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Cartilha sobre drogas

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Cartilha sobre drogas

  1. 1. Coleção Achéde Educaçãopara a Saúde
  2. 2. ÍNDICEINTRODUÇÃO 05O QUE SÃO DROGAS? 06O QUE É DEPENDÊNCIA? 09COMO PERCEBER? 11EXISTE TRATAMENTO? 13OPTANDO PELA VIDA 15O ÁLCOOL 17O TABACO 20AS ANFETAMINAS 23O ECSTASY 25A COCAÍNA 27A MACONHA 30LOCAIS DE ATENDIMENTO 33SITES E BIBLIOGRAFIA 37
  3. 3. INTRODUÇÃO A liberdade de escolher o próprio caminho é que faz o ser humano se diferenciar dos animais irracionais. Viver com liberdade é tomar nossas próprias decisões... e enfrentar suas conseqüências. Somente assumindo essas decisões e responsabilidades, a cada passo, é que crescemos e conquistamos definitivamente nossa independência! O que acontece, hoje em dia, é que certas opções podem acabar com nossa liberdade... ... A LIBERDADE DE CONTINUAR DECIDINDO... PENSE NISSO! O OBJETIVO deste livro é esclarecer um assunto muito atual e cercado de polêmica: AS DROGAS. Somente conhecendo mais sobre elas é que poderemos formar nossa própria OPINIÃO e decidir sobre nossos caminhos, buscando realmente o que é MELHOR para nós! 05
  4. 4. OQUE SÃODROGAS? Droga é tudo aquilo que pode modificar o funcionamento orgânico de nosso corpo, de maneira MEDICINAL OU NOCIVA. Como exemplo de droga medicinal, citamos os remédios vendidos nas farmácias, que, desde que administrados na dose e no tempo corretos (por receita médica), podem reequilibrar nosso corpo, curando-o de doenças. Como exemplo de droga nociva, citamos todas aquelas que, legais ou ilegais, são capazes de prejudicar o nosso corpo e causar dependência (muitas vezes, a partir de uma pequena dose). É sobre esse tipo de droga que falaremos neste livro. TODA DROGA ALTERA O FUNCIONAMENTO DE NOSSO CORPO! 06
  5. 5. VELHAS IDÉIAS 1 DROGAS LEGAIS X DROGAS ILEGAISEssa divisão entre drogas legais e ilegaisé somente cultural, mudando de paíspara país.No Brasil, drogas como álcool e tabaco,por exemplo, são vendidas legalmente, Em resumo, não importamas com certas restrições. se elas são legais ou ilegais:Isso pode passar a falsa idéia de que,por serem legais, não são nocivas à TODAS TRAZEM PREJUÍZOS Esaúde.No entanto, ambas podem causar a PERIGOS POTENCIAIS.dependência, levando seus usuários àdoença, à incapacitação... e até mesmoà morte. VELHAS IDÉIAS 2 DROGAS NATURAIS X DROGAS ARTIFICIAISOutro conceito bastante difundido é O tabaco é uma planta... e nem por issoque tudo o que é natural também deixa de causar problemas para quem oé seguro e saudável. fuma!Certas pessoas se aproximam de Nosso organismo absorve tudo a partirdrogas, como a maconha, por exemplo, de moléculas químicas e não perguntacom essa desculpa: de onde elas vieram... mas ele sofre“É uma erva, é natural, e portanto não todas as conseqüências.vai fazer mal.”Esse argumento antigo e ilusório deixade fazer sentido quando lembramosque muitos venenos vem das plantas. SER NATURAL NÃO SIGNIFICAEles são totalmente naturais... e matam! SER INOFENSIVO. 07
  6. 6. VELHAS IDÉIAS 3FUI FORÇADO X FUI INFLUENCIADO 08
  7. 7. OQUE ÉDEPENDÊNCIA? É uma DOENÇA! Aqueles que decidem consumir droga uma vez, estão fazendo uma OPÇÃO. Continuar usando drogas também é uma opção, só que, a cada dia, você vai optar cada vez MENOS... Isso porque o organismo se adapta à presença da droga. Ele adoece. Quando o indivíduo fica sem a droga, passa a se sentir muito mal, irritado, deprimido, ansioso. O dependente acha que o único alívio possível é continuar o consumo. Conforme a dependência vai se instalando, a pessoa passa a abrir mão de coisas que antes eram muito importantes para ela. É o momento em que aparecem as brigas e discussões com a família, a piora no desempenho escolar, a venda de objetos para comprar drogas, etc. TUDO PASSA A GIRAR EM TORNO DO CONSUMO DE DROGAS! A partir desse ponto, o indivíduo não consegue mais ficar sem a substância tóxica. Não há mais OPÇÃO: ele não escolhe se vai usar drogas ou não. A DOENÇA TIROU DELE ESSA LIBERDADE! Portanto, a dependência não é uma opção. É uma condição patológica (uma doença) que tira a liberdade do indivíduo de optar! 09
