ELABORADO POR: Isabel Martins e Samuel Branco

              - MAIO DE 2009 -
Referido recorrentemente.

                  Conceptualização (dossiê vs portefólio)
                                     ...
ECD – arts 40º, 44º e 45º - e o DR. 2/2008 de 10 de Janeiro, art. 6º
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DGRHE         de 26 de Fevereiro de 2008


    Algumas Considerações a Propósito da Avaliação do Desempenho dos Professore...
2.1. Nas palavras de …
2.2. Características
2.3. Objectivos
2.4. Como processo reflexivo
24 C                  fl i
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“principal instrumento” para “sustentar o exercício de
         auto-avaliação” dos docentes avaliados.



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“… instrumento básico de avaliação do desempenho
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Entrevista
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“Instrumento fundamental para o profissional prático, reflexivo e flexível”
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“são      colecções sistemáticas feitas pelos alunos e pelos
       professores.”
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“instrumento privilegiado na construção dos saberes”

       três tipos de portefólio        de aprendizagem,
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Amostra           diversificada      e     representativa              de   trabalhos
       realizados ao longo de um per...
Meio de recolha de informação acerca do progresso e
       do desempenho numa ou mais áreas (1991).




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Colecção de trabalhos reunidos (…) que permite ajuizar
       acerca d
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Selectivo
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Visa:
       “…constituir uma estratégia de consciencialização para a
         constituir
       mudança conceptual” (Sá-C...
“Coligir        evidências      do     desempenho              profissional    nas
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Os principais objectivos serão então



       suportar a reflexão sobre a sua aprendizagem

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Segundo Ginette Robin, os portefólios podem ter como
  objectivo 3 tipos de reconhecimento:


     › reconhecimento pessoa...
“O portfolio reflexivo é, sobretudo, uma estratégia na qual a
       avaliação formativa continuada e personalizada garant...
“A prática reflexiva” requer pois:
       › o recurso a conhecimentos teóricos e práticos prévios,

       › a teorização ...
“… uma estratégia de formação que, através da relação
        supervisiva que estabelece entre formando e formador,
      ...
Reflecte                   o ser

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Pressupõe :

                          auto-implicação
                          auto implicação
                         ...
Evita as rotinas onde “... só veremos o que quisermos …”
       (Day, 1989)


       Responsabiliza

       Modelo de proc...
Formativa
        › permite uma organização e sistematização da informação
          p               g     ç              ...
Avaliativo/Formativo:

        registo, síntese e contextualização de todo o processo de
        formação vivido pelo form...
Descritivo/Reflexivo:


         gera uma lógica reflexiva através:
                      - d uso d narração d episódios r...
Selectivo/Compreensivo:



         › integra     um    processo   de     descrição-narração-reflexão-
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O portefólio concilia as vertentes


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  pedagógico-didácticas
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…articulando os diversos paradigmas :
           o reflexivo

           o cognitivista

           o behaviorista

      ...
3.1. Dimensões
3.2.
3 2 Portefólio e objectivos individuais
3.3. Evidências
3.4. Um exemplo
              p
Quatro dimensões do desempenho profissional


        › Vertente profissional social e ética.
        › Desenvolvimento do...
Melhoria dos resultados escolares dos alunos.
      Redução do abandono escolar.
      Apoio à aprendizagem dos alunos
   ...
Primárias
  Pi ái
  •    Planificações (anuais, de unidades didácticas ou de aula).

  •    Materiais didácticos.

