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  1. 1. LEUCEMIA
  2. 2. COMPONENTES: ANA LAURA MIRANDA AUGUSTO SENNA “Leucemia é somente uma palavra
  3. 3. A leucemia é uma doença maligna dos glóbulos brancos (leucócitos), geralmente, de origem desconhecida. Tem como principal característica o acúmulo de células jovens anormais na medula óssea, que substituem as células sanguíneas normais. Na medula, são encontradas as células que dão origem aos glóbulos brancos, aos glóbulos vermelhos (hemácias ou eritrócitos) e às plaquetas.
  4. 4. Estimativas de novos casos: 8.510, sendo 4.570 homens e 3.940 mulheres (2012) Número de mortes: 5.935, sendo 3.202 homens e 2.733 mulheres (2010)
  5. 5. CLASSIFICAÇÃO As leucemias podem ser agrupadas com base em quão rapidamente a doença evolui e torna-se grave. Sob esse aspecto, a doença pode ser do tipo crônica (que geralmente agrava-se lentamente) ou aguda (que geralmente agrava-se rapidamente).
  6. 6. CRÔNICA No início da doença, as células leucêmicas ainda conseguem fazer algum trabalho dos glóbulos brancos normais. Médicos geralmente descobrem a doença durante exame de sangue de rotina. Lentamente, a leucemia crônica se agrava. À medida que o número de células leucêmicas aumenta, aparecem inchaço nos linfonodos (ínguas) ou infecções. Quando surgem, os sintomas são brandos, agravando-se gradualmente.
  7. 7. AGUDA As células leucêmicas não podem fazer nenhum trabalho das células sanguíneas normais. O número de células leucêmicas cresce rapidamente e a doença agrava-se num curto intervalo de tempo.
  8. 8. SUBTIPOS As leucemias também podem ser agrupadas baseando- se nos tipos de glóbulos brancos que elas afetam: linfoides ou mieloides. As que afetam as células linfoides são chamadas de linfoide, linfocítica ou linfoblástica. A leucemia que afeta as células mieloides são chamadas mieloide ou mieloblástica.
  9. 9.  Leucemia linfoide crônica: afeta células linfoides e se desenvolve vagarosamente. A maioria das pessoas diagnosticadas com esse tipo da doença tem mais de 55 anos. Raramente afeta crianças.  Leucemia mieloide crônica: afeta células mieloides e se desenvolve vagarosamente, a princípio. Acomete principalmente adultos.  Leucemia linfoide aguda: afeta células linfoides e agrava-se rapidamente. É o tipo mais comum em crianças pequenas, mas também ocorre em adultos.  Leucemia mieloide aguda: afeta as células mieloides e avança rapidamente. Ocorre tanto em adultos como em crianças.
  10. 10. SINTOMAS  Os principais sintomas decorrem do acúmulo de células defeituosas na medula óssea, prejudicando ou impedindo a produção dos glóbulos vermelhos (causando anemia, que por sua vez causa fadiga e palpitação), dos glóbulos brancos (deixando o organismo mais sujeito a infecções) e das plaquetas (ocasionando sangramentos das gengivas e pelo nariz, manchas roxas na pele ou pontos vermelhos sob a pele).  O paciente pode apresentar gânglios linfáticos inchados, mas sem dor, principalmente na região do pescoço e das axilas; febre ou suores noturnos; perda de peso sem motivo aparente; desconforto abdominal (provocado pelo inchaço do baço ou fígado); dores nos ossos e nas articulações. Caso a doença afete o Sistema Nervoso Central (SNC), podem surgir dores de cabeça, náuseas, vômitos, visão dupla e desorientação.
  11. 11. DIAGNÓSTICO  Na análise laboratorial, o hemograma (exame de sangue) estará alterado, porém, o diagnóstico é confirmado no exame da medula óssea (mielograma).  Nesse exame, retira-se menos de um mililitro do material esponjoso de dentro do osso e examina-se as células ali encontradas.
  12. 12. TRATAMENTO  Tem o objetivo de destruir as células leucêmicas, para que a medula óssea volte a produzir células normais.  O tratamento é feito em etapas. A primeira tem a finalidade de obter a remissão completa, ou seja, um estado de aparente normalidade após a poliquimioterapia. Esse resultado é alcançado um a dois meses após o início do tratamento (fase de indução de remissão), quando os exames (de sangue e da medula óssea) não mais evidenciam células anormais.  Entretanto, pesquisas comprovam que ainda restam no organismo muitas células leucêmicas (doença residual), o que obriga a continuação do tratamento para não haver recaída. Nas etapas seguintes, o tratamento varia de acordo com o tipo de célula afetada pela leucemia. Nas linfoides, pode durar mais de dois anos, e nas mieloides, menos de um ano.  São três fases: consolidação (tratamento intensivo com substâncias não empregadas anteriormente); reindução (repetição dos medicamentos usados na fase de indução da remissão) e manutenção (o tratamento é mais brando e contínuo por vários meses).
  13. 13. PREVENÇÃO  As causas da leucemia ainda não estão definidas, mas, suspeita-se da associação entre determinados fatores com o risco aumentado de desenvolver alguns tipos específicos.
  14. 14.  Tabagismo: leucemia mieloide aguda  Radiação (radioterapia, raios X): leucemia mieloide aguda e crônica e leucemia lifoide aguda  Síndrome de Down e outras doenças hereditárias: leucemia aguda  Benzeno (encontrado na fumaça do cigarro, gasolina e largamente usado na indústria química): leucemia mieloide aguda e crônica, leucemia linfoide aguda  Quimioterapia (algumas classes de drogas): leucemia mieloide aguda e leucemia linfoide aguda  Síndrome mielodisplásica e outras desordens sanguíneas: leucemia mieloide aguda
  15. 15. DIAGNÓSTICOS DE ENFERMAGEM  Ansiedade relacionada com a morte  Deambulação prejudicada  Dor aguda  Fadiga  Hipertermia  Náusea  Risco de infecção
  16. 16. ASSISTÊNCIA DE ENFERMAGEM  Assistência pré, trans e pós operatória  Assistência na administração da Quimioterapia  Assistência na Radioterapia  Aliviar e Tratar dor  Assistência nas intercorrências (náusea, vômitos, lesão na pele, infecções, sangramento e alopecia).  Orientação e apoio ao cliente e família A Essência do Cuidar: É de fundamental importância à participação do enfermeiro junto ao paciente com leucemia e seus familiares, pois essa patologia requer extrema atenção pela equipe. O enfermeiro deve no exercício de suas funções dar coragem e ânimo à família e aos pacientes para que juntos consigam promover uma boa qualidade de vida e uma melhor adesão ao tratamento.
  17. 17. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS Leucemia (INCA) – Pesquisado em 14 de setembro de 2013 http://www.inca.gov.br/wps/wcm/connect/tiposdecancer/si te/home/leucemia Doenges, Moorhouse, Murr -Diagnósticos de Enfermagem Ed. Guanabara Koogan, 10ª edição

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