul><ul><li>Driver; </li></ul><ul><li>PPD; </li></ul><ul><li>O software original; </li></ul><ul><li>Acrobat Distiller; </li></ul><ul><li>Acrobat Reader. </li></ul>
  43. 46. Fechando o arquivo <ul><li>Configurar a impressora; </li></ul><ul><li>Ativar as marcas; </li></ul><ul><li>Retícula </li></ul><ul><ul><li>Ângulo; </li></ul></ul><ul><ul><li>Lineatura; </li></ul></ul><ul><li>Sobreposição de preto. </li></ul>
  44. 47. PDF (Portable Document Format) <ul><li>Permite a checagem do arquivo; </li></ul><ul><li>Menor tamanho; </li></ul><ul><li>Facilita o transporte. </li></ul>
  45. 48. FOTOLITO <ul><li>Processo Convencional </li></ul><ul><ul><li>Fotomecânica </li></ul></ul><ul><li>Processo Digital </li></ul><ul><ul><li>Computer-to-Film </li></ul></ul>
  46. 49. Pré-Impressão Convencional
  47. 50. Pré-Impressão Convencional
  48. 51. Pré-Impressão Convencional
  49. 52. Pré-Impressão Convencional
  50. 53. Pré-Impressão Digital / Convencional scanner Prensa UV Revelação Impressão Computer to Film
  51. 54. Pré-Impressão Digital / Convencional
  52. 55. Pré-Impressão Digital / Convencional
  53. 56. Pré-Impressão Digital CTPlate Impressão Computer to Plate
  54. 57. Pré-Impressão Digital
  55. 58. Pré-Impressão Digital
  56. 59. Pré-Impressão Digital
  57. 60. Pré-Impressão Digital scanner CTPress Impressão Computer to Press
  58. 61. Pré-Impressão Digital scanner Impressão Digital Computer to Print
  59. 62. Esquema de Seleção de Cores
  60. 63. Esquema de Seleção de Cores
  61. 64. <ul><li>Retículas </li></ul>Preparação do Original
  62. 65. Sistemas de provas de fotolitos <ul><li>Provas analógicas: </li></ul><ul><ul><li>Baseada em fotolitos </li></ul></ul><ul><ul><li>Cromalin ® (Dupont) </li></ul></ul><ul><ul><li>Matchprint ® (3M) </li></ul></ul><ul><ul><li>Guia cor </li></ul></ul><ul><ul><li>Verificação de separação de cores </li></ul></ul><ul><ul><li>Prova Contratual para o cliente </li></ul></ul>
  63. 66. Sistemas de provas de fotolitos <ul><li>Prelo de provas </li></ul><ul><li>Fornece escala isolada de cor </li></ul><ul><li>Simula o processo real </li></ul>
  64. 67. Sistemas de provas de fotolitos <ul><li>Prelo de provas </li></ul>
  65. 68. Sistemas de provas de fotolitos <ul><li>Cromalin ® </li></ul>
  66. 69. Sistemas de Provas <ul><li>Provas Digitais </li></ul><ul><ul><li>A partir do arquivo </li></ul></ul><ul><ul><li>Dupont, Kodak etc </li></ul></ul>
  67. 70. Sistemas de Provas
  68. 71. Produção:Princípios de Impressão
  69. 72. Sistemas de impressão <ul><li>Tipografia - Histórico </li></ul><ul><li>Baseado na prensa de Gutenberg </li></ul><ul><li>A tipografia (do grego typos — &quot;forma&quot; — e graphein — &quot;escrita&quot;) é a arte e o processo de criação na composição de um texto, física ou digitalmente. Assim como no design gráfico em geral, o objetivo principal da tipografia é dar ordem estrutural e forma à comunicação impressa. Por analogia, tipografia também passou a ser um modo de se referir à gráfica que usa uma prensa de tipos móveis. Fonte: Wikipedia </li></ul>Catálogo tipográfico da Caslon, de William Caslon, 1732
  70. 73. Sistemas de impressão <ul><li>Tipografia - Histórico </li></ul><ul><li>A tipografia clássica baseia-se em pequenas peças de madeira ou metal com relevos de letras e símbolos — os tipos móveis. Tipos rudimentares foram inventados inicialmente pelos chineses. Mas, no século XV, foram redescobertos, por Johann Gutenberg, com a invenção da prensa tipográfica. A diferença entre os tipos chineses e os de Gutenberg é que os primeiros não eram reutilizáveis. A reutilização dos mesmos tipos para compor diferentes textos mostrou-se eficaz e é utilizada até aos dias de hoje, constituindo a base da imprensa durante muitos séculos. </li></ul>