  •    ...
Secundárias


  •    Registo de incidentes críticos.
         g

  •    Reflexão/descrição das práticas, ao nível da plani...
ESTRUTURA DO PORTEFÓLIO COMO INSTRUMENTO DE AVALIAÇÃO




Isabel Martins e Samuel Branco   Supervisão de Práticas Pedagógi...
I – O professor
              Perfil
              Curriculum Vitæ
              Expectativas profissionais e formação rea...
4.1. O portefólio e o supervisor
4.2. Da abrangência às contingências
Sendo o portefólio “… uma estratégia de formação que,
     através da relação supervisiva que estabelece entre formando
  ...
Organização vertical              Organização horizontal

Relação      entre   elementos     Relação supervisiva entre os
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Relação
    ç
           Condicionada pelo contexto.
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“Contentor” – abrange o ser, o saber e o saber-fazer

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Enquanto instrumento de supervisão, o portefólio exige:


                        . Supervisão e regulação de qualidade;

...
5.1. Tipos de suporte
5.2. Exemplos
Papel
        Digitais
        Di it i
           blogs (youtube, picasa, 4share, …)
         http://www.blogspot.com
    ...
Aplicação do portefólio como metodologia de ensino-
 -aprendizagem na di i li
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Aplicação d portefólios num C
     A li   ã de    t fóli       Curso d P d
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O Projecto DigiFolio é um projecto europeu com o objectivo
 de mobilizar as potencialidades educativas dos portefólios
   ...
ALARCÃO, I. & ROLDÃO, M. (2008). Supervisão: um contexto de desenvolvimento
       profissional dos professores. Mangualde...
SÁ-CHAVES, I. (2000). Portfolios Reflexivos: estratégia de formação e de supervisão.
       Aveiro: Universidade de Aveiro...
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  1. 1. ELABORADO POR: Isabel Martins e Samuel Branco - MAIO DE 2009 -
  2. 2. Referido recorrentemente. Conceptualização (dossiê vs portefólio) portefólio). Formação. Avaliação. Imposições normativo-legais (Avaliação do Desempenho). Isabel Martins e Samuel Branco Supervisão de Práticas Pedagógicas Maio de 2009
  3. 3. ECD – arts 40º, 44º e 45º - e o DR. 2/2008 de 10 de Janeiro, art. 6º Para a avaliação do desempenho docente – aponta para a existência de “registos normalizados” e “instrumentos de registo”. registo” Conselho Científico para a Avaliação de Professores em Recomendações Sobre a Elaboração e Aprovação pelos Conselhos Pedagógicos de Instrumentos de . Registo Normalizados Previstos no DR nº 2/2008 reconhece o portefólio como “principal instrumento” para “sustentar o exercício de auto-avaliação”. Isabel Martins e Samuel Branco Supervisão de Práticas Pedagógicas Maio de 2009
  4. 4. DGRHE de 26 de Fevereiro de 2008 Algumas Considerações a Propósito da Avaliação do Desempenho dos Professores “… propondo um instrumento básico de avaliação do desempenho docente …” Isabel Martins e Samuel Branco Supervisão de Práticas Pedagógicas Maio de 2009
  5. 5. 2.1. Nas palavras de … 2.2. Características 2.3. Objectivos 2.4. Como processo reflexivo 24 C fl i 2.5. Como processo de formação 2.6. 2 6 Como instrumento avaliativo 2.7. Tipos de enfoque
  6. 6. “principal instrumento” para “sustentar o exercício de auto-avaliação” dos docentes avaliados. Colecções organizadas e cuidadosamente seleccionadas de materiais produzidos ao longo de um determinado período de tempo, de modo a documentar o que foi feito e como foi feito pelo docente no que se refere a tarefas docente, realizadas e a resultados obtidos. Isabel Martins e Samuel Branco Supervisão de Práticas Pedagógicas Maio de 2009