  8. 8. DEPENDÊNCIA FÍSICA E PSICOLÓGICAAlgumas pessoas não criam as drogas sempre provocam danos àdependência ao experimentar a droga, saúde de quem as usam.mas isso não serve como exemplo a serseguido, pois cada organismo reage a CO-DEPENDÊNCIA DA FAMÍLIAsua maneira. Também existem pessoas É comum pessoas próximas tentaremque passam rapidamente da fase controlar a bebida ou o uso de drogasexperimental para o consumo de forma do dependente na esperança deintensa. Sem perceber, elas se tornam ajudá-lo. A conseqüência dessa buscadoentes dependentes e passam a viver malsucedida de controle das atitudesem função do vício. O grande problema do outro é que essas pessoas acabamé que não dá para saber, entre os que perdendo o domínio sobre seu própriocomeçam a usar drogas, quais serão comportamento e sua vida. Antes deapenas usuários ocasionais e quais se recuperar o dependente, é importantetornarão dependentes em curto, médio uma intervenção na famíliaou longo prazo. Em qualquer um dos co-dependente. Primeiro, tratar dacasos (ocasionais ou dependentes) família, depois, do dependente. SÍNDROME DE ABSTINÊNCIAA dependência química faz com que o convulsões, aumento de temperatura,usuário apresente sintomas (síndrome etc.de abstinência) quando pára de tomar Dependência psicológica – correspondea droga ou diminui bruscamente o seu a um estado de mal-estar e desconfortouso. Esses sintomas são divididos em: emocional. Como exemplos citamos:Dependência física – caracteriza-se pela ansiedade, sensação de vazio,presença de sintomas e sinais físicos. dificuldade de concentração e prejuízoTais sinais irão depender do tipo da intelectual, variando de pessoa parasubstância utilizada e podem aparecer pessoa.alguns dias, ou até mesmo algumas A dependência física pode ser tratadahoras, depois de seu consumo pela na maioria dos casos com o uso deúltima vez. Alguns exemplos de medicamentos, sob orientação médica.sintomas físicos: dor no peito, dores Contudo, a dependência psicológicade cabeça, contrações musculares, requer um tratamento mais demorado. 10
  9. 9. COMOPERCEBER? FIQUE ATENTO! Se há UMA suspeita, NUNCA tire conclusões precipitadas. Procure juntar pelo menos TRÊS OU QUATRO suspeitas para tomar providências. Antes de conversar com o usuário PROCURE orientação especializada. Nunca esqueça que a FAMÍLIA ORIENTADA é a maior chance de restauração da vida de um dependente. 11
  10. 10. PRIMEIROS SINAIS SINTOMAS FÍSICOS PÓS-USOÁlcool – moleza, desorientação, fala domésticos, mentiras, manipulações,enrolada, hálito alcoólico, indiferença, insônia, agressividade, etc.mentiras, etc. LSD – alucinações, dificuldade deMaconha – moleza, fala lenta e raciocinar, medos, pânicos, olhos fixos,pastosa, olhos vermelhos, pontas dos sensações de ser o que não é,dedos queimadas, fome exagerada por divindade, risos exagerados, etc.doces, busca de solidão com músicasem alto volume, boca seca, etc. Ecstasy – empolgação exagerada por baladas rave-psy, intensa euforiaCocaína – agitação, inquietação na seguida de longa depressão, falta de ar,boca, medos, mania de perseguição, febre sem motivo, suor exagerado, etc.troca do dia pela noite, pequenos furtos 12
  11. 11. EXISTETRATAMENTO? SIM! Perceber a presença da própria doença e se responsabilizar pelo tratamento é o primeiro passo em direção à recuperação. O tratamento da dependência química é acima de tudo a busca de um novo estilo de vida. É uma mudança árdua, complexa, marcada por erros e escorregões. Qualquer processo de modificação de comportamento, em maior ou menor grau, é assim. Mudar requer grande força de vontade. Em qualquer tipo de mudança, há momentos de desânimo e desesperança. É preciso ter um objetivo muito claro das vantagens que essa conquista lhe trará! Não adianta olhar o passado para achar um culpado. Deve-se pensar no futuro! É PRECISO QUERER MUDAR E BUSCAR AJUDA PARA CONSEGUIR! É muito importante existir pessoas comprometidas com o processo de recuperação (o próprio dependente, sua família, os amigos e os profissionais da saúde). O diagnóstico de dependência química é determinado por uma série de critérios, por isso a necessidade de ajuda especializada, que fará um levantamento da relação que a pessoa tem com a droga: tempo, consumo, hereditariedade, negação, compulsão e defeitos de caráter (como a manipulação). 13
  12. 12. PASSOS PARA A RECUPERAÇÃO Uma pessoa dependente passa por algumas fases na busca de sua recuperação: PRÉ-CONTEMPLAÇÃO CONTEMPLAÇÃO O indivíduo não sente a Há percepção dos problemas necessidade de mudar. Pensa atuais (ou futuros) que o uso de que seu consumo está sob drogas lhe traz. Por outro lado, controle e nega qualquer o indivíduo não se vê sem a alternativa de ajuda. substância. É um período marcado pelas dúvidas. DETERMINAÇÃO O indivíduo percebe os AÇÃO problemas ocasionados pelo O indivíduo pára de consumo e pede ajuda. consumir drogas. MANUTENÇÃO RECAÍDA O indivíduo procura É o retorno ao consumo. Pode ser estratégias para se manter episódica (lapso) ou prolongada. abstinente. Muitos dependentes acabam retornando a algum dos estágios anteriores, para novamenteQuem já conversou com alguém que evoluírem rumo à mudança. Não éestá em recuperação na luta contra a o retorno à estaca zero, tampoucodependência química instalada motivo para repreensões ou culpa.percebeu que a vitória da vida vale É um momento de aprendizado,todo o esforço. visando a evitar ou dificultarA pessoa em recuperação deve ter em recaídas futuras.mente que caminha passo a passo, umdia de cada vez, dizendo para si mesmoSÓ POR HOJE, e nunca esquecendo que No final desta publicação,carrega e carregará para sempre uma apresentamos vários endereços ondedoença, agora anestesiada, que pode se pode conseguir ajuda e maisvoltar destruindo ainda mais. esclarecimentos! 14