  71. 74. Sistemas de impressão <ul><li>Tipografia </li></ul><ul><li>Matriz em alto relevo </li></ul><ul><li>Impressão direta </li></ul><ul><li>Impressão e secagem lentas </li></ul>
  72. 75. Sistemas de impressão Rotogravura
  73. 76. Sistemas de impressão <ul><li>Rotogravura - Histórico </li></ul><ul><li>A 1ª máquina com uma matriz de baixo relevo, foi patenteada em 1784 por Thomas Bell. No entanto o projeto só avançou em 1860, e deve-se a Karl Klic, que é considerado o pai da rotogravura. </li></ul><ul><li>Foi derivada da Gravura em Baixo Relevo. </li></ul>
  74. 77. Sistemas de impressão <ul><li>Rotogravura </li></ul><ul><li>Matriz em baixo relevo em cilindro revestido de cromo </li></ul><ul><li>Impressão direta </li></ul><ul><li>Grande aplicação em embalagens </li></ul>
  75. 78. Sistemas de impressão - Rotogravura
  76. 79. Sistemas de impressão <ul><li>Rotogravura </li></ul><ul><li>V iabilidade comercial </li></ul><ul><ul><li>- Caro ou não dependendo da natureza dos trabalhos </li></ul></ul><ul><ul><li>- Obriga a uma análise atenta das características do trabalho a executar </li></ul></ul>
  77. 80. Sistemas de impressão Rotogravura – Mercados Alvo <ul><li>Embalagem - Flexível ex.: celofane, plásticos (polipropileno, nylon polietileno, poliéster, etc), alumínio - Semi-rígida ex.: caixas para detergentes em pó </li></ul><ul><li>Editorial - Revistas e jornais (Brasil e E.U.A.) </li></ul>
  78. 81. Sistemas de impressão Rotogravura – Mercados Alvo <ul><li>Diversos - Papel de valor - Papel para decoração - Papel de embrulho decorado - Suportes para transferência em aglomerados de madeira e cerâmica </li></ul>
  79. 82. Sistemas de impressão <ul><li>Serigrafia - Definição </li></ul><ul><li>Serigrafia ou silk-screen é um processo de impressão no qual a tinta é vazada – pela pressão </li></ul>de um rodo ou puxador – através de uma tela preparada. A tela, normalmente de seda, náilon ou poliéster, é esticada em um bastidor de madeira, alumínio ou aço. Fonte: Wikipedia
  80. 83. Sistemas de impressão <ul><li>Serigrafia </li></ul><ul><li>Matriz é uma tela de tecido muito fino esticada e presa num quadro </li></ul><ul><li>Impressão direta </li></ul><ul><li>Versatilidade de suportes </li></ul>
  81. 84. Sistemas de impressão Serigrafia
  82. 85. Sistemas de impressão <ul><li>Flexografia - Histórico: </li></ul><ul><li>Criada nos EUA em 1860 </li></ul><ul><li>Primeiro nome: Impressão Anilina </li></ul><ul><li>Patente John A. Kingsley </li></ul><ul><li>1920: Tintas à base solvente </li></ul><ul><li>1930: Advento do celofane e polietileno </li></ul><ul><li>1952: Mudança de nome para: Flexografia </li></ul>
  83. 86. Sistemas de impressão <ul><li>Flexografia </li></ul><ul><li>Definição: - Processo direto de reprodução gráfica cuja forma é flexível e relevográfica que utiliza máquina impressora alimentada por folhas ou bobinas. </li></ul>
  84. 87. Sistemas de impressão <ul><li>Flexografia </li></ul><ul><li>Matriz flexível em alto relevo sob forma de clichê de fotopolímero </li></ul><ul><li>Impressão direta </li></ul><ul><li>Forte campo em embalagens; grande desenvolvimento nos últimos anos </li></ul>
  85. 88.
  86. 89.
  87. 90.
  88. 91. Impressão Flexográfica Sistema flexográfico
  89. 92. <ul><li>Tipos de suportes: </li></ul><ul><li>Papéis Plásticos: </li></ul><ul><li>Alumínio Polietileno (PEAD, PEBD) PVC </li></ul><ul><li>Papelão ondulado Polipropileno (PP, BOPP) Nylon </li></ul><ul><li>Tecidos Poliéster </li></ul><ul><li>Auto-adesivos Poliestireno </li></ul><ul><li>Ráfia </li></ul>Impressão Flexográfica
  90. 93. Sistemas de impressão Offset - Definição É um processo de impressão indireta no qual a tinta contida na área de grafismo é transferida de uma matriz metálica para um suporte, por meio de um cilindro revestido de borracha, denominado blanqueta ou cauchú.