  7. 7. “… instrumento básico de avaliação do desempenho docente (…) válido quer para os momentos de avaliação previstos na lei (…) quer para promover e sustentar a análise e reflexão contínuas da prática de cada docente em cada escola ao longo da sua carreira profissional, …” Isabel Martins e Samuel Branco Supervisão de Práticas Pedagógicas Maio de 2009
  8. 8. Entrevista http://eportefolio.ese.ipsantarem.pt/eportefolio/images/stories/materiais/entrevistas/chaves/entrevista_cha ves.htm “derivação dos dossiers de estágio e/ou diários de bordo, derivação instrumentos retentores e organizadores da informação relativa aos processos l levados a cabo ( ) no d d b (…) decurso d suas práticas das áti pedagógicas e objecto primordial no final do processo individual de formação”. Isabel Martins e Samuel Branco Supervisão de Práticas Pedagógicas Maio de 2009
  9. 9. “conjunto de trabalhos que através de estratégias conjunto que, de investigação-acção, procuram evidenciar a natureza reflexiva, colaborativa e i t t fl i l b ti interpessoal d l dos processos de construção de conhecimento, através da relação supervisiva, quer na dimensão vertical entre o supersivor e os supervisandos, quer na, p p , q , também possível, dimensão horizontal entre os formandos” (Sá-Chaves, 2000).
  10. 10. “Instrumento fundamental para o profissional prático, reflexivo e flexível” (s/d). (s/d) Isabel Martins e Samuel Branco Supervisão de Práticas Pedagógicas Maio de 2009
  11. 11. “são colecções sistemáticas feitas pelos alunos e pelos professores.” f ” “um utensílio que serve (…) para representar o seu autor em termos profissionais, já que nele é possível encontrar a sua filosofia da educação, o seu percurso profissional, as suas estratégias de ensino e aquilo que faz para aprender.” “Reflectir na e sobre a acção” ç ( (2003). ) Isabel Martins e Samuel Branco Supervisão de Práticas Pedagógicas Maio de 2009
  12. 12. “instrumento privilegiado na construção dos saberes” três tipos de portefólio de aprendizagem, de apresentação e de avaliação avaliação. (2003) Isabel Martins e Samuel Branco Supervisão de Práticas Pedagógicas Maio de 2009
  13. 13. Amostra diversificada e representativa de trabalhos realizados ao longo de um período de tempo que cubra a abrangência, abrangência a profundidade e o desenvolvimento conceptual (2006). Isabel Martins e Samuel Branco Supervisão de Práticas Pedagógicas Maio de 2009
  14. 14. Meio de recolha de informação acerca do progresso e do desempenho numa ou mais áreas (1991). Isabel Martins e Samuel Branco Supervisão de Práticas Pedagógicas Maio de 2009
  15. 15. Colecção de trabalhos reunidos (…) que permite ajuizar acerca d dos esforços, d f dos progressos, ou d dos d desempenhos h numa determinada área. Poderá incluir a participação do autor na selecção do respectivo conteúdo, as linhas de orientação para essa selecção, os critérios para ajuizar acerca do mérito do Portefólio, e evidenciar a sua auto- reflexão (1992). Isabel Martins e Samuel Branco Supervisão de Práticas Pedagógicas Maio de 2009
  16. 16. Selectivo Documental Documenta o processo e o produto (da formação) Abrangente Reflexivo Auto-avaliativo e hetero-avaliativo Emancipatório Longitudinal Isabel Martins e Samuel Branco Supervisão de Práticas Pedagógicas Maio de 2009
  17. 17. Visa: “…constituir uma estratégia de consciencialização para a constituir mudança conceptual” (Sá-Chaves, 2000). “… um exercício continuado e crítico de construção de conhecimento acerca do próprio conhecimento, dos saberes específicos da sua profissionalidade e, sobretudo, sobre os próprios enquanto pessoas em desenvolvimento” (Sá-Chaves, 2000). Isabel Martins e Samuel Branco Supervisão de Práticas Pedagógicas Maio de 2009
  18. 18. “Coligir evidências do desempenho profissional nas diferentes dimensões do respectivo perfil profissional, identificando o nível do desempenho” (Coelho e Rodrigues, 2008). “Constituir um registo do seu percurso numa perspectiva de reflexão e de auto-avaliação” (Coelho e Rodrigues, 2008). Isabel Martins e Samuel Branco Supervisão de Práticas Pedagógicas Maio de 2009