  13. 13. OPTANDO VIDAPELA A recuperação de um dependente químico é algo fantástico! É a vitória da vida! Mas, infelizmente, poucos conseguem... Por isso, o melhor mesmo seria poder evitar tanto sofrimento. No início, a droga pode ser consumida por mera curiosidade, uma necessidade de afirmação frente aos amigos, uma brincadeira, para espantar a timidez ou fugir de algum problema... porém, qualquer que seja o motivo, em curto e médio prazos, sem exceções, ela irá causar repercussões irreversíveis na saúde (sobre o sistema nervoso central, principalmente), vida familiar, profissional e afetiva, interferindo também na gestação e saúde de fetos de mães dependentes. O grande problema para o usuário é que o limite da curiosidade e da brincadeira entre os amigos pode estar muito perto das condições de alterações orgânicas, as quais se transformam em vício e dependência, trazendo graves seqüelas para o organismo e a personalidade. A droga se torna o maior e o pior problema na vida dessa pessoa. 15
  14. 14. TIPOS DE DROGAS E SUA ATUAÇÃOA Organização Mundial de Saúde classifica as drogas em três grupos: psicoativas,psicotrópicas e de abuso. Todos os três tipos geram modificações no humor e nocomportamento humano. No entanto, as psicotrópicas criam a dependência.As drogas psicotrópicas são divididasem outros três grandes grupos, de DROGAS ALUCINÓGENASacordo com a ação que exercem (que alteram a percepção)sobre o nosso cérebro: Fazem o cérebro trabalhar de forma desordenada, numa DROGAS DEPRESSORAS espécie de delírio. (que diminuem a atividade mental) Afetam o cérebro, fazendo com que funcione de forma mais lenta. DROGAS ESTIMULANTES Como principais sintomas, (que aumentam a atividade mental) destacam-se: diminuição da atenção, da concentração Aceleram o funcionamento e da capacidade intelectual, do cérebro. e tensão emocional. A palavra psicotrópica vem do grego Psico = alma (mente) e Tropos = atração. Então, drogas psicotrópicas = drogas atraídas pela mente = dependência. 16
  15. 15. OÁLCOOL Nem todo mundo sabe, mas o álcool é considerado uma droga psicotrópica, pois atua no sistema nervoso central, provocando mudança no comportamento de quem o consome. Ele é uma das poucas drogas psicotrópicas que tem seu consumo admitido e até incentivado pela sociedade. O consumo de bebidas alcoólicas, quando excessivo, desenvolve um quadro de dependência conhecido como alcoolismo. A transição do beber moderado ao beber problemático ocorre de forma lenta, podendo levar vários anos... Em cada 100 jovens que experimentam o álcool, 12 a 15 desenvolverão o alcoolismo (OMS). Beber é realmente uma roleta-russa. A grande maioria dos dependentes de drogas, como a maconha, cocaína, crack, etc., começaram com o álcool. Por isso, um alerta: quando percebemos que alguém, na maioria de suas experiências com álcool, perde o controle e passa a beber em excesso, pode ser um sinal de que ele está se tornando um dependente químico. E, quanto mais cedo for detectada essa dependência, melhor as chances de recuperação. 17
  16. 16. EFEITOS PROVOCADOS PELO CONSUMO DE ÁLCOOL A ingestão de álcool provoca diversos efeitos, que aparecem em duas fases distintas: uma estimulante e outra depressora.Nos primeiros momentos após a lesões irreversíveis e pode acarretaringestão de álcool, podem aparecer os doenças do fígado, coração, sistemaefeitos estimulantes, como euforia, digestivo e sistema nervoso.desinibição e maior facilidade para O consumo de bebidas alcoólicas podefalar. Com o passar do tempo, desencadear enrubecimento da face,começam a aparecer os efeitos dor de cabeça, prejuízo de julgamento,depressores, como falta de humor instável, diminuição da atenção,coordenação motora, descontrole e diminuição dos reflexos, perda dasono. Quando o consumo é muito coordenação motora, fala arrastada,exagerado, o efeito depressor fica visão dupla, vômitos, lapso de memóriaexacerbado, podendo até mesmo e sonolência.provocar o estado de coma. E também pode causar alguns efeitos bem mais graves, como