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Rios portugueses, da nascente à foz-1 (10º_Recursos Hídricos)

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Primeiro conjunto de diapositivos sobre os rios portugueses. Em esquema, o perfil longitudinal e os perfis transversais. Juntam-se várias fotos retiradas do blog "Terceira Dimensão - Fotografia Aérea" de Duarte Fernandes Pinto

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Rios portugueses, da nascente à foz-1 (10º_Recursos Hídricos)

  1. 1. Rio Sabor http://inevitavelinsatisfacao.blogspot.com/2011_02_01_archive.html RIOS PORTUGUESES Da nascente à foz - 1
  2. 2. Fases do Ciclo Erosivo do Perfil Longitudinal do rio A - Fase da Juventude B - Fase da Maturidade C - Fase da Velhice Curso superior Curso médio Curso inferior Vale em V fechado Vale em V aberto Vale em caleira aluvial
  3. 3. Fases do Ciclo Erosivo do Rio - Perfis Transversais
  4. 4. Rio Homem, afluente do Rio Cávado, perto da sua nascente
  5. 5. Rio Homem – Fase da Juventude Nasce na Sª do Gerês. Inicia o seu percurso de forma selvagem exercendo um forte poder erosivo: as rochas graníticas arredondadas que se vêem resultam da longa batalha entre o rio – um rio “jovem” - e as rochas que lhe servem de leito.
  6. 6. Rio Homem Cascata da Portela do Homem, Sª do Gerês. Vale estreito em V fechado, predomínio da erosão linear Nuno Ferreira
  7. 7. Rio Homem Rio Cávado Curso superior dos rios – predomínio do desgaste
  8. 8. Barragem da Caniçada Localizada no vale do Rio Cávado, a construção da barragem originou uma extensa albufeira, a montante, um lugar de lazer e desporto para além da produção de hidroeletricidade . Albufeira Canal de escoamento
  9. 9. Albufeira da Caniçada (Gerês) Belíssima perspectiva da Albufeira da Caniçada e do enquadramento paisagístico que a envolve. Um relevo vigoroso, de rochas graníticas pertencentes ao Maciço Antigo, fortemente fraturadas e falhadas . Com o enrugamento alpino, os blocos falhados que se soergueram deram origem às montanhas de fratura e falha de orientação NE/SW.
  10. 10. Barragem de Vilarinho das Furnas Barragem localizada no curso do Rio Homem na bacia hidrográfica do Rio Cávado. A planura nos cimos das Serras é a prova da erosão sofrida pelo Maciço Antigo durante a Era Secundária e a formação, então, de uma meseta. Esta forma aplanada, foi depois rejuvenescida pela orogenia alpina. albufeira
  11. 11. Rio Cávado – passagem por Barcelos Rio Cávado na sua passagem por Barcelos e já perto de Esposende onde se localiza a sua foz. A sedimentação nas margens é visível.
  12. 12. Rio Cávado – Foz Foz do Cávado, restinga de areia que separa o rio do mar. Em segundo plano, a arriba fóssil com uma orientação paralela à linha de costa, N/S.
  13. 13. Vista aérea do Curso terminal do Rio Cávado Ofir Esposende Foz Fão Paisagem completamente plana – planície aluvionar – um testemunho das oscilações do nível do mar. Toda a área representada esteve submersa durante a fase glaciar
  14. 14. O contacto com o mar visto do lado do Oceano Atlântico. À esquerda, território espanhol. O vale fluvial é amplo e discordante com a linha de costa permitindo a entrada das massas de ar que se deslocam de Oeste para Este. Rio Minho – foz em Caminha
  15. 15. Rio Ave – Póvoa de Lanhoso Rio Ave - Nascente O Rio Ave: - é português: - nasce na Sª da Cabreira (Vieira do Minho) - segue uma orientação alpina, NE/SW - desagua em Vila do Conde - está fortemente poluído devido aos efluentes domésticos e industriais (atravessa uma das áreas grande produtora de têxteis)
  16. 16. Rio Ave – Stº Tirso
  17. 17. Rio Ave - Foz
  18. 18. Rio Lima – Barragem do Alto Lindoso e Albufeira do Rio Lima Paisagem belíssima do Alto Lindoso, um relevo vigoroso, granítico, rejuvenescido pela orogenia alpina. O Rio Lima irá terminar o seu curso num vale aberto, discordante com a linha de costa.