  19. 19. Os principais objectivos serão então suportar a reflexão sobre a sua aprendizagem a formação inicial e contínua a auto e hetero-avaliação suportar um conjunto de documentos que testemunham o desenvolvimento ao longo da vida. Isabel Martins e Samuel Branco Supervisão de Práticas Pedagógicas Maio de 2009
  20. 20. Segundo Ginette Robin, os portefólios podem ter como objectivo 3 tipos de reconhecimento: › reconhecimento pessoal – facilitam a consciencialização das capacidades e saberes, a valorização das actividades desenvolvidas, a auto-avaliação, os processos de orientação ç p ç pessoal, a elaboração de projectos de acção e de vida, … › reconhecimento institucional – facilitam os processos de obtenção de equivalências, de unidades de crédito e de validação e/ou certificação de cursos. ç › reconhecimento profissional – ajudam nos processos de eco ec e o p o ss o a ajuda os p ocessos orientação profissional, de procura de emprego e de inserção no mercado de trabalho, de gestão de carreiras e/ou processos de candidatura. Isabel Martins e Samuel Branco Supervisão de Práticas Pedagógicas Maio de 2009
  21. 21. “O portfolio reflexivo é, sobretudo, uma estratégia na qual a avaliação formativa continuada e personalizada garante o refazer das aprendizagens e potencia a sua qualidade final percebida como produto” produto (Sá-Chaves, 2004). (Sá-Chaves 2004) “… uma narrativa mais longa que se estrutura (e estrutura longa, coerentemente as aprendizagens) através de narrativas curtas correspondentes a reflexões espontâneas ou solicitadas, expressamente pelo formador e que enquadram, de f d forma progressiva, a iinformação t b lh d i f ã trabalhada pelo l formando” (Sá-Chaves, 2004). Isabel Martins e Samuel Branco Supervisão de Práticas Pedagógicas Maio de 2009
  22. 22. “A prática reflexiva” requer pois: › o recurso a conhecimentos teóricos e práticos prévios, › a teorização problematizadora da situação prática em apreço e › a produção de conhecimento susceptível de ser comunicado a outros, e mobilizado noutras situações” (Roldão, 2007) Potencia um pensar crítico sobre as práticas, os valores, atitudes conducentes a uma acção consciente e a um constante reposicionamento perante cada problema. p p p Isabel Martins e Samuel Branco Supervisão de Práticas Pedagógicas Maio de 2009
  23. 23. “… uma estratégia de formação que, através da relação supervisiva que estabelece entre formando e formador, permite a sustentação da aprendizagem …” (Day, 1989). História de aprendizagem pessoal e sempre única aprendizagem, única. Consciência dos saberes adquiridos e das zonas de não q saber – aprendizagem em curso. Lógica de continuidade do processo de aprendizagem. Direccionada aos objectivos d f Di i d bj ti de formação. ã Isabel Martins e Samuel Branco Supervisão de Práticas Pedagógicas Maio de 2009
  24. 24. Reflecte o ser o saber do profissional p o saber-fazer configura um autêntico processo de formação numa perspectiva: u a pe spec a: . individual – auto-formativa d dua au o o a a . colaborativa . co-formativa. f ti Isabel Martins e Samuel Branco Supervisão de Práticas Pedagógicas Maio de 2009
  25. 25. Pressupõe : auto-implicação auto implicação consciencialização comunicação adaptação aprender (ou reaprender) a pensar evolução auto-crítica feedback validação Desenvolvimento de uma cultura aprendente imperativo pessoal e profissional Isabel Martins e Samuel Branco Supervisão de Práticas Pedagógicas Maio de 2009
  26. 26. Evita as rotinas onde “... só veremos o que quisermos …” (Day, 1989) Responsabiliza Modelo de processo, por oposição ao modelo de produto p p p ç p (Day, 1989) Dá cumprimento às disposições legais Isabel Martins e Samuel Branco Supervisão de Práticas Pedagógicas Maio de 2009