o coma e aOs efeitos do álcool variam de morte, dependendo da concentraçãointensidade de acordo com as de álcool no sangue.características pessoais.Uma pessoa habituada a consumir A combinação do álcool com outrasbebidas alcoólicas sentirá os efeitos do drogas aumenta os efeitos descritos eálcool com menor intensidade, quando também pode levar à morte.comparada com uma outra pessoa quenão está acostumada a beber. Secundariamente ao uso crônico do álcool, observa-se perda de apetite,Não sentir seus efeitos não significa deficiência vitamínica, impotência sexualque se está imune: o álcool causa ou irregularidade do ciclo menstrual. INDICAÇÃO PARA LEITURA O Revólver Que Sempre Dispara e o Livro das Respostas: Alcoolismo, de Ricardo Vespucci e Emanuel Vespucci, Editora Casa Amarela. 18
  17. 17. ALCOOLISMOO desenvolvimento da tolerância quando parar, a síndrome de(a necessidade de beber quantidades abstinência (aparecimento de sintomascada vez maiores de álcool para obter desagradáveis após ter ficado algumasos mesmos efeitos), o aumento da horas sem beber) e o aumento daimportância do álcool na vida da pessoa, ingestão de álcool para aliviar aa percepção do aumento do desejo de síndrome de abstinência são sinais doconsumir algum tipo de bebida alcoólica alcoolismo.e da falta de controle em relação a SINTOMAS DE ABSTINÊNCIAA síndrome de abstinência tem início de Cerca de 5% dos que entram em6 a 8 horas após a parada da ingestão abstinência leve evoluem para ade álcool, sendo caracterizada pelo síndrome de abstinência severa,tremor das mãos, acompanhado de a qual se caracteriza pela presença dedistúrbios gastrointestinais e do sono, nervosismo ou irritação, sonolência,e um estado de inquietação geral suor, diminuição do apetite, tremores,(abstinência leve). convulsões e alucinações. CONSUMO DE ÁLCOOL DURANTE A GESTAÇÃO O consumo de álcool durante a gravidez expõe a criança aos efeitos do álcool. O mais grave desses efeitos é a síndrome fetal pelo álcool, cujas características incluem: retardo mental, deficiência de crescimento, deformidade facial e da cabeça, anormalidades labiais e defeitos cardíacos. 19
  18. 18. OTABACO O cigarro possui 4.700 substâncias tóxicas, dentre elas a nicotina. A nicotina é um alcalóide. Fumada, é absorvida rapidamente nos pulmões, vai para o coração e, por meio do sangue arterial, se espalha pelo corpo todo e atinge o cérebro. No sistema nervoso central, a nicotina age em receptores ligados às sensações de prazer. Esses, uma vez estimulados, comunicam-se com os circuitos de neurônios responsáveis pelo comportamento associado à busca do prazer. De todas as drogas conhecidas, é a que mais dependência química provoca. NO BRASIL, A CADA 6,5 SEGUNDOS UMA PESSOA MORRE PREMATURAMENTE POR CAUSA DO CIGARRO! 20
  19. 19. EFEITOS PROVOCADOS PELO FUMOO fumo é o maior responsável por necrose dos tecidos. Isso porque ofaringites, bronquites, falta de apetite, fumo causa uma dependência tão fortetremores, perturbações da visão, que o doente vai perdendo os dedos dobronquite crônica, enfisema pulmonar, pé, o pé, a perna, uma coxa, depois acoronariopatias, úlceras do estômago e outra, e, muitas vezes, nem assimdo duodeno, diversos tipos de câncer consegue abandonar o vício.(sobretudo do pulmão, da língua, dafaringe, do esôfago, da bexiga e dosorgãos sexuais) e pelas doenças CIGARRO X BELEZAcardiovasculares, como a angina dopeito e o enfarte do miocárdio. O cigarro também causaExiste uma doença, exclusiva de envelhecimento precoce, rugas,fumantes, chamada tromboangeíte celulite, escurecimento dos dentes,obliterante, que obstrui as artérias das mau hálito, olheiras, pele sem viço eextremidades do corpo e provoca elasticidade e cabelos quebradiços. O CIGARRO E O ÁLCOOLA droga provoca crise de abstinência maço ao alcance da mão.insuportável. Sem fumar, o dependente Por ser diurético, o álcool dissolve aentra num quadro de ansiedade nicotina.crescente, que só passa com uma Então, quando o fumante bebe, astragada. crises de abstinência se repetem emAs crises de abstinência da nicotina se intervalos tão curtos que ele mal acabasucedem em intervalos de minutos. de fumar um cigarro e já sente aPara evitá-las, o fumante precisa ter o necessidade de acender outro. 21