  19. 19. Rio Lima - Foz Rio Lima em Viana do Castelo, perto da foz: são notórias as “ilhotas” de areia resultantes da forte sedimentação. Oceano Atlântico Estuário E
  20. 20. Rio Sabor – afluente do Rio Douro Uma das últimas barragens construídas em Portugal e que tem suscitado muitas reações adversas . “O problema está a montante: nas águas que sobem e se preparam para submergir um dos últimos vales selvagens de Portugal e inundar uma área equivalente a um terço da cidade de Lisboa. "O rio tem pouco mais de cem quilómetros. Para cima de 40 vão ser destruídos“.
  21. 21. Rio Douro – “Canhão” talhado no planalto mirandês O planalto mirandês é uma forma de relevo resultante da erosão do Maciço Antigo durante a Era Secundária. Trata-se, portanto, de uma parte bem conservada da Meseta Ibérica setentrional.
  22. 22. Rio Douro – Curso Médio Vila de Pinhão. Localizada na margem direita, é o centro da região demarcada do Vinho do Porto e o local onde se situam as mais famosas "Quintas" produtoras das uvas que fazem o famoso néctar.
  23. 23. “Obrigado” a traçar o seu vale em rochas de elevada dureza (granitos e xistos), o Douro mantém-se apertado entre arribas até muito perto da sua foz. Rio Douro – curso inferior
  24. 24. Rio Douro – Foz http://aturmadapequenada.blogspot.pt/2011/03/o-local-de-contacto-entre-terra-e-o-mar.html Vista aérea do cabedelo, formação em forma de península que resulta da forte sedimentação estuarina. O cabedelo da foz do Douro está ligado à margem esquerda e faz parte da Reserva Natural Local do Estuário do Douro.
  25. 25. Estuário do Rio Douro http://www.infopedia.pt/$cabedelo-porto O cabedelo conta também com a colaboração da ação erosiva do mar. A "Reserva Natural Local do Estuário do Douro é uma reserva ornitológica onde se cruzam diversas espécies migradoras.
  26. 26. Aproveitamento das águas fluviais – as BARRAGENS As barragens são construções que visam o aproveitamento dos cursos fluviais para, por exemplo, • reterem grandes quantidades de água • abastecerem de água áreas residenciais, agrícolas ou industriais • produzirem energia • ajudarem à regularização dos caudais. Trata-se de autênticas barreiras artificiais mais largas em baixo devido ao aumento de pressão da água em relação à profundidade. Barragem de Picote – Miranda do Douro
  27. 27.  A água é indispensável ao desenvolvimento e bem-estar de qualquer região, podendo em muitos casos revelar-se um factor condicionante desse mesmo desenvolvimento. À medida que as necessidades de água aumentam, cresce a competição entre os diferentes utilizadores e tornam-se mais graves os problemas sociais, económicos e ambientais resultantes do excesso ou da falta de água, ou ainda da sua má qualidade.  Nestas condições, revela-se indispensável um conhecimento dos recursos hídricos disponíveis, quer em termos de quantidade quer em termos de qualidade, como base de um planeamento realista e coerente que possibilite um desenvolvimento sustentado e harmonioso, tendo em conta as incidências socio-económicas e ambientais. http://www.prot.ccdr-alg.pt/Storage/pdfs/Volume_II_ANEXO_H.pdf
  28. 28. A rede hidrográfica do Algarve é constituída pelo sistema do rio Guadiana, no seu troço internacional inferior, e pelos cursos de água que desaguam directamente no mar e que se denominam Ribeiras do Algarve. É na Serra, particularmente nas serras de Monchique e Espinhaço de Cão … e do Caldeirão … que nascem os principais cursos de água da região … A maior parte dos cursos de água possui um regime torrencial com caudais nulos ou muito reduzidos durante uma parte do ano, correspondente ao período de estiagem. Das características dos perfis longitudinais dos cursos de água, sobressai o declive relativamente acentuado … Tratam-se de cursos de água onde ocorrem cheias com alguma frequência, sempre que se verificam precipitações intensas na Serra de Monchique. Tal facto deve- se ao acentuado declive do trecho montanhoso destas ribeiras, ao substrato rochoso que é pouco permeável e à extensão do trecho final, que é plano. Acresce ainda o facto das cabeceiras se encontrarem expostas a Sudoeste, de onde provêm os principais temporais que atingem a região.