  27. 27. Formativa › permite uma organização e sistematização da informação p g ç ç ç recolhida, no âmbito do desenvolvimento profissional. Sumativa › permite coligir as evidências mais representativas do desempenho do professor, constituindo-se como que uma constituindo se narrativa da sua acção. Isabel Martins e Samuel Branco Supervisão de Práticas Pedagógicas Maio de 2009
  28. 28. Avaliativo/Formativo: registo, síntese e contextualização de todo o processo de formação vivido pelo formando. Esporádico/Continuado: registo da evolução do saber pessoal do formando, permitindo a comparação com outros momentos e se tirarem ilações. Isabel Martins e Samuel Branco Supervisão de Práticas Pedagógicas Maio de 2009
  29. 29. Descritivo/Reflexivo: gera uma lógica reflexiva através: - d uso d narração d episódios relevantes para a do da ã de i ódi l t (re)construção do conhecimento pessoal; - da reflexão sobre esses episódios, ajudando a identificar causas, consequências e significados sobre o papel dos contextos na determinação dos factos; - da reflexão sobre si próprios, questionando-se sobre os papéis funções desempenhos e concepções que assume papéis, funções, assume. Isabel Martins e Samuel Branco Supervisão de Práticas Pedagógicas Maio de 2009
  30. 30. Selectivo/Compreensivo: › integra um processo de descrição-narração-reflexão- (meta)reflexão das experiências e práticas e das teorias que as sustentam; › recorre a múltiplas fontes de evidências; › constitui um documento autêntico; › constitui uma criação única do formando, representando a sua síntese pessoal de compreensão teórica e prática do conhecimento. Isabel Martins e Samuel Branco Supervisão de Práticas Pedagógicas Maio de 2009
  31. 31. O portefólio concilia as vertentes p pedagógico-didácticas g g imposições legais p ç g pessoal-humanas potenciando competências de carácter técnico-metodológico, relacional e deontológico … Isabel Martins e Samuel Branco Supervisão de Práticas Pedagógicas Maio de 2009
  32. 32. …articulando os diversos paradigmas : o reflexivo o cognitivista o behaviorista o contextualista o personalista li t o construtivista permite uma abordagem ecléctica do ensino e da formação. Isabel Martins e Samuel Branco Supervisão de Práticas Pedagógicas Maio de 2009
  33. 33. 3.1. Dimensões 3.2. 3 2 Portefólio e objectivos individuais 3.3. Evidências 3.4. Um exemplo p
  34. 34. Quatro dimensões do desempenho profissional › Vertente profissional social e ética. › Desenvolvimento do ensino e da aprendizagem aprendizagem. › Participação na escola e relação com a comunidade escolar. › Desenvolvimento e formação profissional ao longo da vida. (Coelho e Rodrigues, 2008) Isabel Martins e Samuel Branco Supervisão de Práticas Pedagógicas Maio de 2009
  35. 35. Melhoria dos resultados escolares dos alunos. Redução do abandono escolar. Apoio à aprendizagem dos alunos alunos. Cumprimento do serviço lectivo. Participação nas estruturas de orientação educativa e dos órgãos de gestão. Relação com a comunidade comunidade. Formação contínua. Participação e dinamização de projectos actividades, projectos, actividades projectos curriculares turmas, actividades extra-curriculares. (Coelho e Rodrigues, 2008) Isabel Martins e Samuel Branco Supervisão de Práticas Pedagógicas Maio de 2009
  36. 36. Primárias Pi ái • Planificações (anuais, de unidades didácticas ou de aula). • Materiais didácticos. • Instrumentos de avaliação dos alunos (testes, fichas, critérios de correcção/matrizes, correcção/matrizes grelhas de observação fichas de auto e hetero- observação, hetero avaliação, entre outros). • Projectos (planificação, materiais elaborados, instrumentos de avaliação). • Planos de apoio aos alunos. • Adaptações curriculares. • Certificados de formação contínua. Isabel Martins e Samuel Branco Supervisão de Práticas Pedagógicas Maio de 2009