  20. 20. O FUMO E A MULHERNas mulheres, provoca a antecipação batimento cardíaco do feto, e a criançada menopausa, diminuição da pode nascer com peso reduzido, menorfertilidade, osteoporose e doenças estatura e alterações neurológicascardiovasculares (quando o uso está importantes. Isso sem falar que aassociado a anticoncepcionais). gestante tem um risco aumentado deDurante a gravidez, esse hábito pode sofrer um aborto espontâneo, entrefazer imenso mal ao feto. outras implicações, ao longo dosQuando a mãe fuma durante a nove meses.gestação, o bebê recebe as substâncias Para piorar o quadro, durante atóxicas do cigarro por meio da amamentação, as substâncias tóxicasplacenta. continuam sendo transmitidas ao bebêA nicotina provoca o aumento do via leite materno. NÃO FUMANTE TAMBÉM SOFREQuem convive com um fumante, A fumaça inalada pelo fumante passivoenfrenta um grave problema. é quimicamente similar à fumaçaSem querer, ele torna-se também inalada pelo fumante ativo. Ela contémfumante: substâncias que causam câncer, problemas cardíacos em adultos e principalmente em crianças, e UM FUMANTE PASSIVO problemas respiratórios em crianças de até 18 meses, além de retardar o desenvolvimento fetal. 22
  21. 21. AsANFETAMINAS As anfetaminas formam uma classe de várias substâncias, algumas com indicações médicas e venda controlada e outras fabricadas em laboratórios clandestinos e consideradas drogas ilícitas. Os laboratórios idôneos produzem as anfetaminas com fins medicinais, buscando o equilíbrio orgânico e a saúde das pessoas. UTILIZAÇÃO MÉDICA Na síndrome hipercinética: doença infantil caracterizada por hiperatividade, incapacidade de concentração e alto grau de comportamento impulsivo. Na narcolepsia: distúrbio marcado por crises de sono (paralisia do sono e pesadelos audio-visuais intensos que podem persistir mesmo quando em estado de vigília), bem como cataflexia (perda súbita do tonus muscular). No tratamento da obesidade: por seu efeito anorexígeno. EFEITOS TÓXICOS Se uma pessoa consome anfetaminas de maneira exagerada, se automedica sem a orientação de um especialista, ou as utiliza para fins não medicinais, corre sérios riscos, inclusive o de se transformar em um dependente psíquico, como veremos a seguir. 23
  22. 22. ANFETAMINAS E SEUS EFEITOS FÍSICOSAs anfetaminas agem na pupila dos de anfetaminas pode provocarolhos, produzindo dilatação – que alterações digestivas, náusea, doresprejudica em especial a visão noturna – gástricas, vômitos, crises de bulimia,e causam um aumento do número de fadiga, hipertensão arterial, insônia,batimentos do coração e da pressão mudanças de humor, reaçõessangüínea. paranóicas e/ou depressivasOs efeitos imediatos por sobredose (acompanhadas de idéias suicidas de(uso exagerado) provocam inquietação, alta periculosidade), falta de desejoalucinações, febre alta, náuseas, sexual ou impotência (que, em geral,vômitos, cãibras no abdômen, fortes agravam a depressão e os estadosdores no peito, dificuldade para urinar, paranóicos). Os casos de óbito ocorremperda de consciência e convulsões. geralmente por arritmia cardíaca ouOutros efeitos provocados por alta pelo envolvimento na violência social.dosagem são: suor frio, dores de cabeça Os sérios prejuízos à saúde ocorreme no peito, febre alta, manchas roxas com pessoas que fazem usona pele, tremores, movimentos prolongado dessas drogas sem odescontrolados da cabeça, pescoço, acompanhamento médico, ou. ainda,braços e pernas. quando elas utilizam dosesEm longo prazo, o consumo excessivo excessivas. ANFETAMINAS E SEUS EFEITOS PSICOLÓGICOSAs anfetaminas são drogas capacidades, exercendo esforçosestimulantes. excessivos, é muito prejudicial à saúde.A pessoa sob sua ação tem insônia, Recentes pesquisas mostram que o usoperde o apetite, sente-se cheia de excessivo e sem orientação médica deenergia e fala mais rápido. anfetaminas pode levar à degeneraçãoO fato das anfetaminas (quando usadas de células do cérebro – produzindode maneira exagerada) fazerem com lesões irreversíveis – e dependênciaque um organismo reaja acima de suas psíquica. 24
  23. 23. OECSTASY O ecstasy é uma droga projeto. Assim como as anfetaminas, sua forma de consumo é por via oral (pela ingestão de um comprimido). Os usuários, geralmente, consomem o ecstasy com bebidas alcoólicas ou outras substâncias tóxicas, o que intensifica ainda mais os riscos de um choque cardiorespiratório. É erroneamente chamado de pílula do amor. Erroneamente porque não é um afrodisíaco. O Ecstasy não aumenta a excitação nem o desejo sexual. Na verdade, o dependente pode manifestar dificuldade para obter orgasmo e, no caso dos homens, problemas de ereção. 25