  91. 94. Sistemas de impressão <ul><li>Offset </li></ul><ul><li>Matriz planográfica </li></ul><ul><li>Baseia-se no princípio de repulsão água/tinta </li></ul><ul><li>Impressão indireta </li></ul>
  92. 95. Sistemas de impressão Offset - Histórico Litografia A litografia foi a precursora da impressão offset. Desenvolvida em 1789 pelo ator e artista de teatro Alois Senefelder (1771-1834). A impressão consistiu em utilizar uma pedra calcária lisa e plana (pedra de Solnhofen), na qual ele escreveu a &quot;imagem&quot; invertida com um lápis à base de graxa; em seguida, umedeceu a pedra, fazendo com que as áreas onde se encontram a escrita, por serem gordurosas, afastassem a água.
  93. 96. Sistemas de impressão Offset – Histórico A litografia é um processo de impressão planográfica que impulsionou o desenvolvimento da impressão offset. Atualmente, o processo offset convencional ainda utiliza esse princípio básico de repulsão entre a água e a tinta. Tecnicamente, as áreas de grafismo de uma chapa de impressão offset são lipófilas, ou seja, atraem substâncias gordurosas como a tinta utilizada no processo; e as áreas de contra-grafismo são hidrófilas, ou seja, atraem a solução de molha, em parte constituída por água.
  94. 97. Offset Sistemas de impressão
  95. 98. Sistema de impressão Offset
  96. 99. <ul><li>Matrizes offset são chapas metálicas, pré-sensibilizadas onde são gravadas as imagens que serão impressas </li></ul>Sistema de impressão Offset
  97. 100. Sistema de impressão Offset <ul><li>Tipos de máquinas </li></ul><ul><li>Máquinas planas: trabalham com papéis em folhas </li></ul><ul><li>Máquina rotativa: com papéis em bobina </li></ul><ul><li>Computer to Print </li></ul>
  98. 101. <ul><li>Máquina Plana </li></ul>Sistema de impressão Offset
  99. 102. <ul><li>Máquina Plana </li></ul>Sistema de impressão Offset
  100. 103. <ul><li>Máquina Plana </li></ul>Sistema de impressão Offset
  101. 104. Sistema de impressão Offset <ul><li>Máquina Rotativa </li></ul>
  102. 105. Sistema de impressão Offset <ul><li>Compute to press </li></ul><ul><li>Arquivo digital é transferido para uma matriz especial onde ocorre a gravação simultânea das 4 cores </li></ul>
  103. 106. <ul><li>(valores em porcentagem) </li></ul><ul><li>Sistema/Ano 86 88 90 95 00 </li></ul><ul><li>Off-set 44 43 41 39 37 </li></ul><ul><li>Roto 22 21 20 18 17 </li></ul><ul><li>Flexo 18 22 26 30 33 </li></ul><ul><li>Outros 16 14 13 12 13 </li></ul><ul><li>Fonte: ABFLEXO </li></ul>Comparativo entre os sistemas
  104. 107. Tintas para impressão <ul><li>Pigmentos </li></ul><ul><li>Veículos </li></ul><ul><li>Outros componentes </li></ul><ul><li>Qualidade das Tintas </li></ul><ul><li>Tintas para offset </li></ul><ul><li>Tintas especiais </li></ul>
  105. 108. Tintas para impressão <ul><li>Pigmentos </li></ul><ul><li>Substância solúvel ou sólida, finamente moída, que determina a cor da tinta </li></ul>
  106. 109. Tintas para impressão <ul><li>Veículos </li></ul><ul><li>Agente de ligação ou verniz. Promove ação homogênea na aplicação do pigmento sob o suporte </li></ul>
  107. 110. Tintas para impressão <ul><li>Outros componentes </li></ul><ul><li>Secantes e retardadores, agentes contra decalque, contra granulamento e abrasão. </li></ul>
  108. 111. Tintas para impressão <ul><li>Características desejáveis: </li></ul><ul><li>Boa cobertura </li></ul><ul><li>Opacidade </li></ul><ul><li>Transparência </li></ul><ul><li>Secatividade </li></ul><ul><li>Aderência </li></ul>
  109. 112. Guia Pantone de Tonalidade <ul><li>Vantagens: </li></ul><ul><li>Ampla gama de opções </li></ul><ul><li>Precisão e facilidade </li></ul><ul><li>Uso internacional </li></ul><ul><li>Proporções estabelecidas - menor desperdício </li></ul><ul><li>Redução de custo </li></ul>
  110. 113. Papel <ul><li>Origem - China 105 AC </li></ul><ul><li>Introdução na Europa </li></ul><ul><li>Matérias-primas </li></ul><ul><ul><li>Pasta Celulósica </li></ul></ul><ul><li>Pasta mecânica </li></ul><ul><li>Pasta química </li></ul><ul><li>Pasta de linho/algodão </li></ul>