  37. 37. Secundárias • Registo de incidentes críticos. g • Reflexão/descrição das práticas, ao nível da planificação, execução e avaliação dos resultados obtidos em cada uma das evidências primárias apresentadas. apresentadas • Outras reflexões que permitam identificar os pontos fortes de docente e os aspectos a melhorar. • … Isabel Martins e Samuel Branco Supervisão de Práticas Pedagógicas Maio de 2009
  38. 38. ESTRUTURA DO PORTEFÓLIO COMO INSTRUMENTO DE AVALIAÇÃO Isabel Martins e Samuel Branco Supervisão de Práticas Pedagógicas Maio de 2009
  39. 39. I – O professor Perfil Curriculum Vitæ Expectativas profissionais e formação realizada Registos de assiduidade Outros documentos considerados pertinentes II – Actividade docente Horário Cargos Por disciplina: Planificação a médio e a longo prazo (objectivos; conteúdos; avaliação) Teste de diagnóstico (enunciado e critérios de correcção) Turmas: - caracterização - PCT (destacando a intervenção pessoal) - sumários (conteúdos leccionados e estratégias) - grelha de observação de aulas - casos - avaliação . grelha de correcção e análise do diagnóstico . avaliação sumativa . auto-avaliação . avaliação por parâmetros e final . pauta com tratamento estatístico - Análise / reflexão em cada período Componente não-lectiva Participação no PAA III – Avaliação final Isabel Martins e Samuel Branco Supervisão de Práticas Pedagógicas Maio de 2009
  40. 40. 4.1. O portefólio e o supervisor 4.2. Da abrangência às contingências
  41. 41. Sendo o portefólio “… uma estratégia de formação que, através da relação supervisiva que estabelece entre formando e formador, permite a sustentação da aprendizagem …” (Day, 1989), cabe ao supervisor orientar; estimular; regular; Isabel Martins e Samuel Branco Supervisão de Práticas Pedagógicas Maio de 2009
  42. 42. Organização vertical Organização horizontal Relação entre elementos Relação supervisiva entre os ç p constituintes da equipa de formandos. formação, que apresentam Permite alargar as hipóteses g p diferenças ao nível dos formativas . conhecimentos e das experiências. iê i O supervisor forma Co-formação O supervisando é formado.
  43. 43. Relação ç Condicionada pelo contexto. C di i d l t t Possibilita ao professor falar de si. Dá sentido à singularidade e aos pequenos “fragmentos”. g Aceita o erro. Permite a expressão criativa e simbólica simbólica. Professor como pessoa real. Tem em conta a fase de desenvolvimento. Co-construção do processo
  44. 44. Importância do Instrumento de supervisão exigente relacionamento inter-pessoal - Reflexão continua. - Negociação antes e durante. Aceitação - Acompanhamento regular. h l Confiança - Feedback em tempo útil. Diálogo - Pouco normalizado normalizado. Autenticidade Unicidade Isabel Martins e Samuel Branco Supervisão de Práticas Pedagógicas Maio de 2009
  45. 45. “Contentor” – abrange o ser, o saber e o saber-fazer . Pessoal . Único . Reflexivo . Flexível . Criativo . Formativo (co, auto e hetero) . Avaliativo (auto e hetero) . Responsabilizador . Ecléctico Isabel Martins e Samuel Branco Supervisão de Práticas Pedagógicas Maio de 2009
  46. 46. Enquanto instrumento de supervisão, o portefólio exige: . Supervisão e regulação de qualidade; . Diagnóstico dos pontos fortes e fracos; . Relações inter-pessoais autênticas; inter pessoais . Capacidade de adaptação às circunstâncias; . Rigor e flexibilidade; . Prevenção e remediação do erro; . Disponibilidade; . Tempo. Isabel Martins e Samuel Branco Supervisão de Práticas Pedagógicas Maio de 2009
  47. 47. 5.1. Tipos de suporte 5.2. Exemplos