  24. 24. ECSTASY E SEUS EFEITOS FÍSICOSOs malefícios causados pela droga ao pressão sangüínea, que pode provocarcorpo do usuário são: ressecamento da febres de até 42 graus. A febre leva aboca, coceiras, cãibras musculares, uma intensa desidratação, o que podecontrações oculares, espasmo do causar a morte do usuário do ecstasy.maxilar, fadiga, dor de cabeça, visãoturva, manchas roxas na pele, O uso da droga é complexo, já quemovimentos descontrolados de braços implica em danos pouco conhecidose pernas, crises bulímicas, aumento da pela população. As conseqüências defreqüência cardíaca, aumento da seu uso ocorrem, predominantemente,pressão arterial, tensão na mandíbula, mais em longo prazo.náuseas, hipersensibilidade sensorial Esses efeitos físicos e psíquicos sofremà luz, dificuldade para identificação de mudanças de acordo com o tempo decores, perda da coordenação motora e uso que se considera, ou seja, oscansaço para tarefas físicas. efeitos são agudos (isto é, quandoAlém de tudo isso, causa aumento da decorre apenas algumas horas após atemperatura corpórea (que é a ingestão) e crônicos (conseqüênciasprincipal causa de óbitos de usuários). que aparecem após o uso continuadoA droga causa um descontrole da por semanas, meses ou anos). ECSTASY E SEUS EFEITOS PSICOLÓGICOSO principal efeito do ecstasy é uma O ecstasy pode provocar tambémeuforia excessiva, que chega a durar insônia, dificuldade de percepção de10 horas. tempo, perda da concentração, cansaçoA pessoa sob efeito de ecstasy fica mais para tarefas mentais, ataque de pânico,sociável, com uma vontade incontrolável psicose tóxica, alucinações, episódiosde conversar e até de ter contato físico paranóicos, agressividade e depressãocom outras pessoas. pós-anfetamina. 26
  25. 25. ACOCAÍNA A cocaína é uma droga bem antiga, e é consumida pelos seus usuários de várias maneiras: em forma de sal (pó) – aspirado ou injetado (dissolvido na água); como crack – fumado em cachimbos; ou como pasta de coca ou merla – fumada em cigarros chamados “brasukos” (muito tóxicos por serem produzidos com querosene ou gasolina e ácido sulfúrico). ASSOCIAÇÃO DE ÁLCOOL E COCAÍNA Entre os dependendentes, o uso associado de cocaína e álcool é muito comum. Isso acontece por causa da hiperestimulação, que leva o usuário de cocaína a um esgotamento e um mal-estar insuportável. A fim de diminuir essa ansiedade, o dependente procura o álcool, com seu efeito depressor. Mas o uso conjunto desses dois tipos de droga gera no fígado uma terceira substância, chamada cocaetileno, muito mais perigosa, pois apresenta um efeito potencial de toxidade no organismo dez vezes maior... e com maior risco de morte. Essa mistura está associada a problemas cardíacos e convulsões. 27
  26. 26. COCAÍNA E SEUS EFEITOS FÍSICOSO uso da cocaína pode provocar aumentando o risco de uma paradaaumento das pupilas - afetando a visão -, cardíaca. A morte também pode ocorrerdor no peito, contrações musculares, por causa da diminuição de atividadeaumento de temperatura, enxaqueca, de centros cerebrais que controlam asudorese, convulsões e até coma. respiração. O uso crônico da cocaínaA pressão arterial pode elevar-se e o pode levar a uma degeneraçãocoração bater muito mais rapidamente, irreversível dos músculos esqueléticos. COCAÍNA E SEUS EFEITOS PSICOLÓGICOSA princípio, a cocaína causa marginais, atos violentos no trânsito e,estimulação, produzindo a sensação de até mesmo, criminalidade.euforia, desinibição, excitação sexual e Com o tempo, o cérebro vai atrofiando,também perturbações do sono e estado uma lesão que não tem cura.de ansiedade. Mesmo depois do afastamento dasCom o aumento dos níveis de consumo, drogas, permanecem os sinais deo indivíduo torna-se perigoso e redução do desempenho intelectual eagressivo. de distúrbios do comportamento, o queHá predominância de condutas faz com que o ex-usuário necessiteimpulsivas, tendência a amoralidade, utilizar tranqüilizantes eperversão sexual, aliança com anticonvulsivantes por toda vida. 28
  27. 27. O CRACKOs efeitos da cocaína no cérebro são os consumido acaba por levar o usuário amesmos em todas as suas formas. um comportamento violento, agressivo,Porém, são piores com o crack e a associado a tremores e atitudesmerla. Como eles são fumados, a droga bizarras (por causa do aparecimento deé absorvida quase que imediatamente paranóia). Eventualmente, ele pode terna circulação, chegando rapidamente alucinações e delírios. Além disso, oao cérebro. Porém, a duração das usuário de crack e de merla perdesensações produzidas é muito rápida. o interesse sexual e, após o usoEssa pouca duração dos efeitos faz com intenso e repetitivo, experimentaque o usuário volte a utilizar a droga sensações muito desagradáveis, comocom mais freqüência (praticamente de cansaço e intensa depressão.5 em 5 minutos).Por isso, a dependência de crack e/ou O dependente pode ser facilmentemerla também ocorre mais identificado, pois perde, em menos derapidamente. 30 dias, uma média de 8 a 10kg... eO aumento da quantidade de crack todas as noções básicas de higiene. COCAÍNA E AIDSNo Brasil, a cocaína é a droga mais por via endovenosa se expõem aoutilizada pelos usuários de drogas contágio de várias outras doenças:injetáveis (UDI). hepatites, malária, dengue, etc.Muitos, apesar da forte veiculação na O uso de drogas injetáveis estámídia de campanhas contra a Aids, associado a cerca de 50% de todos oscompartilham agulhas e seringas. casos de Aids nos estados de São PauloAlém da Aids, os usuários de cocaína e Santa Catarina. 29
