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Relevo

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A transformação do relevo.

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Relevo

  1. 1. GEOGRAFIA 6o ANO – UNIDADE 4RELEVO E HIDROGRAFIA ILJA MAŠÍK/SHUTTERSTOCKSlides Capítulo 1: Capítulo 1: O processo de formação e transformação do relevo O processo de formação e transformação do relevo Capítulo 2: Capítulo 2: As principais formas de relevo terrestre As principais formas de relevo Capítulo 3: Capítulo 3: As bacias hidrográficas do Brasil As bacias hidrográficas do Brasil Atividades integradas Atividades Alfabetização cartográfica Alfabetização Inforresumo InforresumoCADERNO 2 X SAIR SAIR
  2. 2. JOEL W. ROGERS/CORBIS/LATINSTOCKRelevo e hidrografia PHOTODISC/CID O vento modifica o relevo das dunas. O rio Colorado corta o Grand Canyon (EUA).O que você já sabe X SAIR SAIR
  3. 3. Relevo e hidrografia ARAQUÉM ALCÂNTARA/SAMBAPHOTO Rio Aquidauana, Pantanal (MS)O que você já sabe X SAIR SAIR
  4. 4. 1 O processo de formação e transformação do relevo X SAIR SAIR
  5. 5. JULIENGRONDIN/SHUTTERSTOCKForças formadoras e transformadoras internas (ou estruturais) externas (ou esculturais)1. O processo de formação e transformação do relevo X SAIR SAIR
  6. 6. Agentes internos: dobramentos Montanhas do Himalaia, Auli (Índia) TOCK ERS V/SHUTT Esquema da SIYAKO formação do Himalaia IVAN RO Tibete Serra Kun-Lun Himalaia China Índia1. O processo de formação e transformação do relevo X SAIR SAIR
  7. 7. Agentes internos: falhas A serra do Mar é um exemplo de estrutura originada por falhamento A / TYB MEYER CLAUS st en hor ab gr Taubaté O afundamento de blocos de rochas falhadas Ubatuba originou o vale do Paraíba (SP).1. O processo de formação e transformação do relevo X SAIR SAIR
  8. 8. CHARLES O‘REAR/CORBIS/LATINSTOCKAgentes internos: vulcões Ilhas formadas após a explosão do vulcão Cracatoa (Indonésia) em 18831. O processo de formação e transformação do relevo X SAIR SAIR
  9. 9. Agentes internos: CIDterremotos Terremoto em Kobe (Japão, 1995). Vias férreas com deformações que mostram a natureza ondular da propagação sísmica. Esse terremoto causou muitos estragos,apesar dos grandes cuidados antissísmicos nas infraestruturas do Japão.1. O processo de formação e transformação do relevo X SAIR SAIR
  10. 10. Agentes externos: água das chuvas ZAIDA SIQUEIRA/OLHAR IMAGEM Voçoroca em Tangará da Serra (MT)1. O processo de formação e transformação do relevo X SAIR SAIR
  11. 11. RICARDO CAVALCANTI/KINOAgentes externos: água dos mares Praia de Torres (RS)1. O processo de formação e transformação do relevo X SAIR SAIR
  12. 12. Agentes externos: água dos rios JOÃO KEHL NASADelta do rio Parnaíba (PI) Cânion do Itaimbezinho (entre SC e RS)1. O processo de formação e transformação do relevo X SAIR SAIR
  13. 13. PHOTODISC/CIDAgentes externos: gelo Geleira em Prince William Sound, Alasca (EUA)1. O processo de formação e transformação do relevo X SAIR SAIR
  14. 14. Agentes externos: vento COREL STOCK PHOTO/CID PHOTODISC/CID Deserto do Saara (África) Monument Valley, Arizona (EUA)1. O processo de formação e transformação do relevo X SAIR SAIR
  15. 15. Agentes externos: ações provocadaspelos seres humanos DELFIM MARTINS/OLHAR IMAGEM CHARLES O‘REAR/CORBIS/LATINSTOCK Pedreira em Cuiabá (MT) Extração de minério de ferro em Thabazimbi (África do Sul)1. O processo de formação e transformação do relevo X SAIR SAIR
  16. 16. Aplique seu conhecimento1. O processo de formação e transformação do relevo X SAIR SAIR
  17. 17. Leia as fotos A PHOTODISC/CID1. O processo de formação e transformação do relevo X SAIR SAIR
  18. 18. Leia as fotos JUCA MARTINS/OLHAR IMAGEMB FRANCESC MUNTADA/CORBIS/LATINSTOCK C 1. O processo de formação e transformação do relevo X SAIR SAIR
  19. 19. Leia as fotos MARCOS VICENTI/FOLHA IMAGEM EPHOTODISC/CID D 1. O processo de formação e transformação do relevo X SAIR SAIR
  20. 20. Leia as fotos FCOREL STOCK PHOTO/CID BETTMANN/CORBIS/LATINSTOCK G 1. O processo de formação e transformação do relevo X SAIR SAIR