  48. 48. Papel Digitais Di it i blogs (youtube, picasa, 4share, …) http://www.blogspot.com p // g p websites (email) http://sites.google.com wikis http://www.wetpaint.com Redes sociais http://www.ning.com htt // i Os suportes digitais têm a vantagem de permitirem outro p g g p tipo de suporte de informação mais apelativa e mais interactiva. Isabel Martins e Samuel Branco Supervisão de Práticas Pedagógicas Maio de 2009
  49. 49. Aplicação do portefólio como metodologia de ensino- -aprendizagem na di i li di disciplina d M t d l i d I de Metodologia de Investigação ti ã em Educação do Mestrado em Tecnologia Educativa da Universidade do Minho. http://mieuminho.googlepages.com Isabel Martins e Samuel Branco Supervisão de Práticas Pedagógicas Maio de 2009
  50. 50. Aplicação d portefólios num C A li ã de t fóli Curso d P d de Pedagogia para i Professores em Exercício, na Universidade de Brasília, entre 2001 e 2005. Foi pedido aos alunos que organizassem as suas actividades p q g através de hipertexto, juntando a história de vida, reflexões temáticas, temáticas trajectória profissional e a análise e reflexão sobre a sua actuação profissional. http://marciacsales.googlepages.com htt // i l l Isabel Martins e Samuel Branco Supervisão de Práticas Pedagógicas Maio de 2009
  51. 51. O Projecto DigiFolio é um projecto europeu com o objectivo de mobilizar as potencialidades educativas dos portefólios portefólios, apoiados nas Tecnologias de Informação e Comunicação, para promover o desenvolvimento profissional dos professores Visa professores. também o desenvolvimento de novas competências e novas abordagens em termos de ensino e aprendizagem, aprendizagem nomeadamente através da reflexão sobre o papel dos professores e do consequente envolvimento e responsabilização. http://www2.fpce.ul.pt/pessoal/ulfpcost/digifolio htt // 2f l t/ l/ lf t/di if li Isabel Martins e Samuel Branco Supervisão de Práticas Pedagógicas Maio de 2009
  52. 52. ALARCÃO, I. & ROLDÃO, M. (2008). Supervisão: um contexto de desenvolvimento profissional dos professores. Mangualde: Edições Pedago. ALARCÃO, I. et al.(1996). Formação Reflexiva de Professores: estratégias de supervisão. Porto: Porto Editora. Bernardes, C. & Miranda, F.B. (2003). Portefólio – uma escola de competências. Porto: Porto Editora. COELHO, C. & CAMPOS, J. (2003). Como Abordar ... O Portefólio na Sala de Aula. Porto: Areal Editores Editores. COELHO, A. & RODRIGUES, A. (2008). Guia de Avaliação de Desempenho Docente. Educação Hoje, 3ª edição. Lisboa: Texto Editora. DAY, Christopher, (1989) . Avaliação do desenvolvimento profissional dos professores. Em A.ESTRELA (org), Avaliação em Educação (pp. 95-113). Porto: Porto Editora (1999) MENDES, M. T. R. P. (s/d). Educação Reflexiva do Professor – Razões e Implicações ao nível da Formação Inicial. FPCE. Coimbra. Ponta, G. (2004). Olhar do Professor. Acedido em: Dezembro de 2008, em http://www.uepg.br/olhardeprofessor/pdf/revista72_artigo01.pdf. PAULSON, F. L., PAULSON, P. R. & MEYER, C. A. (1991). What Makes a Portfolio a Portfolio?. Educational Leadership. ROLDÃO, M. (2007). ROLDÃO M (2007) Formação de Professores Baseada na Investigação e Prática Reflexiva. Conferência profissional de professores para a qualidade e para a equidade da Aprendizagem ao longo da Vida. Lisboa: Presidência Portuguesa do Conselho da União Europeia. Acedido em: Dezembro de 2008, em: http://www.eu2007.min- edu.pt/np4/?newsId=109&fileName=Maria_do_C_u_Rold_o_PT.pdf. p/ p / p Isabel Martins e Samuel Branco Supervisão de Práticas Pedagógicas Maio de 2009
  53. 53. SÁ-CHAVES, I. (2000). Portfolios Reflexivos: estratégia de formação e de supervisão. Aveiro: Universidade de Aveiro. SÁ-CHAVES, I. (2005). SÁ CHAVES I (2005) Os quot;portfoliosquot; Reflexivos (Também) Trazem Gente Dentro: reflexões em torno do seu uso na humanização dos processos formativos. Porto: Porto Editora. Isabel Martins e Samuel Branco Supervisão de Práticas Pedagógicas Maio de 2009

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