  28. 28. AMACONHA O uso dessa droga é complexo, já que implica em danos pouco conhecidos pela população. As conseqüências de seu uso também ocorrem mais em longo prazo se comparados às outras drogas. Tudo isso só contribui para disfarçar a verdade: A MACONHA É UMA DROGA PERIGOSA E CAUSA DEPENDÊNCIA! É necessário combater a ignorância de todos sobre seus efeitos. 30
  29. 29. MACONHA E SEUS EFEITOS FÍSICOSOlhos avermelhados, boca seca e maconha, os usuários estãotaquicardia. Por causa da fumaça tóxica sujeitos a desenvolver o câncer deda droga, surge a bronquite e perda da pulmão. Além disso, a maconhacapacidade respiratória. Por causa do interfere na imunidade do usuárioalcatrão, presente na fumaça da contra doenças. MACONHA E SEUS EFEITOS PSICOLÓGICOSA princípio, os efeitos podem ser conversando, e nada disso está alibem-estar e relaxamento. realmente.Mas o usuário também pode ficar Delírios e alucinações podem geraraturdido, sentir muita angústia, mania de perseguição, pânico etemeroso de perder o controle da atitudes perigosas e fatais paracabeça, trêmulo e suando muito, o usuário.podendo chegar a ter delírios e Com o tempo, ocorre prejuízo naalucinações. capacidade de aprendizagem eDelírio é quando uma pessoa faz um memorização, e falta de motivação.juízo errado do que vê ou ouve. Muitas vezes, o dependente passa aAlucinação é quando o usuário vê o que organizar sua vida de maneira anão existe. Por exemplo, ele ouve a facilitar o uso da droga, sendo quesirene da polícia ou vê duas pessoas tudo o mais perde o seu real valor. 31
  30. 30. SINTOMAS DE ABSTINÊNCIAA maconha cria dependência e a cigarros de forma compulsiva einterrupção de seu consumo causa uma exagerada.síndrome de abstinência caracterizada Esses sintomas ocorrem entre o 18º e opor irritabilidade, nervosismo, angústia, 25º dia após a parada do uso da droga,muita fome ou perda de apetite, visto que a droga é de eliminaçãoalteração do sono e tendência a fumar lenta. CONSUMO DE MACONHA DURANTE A GESTAÇÃO O uso de maconha pela mãe provoca dez vezes mais chances de seu bebê nascer com leucemia não linfoblástica e um grande atraso no amadurecimento da criança, que nasce com peso abaixo do normal. Há grande tendência para abortos e alto índice de partos prematuros. As crianças apresentam dificuldade na capacidade de aprendizado na infância e na adolescência. Essa interferência na capacidade intelectual das crianças também é observada para os casos em que elas são fumantes passivas (convivem com quem fuma maconha). 32
  31. 31. LOCAIS DE ATENDIMENTOESTADO DE SÃO PAULOAmbulatório de Droga DependênciaDistrito de Rubião Júnior, 540Botucatu–SP – CEP 18618-000Tel.: (14) 6802-6338CCI – Centro de Controle de Intoxicações do JabaquaraHospital Municipal Dr. Arthur Ribeiro de SaboyaAv. Francisco de Paula Quintanilha Ribeiro, 860 – Térreo IISão Paulo–SP – CEP 04330-020Tel.: (11) 5012-5311CEATOX – Centro de Assistência ToxicológicaHospital das Clínicas/Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (HC-FMUSP)Av. Dr. Enéas de Carvalho Aguiar, 647 – 2º andarSão Paulo–SP – CEP 05403-900Tels.: 0800 148110/(11) 3069-8571/3069-8800/3088-9431Centro de Referência de Álcool, Tabaco e Outras Drogas (CRATOD)Secretaria da Saúde – Governo do Estado de São PauloRua Prates, 165São Paulo–SP – CEP 01121-000Tel.: (11) 3329-4455Centro de Referência e Treinamento em FarmacodependênciaSecretaria Municipal da Saúde de São PauloRua Frederico Alvarenga, 259 – 2º andarSão Paulo–SP – CEP 01020-030Tels.: (11) 3105-2645/3257-5155Comunidade GABATA - São Bernardo do CampoProf. Ricardo Galhardo Blanco.gblanco@terra.com.brsilviopaolini@terra.com.brhttp://www.gabatasp.comTel.: (11) 4330.5882Comunidade RestauraçãoPalestras, orientações e tratamentosTel.: (11) 4177-1594E-mail: ctrestauracao@hotmail.com 33