  111. 114. Produção industrial do Papel <ul><li>Tratamento da madeira </li></ul>
  112. 115. <ul><li>Produção da Pasta de Celulose </li></ul>Produção industrial do Papel
  113. 116. <ul><li>Prensagem e Secagem </li></ul>Produção industrial do Papel
  114. 117. Produção industrial do Papel <ul><li>Acabamento do Papel </li></ul>
  115. 118. Formatos Usuais
  116. 119. Formatos Usuais
  117. 120. <ul><li>Sentido da fibra do papel </li></ul>
  118. 121. Nomenclatura usuais de papel <ul><li>Resma: 500 folhas, ou seja, 20 mãos; cada mão = 25 folhas </li></ul><ul><li>Pacotes: 250 ou 125 folhas, dependendo da gramatura </li></ul><ul><li>Gramatura (g/m²): peso teórico de uma folha considerada como tendo um metro quadrado de superfície </li></ul><ul><li>Peso: relação da gramatura com o peso da resma. É obtido multiplicando-se o peso da resma por 3 </li></ul>
  119. 122. Produção:Princípios de Pós-Impressão
  120. 123. Acabamento <ul><li>Aplicação de Verniz ou Plastificação </li></ul><ul><li>Corte </li></ul><ul><li>Dobra </li></ul><ul><li>Alceamento </li></ul><ul><li>Costura ou grampo </li></ul><ul><li>Lombada quadrada </li></ul>
  121. 124. Fotos
  122. 125. “ Todo trabalho tem que começar bem e acabar bem.” Acabamento
  123. 126. Relevo Americano <ul><li>É feito pressionando uma matriz contra uma contramatriz, que têm que se encaixar perfeitamente, com o suporte entre elas. Desse modo, forma-se uma imagem em relevo no suporte; </li></ul><ul><li>É muito utilizado na escrita em Braille, na produção de cartuchos, cartões, etiquetas, capas e materiais de papelaria de alta qualidade. </li></ul>
  124. 127. Relevo seco <ul><li>Este é um tipo de impressão de imagens e textos em relevo com o uso de calor. Seu princípio básico consiste na cobertura de uma fina camada de tinta úmida com um pó termoplástico. Em seguida o material é aquecido derretendo o pó e dando a forma do relevo americano. </li></ul><ul><li>É utilizado em embalagens, catálogos, capas de livros, convites, cartões de visitas, certificados, etiquetas e rótulos, papéis de presentes, entre outros. </li></ul>
  125. 128. Hot- Stamping <ul><li>É o processo de decoração com laminado. Esse consiste em pressionar uma matriz aquecida, contendo o que se deseja reproduzir, contra uma fita metalizada posicionada sobre o suporte transferindo para ele a película metálica; </li></ul><ul><li>Costuma ser utilizado em capas de livros, embalagens de cartão e cartões de felicitação, convites, entre outros. </li></ul>
  126. 129. Vernizes <ul><li>Alguns tipos de Vernizes: </li></ul><ul><li>Verniz de Calandra </li></ul><ul><li>Verniz a Base de Óleo </li></ul><ul><li>Verniz Impermeabilizante </li></ul><ul><li>Verniz Selante </li></ul><ul><li>Verniz Blister </li></ul><ul><li>Verniz a Base de Água </li></ul><ul><li>Verniz UV </li></ul><ul><li>Verniz a Base de Nitrocelulose </li></ul><ul><li>Verniz a Base de Solventes </li></ul>
  127. 130. Dobras <ul><li>Dobra é uma das operações mais importante do acabamento. O inventor da máquina de dobrar foi o inglês Black, que em 1851 expôs em Londres o seu invento. </li></ul><ul><li>EQUIPAMENTOS </li></ul><ul><li>As dobradeiras atuais utilizam uma combinação de dois dispositivos de dobra(sistema à facas e sistema de bolsas). </li></ul>
  128. 131. Tipos de dobra <ul><li>Paralelas: São executadas no mesmo sentido entre si. </li></ul><ul><li>Cruzadas: São feitas perpendicularmente entre si. </li></ul>
  129. 132. Lombada quadrada <ul><li>Processo bastante utilizado na encadernação de livros, revistas, lista e catálogos, conhecido como lombada quadrada. A regra nesta encadernação é ter o sentido de fibras de papel sempre paralelo a lombada. </li></ul>
  130. 133. Padrão de Teste em Tela Larga (16:9) Teste da Taxa de Proporção (Deve aparecer em formato circular) 16x9 4x3

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