  29. 29. Rio Gilão Um dos poucos rios do Algarve, banha Tavira e desagua na Ria Formosa. Com nascente na Serra do Caldeirão o seu percurso é curto até alcançar a foz. Na imagem observam-se as três subregiões algarvias: Serra, Barrocal e Litoral.
  30. 30. Ribeira da Asseca – Algarve Pego do Inferno uma das quedas de água algarvias – a cerca de 7 Km de Tavira
  31. 31. Barragem de Odeleite A barragem de Odeleite interliga-se com a barragem do Beliche para o abastecimento de água às populações e ao regadio dos concelhos do Sotavento Algarvio.
  32. 32. Na região do Algarve, as águas subterrâneas sempre assumiram um papel de extrema importância nas disponibilidades hídricas regionais como origem para o abastecimento às populações, ao sector industrial e grande parte da rega, apesar de, desde 1998, o abastecimento público ter passado, gradualmente, a ser feito a partir de águas superficiais. Apesar da referida importância dos recursos hídricos subterrâneos, tem havido nalguns casos … sobreexploração temporária devido a elevadas extracções em períodos de escassez de água. Além disso, é de referir a degradação da qualidade destes recursos por poluição de origem antrópica (nitratos) ou natural (… intrusão marinha nalgumas zonas costeiras) que tornam a água de um número significativo de captações imprópria para o consumo humano ou mesmo agrícola. No entanto, estes aquíferos continuam a suportar a maioria do auto-abastecimento de populações dispersas, e constituem, nalguns casos, a principal origem de abastecimento para rega de campos de golfe e terrenos agrícolas.
  33. 33. Ribeiro do Tronco, nasce na Serra de Monte Figo e desagua na Ria Formosa, Aqui, percurso na serra. Fonte da Silva, a norte de São Brás de Alportel, no inverno. No verão, seca.
  34. 34. "Ponte Ferroviária de Portimão" por Patrícia Nunes - Obra do próprio. Rio Arade no seu curso terminal. É notório o resultado da forte sedimentação decorrente da pouca velocidade das águas do rio. Este assoreamento é a razão pela qual, atualmente, o rio só é navegável até Silves por pequenos barcos. Na época dos Descobrimentos, ainda, era possível navegar até esta localidade sem impedimentos sedimentares.
  35. 35. S Marina de Portimão junto à foz do Rio Arade. A costa algarvia tem uma orientação este-oeste. Os cursos de água que nascem na Serra – Sª do Caldeirão, Sª de Espinhaço de Cão e Sª de Monchique – traçam a sua curta extensão desaguando, na maioria dos casos, no Oceano Atlântico, a Sul. É este o caso do Rio Arade.
  36. 36. A Barragem do Arade situa-se no concelho de Silves. Destina-se à rega e a sua construção data de 1955. Localiza-se na bacia hidrográfica do Arade. Na imagem pode-se verificar que, no momento, prece indiciar que se registava uma descida do nível das águas acumuladas.

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