  32. 32. Disque-DrogasSecretaria Municipal da Saúde de São PauloTels.: 0800 7713163/(11) 3105-2645Faculdade de Medicina da Universidade Estadual Paulista (UNESP)Departamento de Neurologia e PsiquiatriaAmbulatório de Atendimento a Dependentes de DrogasE-mail: portal@reitoria.unesp.brFEBRAE – Federação Brasileira de Amor ExigenteGrupos de auto-ajudaTel.: (19) 3252-2630E-mail: info@amorexigente.org.brGREA – Grupo Interdisciplinar de Estudos de Álcool e DrogasDepartamento de Psiquiatria do Instituto de Psiquiatria do Hospital das Clínicas da Faculdade deMedicina da Universidade de São Paulo (HC-FMUSP)Rua Ovídio Pires de Campos, s/nºSão Paulo–SP – CEP 05403-010Tel./Fax: (11) 3064-4973Hospital Geral de TaipasSecretaria da Saúde – Governo do Estado de São PauloAv. Eliseo Teixeira Leite, 6.999São Paulo–SP – CEP 02810-000Tels.:(11) 3973-0400/3973-0488/3973-0556PROAD – Programa de Orientação e Assistência ao DependenteDepartamento de Psiquiatria da Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP)Rua dos Otonis, 887São Paulo–SP – CEP 04025-002Tel.: (11) 5579-1543PRODARF – São Bernardo do CampoTel.: (11) 4368-2826E-mail - rosanabritzki@bol.com.brhttp://www.prodarf.org.br/Projeto QuixotePrograma de Orientação e Atendimento a Dependentes (PROAD)Departamento de Psiquiatria da Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP)Secretaria da Assistência e Desenvolvimento Social do Governo de São PauloRua Prof. Francisco de Castro, 92São Paulo–SP – CEP 04020-050Tel.: (11) 5576-4386Tel./Fax: (11) 5571-9476 34
  33. 33. PROSAM (Associação Pró-Saúde Mental)Rua Heitor Penteado, 1.448São Paulo–SP – CEP 05438-100Tel.: (11) 3862-1385SENAT – Seção Núcleo de Atenção ao ToxicodependenteSecretaria Municipal de Higiene e de Saúde de SantosRua São Paulo, 95 – Vila MathiasSantos–SP – CEP 11075-330Tel.: (13) 3232-6464UDED – Unidade de Dependência de DrogasDepartamento de Psicobiologia da Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP)Rua Napoleão de Barros, 1.038São Paulo–SP – CEP 04024-002Tel.: (11) 2149-0155UNIAD – Unidade de Pesquisas em Álcool e DrogasDepartamento de Psiquiatria da Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP)Rua Botucatu, 394São Paulo–SP – CEP 04023-061Tel: (11) 5576-4341Unidade de Álcool e DrogasAmbulatório de Clínica Psiquiátrica do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicinade Ribeirão Preto da Universidade de São PauloAv. dos Bandeirantes, 3.900 – Campus da USPRibeirão Preto–SP – CEP 14049-900Tel.: (16) 602-2727Fax: (16) 602-2544Unidade de Referência Regional em FarmacodependênciaSecretaria Municipal da Saúde – Prefeitura do Município de São PauloAv. Ceci, 2.101São Paulo–SP – CEP 04065-004Tel.: (11) 2275-3432 35
  34. 34. OUTROS ESTADOSCECRH – Centro Eulâmpio Cordeiro de Recuperação HumanaFundação de Saúde Amaury de Medeiros – Secretaria da SaúdeGoverno do Estado de PernambucoRua Rondônia, 100Recife–PE – CEP 50720-710Tel.: (81) 3232-7630CMT – Centro Mineiro de ToxicomaniaFundação Hospitalar do Estado de Minas Gerais – Secretaria da SaúdeGoverno do Estado de Minas GeraisRua Alameda Ezequiel Dias, 365Belo Horizonte–MG – CEP 30130-110Tel.: (31) 3217-9000NEPAD – Núcleo de Estudos e Pesquisas em Atenção a Uso de DrogasUniversidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ)Rua Fonseca Teles, 121 – 4º andarRio de Janeiro–RJ – CEP 20940-200Tel.: (21) 2587-7109Fax: (21) 2589-4222Unidade de Tratamento de Dependência Química do Hospital Mãe de DeusFundação de Incentivo a Pesquisa em Álcool e Drogas (FIPAD)Rua Costa, 30 – 3º andarPorto Alegre–RS – CEP 90110-270Tel.: (51) 3230-2068 36
  35. 35. SITESÁlcool e Drogas sem DistorçãoPrograma Álcool e Drogas (PAD) do Hospital Israelita Albert Einsteinhttp://www.einstein.br/alcooledrogasDepartamento de Psicobiologia da Universidade Federal de São Paulo/EPMhttp://www.unifesp.br/dpsicobio/psico.htmhttp://www.amorexigente.org.brhttp://www.antidrogas.org.br/http://www.drauziovarella.com.br/entrevistas/entrevista_indice.asphttp://www.unodc.org (inglês)BIBLIOGRAFIAABRAMO, H. W.; FREITAS, M. V.; SPOSITO, M. P. (orgs). Juventude em Debate. São Paulo: Cortez/Ação Educativa, 2000.ARATANGY, L. R. Doces Venenos: Conversas e Desconversas sobre Drogas. São Paulo: Olhod’água, 1991.HENNINGFIELD, J. E. Tudo sobre Drogas: Nicotina. São Paulo: Nova Cultural, 1988.KALINA, E. Os Efeitos das Drogas no Cérebro Humano. Buenos Aires: Mar. de 1997.OLIEVENSTEIN, C. A Droga. São Paulo: Brasiliense, 1980.Revista Documento Verdade, Ano 1, n. 3, P. 32. Editora Escala.VIZZOLTO, S. M. A Droga, a Escola e a Prevenção. São Paulo: Vozes, 1987. 37
  36. 36. REALIZAÇÃO ACHÉ Laboratórios Farmacêuticos S.A. IDEALIZAÇÃO Diretoria de Recursos HumanosGerência de Comunicação e Responsabilidade Social PESQUISA E TEXTO Denise Ortega Gutierres REVISÃO TÉCNICA Professor Ricardo Galhardo Blanco PROJETO GRÁFICO E EDIÇÃO DE ARTE Estúdio Artecétera - www.artecetera.art.br TIRAGEM 6.000 exemplares 2ª edição - abril/2009
  37. 37. Rod. Presidente Dutra km 222,2 Guarulhos - SP - Brasil www.ache.com.br

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