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Não Desista de Seus Sonhos

                                                               TexTo Áureo:
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cerem, ajudassem no sustento da          ...
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Não Desista De Seus Sonhos

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Deus realiza o sonho de Ana quanto a ter filhos.

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Não Desista De Seus Sonhos

  1. 1. Não Desista de Seus Sonhos TexTo Áureo: “e disse ela: Ache a tua serva graça aos teus olhos. Assim a mulher foi o seu caminho, e comeu, e o seu semblante já não era triste”. I Samuel 1.18 Texto Básico: I Samuel 1.1-19 A maioria dos jovens sonha em casar-se algum dia e quando o momento idealizado aproxima-se, o casal planeja cada detalhe do dia da cerimônia, da lua-de-mel e da vida a dois. Na verdade, a maioria das revistas e livros destinados a noivas são adquiridos por jovens que sequer têm um noivo em vista! Elas simplesmente gostam de fantasiar o futuro. Quando jovem, Ana, certamente, sonhou com um casamento feliz, entretanto, seus sonhos transformaram-se em dura realidade. Ela casou-se com Elcana, que se esforçava para ser um bom marido, porém, alguns fatos não eram muito agradáveis na família que constituíram, pois Ana, além de não ter filhos, “dividia seu marido” com outra mulher, Penina, que sendo rival de Ana, a irritava em muitos momentos (v.6). Em vez das risadas e da algazarra de crianças, no lar de Ana, talvez se ouvissem tristes soluços de choro reprimido de uma mulher angustiada. Prepare-se para conhecer uma das mais encantadoras histórias conjugais que mostra a superação e a realização de sonhos que foram concretizados por Deus em resposta a orações que lhe foram dirigidas em momentos de aflição. 1. FALTANDO ALGO OU ALGUÉM Ana queria muito ter um filho, pois, diferente dos dias atuais, na- quela época isso representava a maior realização que uma mulher poderia ter. Somava-se a isso que, geralmente, o marido esperava que a espo- Segunda-feira Terça-feira Quarta-feira Quinta-feira Quinta-feira Sexta-feira Sábado Deut. 21.15-17 I Samuel 1.20-28 I Samuel 2.1-11 I Samuel 2.18-26 eclesiastes 5.4-5 1Pedro 5.7 - 01 -
  2. 2. sa tivesse filhos para que, ao cres- disse algumas palavras que, num cerem, ajudassem no sustento da primeiro momento, aparentam con- casa. No caminho à difícil realiza- vencimento, todavia, é bom que se ção de seu sonho, Ana deparou-se diga, não é qualquer marido que com Penina, a outra esposa de pode dizer: “Não te sou eu melhor Elcana. Ele resolveu o problema que dez filhos?” (v.8). Ele dava a de não ser pai, arrumando outra ela suporte afetivo tal, que seriam mulher e é bom esclarecer esse necessários dez filhos para dá-lo fato: pelo código de Hamurábi, se igualmente. Ana não contradisse um homem se casasse com uma as palavras dele nem se mostrou mulher que não conseguia ter filho, descontente com ele, todavia, o que era-lhe permitido casar-se com ou- ela mais queria era “ser mãe”. tra. A permissão era dada somente Na família, nem sempre o sofri- nesse caso e a ideia passou para mento de um é o de todos, entre- a lei judaica, como lemos em Dt tanto, é de se esperar que, quando 21.15-17. Assim informados, não alguém não está bem, os demais reprovamos o comportamento de tomem aquele problema para si, determinados personagens bíbli- colocando o ombro debaixo do far- cos porque viveram em culturas, do para torná-lo menos difícil de ser contextos e debaixo de leis dife- carregado (Gl 6.2). Ao seu modo, rentes das atuais. Elcana se sensibilizava com a dor que Ana tinha e isso nos ensina 2. QUANDO O MELHOR que, no casamento, não dá para É POUCO ser feliz sozinho. Na tentativa de suprir a falta de 3. BUSCANDO FORÇAS EM um filho, Elcana oferecia apoio e DEUS consolo à Ana, mas nem mesmo o abraço dele era suficiente. Um Os maridos devem prover apoio bom marido nem sempre conse- emocional à esposa (1Pd 3.7), to- gue ajudar a esposa a lidar com davia, nem o fato de conviver com a própria dor. Ana desejava que o um bom marido era suficiente para marido fosse ainda mais sensível amenizar a aflição que Ana sentia. à sua dor, talvez através de um Ela tinha o problema de não diálogo franco, que não consistis- conseguir gerar filho, cuja resolução se só em perguntas como Elcana não dependia dela, sendo assim fez: “Por que choras?Por que orou a respeito disso. Na vida de não comes? Por que está mal teu Ana havia esterilidade, rivalidade coração? Não te sou eu melhor com Penina, mas tinha também do que dez filhos?”. (v.8). Elcana fervorosa oração a Deus. Em de- - 02 -
  3. 3. terminado dia do ano, ela viajava de um bebê, foi suficiente para que cerca de 25 km na companhia do Deus trabalhasse nela e incutisse marido (e de Penina e seus filhos) o desejo de algo mais precioso: até a casa do Senhor para adorá-lo ela passou a desejar um filho para e oferecer-lhe sacrifícios. Depois dedicá-lo à obra do Senhor (v.10- do sacrifício, era permitido comer 11). Milagrosamente, ela ficou a carne (Dt 16.7) e Elcana dava grávida e nasceu Samuel (o nome a melhor parte à Ana porque a dele significa “Deus ouviu minha “amava” (v.4-5). oração”). Ana consagrou seu filho Mesmo sendo uma mulher a Deus e, depois de desmamado, espiritual, Ana tinha seus momen- ele foi morar no templo (v. 24-28). tos de tristeza profunda. No v.10, É importante cumprir as promessas lemos que, ao orar, ela “chorou que fazemos a Deus (Ec 5.4-5). abundantemente”. Sua oração foi Aquele casal entregou ao Senhor, extremamente autêntica, cheia de o que tinha de mais precioso (v.28) fortes emoções que a levaram a e presenteou a Israel com aquele “derramar a alma perante o Se- que viria a ser profeta e o primeiro nhor” (v.15). Ana não se conformou juiz da nação. Sua mãe fazia-lhe com sua situação e buscou em uma túnica de ano em ano (I Sm Deus, a resposta para a sua crise. 2.19), colocando, na costura, algo Nem o homem de Deus, Eli, pôde de si que lhe dava um sentimento entender a dor dela, mas lhe deu a de participação na missão de Deus bênção sacerdotal: “Vai-te em paz, e na vocação de Samuel. Tempos e o Deus de Israel te conceda a depois, o Deus Eterno permitiu que petição que lhe fizeste” (v.17). gerasse outros filhos (I Sm 2.21). As Escrituras não dizem se ela foi embora convicta de que ficaria grávida, mas lemos que ela foi con- solada pelo Senhor, pois comeu e Ana era uma mulher próspera, “seu semblante já não era triste” bem casada, amada, mas infeliz: (v.18). Ana não tinha ainda um era estéril, no entanto ela buscou bebê em seus braços, nem sequer no lugar certo, com o propósito estava grávida, mas acreditou que certo, de maneira que agradou ao o Deus Eterno far-lhe-ia fértil. Senhor, que a atendeu (Sl 37.4). O que de mais encantador encontra- 4. ALEGRIA QUE BROTA EM mos na graça de Deus é que ela MEIO À ANGÚSTIA não apenas viabiliza os nossos so- nhos, como também os amplia para O tempo que Ana passou, que- além de tudo aquilo que podemos rendo e aguardando a chegada imaginar. - 03 -

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