  21. 21. 2 As principais formas de relevo terrestre X SAIR SAIR
  22. 22. Relevo e altitudeA altitude é um dos elementos que auxilia a caracterizar as principaisformas de relevo (montanhas, planaltos, planícies e depressões).2. As principais formas de relevo terrestre X SAIR SAIR
  23. 23. Montanhas ALISON WRIGHT/CORBIS/LATINSTOCKO Everest, na Ásia, é o pico mais alto da Terra.2. As principais formas de relevo terrestre X SAIR SAIR
  24. 24. Planaltos IZARI Serra da Bocaina (SP) S LU V CARLO Chapada Diamantina (BA) Escarpa Mar de morros com o vale do Paraíba (SP) ao fundo JACEK/KINO2. As principais formas de relevo terrestre X SAIR SAIR
  25. 25. Planícies YANN ARTHUS-BERTRAND/CORBIS/LATINSTOCK Planície do rio Ganges, Varanasi (Índia)2. As principais formas de relevo terrestre X SAIR SAIR
  26. 26. Depressões ATLANTIDE PHOTOTRAVEL/CORBIS/LATINSTOCKPodem ser: absolutas relativas O mar Morto é um lago de águas salgadas em uma depressão absoluta. Perfil de relevo: região Nordeste do Brasil, sentido oeste-leste. A depressão Sertaneja, uma depressão relativa, localiza-se a oeste do planalto da Borborema (PE).2. As principais formas de relevo terrestre X SAIR SAIR
  27. 27. O relevo brasileiro Planaltos: 11 unidades Depressões: 11 unidades Planícies: 6 unidades2. As principais formas de relevo terrestre X SAIR SAIR
  28. 28. Classificação do relevo brasileiro Até a primeira metade do século XX, as classificações do relevo brasileiro baseavam-se na estrutura geológica. Aziz Ab’Sáber: propôs uma classificação fundamentada nos tipos de rocha e na influência causada sobre elas pelos agentes externos, principalmente o clima. Jurandyr Ross: em 1989 apresentou outra classificação com base nos estudos de Aziz Ab’Sáber e em imagens de radar do Projeto Radambrasil.2. As principais formas de relevo terrestre X SAIR SAIR
  29. 29. HAROLDO PALO JR./KINOOs planaltos brasileiros Paredão do Eco, chapada dos Guimarães (MT)2. As principais formas de relevo terrestre X SAIR SAIR
  30. 30. As depressões brasileiras JACEK/KINO Trecho da depressão periférica da borda leste da bacia do Paraná, rodovia Luiz de Queiroz, Piracicaba (SP).2. As principais formas de relevo terrestre X SAIR SAIR
  31. 31. As planícies brasileiras WERNER RUDHART/KINOPlanície do rio Amazonas2. As principais formas de relevo terrestre X SAIR SAIR
  32. 32. Leia o mapa2. As principais formas de relevo terrestre X SAIR SAIR
  33. 33. 3 As bacias hidrográficas do Brasil X SAIR SAIR
  34. 34. A importância dos rios PHOTODISC/CID3. As bacias hidrográficas do Brasil X SAIR SAIR
  35. 35. HAROLDO PALO JR./KINO Hidroeletricidade Hidrelétrica de Paulo Afonso IV (BA)Funcionamento de uma hidrelétrica 3. As bacias hidrográficas do Brasil X SAIR SAIR
  36. 36. Brasil: usinas hidrelétricas3. As bacias hidrográficas do Brasil X SAIR SAIR
  37. 37. MAURÍCIO SIMONETTI/PULSAR IMAGENSNavegação Eclusa Nova Avanhandava, na Hidrovia Tietê-Paraná (SP)3. As bacias hidrográficas do Brasil X SAIR SAIR
  38. 38. Funcionamento de uma eclusa Descida (em direção à foz)Subida (em direção à nascente) 3. As bacias hidrográficas do Brasil X SAIR SAIR
  39. 39. Eclusas no BrasilNorte: Tucuruí (PA)Nordeste: Sobradinho(BA); Boa Esperança (PI)Sudeste: Barra Bonita(SP); Bariri (SP); Ibitinga(SP); Promissão (SP);Nova Avanhandava (SP);Três Irmãos (SP); IlhaSolteira (SP); Jupiá (SP)Sul: Amarópolis (RS);Anel de Dom Marco (RS);Bom Retiro (RS);Fandango (RS);Itaipu (PR); PortoPrimavera (PR)3. As bacias hidrográficas do Brasil X SAIR SAIR
  40. 40. Bacias hidrográficas do Brasil3. As bacias hidrográficas do Brasil X SAIR SAIR
  41. 41. JUCA MARTINS/OLHAR IMAGEMBacia Amazônica O rio Amazonas recebe esse nome depois do encontro das águas do rio Solimões com o rio Negro.3. As bacias hidrográficas do Brasil X SAIR SAIR
  42. 42. RICARDO AZOURY/PULSARBacia do Paraná Hidrelétrica Itaipu Binacional3. As bacias hidrográficas do Brasil X SAIR SAIR
  43. 43. LALO DE ALMEIDA/SAMBAPHOTOBacia do Tocantins-Araguaia Usina de Tucuruí (PA)3. As bacias hidrográficas do Brasil X SAIR SAIR
  44. 44. ANDREW GIBSON/OTHER IMAGESBacia do Uruguai O principal rio dessa bacia é o Uruguai, formado pela união dos rios Canoas e Pelotas.3. As bacias hidrográficas do Brasil X SAIR SAIR
  45. 45. OPÇÃO BRASILBacia do São Francisco Cânion do Xingó, Canindé do São Francisco (SE)3. As bacias hidrográficas do Brasil X SAIR SAIR
  46. 46. A transposição do São Francisco O São Francisco, o Velho EPITÁCIO PESSOA/AE Chico, é um importante rio perene que atravessa a região Nordeste. A transposição prevê a construção de dois canais que desviarão parte das águas para áreas mais secas. A possibilidade de redução do volume de água do rio pode tornar-se um grande Irrigação com as águas do rio São Francisco problema ambiental.3. As bacias hidrográficas do Brasil X SAIR SAIR
  47. 47. Bacias hidrográficas secundárias Norte-Nordeste EDI VASCONCELOS/AE Leste Sul-Sudeste Na bacia do Norte-Nordeste está o único delta em mar aberto do continente americano, o delta do Parnaíba (PI).3. As bacias hidrográficas do Brasil X SAIR SAIR
  48. 48. Leia a tabela3. As bacias hidrográficas do Brasil X SAIR SAIR
  49. 49. Amplie seuconhecimento3. As bacias hidrográficas do Brasil X SAIR SAIR
  50. 50. Aplique seuconhecimentoAtividades integradas X SAIR SAIR
  51. 51. Leia o mapaAtividades integradas X SAIR SAIR
  52. 52. Sistema de orientaçãoObserve a tirinha abaixo.Você conseguiu entender a explicação de Asterix? 2005 KING FEATURES/IPRESSAlfabetização cartográfica X SAIR SAIR
  53. 53. Leia o mapaMapa do Império RomanoAlfabetização cartográfica X SAIR SAIR
  54. 54. Leia o mapaAlfabetização cartográfica X SAIR SAIR
  55. 55. Leia a imagemAlfabetização cartográfica X SAIR SAIR
  56. 56. Leia a imagemAlfabetização cartográfica X SAIR SAIR
  57. 57. Coordenadas geográficas MeridianosParalelos Alfabetização cartográfica X SAIR SAIR
  58. 58. Coordenadas geográficas POLO NORTE Latitude: varia de 0º a 90º, para o norte ou para o sul. Longitude: varia de 0º a 180º, a leste ou a oeste. POLO SULAlfabetização cartográfica X SAIR SAIR
  59. 59. Relevo e hidrografia Acumulo de água na atmosfera Precipitação Acúmulo de água Precipitação em forma de gelo e neve Condensação Cordilheira Cordilheira Acúmulo de Acúmulo de água doce água doce Escarpa Escoamento da Escoamento da Nascente Nascente água pela água pela superfície superfície Neve derretida Depressão Depressão Planalto Planalto Infi ltação de Infiltação de água no solo água no solo Evaporação Evaporação Evaporação Evaporação Planície Serra Transpiração Transpiração Evaporação Evaporação Infi ltação de Infiltação de água no solo água no solo Inforresumo X SAIR SAIR
  60. 60. TOM TILL/ INTERNATIONAL STOCK/IMAGESTATE/LATINSTOCKSEQUÊNCIA DIDÁTICAAdaptação: Bianca SantanaEdição: Kelly Mayumi IshidaRevisão técnica: Professora Jarimar Aparecida JesusRevisão: Lara Milani (coord.), Alexandre Sansone, André Annes Araujo, Débora Baroudi, Fabio Pagotto, FláviaYacubian, Greice Furini, Letícia Scarp, Luiza Delamare, Maria Fernanda Neves, Renata Tavares, Valéria C. BorsanelliDiagramação: Adailton Brito de Souza, Alexandre Zanoni, Anderson Messias, Guilherme Kroll (assistente editorial),Keila Grandis, Valdei Prazeres, Vicente Valenti JuniorVÍDEOPalavra do editorProdução: Estúdio Moderna ProduçõesEdição: 3D Logic© 2010, Grupo Santillana/Sistema UNO Uso permitido apenas em escolas filiadas ao Sistema UNOTodos os direitos reservados. Nenhuma parte desta publicação pode ser reproduzida, arquivada ou transmitida,de qualquer forma, em qualquer mídia, seja eletrônica, química, mecânica, óptica, de gravação ou de fotocópia,fora do âmbito das escolas do Sistema UNO. A violação dos direitos mencionados constitui delito contra a propriedadeintelectual e os direitos de edição.GRUPO SANTILLANA FIMRua Padre Adelino, 758 − BelenzinhoSão Paulo − SP − Brasil − CEP 03303-904Vendas e Atendimento: Tel.: (11) 2602-5510Fax: (11) 2790-1501www.sistemauno.com.br0800 55 16 11 X SAIR SAIR

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